Salomé

Estabelecimento fechado

Endereço: Passatempo, 335 , Carmo - Belo Horizonte , MG - Brasil - 30310-760

Categoria:

Bares e Pubs

 
Preço por pessoa
$$$$ (De R$26 até R$50)

Site oficial
salomebar.com.br
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salomebar

Bom para
Paquerar, Relaxar

Primeira opinião
João Costa
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http://br.kekanto.com/como-chegar/salome-3
Notas específicas:
Ambiente
(33)
Comida
(32)
Público
(31)
Atendimento
(32)
Bebida
(31)
Custo-benefício
(26)
Dicas
Porção de picanha com fritas e farofa!
João C.
Filé molho gorgonzola
Rodrigo A.
A casa contém muuuitas tv's espalhadas por todos os ambientes. Excelente para assistir jogos de futebol.
Amanda A.
A casa contém muuuitas tv's espalhadas por todos os ambientes. Excelente para assistir jogos de futebol.
Amanda A.
Bombom de queijo!
vivian c.
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Opiniões
No Salomé Bar eu já havia comparecido em Agosto de 2012, por ocasião do evento mensal do Kekanto. Trazia ótimas recordações do ambiente, mas queria tirar uma segunda prova da cozinha, que não me encantou naquela primeira visita. Fomos, Vivian e eu, no cair da tarde de um domingo de novembro do mesmo ano.

Chegando ao estabelecimento, fiz o "reconhecimento" do lugar, começando pelo último pavimento. É lá onde se localizam os banheiros, que vale dizer, são amplos, limpos e agradáveis. Quanto ao ambiente em si, ao que parece este somente é ocupado pela clientela a partir da lotação dos demais, o que pode ser explicado inclusive pelo seu exacerbado calor.

O ambiente intermediário, que é uma espécie de sacada do primeiro pavimento, tem a preferência dos casais. Já o primeiro a ser avistado quando se entra no Salomé, por fim, é o escolhido pelas turmas em suas confraternizações ou happy hours. Como sou muito encalorado, sugeri à Vivian ficarmos neste, e nos assentarmos na última mesa disponível junto aos janelões que dão vista para a rua. A nossa escolha, porém, só foi possível depois de termos convencido o garçom disso, já que a mesma lhe obrigaria a enxugar o chão próximo. Ainda hoje estamos na espera de tal iniciativa.

Para dar início ao que nos levou a este bar, que foi a expectativa por beber e comer bem, chamamos um segundo garçom. Este, mais simpático e proativo, serviu-nos um balde com duas garrafas de Original (R$ 6,20 cada), que estavam na temperatura adequada. Já a Vivian pediu um suco de abacaxi com hortelã, que por sua vez era bem menos encorpado do que o desejado.

No intuito de desfazer o desapontamento quanto aos quitutes da primeira visita, que foram a carne seca acebolada, o filé ao gorgonzola, o medalhão de frango e as bolinhas de queijo, sendo apenas o último deles realmente bom, resolvemos pedir algum prato que tivesse indicação. Foi quando me lembrei que um amigo me havia sugerido, certa vez, o sanduíche. Dentre as doze opções de lanches quentes e frios, optamos pelo "Mignon com cheddar" (R$ 17,90), para dividir. Composto por filé mignon (infelizmente em iscas), cheddar, muçarela e vinagrete na baguete, após a segunda mordida reclamei com o garçom pela ausência do queijo processado que dá nome ao sanduíche. Ele concordou que a cozinha pode ter esquecido, e logo me trouxe uma porção extra do mesmo. Ao me deparar com o potinho do pálido requeijão, notei que o "cheddar" já existia dentro do nosso lanche, por mais que que não tivesse nem o sabor e nem a aparência do mesmo. Uma pena que tenha me esquecido de fotografá-lo, para compartilhar com os amigos e leitores a "nova variedade" de cheddar. Seja como for, e apesar desse porém, considero que o sanduíche seja regular.

Depois de mais algumas garrafas, decidimos experimentar também o escondidinho de carne seca, este recomendado por meio de uma grande fotografia na capa do cardápio. Chegando à nossa mesa, notei que o Salomé trabalha com o purê de batatas, que na minha opinião não harmoniza tão bem com a carne de sol quanto o purê de mandioca.

Custando na faixa dos R$ 15,00, o seu recheio se mostrou tão insosso quanto a porção de carne seca experimentada em minha primeira visita.

O bar, há que se dizer, é uma franquia da rede paulistana com matriz em Sorocaba, e para que se posicione em um patamar mais elevado, talvez lhe falte justamente um acompanhamento mais efetivo dos proprietários da marca, sobretudo no que se refere à cozinha. O recebimento de todos os cartões, aliado a um interessante ambiente, e ainda uma invejável carta de cachaças, são aspectos que hoje representam os pontos fortes da casa. Acertados os demais quesitos, o Salomé terá plenas condições de competir com os inúmeros estabelecimentos existentes ao seu redor.

Obs: o bar fechou as portas no início de 2013.
Estive no local para o evento do Kekanto. Não quis escrever antes, pois por ser um evento à parte, não consegui avaliar o local como realmente é no dia-a-dia.

Voltei lá este final de semana, e realmente pude confirmar que o que eles mostraram durante o evento confere com o cotidiano.

O ambiente tem dois andares. Mesmo ficando no primeiro andar, que teoricamente é mais ventilado por ser perto da janela, confesso que senti muito calor, mesmo sendo tempo de chuva. Por causa do barulho, não podiam abrir as janelas mais à noite. E o ventilador não ajudou tanto.

Mas tirando este pequeno detalhe, gostei muito muito de lá.

Tem um bombom de queijo (bolinhas de queijo) que são uma delícia. Vinte e poucos reais a porção com 15.

Pedi também a porção de polenta frita, que também estava uma delícia. Acho que era dezesseis e pouco a porção.

A caipi morango também estava boa, bem como o atendimento.

Cheguei cedo, o banheiro estava limpinho e muito cheiroso. Mais tarde uma amiga voltou de lá falando que o banheiro estava muito muito sujo, e que havia avisado o garçon. Logo em seguida, voltei ao banheiro, já me preparando para uma situação caótica, quando fiquei surpresa ao chegar e encontrá-lo impecável, mais limpo e cheiroso do que quando eu havia chegado. Gostei muito desta atenção que foi dada ao pedido da minha amiga.

Tem televisões. No dia que fui, estava passando UFC, então é uma boa pedida para quem gosta.
O Salomé demonstrou ser um bom bar. E não poderia ser diferente, pois um bar que possui franquias pelo país, algo que não é tão comum, tem que ter um diferencial.
É diferenciado mas não é perfeito.
Na minha visita ao Salomé, o bar pecou em dois quesitos graves e fundamentais: comida e atendimento.
Explico.
Cheguei lá por volta de 21:00 a 21:30, e a casa já se encontrava bastante movimentada, ainda haviam mesas disponíveis para quem não tinha feito reserva, mas eram poucas.
De início o atendimento foi muito bom, diria até insistente, sabe quando o garçom fica parado do lado da mesa esperando você escolher?!
Para iniciar os trabalhos, fomos conhecer o cardápio e pedimos duas bebidas: marido foi de Sedução Salomé e eu de Dança de Salomé a R$15,90, todos os dois muito gostosos, mas um pouco enjoativos por serem adocicados, não consegui tomar mais de um.
Os drinques vieram rápido, pedimos um bolinho de bacalhau para acompanhar (20 unidades a R$27,90) já advertidos pelo cardápio que demoraria meia hora para a porção ficar pronta.
Mas parecia ser uma noite de sorte e demorou menos que isso.

Os bolinhos estavam bons, mas não eram surpreendentes, como é de costume, o bacalhau fez falta. Veio acompanhado de pimenta biquinho e algo que parecia ser uma maionese com legumes, de sabor delicado, que complementava, mas não comprometia o sabor um pouco salgado do bolinho de bacalhau.

Papo vai, papo vem, nos distraímos com os vários televisores espalhados pela casa e com as garrafas de cachaça com rótulos diferentes por todos os lados, fazendo jus à ampla carta dessa bebida que a casa ostenta.
Uma hora depois, a casa estava completamente lotada, pessoas formavam fila à espera de mesas, outras menos pacientes, desistiam e iam embora, os garçons sumiram e todo o encantamento inicial se foi.

Quando conseguimos chamar novamente o garçom, pedimos uma porção de pastéis de frango com catupiry a R$22,30 com 10 unidades. Não sabia, e não nos foi informado, nem consta no cardápio, que as porções poderiam ser feitas metade um sabor, metade outro.

Essas porção, demorou muito mais que a meia-hora prevista, e quando finalmente chegou à mesa, me deparei com pastéis de tamanho razoáveis, com recheio satisfatório, mas completamente murchos, culpa de um gênio da cozinha que resolveu colocá-los sobre uma cama de alface úmido. Pastéis novos com aspecto e textura de pastel dormido, triste!

Para acompanhar, Guaraná Antárctica lata a R$3,60, já que eu não me aventuraria em esperar muito por uma bebida.

Deveria ter seguido minha intuição e ido me servir do buffet de queijos e frios a R$64,90/kg, que estavam com uma ótima aparência e pareciam ser de excelente qualidade.

O bar é enorme, possui dois andares, com várias mesas distribuídas, cabe muita gente lá.
Grande também é o banheiro, espaçoso, arejado e impecavelmente limpo.
O público é bem selecionado, gente bonita, casais, famílias e grupos de amigos, nada de badalação/azaração.

Eu voltaria ao Salomé, mas num horário mais cedo, pois a casa não comporta e os garçons não dão conta de atender a tanta gente no melhor/mais movimentado horário de sábado à noite.
A parede coberta com 300 marcas de cachaça, que lhe dá o título de segunda maior carta de cachaças da cidade, impressiona e confunde os iniciantes. A cuidadosa Carta de Cachaça, entretanto, com informações sobre a procedência, teor alcoólico, madeira e preço ajuda na escolha e na formação de uma cultura, consciência e desenvolvimento de paladar dos apreciadores ou iniciantes dessa bebida.



Antes de me dirigir ao bar acessei o site buscando o endereço e só consegui sair (opção própria) depois de escutar toda a música que começa a tocar ao abrir o site. Fiquei escutando Iracema do Adoniran Barbosa e passeando pelo site (uma boa idéia), mas endereço mesmo que é bom não tinha. Encontrei o endereço da empresa franqueadora em Sorocaba, mas esqueceram de indicar o endereço aqui em BH (Rua Passa Tempo 335 – Sion, tel. 3654-5004), endereço que só consegui com amigos que estavam lá e tinham me convidado.



Mas já saí de casa sabendo que a minha cerveja preferida “Serramalte” custava o mesmo preço da Bohemia, Original, Brahma Extra e Budweiser (R$6), apenas vinte centavos a mais que a Brahma, Skol e Antártica. E tinha essa cerveja, de fato, contrariando a versão de muitos donos de bares que não conseguem comprá-la. Dessa forma, não precisei gastar não sei quanto a mais (no cardápio não consta os preços) com as importadas alemãs, belgas, argentinas e uruguaias.



Estão no ar há apenas nove meses. Reformaram uma casa, construindo uma varanda aberta e alta no que devia ser a garagem da casa. Vão ter que rebolar para controlar o barulho nessa varanda e evitar reclamações da exigente vizinhança, ainda mais nos dias de jogos de futebol que terminam quase à meia-noite.



O cardápio é bastante variado e sem frescuras. Estão lá os petiscos de carnes bovinas e suínas, as tábuas de carne, os caldos, os escondidinhos, as porções de pastéis, os lanches quentes e frios e a Pizza Frita (R$25) que deixei para conhecer em outra ocasião. Pela urgência da estada optei por uma porção de pastéis (10 unidades) de carne de sol com catupiry que estavam com recheio farto e de boa qualidade.



Achei o preço dessa porção de pastéis bastante honesta, bem como de todos os outros pratos que não provei – exceção feita aos petiscos com filé mignon, nada custa mais que R$30,00 – deixando entrever que estão dispostos a brigar feio pela clientela da região com os outros da região (Albanos, Tizé, etc), já que não fica a dever a esses concorrentes em qualidade, conforto, boas instalações, etc.



Gostei do fato de estarem declaradas no cardápio as condições de reserva de mesas, que é feita com facilidade através do site. Ao contrário dos bares de bairros abrem aos domingos e fecham nas segundas.



Fui lá para tomar posse no Conselho Fiscal da Acosb (associação que congrega os salinenses em BH), cargo que aceitei, ressalte-se, pelo convite ter partido do presidente Eliseu Corrêa, por não ter o que fiscalizar e, principalmente, pelas reuniões acontecerem apenas em bares.
Um bar em uma Regiao de tantos bares que ao meu ver se destaca. Um ambiente que mistura requinte e ao mesmo tempo lembra um boteco tambem. Apesar de se localizar em um ponto complicado para estacionar, vale a pena pois o ambiente é bem grande, mesmo cheio se consegue lugar.O atendimento é bom, mas em dias que enche muito,fica um pouco defasado, pelo tamanho do bar. A cerveja é bem gelada, para quem nao gosta de cerveja tem um mix bem amplo de bebidas, alem de um cardapio de dar inveja nas tradicionais cachaças. Tira gosta tambem nao falta. Das porções com carnes de varios tipo, tradicionais batatas fritas ate o buffet de frios. Um bar que sempre estou indo e recomendo a todos que gostam tambem de um som ambiente para animar um pouco mais. O preco é normal dos bares em geral e tambem aceitasse maioria dos cartoes. Recomendo demais!
Conheci o Salomé em um dos eventos do Kekanto, e de cara já amei o local.
A entrada por si já chama atenção.
O ambiente é agradável, pois dois pavimentos.
Atendimento excelente, um cardápio muito bom!
Os garçons não deixam seu copo vazio. Os drinks são excelentes!
Os banheiros estão sempre limpos e com cheiro agradável de limpeza...
Amo os pasteis desse lugar, são deliciosos!!
Virei fã, sempre que posso dou uma passada por aqui.
Um dia estava passando de carro pelo sion em busca de algum ambiente diferente pra ir com meu namorado. Foi aí que na rua passa tempo avistei á esquerda um lugar bonito, com iluminação pra la de aconchegante e uma decoração muito original!! O bar tem um cardápio bem variado que vai de petiscos de filé á pizza frita, cervejas de variadas marcas e drinks inusitados feitos com cachaça, tudo á um preço "bem camarada". O lugar ainda oferece um buffet de queijos e frios a R$64,90/kg (recomendo pois os queijos são de exelente qualidade) .Experimentei um palmito gratinado com carne seca e creme ($26,00 )que é uma delícia e serve muito bem 3 pessoas. A cerveja serramalte estava muito gelada. Em outra data, voltei com um grupo de amigos, experimetei a porção de linguiça com mandioca que estava divina!! O antendimento é muito bom, e a decoração, nota 10, vale a pena conferir!!!
Conheci o Salomé em um evento do kekanto, logo na primeira visita eu me senti em casa. Depois do evento voltei lá outras vezes, apenas para aproveitar mais o lugar em si.
O espaço do estabelecimento é amplo e agradável, com uma bela decoração. Lá tem uma mesa de frios que é ótima, só produto de primeira.
O atendimento é bom e a cerveja é gelada. Vale lembrar que os drinks são ótimos.
É uma bar completo com um preço razoável. Cerveja gelada, petiscos e porções deliciosos e um bom atendimento.
Sempre achei o Salomé um charme! Além de ser lindo por fora, por dentro tem um espaço muito bom!

O atendimento é rápido e bom!
Eles tem uma coisa que achei muito interessante e diferente! Um buffet de queijos! Vários tipos de queijo e vc pega o que quiser e paga no kg! Muito legal!
as porções parecem todas ótimas!
E a cerveja é geladinha! Ah! E os drinks tbm são ótimos!
Fica próximo a bares mais disputados na rua piumhi, talvez por isso não lote tanto, o que particularmente acho bom. A cerveja é servida em baldes e mantem bem a temperatura. Quanto as porções nada demais, e não vem muito. O atendimento não foi ruim, mas o garçom é um pouco desesperado pra te atender. Não sei se rola, mas um som ao vivo faria toda a diferença no lugar. Apesar de não lotar, é bom não chegar muito tarde pq é bem difícil estacionar na região.
Salomé foi uma personagem bíblica contundente. Sobrinha de Herodes Antipas, influenciada por sua mãe, usou e abusou da sensualidade na dança para subverter as emoções do tio-governante, e conseguir um troféu: a cabeça do profeta João Batista em uma bandeja de prata.

O peso dessa história sequer se assemelha à irreverência do bar Salomé. O boteco, que é uma franquia de Sorocaba (SP), tenta conquistar seu espaço na capital dos bares desde agosto de 2011. Com 350 cachaças, a casa tem o objetivo de chegar a 600 rótulos.

A decoração padrão é agradável e o atendimento, nota 10. A equipe é muito simpática e eficiente. Os pratos, entretanto, deixam a desejar. Falta sabor. Experimentamos a lingüiça flambada na cachaça, queijos, azeitonas, pastéis, bolinhos, carne de sol, espetinho de medalhão, filé com gorgonzola, entre outros. A lingüiça estava boa (foi o melhor prato que experimentamos), mas os queijos estavam salgados; os pastéis com fritura irregular; a carne sem textura e pouco tempero... Enfim, tem que melhorar. As bebidas, entretanto, estavam ótimas. Cervejas geladas e uma deliciosa caipi de amora. O Salomé acertou muito nesse drink. Imperdível. Quer um conselho? Vá de táxi.

Estivemos por lá graças ao 13º Evento do Kekanto que, inclusive, nos alçou à preciosa categoria de STARs. (Luxo puro!!!) O concurso de fantasias foi digno de campeões. Compareceram: Jesus (ou Moisés?), Bob Esponja, Kill Bill, Jennifer Lopez, Marilyn Monroe, os Corleones (Campeões imbatíveis), Zorro, Unicórnio, Sheik de Agadir (ou Laurence da Arábia?) e muitos mais. Divertidíssimo!

Despedimos dos preciosos Cláudia Villas Boas e Léo Morita, que deixam a direção do Kekanto BH para construir a vida no Japão. Certamente são amigos que a vida nos deu e por quem somos agradecidos. Sorte, casal lindo. Vocês farão falta. Muita falta.

Também, damos às boas vindas aos muito queridos Priscila e Caio. Pri, arrasa MDNA!

*MDNA é o nome da turnê da Madonna que vai passar pelo Brasil!
Fui apenas uma vez ao Salomé, mas pude perceber que o lugar está preparado para superar aquela estória de que em BH os bares não conseguem se manter, necessitando fechar/reformar/renomear. O Salomé parece que veio para ficar!
A casa tem ótimas instalações, com uma decoração de muito bom gosto e atendimento impecável. Fui lá para um aniversário e mesmo com a mesa enorme que havia o rapaz que nos atendia ainda conseguiu guardar o nome de algumas pessoas!
O buffet de frios se mostrou bastante interessante, e o cardápio tem boas porções, com destaque para os pasteizinhos...
A cerveja estava bem gelada! Aliás, para quem gosta de cervejas mais encorpadas o lugar tem algumas como as nacionais Original e Serra Malte, ou as importadas Leffe e Franziskaner.
A carta de cachaças é outro destaque e, como alguns já disseram, se você gosta de uma pinguinha te deixa na dúvida de tão grande que é.
Depois de muito tempo super curiosa pra conhecer o estabelecimento, devido aos comentários positivos de vários conhecidos, eis que finalmente tive a oportunidade de conhecer e vi que realmente merece os elogios.

O lugar é enorme e a decoração é bem bacana. Clima intimista, luz suave, carta imeeeeeeensa de cachaças expostas pela parede, cervejas variadas - nacionais e importadas, drinks diversos, mesa de frios atraente e cardápio com petiscos variados e aparentemente apetitosos.

Pedi uma porção de peixe a dorê (são duas opções de peixe e não lembro qual escolhi), que vieram com uma pequena quantidade de espinhas. E os pedaços de peixe em algumas partes estavam parecendo farofa, só "casca". Achei a porção apenas mediana no sabor, esperava mais. Depois volto para experimentar outras opções.

Outro ponto positivo (além do clima super agradável do estabelecimento) é o fato de as cervejas virem no baldinho com gelo. Evita de ficarmos chamando o garçom toda hora e mantem a cerveja gelada por mais tempo.
Gostei do ambiente do bar: pe direito alto no sala de entrada, divesas cachacas decorando as paredes, TVs para assisitir jogos, mesa de frios, e mesas com bom espaco entre elas. O atendimento foi ok; os petiscos demoraram um pouco para sair (o bar nao estava tao cheio - foi um pco frustrante, mas blz). Pedimos o filet gorgonzola e o caldinho de broa com camaroes - bons (veja fotos), mas nada extraordinario. Um bom bar para ir com amigos. Para quem curte cachaca, o bar tem uma carta extensa!
Exibindo de 1 a 14
Total de opiniões: 43

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