Sainte Marie Gastronomia

Endereço: Rua Dom Joäo Bastista Costa, 70 , Vila Sônia - São Paulo , SP - Brasil - 05741-170

Telefone:

11 3501-75...

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Categoria:

Restaurantes Árabe

  | Rank: 10º de 251
Preço por pessoa
$$$$ (De R$26 até R$50)
Bom para
Famílias, Encontros românticos, Cerveja, Experiências gastronômicas
Horário de funcionamento
Seg.
12h - 15h
Ter.
12h - 15h
Qua.
12h - 15h
Qui.
12h - 15h
Sex.
12h - 15h
Sáb.
12h - 17h

cash
Primeira opinião
Ana Paula Barros

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http://br.kekanto.com/como-chegar/sainte-marie-gastronomia
Notas específicas:
Ambiente
(6)
Comida
(6)
Atendimento
(6)
Bebida
(6)
Custo-benefício
(6)
Dicas
Peça a Basterna, vc não vai se arrepender!!!
Márcia B.
Coalhada
Breno F.
A moça falou que no final de semana lota bem rápido, então tem que chegar meio dia pra pegar mesa
Augusto G.
Opiniões
O Sainte Marie fica em meu caminho diário, e sempre tentava ir almoçar, porém nunca conseguia, o restaurante sempre lotado e fica em uma rua estreita, ruim para estacionar, porém hoje consegui, e vamos para o que interessa, logo que cheguei fui recebido pela proprietária do restaurante, uma pessoa muito educada e atenciosa, logo que sentei a mesa recebi de entrada coalhada seca e pão sírio, que estava quente, muito bom, não sei se é comum eles fazerem isso, pois está entrada não foi cobrada, de prato principal pedi um Shawarma de cordeiro (R$33,00), lembra muito um kebab, estava muito bom, depois pedi uma esfiha de carne aberta (R$5,50), que sinceramente não encontrei um diferencial, mas estava bom, este é um lugar que irei voltar, pois o cardápio é muito tentador, quem estiver por perto vale conhecer, ou até mesmo reservar o final de semana para conhecer, muito bom.
Depois de um longo e fervoroso verão, finalmente conheci o famoso Sainte Marie Gastronomia, considerado por muitos como o "Mocotó das Arábias", isso porque também é um restaurante singular com boa comida, comandado por um talentoso chef e disputadíssimo, com longas filas de espera. Justamente por ser tão concorrido, chegamos cedo, bem cedo, por volta das 11:30hs da manhã. O local é bem pequeno e realmente lota rapidamente.
A fachada simplória e o ambiente despretensioso coincidem com o que há de mais encantador por trás de todo esse sucesso: a hospitalidade, demasiada simplicidade e espontânea simpatia do chef Stephen Kawijan. Quem acompanha esse blog, sabe que dificilmente cito os nomes dos chefs, só de alguns poucos que definitivamente chamam a minha atenção e merecem todos elogios. Vai de mesa em mesa, conversa de igual para igual com seus clientes, possui o talento sem nenhuma empáfia, que é peculiar em muitos renomados chefs por aí. Ele está verdadeiramente de parabéns por tamanha humildade e espero que isso nunca mude, por mais alto sejam os objetivos que ele alcance. Ah e ele também é super antenado nas redes sociais, algo fundamental nos dias de hoje.


Como se não bastasse, Kawijan ainda realiza uma verdadeira arte em sua cozinha. Todo o tempero, cuidado na apresentação e harmonia de sabores são sentidos em sua culinária libanesa. Então, vamos ao que interessa, ou seja, comida da boa: começando pela Coalhada com a "piscininha" de azeite e pistache. Muito saborosa e sem sombra de dúvida, a melhor que já comi.


Depois pedimos Babaganush que estava boa, mas com um gosto muito pronunciado de defumado para o meu gosto. Porém, combinou perfeitamente com a cervejinha.


É chegado então o momento das esfihas, claro. Confesso que foi o meu preferido, uma vez que as esfihas de lá são sensacionais. Experimentamos a de Cebola, Basterma e Queijo de Cabra. Todas deliciosas, especialmente a de cebola.


A Mousaka foi a próxima pedida e ela era realmente diferente de todas as outras que comi, coberta com queijo de cabra e a base é de batata. O pessoal da mesa achou um pouco salgado, mas eu adorei.


E finalizando perfeitamente o nosso agradável almoço, pedi o Mousse de Chocolate com Calda de Maracujá de sobremesa. Nossa, aquilo é um mousse de verdade, o resto é história. Só de pensar, salivo e quero comer de novo.


O Hilton pediu a Torta de Pistache e também adorou.


Como nem tudo são flores, devo falar do atendimento que, apesar de toda simpatia e esforço do dono, deixa a desejar. Há até um aviso "fofo" (aliás, como tudo é lá, o chef criativamente adotou o adjetivo fofo para tudo que diz respeito ao seu restaurante) sobre tal equívoco. Nós nem nos importamos, já que estávamos em uma animada mesa de amigos e o que não nos faltava era assunto. Entretanto, talvez seja necessária a contratação de uma mão de obra mais especializada para corrigir esse erro.
Apesar desse contratempo, este é um excelente restaurante que certamente voltarei outras vezes. Não tanto quanto gostaria, pois fica bastante longe para mim. Mas, com toda certeza, vale a "viagem", as muitas calorias adquiridas e até o preço (que é um pouco salgadinho, rs).
Enfim, o lugar é uma incrível incursão na cozinha libanesa e foi uma "fofura" de experiência gastronômica que eu recomendo e muito!
Sem dúvidas, um dos melhores restaurantes onde já comi em toda a minha vida!

E não é um-dos-melhores-restaurantes-árabes, é um dos melhores no geral mesmo.

A comida é o grande destaque, e é excelente.

Mas deixa eu contar toda a experiência...

Chegamos cedo, por volta das 11h40, porque tínhamos um compromisso às 14h, e o local, que é pequeno, já estava com quase todas as mesas ocupadas.

À primeira vista, achei que estivesse no local errado, ou que tivesse entendido errado a proposta, porque parecia uma cantina árabe e não um restaurante. De longe, me pareceu pequeno, e do ponto de vista comercial é, de fato, um restaurante pequeno, mas que cresce (especialmente em seu paladar) à medida que os pratos vão chegando à mesa; e isso é o que importa.

Pedimos cerveja. Escolhemos a Serra Malte, e ela veio geladíssima. Com a cerveja, trouxeram o couvert, que é cortesia da casa: pão sírio e coalhada com azeite. Bem gostosinho.

E daí fomos olhar o cardápio... Que encanto! Tem umas frases fofinhas... Tudo é muito fofinho... E daí que você quer ler o troço todo e acaba esquecendo de pedir a comida! hauhauhauhah Ah, nada! Na hora da fome, nada desvia nossa atenção por tempo maior que alguns minutos... ahuahuaua

Para o almoço, pedimos: kibe cru, moussaka de carne de carneiro (com ovo) e kafta de carne bovina.

Quase não ia pedir a moussaka porque não tinha gostado de uma que comi em outro restaurante, mas... Ainda bem que segui a recomendação do pessoal aqui do Kekanto!

Aproveitei e pedi pratos que já conhecia, justamente para observar se a preparação era de alguma forma diferenciada...

Nossa, gente! Quando eu dei uma garfada na moussaka, o universo gastronômico tomou outro significado pra mim: o de que a gente deve respeitar a diversidade cultural na preparação da comida, e provar pratos que tenham o mesmo nome quando feitos por pessoas de origens diferentes. Isso agora virou lei.

Eu já sabia disso. O grande exemplo é a feijoada. A feijoada sergipana mais parece um cozido do que qualquer outra coisa. É super diferente da feijoada de outras regiões do país; é até diferente daquela de Estados nordestinos vizinhos! Mas eu sou tão viciada em provar coisas diferenciadas, pratos novos e diferentes, que muitas vezes não repito o que já conheço...

Gente, comi uma moussaka em um restaurante grego (bem famosinho daqui de São Paulo) e ela não parecia em nada com essa que comi lá. A canela, tão sutil e contraditoriamente marcante nesse prato, era imperceptível (ou inexistente) no preparo grego; fora que fui até obrigada a retirar a beringela da moussaka grega porque ela vinha em fatias enormes, gordas, que dominavam o gosto de todo o prato. A beringela dessa moussaka do restaurante árabe completava o prato, era uma delícia!

A Kafta foi a melhor que já comi em minha vida (meus amigos compartilharam da opinião). Interessante é que no mesmo dia, para o jantar, comi espetinho de Kafta e, olha, sem comparação! O kibe cru também estava uma delícia!

Pois bem. Conta paga, saímos do restaurante pouco antes das 14h e o local tinha uma fila enorme de gente esperando por uma mesa. Carros estacionados por tudo quanto era lado... Olha, cheguem cedo!

Enfim, amei. Voltarei sempre.

P.S: Se você chegou até aqui, leia também a opinião da Márcia B. Marchi (especialmente a parte final). :)

A Moussaka de cordeiro é maravilhosa, e a coalhada então? É espetacular!
Não é a toa que o dono é chamado de "Rei das coalhadas".
As esfihas são deliciosas e fofas, como o restaurante inteiro.
A primeira vez que fui fiquei encantada com o bom atendimento, o chef Stephan falando com todos os clientes, passando de mesa em mesa.
Provem tudo que puderam, pois tudo é feito com muito capricho.
O restaurante é bem tradicional.
E ao chef Stephan... Mercizão pelo capricho e pelos pratos maravilhosos!
Assim que você vai embora do restaurante você já tem vontade de voltar de novo.
Sem contar o cardápio que é cheio de frases fofas, normalmente faladas diariamente pelo Chef Stephan, recomendo muito a visita!
Que comida maravilhosa. Sou fã de comida árabe, então sempre tô atrás de novidades - mesmo que isso envolva ir quase até Taboão da Serra. Mas vamos ao restaurante: o lugar é simples mas super bonitinho, e o serviço é muito atencioso e simpático. Você chega e já ganha uma porção de coalhada com azeite pra ir beliscando com pão - nessa hora já dá pra sentir que o restaurante é bom, porque a coalhada é incrível. Depois comi uma esfiha de basturmá (ou basterná, como está escrito lá) que deu vontade de chorar de tão boa: além do basturmá (uma espécie de carne seca armênia) ser ótimo, o tempero com pistache e limão (e mais o queijo e a massa levinha) também estava sensacional. Os pratos principais foram kafta de cordeiro e salada fatouch. A kafta, sem exagero, é a melhor que comi na vida. Não tem nem como explicar aquele tempero. E a carne super suculenta. O fatouch estava "só" muito bom. Pra fechar ainda teve café de cortesia. Tudo isso por uns R$ 50 e poucos.
Em um sábado ensolarado e quente na cidade de São Paulo, o glutão aqui recebeu o convite de um casal de amigos para almoçar em um restaurante árabe no bairro da Vila Sônia, sendo que eles me disseram que eu iria me surpreender e ficar fascinado. Como um bom descendente de árabes e libaneses, não preciso dizer que a expectativa foi lá em cima, né? Com a presença de outro amigo de longa data, fomos rumo ao restaurante Saint Marie, que fica numa rua tranqüila e pequena nas proximidades dos condomínios de casas e prédios do bairro do Morumbi.

De aparência simples por fora e por dentro, como vocês podem ver pela foto, o Saint Marie chama a atenção pela quantidade de quitutes e enfeites do Oriente Médio, sendo tudo muito bem arrumadinho e organizado, com uma higiene justa para o local, que mais parece com àquelas mercearias de bairro. Ao chegar no local, o dono, chef Stephan Kawijian, veio com todo o seu afeto, bom humor e carisma, abraçando o meu casal de amigos, meu outro amigo e eu, e já conversando, arrumando a mesa, fazendo brincadeiras do tamanho do nariz do glutão aqui e várias outras coisas. O glutão sabia que já estava em casa, mas não tinha dimensão das gulas que estavam por vir... :)

Assim que sentamo-nos à mesa, já começaram a vir algumas gulas da casa: a coalhada seca com azeita e zatar (uma semente que é usada como tempero e famosa nas comidas árabes), e o homus (pasta árabe feita de grão de bico). Neste momento, percebi que seria um dia complexo para o glutão aqui, pois ambas estavam fantásticas e sem comparação com nenhuma pasta que comi em outro restaurante anteriormente. Em paralelo, o cardápio foi trazido e, como vocês podem ver, é algo muito engraçado, pois existem várias brincadeirinhas com os pratos e que faz você dar risadas. Aproveitando que o cardápio está em pauta, para quem não quer e/ou não gosta da culinária árabe, eu percebi que existem algumas opções de pratos e sobremesas. É óbvio que é algo limitado, mas eu achei muito bacana e, portanto, mais um destaque. Após uma complexa discussão, devido às várias opções de gulas, as ditas cujas foram escolhidas, contando sempre com o excelente atendimento do Stephan e de mais outros dois garçons.

Para acompanhar as gulas que estavam para chegar, a pedida foi Serra Malte, sendo que existem outras opções tradicionais, além de Heinekein e Stella Artois. Os goles estavam gelados e na temperatura ideal. Nada melhor para matar a sede da tarde ensolarada. Depois de alguns goles, as gulas começaram a chegar. Primeiramente, algumas esfihas para abrir o apetite, sendo que eu pedi uma fechada de carne e outra de cordeiro. O destaque vai para a de carne. Muito bem temperada e sequinha. Sem mais comentários. Logo após alguns minutos, chegaram os outros pratos: kibe cru, kafta grelhada com cebola, carne desidratada (uma invenção do chef da casa e que, sinceramente, me surpreendeu muito positivamente), moussaka de carne de cordeiro (para quem não conhece é um prato grego, mas que foi também migrado para a cozinha árabe, composto de carne de cordeiro ou de vaca, berinjela e coberto com cebola, amêndoas e queijo; ou seja; é como se fosse uma lasanha diferenciada) e yabrak (charutos de folha de uva). Pelas fotos, vocês podem perceber que a quantidade é razoável e vale a pena, certo? Porém, o destaque é mesmo para o sabor, o tempero e toda a forma de apresentação da gula. Sinceramente, uma das melhores gulas que tive nos últimos tempos e, quase certeza, que foi uma das melhores gulas árabes, viu? Fazia tempo que o glutão aqui não se impressionava com uma gula deste tipo. O grande destaque? O yabrak e a moussaka. Os pratos estavam divinos.

Para encerrar, foram pedidos alguns doces árabes, sendo que meus amigos pediram de nozes e pistache, como podem ver pela foto. Um tamanho justo e, pelo que eles me disseram, de sabor inigualável também. O glutão aqui estava até triste, enquanto eles comiam, pois eu tinha pedido um de damasco e semolina, em que o Stephan havia comentado que não tinha preparado em pequenas porções, mas que daria um jeito rapidamente. De repente, ele me chega com esta bela surpresa, que vocês podem ver pela foto (caros leitores, só não reparem no tamanho dos narizes, hein? Hehehehehe...). Para encerrar esta experiência gastronômica, nada melhor do que o doce preferido do glutão. Feito no capricho, com qualidade, saboroso e que dispensa comentários, né? O único problema é que tive que levar um pedaço para comer mais tarde. Que problema, hein?
Sábado acordei disposta a seguir com o hábito que adquiri há menos de um mês, conhecer restaurantes novos e comidas diferentes. Há mais de uma semana havia ensaiado de conhecer o Sainte Marie Gastronomia e agora tinha que fazê-lo.
Confesso que o que me desanimava um pouco era a distância dele da minha casa, porém preguiça não é algo que se possa orgulhar. Arrumei-me e ao meu filho também e seguimos para o Saint Marie.
Chegando ao local me deparo com estacionamento diante do restaurante e o local é simples, simpático. Porém com uma ressalva, ao parar o carro logo fui saudada pelo Chef do Restaurante com um largo sorriso.
Sentei- me em uma mesa perto da cozinha para que minha curiosidade tivesse acesso a todas as informações.
Ao conversar com Stephan, proprietário e chefe do local, ele me contou sua história; fornece há mais de 12 anos para o Empório Santa Maria e para outros locais famosos. Sua especialidade é comida Árabe porém um cozinheiro fantástico do coração! Famoso pela coalhada que produz e pelas delicadezas "fofas"que faz , o que encanta além da comida é sua simpatia.
Pedi que ele me sugerisse um prato, e percebi que a princípio colocaram o couvert na mesa. Mas eu não havia pedido e espantada fiquei quando ele me disse que a casa oferece o couvert, a primeira porção da maravilhosa coalhada e pão sírio torrado.
Pedi então Moussaka de carne de carneiro e kibe cru levemente grelhado porém cru por dentro. Para acompanhar ele me disse que prepararia um molho especial a base de coalhada e hortelã. Confiei.
Ofereceu-me também a Basterna, que é carpaccio de carne bovina curada envolta em páprica e alho. Nunca havia comida tal coisa... saborosíssima. Logo após, beringela defumada, esfirra de carne para meu filho. Exerimentamos de tudo um pouco.
Fechamos com Mousse de Cocolate com calda de maracujá e o bolo de Santiago regato com mel.
Tudo estava divino, a comida, a atmosfera... é como se eu fosse a casa de um amigo almoçar.
A casa tem uma política diferente, a casa quer que você vá comer e seja feliz. Perguntei qto a carta de vinhos, não tem. O assunto dele é cozinhar... fazer o que ele sabe fazer e muito bem. Se quer levar um vinho, leve... Ele não se importa, o importante pra ele é que vc esteja feliz lá. Que vc desfrute do que ele pode te oferecer, que é a comida dele feita com cuidado e carinho.
Nunca ouvi o dono de um restaurante dizer, não quero ganhar no estacionamento, não quero ganhar no couvert e não coloco 10% na conta!!!! Ele indiretamente disse tudo isso pra mim quando fez tal coisa.
O que posso dizer de um restaurante que fornece especialidades para o Empório Santa Maria, um dos mais exigentes de são Paulo? Não tenho opiniões negativas a respeito, em nada. Não espere ir a um local luxuoso... não é e nem combina com o Stephan que é simples, autêntico e familiar. Espere para ir a um lugar, abrir sua mente para a gastronomia árabe e deliciar-se com a simpatia e a história de um homem que ama o que faz.
Paguei a conta satisfeita, levei ainda a maravilhosa coalhada seca e o Homus com o pão sírio torrado.
Volto quantas vezes eu puder... E indico quantas vezes for necessário para preencher o estômago e a alma de um homem.

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Opinião
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