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Trash 80s

Trash 80's

Rua Álvaro de Carvalho, 40
República - São Paulo , SP - 01050-070

Telefone: 11 3262-4881

Preço por pessoa:

$$ (De R$26 até R$50)

Categoria:
GLS
Ranking: #1 de 18
Site oficial:
trash80s.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Primeira opinião por:
Alice Macedo
Detalhes:
Acesso para deficientes
Ar condicionado
Aceita reservas
Proibido fumar
Área para fumantes
Comanda individual
Música
Entrada
Estacionamento
Metrô/trem próximo: Anhangabaú (330 m)

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Publicidade
Notas específicas:
Ambiente
(49)
Público
(47)
Atendimento
(47)
Bebida
(43)
Custo-benefício
(37)
Comida
(20)
Mostrar:
Dicas  (38)
Alice Macedo
Faça reserva, para ganhar o desconto e direito a fila preferencial.
Alice M.
Rodrigo Mendes Mesquita
Fica bem pertinho do metrô Anhangabaú e tem um ponto de taxi bem na frente
Rodrigo M.
Fernanda Fernandes
Reservas pelo site ou confirmação no facebook tem desconto.
Fernanda F.
Eduardo
Fique atento nas promoções, sempre tem alguma para ganhar um desconto! :)
Eduardo
Classificar por:
Opiniões   (72)
 
Olha, eu gosto da trash, mas posso dizer e definir que está longe de uma balada "meio-termo", pois o "estilão" lá é bem claro - músicas dos anos 80 + música trash ( Xuxa, Yahoo, Emílio Santiago e por ai vai) , galera alternativa, público GLSBT, gente animada de todos os estilos, que curte um flashback 80´s , coreografias divertidas/bizarras/ engraçadas e para se divertir mesmo e entrar no clima sem medo de ser feliz, ou "ridículo/brega", por que ali é a sua hora de extravasar! Vai por mim!

A primeira vez que fui à Trash foi em meados de 2007, não me arrependi, dancei muito e dei muita risada e toda minha galera também. Vi o evento do Kekanto e fazia muito tempo que não ia e foi bacana novamente!

O banheiro é razoável, as pessoas são super de boa, quem bate cartão ali, ou que joga um bom chaveco no segurança, até consegue uma pulserinha mágica para subir na pista e fazer as conhecidas coreografias e se achar o "Rei do Camarote Brega" e ter seus 15 minutos de fama!

Os drinks tem um preço salgadinho, mas se compararmos com outras baladas conhecidas e com nome consolidado, está ali, porém não deixa de ser caro ! Breja long neck por 10 contos, a vodka + energético saiu por 35 contos. E a vodka 25 contos. E outra coisa que falta são drinks diferenciados, fica no mesmo. Por ser uma balada consolidada podiam tentar explorar esse lado...

O preço para entrar pode variar dependendo do evento.

Um lugar para dançar até quebrar o salto (literalmente no meu caso) !
Dica: Vá com a mente aberta e sem medo de ser O Rei/ Rainha do Brega!
 
Finalmente conheci a Trash 80's!
A oportunidade surgiu através de um evento do Kekanto e foi muito aproveitado. Fomos no Baile do Havaí e já na porta me agradou, pois recebemos um colar havaiano de mimo :-)
O lugar parece pequeno logo de cara, mas quando entramos vira quase um labirinto. São vários ambientes, sendo um melhor do que o outro. Optamos pelo que teria show, já que a festa contaria com show das Paquitas (quer coisa melhor pra relembrar a infância?).
O ambiente é todo decorado e o atendimento nos bares é ótimo! Conta com telão e televisões que passam desenhos antigos e um DJ muito bom.
Curtimos show de banda ao vivo e show das Paquitas, sendo que a galera que frequenta é sempre animada.
Recomendo uma ida para conhecer o local e se deixar contagiar pela energia de todos, mas adianto que o público é GLS.
 
Conheci a balada no evento mensal do Kekanto: o espaço é razoável porém achei o lugar pequeno em comparação com outras casas noturnas, e para uma sexta-feira eu achei que a lotação estava ok, esperava uma balada bombada para a fama que ela tem... ainda bem porque odeio lugar estrunchado com gente saindo pelo ladrão. O ar condicionado funcionou perfeitamente a noite inteira, sem aquele bafo quente que costuma ter na pista de dança... MARA!

Como chegamos depois da meia noite, a lista do Kekanto já estava encerrada... perguntamos quanto era a entrada e ouvimos uma facada como resposta: daria algo em torno de 70 / 80 reais eu e meu marido... por fim topamos (muito a contragosto do maridão) mas no caixa a coisa diminuiu e existia a possibilidade de ser entrada ou consumação... confuso né? O cara da portaria diz uma coisa e a caixa outra... acho que paguei 20 / 30 reais de entrada e meu marido optou por 50 reais de consumação.

No momento em que entramos o som estava bem aprazível com músicas legais dos anos 80: Petshop Boys, Rick Astley, Duran Duran, Erasure... mas depois a coisa degringolou e começou a tocar Magal, Dominó, Xuxa, Gretchen e afins... não curtimos... a discotecagem do nosso amigo DJ e kekanteiro Aluízio foi simplesmente a melhor coisa do noite!!!! Se ele tocasse a noite inteira seria perfeito... o gosto musical dele é idêntico ao nosso (meu e do meu marido). Achei desnecessário aqueles rapazes fazendo coreografia no palquinho, mas tinha quem acompanhasse... enfim...

Em relação às bebidas eu e meu marido achamos tudo da pior qualidade: pedimos uma caipirinha de morango que veio num mísero copo plástico descartável de 200 ml (mas preço de copão), e estava mais para um suco... rosinha e com pouquíssima vodka... até as Stellas que tomamos estavam estranhas... sabe quando parece que a cerveja congelou ou foi mal acondicionada? Desse jeito...

Banheiro razoavelmente limpo e pouca fila na hora da saída... morreram 100 mangos na noite... por um evento especial como aniversários de amigos talvez a gente volte, mas por vontade própria? Jamais...
 
Olha, eu gosto da trash, mas posso dizer e definir que está longe de uma balada "meio-termo", pois o "estilão" lá é bem claro - músicas dos anos 80 + música trash ( Xuxa, Yahoo, Emílio Santiago e por ai vai) , galera alternativa, público GLSBT, gente animada de todos os estilos, que curte um flashback 80´s , coreografias divertidas/bizarras/ engraçadas e para se divertir mesmo e entrar no clima sem medo de ser feliz, ou "ridículo/brega", por que ali é a sua hora de extravasar! Vai por mim!

A primeira vez que fui à Trash foi em meados de 2007, não me arrependi, dancei muito e dei muita risada e toda minha galera também. Vi o evento do Kekanto e fazia muito tempo que não ia e foi bacana novamente!

O banheiro é razoável, as pessoas são super de boa, quem bate cartão ali, ou que joga um bom chaveco no segurança, até consegue uma pulserinha mágica para subir na pista e fazer as conhecidas coreografias e se achar o "Rei do Camarote Brega" e ter seus 15 minutos de fama!

Os drinks tem um preço salgadinho, mas se compararmos com outras baladas conhecidas e com nome consolidado, está ali, porém não deixa de ser caro ! Breja long neck por 10 contos, a vodka + energético saiu por 35 contos. E a vodka 25 contos. E outra coisa que falta são drinks diferenciados, fica no mesmo. Por ser uma balada consolidada podiam tentar explorar esse lado...

O preço para entrar pode variar dependendo do evento.

Um lugar para dançar até quebrar o salto (literalmente no meu caso) !
Dica: Vá com a mente aberta e sem medo de ser O Rei/ Rainha do Brega!
 
Não me agradou nem um pouquinho..

Uma balada que toca músicas antigas, Xuxa e afins... não faz meu tipo até pq nasci em 1987 então não teve tanta "graça" ir lá..

O lugar estava cheio, fui em comemoração de um aniversário e estava no camarote, mas estava muito, muito cheio..

As músicas como disse são total antigas e o público então nem se fala.. rsrs Parecia que eu tinha caído de paraquedas...

Fora isso, lá é centrão né, então já viu...tem de tudo um pouco!

Uma situação chata foi que na época estava com uma amiga e chegou uma louca do nada pegando na minha bunda e me chamando de gostosa, só pq eu estava conversando com uma amiga ela achou que eu fosse lésbica, eu falei um monte e pedi respeito, já digo que não tenho preconceito, mas acho que devem respeitar, assim como ela se fosse um homem eu também não iria gostar, eu fui atrás do segurança pq a LOUCA estava tentando me beijar de qualquer jeito, sai andando e minha amiga empurrando ela até chegar um segurança que me disse "Aqui é bar gls se está aqui tem que aceitar isso" AHHHH eu mandei ele tomar naquele lugar, fui reclamar nos caixas e nada, resumo: NÂO VOLTO NUNCA MAIS!!!!!

Público mais velho, com tias bêbadas e todo mundo beijando todo mundo... Prefiro um botecão da Augusta... ;)
Eneas Neto:
Sou DJ de lá e claro que sou suspeito pra comentar qualquer coisa. O que é legal na Trash é a diversidade em todos os âmbitos: social, étnicos, de gênero e até mesmo de idade. Eu me encaixaria na categoria "público mais velho" como você disse, porém a grande maioria que frequenta fica entre 25 e 30, além de muito mais novos ainda que gostam de se divertir e não estão muito preocupados com datas. Meninas bonitas podem atrair meninos e meninas, como em qualquer ambiente democrático e adulto permite ;-) Aproveito pra convidar o pessoal a conhecer a diversão garantida da Trash no próximo dia 20/9 no encontro dos Kekanteiros
Conteúdo inválido
 
Eu não sou fã de balada, já gostei quando era mais nova (principalmente quando não tinha idade pra entrar #ProibidoÉMaisGostoso XD) mas depois de um tempo frequentando o som muito alto e a super lotação fizeram com que esse seja o ultimo tipo de lugar que eu escolheria pra ir. Maaas, toda regra tem sua exceção e eu ADOREI o evento do Kekanto na Trash!
Facinho de chegar de metro (ta que a gente se perdeu um pouquinho, mas juro que é fácil hahah) essa balada é bem diferente das outras q eu já frequentei em São Paulo. Pegamos um pequena fila pra entrar, o hostess foi super querido e simpático, alias todo o staff da casa foi! Logo na entrada nos entregaram a comanda e explicaram como funciona a casa. Assim que entramos no primeiro ambiente, tinha um espaço com vários apetrechos pra tirarmos uma foto no estilo brega da festa, adorei! Achei mega divertido!
Eu "separei"a balada em 3 espaços: um onde fica a chapelaria e o caixa, logo na entrada, e que tem um sofá mais ao fundo, a pista de dança propriamente dita (que não é muito grande mas me pareceu suficiente) com direito a "palquinho" pra quem é mais desinibido dançar XD e um mesanino onde ficam os banheiros, um bar e mais uns sofás e mesas altas. Fiquei a maior parte do tempo nessa area, que tinha menos gente, porque não gosto de empurra empurra XD.
A música é daquele tipo: ame ou odeie. Musicas antigonas, bregas, umas mais dançantes outras total fundo do poço, mas que torna tudo uma experiencia diferente e bem divertida! Quem não começa a rir e a dançar ao ouvir Sidney Magal? hahahah Pra mim a música foi um dos fatores que contribuiu pra noite ser perfeita!
Único fator que achei ruim, foram os preços das bebidas! 30 reais um copinho de vodka (nem perto de estar cheio) e um redbull é de doer! Mas infelizmente não foge do preço praticado pelas casas noturnas de São Paulo e, apenas por isso, não tirei uma estrelinha por esse fator já que dificilmente você vai encontrar uma balada boa com bebidas a um preço bom.
O banheiro é da um tamanho bom, estava bem limpo e só achei as cabines meio apertadinhas mas nada muito desconfortavel.
Ah, não sei se paga pra entrar normalmente já que só fui no evento do Kekanto e, portanto, não paguei a entrada. Vale dar uma conferida no site ou nas oturas resenhas antes de ir!
Resumindo, a noite foi incrivel a balada é super boa e, inacreditavelmente, penso seriamente em voltar em breve!
Dica: Faça um esquenta antes de ir se pretende beber bastante, encher a cara lá vai doer no seu bolso
 
Já ouvia falar da Trash 80's muito antes de vir morar em São Paulo. Aprendi a ir para qualquer lugar sem expectativa nenhuma para evitar decepções. Saí bem animado do lugar conhecido por músicas dos anos 80 e 90. Mas isso não quer dizer que lá de vez em quando fosse se tocasse alguma mais atual. Mas são exceções, não regras.

Conheci esta balada em um dia de evento Kekanto. Absolutamente todos - desde o cara da portaria, segurança, caixas, tia da limpeza, atendentes do bar e segurança do fumódromo - foram solícitos e gentis comigo em todas as ocasiões. A acústica é legal para quem está lá pra "se jogar" e dançar. Entretanto, para uma conversa o lugar é meio tenso, sendo que recomendo que para esse fim a pessoa se dirija ao fumódromo.

Outra questão que muita gente não percebe e que é legal falar é que não há banheiros apenas no segundo piso. Eu também pensava nisso. Até que um kekanteiro me alertou que há um exclusivo com acessibilidade facilitada a cadeirantes e pessoas com algum tipo de deficiência em mobilidade que fica bem na entrada da festa (frente aos caixas). Ou seja, se você está com vontade de festa desse tipo e está com alguma lesão no joelho - ou tem alguma parceria de festa portadora de necessidades especiais - não descarte esta hipótese divertida em São Paulo. No andar superior tem uma dark room para os mais saidinhos ou que ligam o botão "dane-se" para o que os outros vão pensar. :P

As bebidas são caras. Mesmo. Mas é aquela coisa de lugar especial, público específico... paga-se o preço para fugir dos tradicionais "tunts-tunts" ou lugares da modinha em Sampa. Seleção musical para quem viveu aquelas épocas OK e geralmente condeno telão em balada, só que aqui na Trash 80's ele vem bem a calhar para muita gente rir e perceber que nos anos 80 ou 90 a gente era cafona, não sabia e não tem vergonha de admitir que usava, por exemplo, polaina ou cabelos Chitãozinho e Xororó.

Forte presença de público GLS. Eu voltaria lá com certeza lá de vez em quando. De metrô já que o acesso por esta via é facilitadíssimo. Curti.
Eneas Neto:
Bacana que você curtiu, Lucas Nobre. Sobre os banheiros, há um exclusivo, com acessibilidade a cadeirantes e pessoas com algum tipo de deficiência em mobilidade. Fica na entrada da festa, bem em frente aos caixas.
Conteúdo inválido
Lucas Nobre:
Eneas Neto, obrigado pelo alerta e correção. Já editei minha resenha inserindo essa informação que é MUITO IMPORTANTE. Abraço e valeu!
Conteúdo inválido
 
Conheci a Trash por meio de um evento organizado pelo Kekanto. Peguei um táxi para chegar até lá. Do bairro do Ipiranga até a Trash custou R$ 35,00.
A entrada para quem usa salto alto é um problema. Haja equilíbrio!! O atendimento dos funcionários foi bom, simpático. Não paguei entrada.
A temática da noite era brega, então ouvimos muuuuita música brega! rs Infelizmente quem chegou cedo ouviu a parte mais chata das músicas, algumas muito lentas e que davam sono. A partir da meia noite as músicas ficaram mais agitadas e animaram mais a galera. Fui embora 1h30 e acho que perdi as melhores músicas! :( As bebidas são muito caras, uma cerveja long neck R$ 10,00 e uma dose de Whisky R$ 25,00. Se tivessem um preço mais acessível com certeza teria consumido mais.
Acho que só há banheiros na parte de cima, pode ser um problema para portadores de deficiência. Duas cabines do banheiro feminino estavam sem tranca.
Foi legal conhecer, mas não sei se voltaria. É fácil conseguir um táxi na porta para ir embora, não se preocupe! ;)
 
Finalmente fui conhecer a Trash 80’s!! É um lugar que queria ir há muito tempo e que, na minha cabeça, era gigante e lotadaço. Qual foi a minha surpresa ao ver que não era nada disso!

Fui no feriado de Finados, o que já torna uma balada mais vazia. Mesmo assim, a amiga que estava comigo disse que o local não fica lotado, não; sempre se tem espaço para dançar, apesar da casa ser bem menor do que eu esperava =)

E dançar de tudo um pouco!! Apesar do 80’s no nome, a casa não se prende a essa época. Toca também bastante 90’s e até alguns 00’s e 10’s, especialmente o que estiver super bombando no momento (na vez em que fui, por exemplo, tocou Gangnam Style). Rolam músicas normais e músicas que são pura pagação de mico, como Xuxa, Mara Maravilha e até aberturas de programas antigos de TV. E não tem como não se animar: além de conhecer a grande maioria das músicas que tocam, ainda há pessoas (que me parecem ser habitués da casa) dançando numa espécie de palquinho e fazendo coreografias. Não dá para não imitar!!

No dia em que fui, talvez por eles já contarem com menos pessoas na casa, o bar do andar de cima estava fechado – e é ele que prepara os drinks, para a minha tristeza. No andar de baixo, o máximo de “drink” que eu consegui foi um hi-fi ou uma caipirinha. Não lembro quanto custou cada um, mas sei que 2 hi-fis e 1 caipirinha de vodka com limão totalizaram R$ 49. Nada abusivo, mas também não é baratinho.

Vale ficar de olho no site e escolher a noite em que se quer ir, dado que várias são temáticas (e o tema pode não agradar a todos). Na que fui, o tema era “50 anos de 007”, o que se traduziu em filmes antigos na TV, DVDs sendo sorteados e algumas (poucas) músicas-tema dos filmes tocando.

Mas acho que é um lugar que vale sempre!!! =D
 
Costumava frequentar essa festa no início dos anos 2000, quando a onda 80 estava em alta. Sempre foi uma festa muito animada, descomprometida com os padrões da sociedade. Fui a última vez semana passada, e confesso que me senti deslocada. Parece que o publico mudou, e não está mais tão divertido quanto costumava ser. Saudosismos a parte, acho que vale a pena ir uma vez na vida.
 
Amo festa e música brega, então antes mesmo do nosso evento na Trash 80's já sabia que ia gostar (mas o fator ambiente conta muito). Logo que chegamos fomos recebidos muito bem pelo pessoal da casa que nos explicou como funcionava os esquemas e tiramos fotos no cantinho reservado aos apetrechos bregas. No térreo há o caixa, um bar e a pista com um palquinho onde fica o DJ (local para os mais ousados ~sensualizarem nas performances). Subindo as escadas, há alguns sofás, outro bar e os banheiros (se são simples, mas estavam limpos pelo menos no início da noite). A decoração, lógico, cheia de luzes e brilhos, bem colorida e brega.

Se você é chatinho e não curte música antiga E brega, não vá! A balada é super nesse estilo, e é esse diferencial que garantiu a minha diversão. Tocou de tudo um pouco: Sidnei Magal, Wando, Rosana, Roberto Carlos, etc. Só senti falta de umas músicas mais dançantes, mas como precisei ir embora cedo creio que elas tenham tocado mais tarde.

Dei uma passada de olho no cardápio do bar e vi que há de tudo um pouco, mas achei os valores meio caro das cervejas e dos refrigerantes. Enfim, balada é balada e é quase impossível achar algo mais barato que isso.

Recomendadíssima para os baladeiros de plantão que querem sair da rotina das baladas moderninhas de Sampa e se jogar na breguice e na nostalgia que a casa proporciona!
Dica: Vá de metrô. O local não parece ser muito seguro à noite e o estacionamento ao lado cobra R$ 25 (mesmo se você ficar apenas uma hora na balada). Rua acima há outros estacionamentos mais baratos, maaas prefira o metrô para mais segurança.
 
Para os amantes dos anos 80 e de dançar até o dia amanhecer, a Trash 80's é uma ótima opção na noite paulistana.
Com um repertório super eclético da década, os DJs se revezam tocando clássico, rock nacional e internacional, infantil, brega e por aí vai.
 
É uma balada bem trash! Música dos anos 80 bem brega, público de todas idades e muito variado e bebidas com preço bom. Lembra um pouco aquela playlist de meia hora que toca nos casamentos e as tiazinhas piram. =)
 
Conheci a Trash 80's no evento oficial do Kekanto, poucos dias atrás. Como era dia de evento, o esquema era um pouco diferente. Entramos no local e, por duas horas, ficamos aproveitando, bebendo alguma coisa, comendo uns salgadinhos. Como o evento era temático "brega" tentei me vestir de acordo. Fiquei um tanto quanto sem jeito, pois era a primeira vez que via o pessoal e quase ninguém foi vestido estilo "vergonha alheia" como eu.

Sobre a Trash 80's, gostei muito do clima. As pessoas dançam, sempre super animadas e no palquinho tem sempre uma galera dançando e o resto imitando os movimentos. Mas, como eu sempre acho que "já passei da idade de virar a noite em balada", esse é um local onde eu iria bem ocasionalmente. Prefiro locais mais iluminados e que dê pra conversar melhor. Mas, sem dúvidas, se a opção for de balada, recomendo a Trash como um local divertidíssimo.
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