Rua XV de Novembro (Rua das Flores) Escrever opinião

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Opiniões   (21)
 
Dizem que é o primeiro calçadão do Brasil... não sei, mas sei que só conheço a cidade com ela e não consigo imagina-la diferente... acho inclusive que outras ruas poderiam ter seu trânsito limitado como forma de aproximar as pessoas. Pois é o que acontece ali... muita gente, o dia todo, todos os dias... executivos, desocupados, donas de casa, estudantes, artistas... todos passando uns ao lado dos outros, tocando suas vidas, dividindo o mesmo espaço... A rua deixa de ser só mais um caminho, ela vira uma grande praça.

Ao longo da rua se vê de tudo, mas preste atenção para separar os artistas que estão tentando vender seus trabalhos, dos pequenos golpistas que, em busca de um dinheiro fácil, buscam ou forjam estas aglomerações para roubar e enganar. Cuidado! Como em toda cidade o policiamento é falho, ainda que aqui ele exista, não dá conta da rua toda!

A arquitetura dos prédios também é bem variada... Prédios bem antigos convivem com alguns mais recentes. No entanto a maioria dos casarões e pequenos edifícios data do início do século passado. Como destaques estão o Palácio Avenida e o Edifício Moreira Garcez.

Ao longo da rua estão muitas lojas de comércio mais popular, lojas de telefonia, bancos, confeitarias, cafés... enfim, quase um shopping à céu aberto. Destaco a tradicionalíssima Confeitaria das Famílias... suas bombas já não são mais as mesmas, mas continuam importantes na história gastronômica da cidade.

Uma boa caminhada, que não leva mais que 20 minutos, leva da praça Osório, onde começa o calçadão, até a Universidade Federal do paraná, na Praça Santos Andrade, onde ele termina. É um agradável passeio pela história de Curitiba.

Anos atrás o então prefeito Rafael Greca criou um projeto chamado pegadas da memória, com pegadas pintadas de vermelho seguindo pelo centro da cidade - em especial a rua XV - e, nos principais edifícios, placas com um pouco da história destes. Claro que isso foi abandonado, mas ainda se encontram algumas destas placas informativas coladas nas fachadas...

É um excelente passeio para quem gosta de ver centros velhos.
Dica: Cuidado com os batedores de carteiras.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 04/10/2011
Sheila A.:
Eu adoro esta região!
 
O que mais gosto da rua XV é sua cultura e diversidade marcante aos sábados.

A exposição de quadros e esculturas é certa, além dos músicos e artistas de rua que se apresentam por lá, o ritmo parece que cai, as pessoas diminuem o passo para "ver, ouvir e dar passagem".

Além disso, conta com uma variedade grande de lojas, bares e restaurantes, o bondinho da leitura, onde as crianças podem se deliciar e o espaço das mesas dos bares lotadas para se tomar o chopp são um atrativo.

Visita obrigatória para quem vem conhecer a cidade.
Dica: Vá conhecer no sábado pela manhã
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
Gostei Comentar Reportar 12/08/2012
 
Não é a mais charmosa de Curitiba mas é, disparada, a minha preferida!
A rua XV é única com uma mistura de "tipos" de pessoas pra lá de louca, mas que dá a ela o título de Irretocável - na minha opinião.

É o Sombra, a Estátua viva, o Plá, o Oil Man, os Punks, os Aposentados, os pedintes, os pesquisadores, os políticos (e os pseudo políticos, também) enfim... essa miscigenação de pessoas, faz desta rua a mais gostosa de se passar um tempo. Seja nos bares que ficam na calçada, seja levando as crianças no Bondinho - que é agora uma biblioteca; seja visitando as lojas âncoras, as lojas minúsculas. Ou ainda, para ver as crianças no Palácio Avenida ou simplesmente passear e observar TUDO isso e mais um pouco.

Há ainda o trecho conhecido como Rua das Flores, a Boca Maldita e apenas a parte que é a "Rua XV" - AQUELA cheia de shoppinzinhos, lojas, lanchonetes - que fazem desta rua, a primeira via pública exclusivamente para pedestres.

Vale a visita!!
Mas para os impacientes, fuja do período Natalino!
Ambiente
Atendimento
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 19/02/2013
Patty R.:
Realmente o mix de pessoas que passeia na Rua XV é muito diferente.
 
A cidade passa pelo centro e para mim, a coluna vertebral de Curitiba é a Rua das Flores. A XV foi a primeira rua do Brasil na qual um grande trecho (da Praça Osório à Praça Santos Andrade) foi dedicada exclusivamente aos pedestres.

A Rua das Flores em Curitiba na época da primavera faz juz ao apelido (já que seu nome oficial é Rua XV de Novembro), pois além das flores que a prefeitura normalmente planta nas floreiras espalhadas por todo o calçadão entre a Praça Osório e a Praça Santos Andrade, acontece a florada das demais árvores.

Nesse techo, encontramos a Boca Maldita, a Avenida Luiz Xavier (a menor avenida do mundo) e prédios históricos que enfileiram-se de ambos os lados, como o Edifício Moreira Garcez (primeiro "arranha-céu" da cidade), Palácio Avenida (palco para o Coral de Natal das Crianças), uma agencia do Banco Itaú que fica num prédio de inspiração portuguesa (os azulejos vieram de lá) e diversos exemplares da arquitetura Curitibana (do eclético ao modenista). Estabelecimentos especiais como a Confeitaria das Famílias (inventora da torta Marta Rocha), o Bar Triângulo e o Bar Mignon. Na Boca Maldita a história de Curitiba e do Brasil desfilou, como o comício que lançou nacionalmente o movimento das Diretas Já!

Entendendo um pouco mais da história da Rua das Flores, um mapa sob a guarda do Arquivo Público que mostra Curitiba em torno de 1850, aparece a atual Rua XV de Novembro com a denominação de Rua das Flores. Nessa época, a rua não se estendia po mais do que três quadras (que era o comprimento da cidade). Em razão da visita do Imperador e da Imperatriz em 1880 para inaugurar os trabalhos de construção da estrada de ferro Curitiba-Paranaguá, a Rua das Flores passou a chamar-se Rua da Imperatriz em homenagem à mesma.
Com a instalação da república em 15 de novembro de 1889 e com a rápida queda em desgraça da monarquia, a Rua da Imperatriz passou então a ser chamada Rua XV de Novembro (com os algarismos romanos mesmo.

Pessoas comuns e todas as incomuns de Curitiba já pisaram o Petit Pavé da XV, como a Gilda (travesti conhecido nacionalmente, que beijava os distraidos e os que não lhe davam um trocado), a Borboleta 13, o Plá, o Oil Man e outros personagens que marcaram o cotidiano de Curitiba.

Se visitou Curitiba e não fez o "footing" na XV, então não visitou Curitiba!
Dica: Evite passear na XV aos domingos, dia em que as marquises são vergonhosamente tomadas por moradores de rua, que importunam quem passa por eles!
Bom para: Gastar pouco
Atendimento
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 02/09/2011
Sheila A.:
Nossa, não sabia que os azulejos do Banco Itaú vieram mesmo de Portugal! Show!
 
Meus colegas ja resenharam tudo e mais um pouco sobre a Rua das Flores...
Eu particularmente acho que a rua, as construções antigas, a decoração são muito bonitas e charmosas. Basta olhar as fotos que os colegas postaram aqui. Retrato perfeito.
Com uma infinidade de lojas/prédios de todos os gêneros, o que mais se destaca na minha opinião é o Palácio Avenida - prédio do HSBC - onde todos os natais fazem cantata das crianças. Quem nunca foi tem que ir. Antigamente era mais tranquilo de assistir, hoje em dia é uma superlotação, mas mesmo assim vale a pena para quem nunca viu.
O que mais gosto da Rua das Flores é exatamente a época do natal (embora eu não goste de natal), mas acho que a decoração que fazem da rua é simplesmente linda. A rua em si já tem uma beleza que dispensa muitos adornos... arvores, flores e bem no meio um chafariz, mas especialmente na época do natal fica maravilhosa.
A noite é mais bonito ainda de se ver.
Infelizmente está faltando policiamento por ali também, e na época que fazia faculdade (era ali no centro), fui abordada por um moleque que era visível que tinha cheirado cola. Então não acho muito seguro por ali a noite.
Deviam olhar mais pela segurança ali, porque é um local tão cheio de vida. Em frente o Bondinho tem bares bom de mais de frequentar, com mesas e cadeiras dispostas no calçadão.
E posso até ser a única a não gostar, mas não gosto dos 'sombras' (palhaços) que ficam por ali... muito antigamente tinha um palhaço que era muito engraçado, mas isso há muitoooo tempo atras... o Jackson Baeza. Depois dele, eu acho que os palhaços são forçados demais. Eu não gosto e como boa curitibana fujo sempre!
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais
Atendimento
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 19/03/2012
Patty R.:
Adoro essa rua!! Cartão Postal de Curitiba!
Claudia Argenton:
Agora bom mesmo são as pechinchas da XV! Adooooro uma promoção e pagar mais barato! hahahaha
Patty R.:
Nem me fale Cláudia!! Uma maravilha mesmo!!!
 
Lembro que, quando criança, meu sonho era entrar no Bondinho e ficar lá, esperando a minha mãe voltar das compras... E quem nunca teve vontade de estar no alto do Edifício Tijucas e olhar as pessoas-formiguinhas lá de baixo? De rua das Flores não tem mais nada, até o Bondinho perdeu o rumo!
Já foi maravilhosa e tranquila para passeio, hoje acho que a cidade inteira perdeu o foco, a rua só fica bonita no Natal porque tem apresentação do HSBC. Antigamente, a única voz que ouvíamos na XV era a da "Borboleta 13, corre hoje" e era muito engraçado... Hoje você precisa desviar dos locutores de restaurantes e lojas e cuidar para eles não te empurrarem para dentro do local da propaganda.
Acho o fino de brega esse tipo de ação.
A calçada anda um pouco judiada, como o resto da cidade. Se você passar da Praça Osório, de todos os lados você vê o abandono das calçadas e do resto também. Aquela fonte em frente à C&A é piscina pra banho quando está cheia , aliás, como qualquer outra fonte da cidade. Policiamento você só vê em época de eleição.
Tinha tudo para ser melhor, mas nem as câmeras ajudaram muito.
Dica: Fique de olho na sua bolsa e no seu bolso.
Gostei Comentar Reportar 29/06/2012
Patty R.:
O meu sonho de criança era um pouco diferente, queria nadar no chafariz da praça Osório, achava que já que as crianças nadavam lá (meninos de rua), eu tb poderia. rsrsrsr... Ainda bem que fecharam e agora ninguém mais nada lá. =)
 
Me lembro ainda da implantação desta via exclusiva para pedestes, o início da revolução urbanistica de Curitiba. Esta experiencia chocou muito a população na época, mas se tornou uma solução exemplar para muitas outras cidades.
Até hoje, se mantem seu charme com bom movimento de comercio, bancos, restaurantes, inclusive quiosques estilosos. É o ponto de encontros e fuxicos, notabilizado como 'Boca Maldita"
Gostei Comentar Reportar 19/08/2012
 
Rua lindona ainda mais a noite. Muitas vezes po lá passei a noite a caminho do meu bom e velho largo da ordem. Sempre com tranquilidade. A iluminação noturna é bem bonita.

Durante o dia é a principal arteria de passagem de pedestres do centro e acho que outras ruas do entorno deveriam ser fechadas e ter o memso destino.

No natal a sede do HSBC torna o calçadão um imenso auditório para se assitir as crianças cantantes.
Dica: Turistas: não deixem de conhecê-la
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
Atendimento
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 08/11/2011
 
Lugar agradável com publico eclético.
Gostei Comentar Reportar 18/12/2012
Patty R.:
Bem eclético né Alfonso!! Mas adoro esse lugar, acho ele o charme de Curitiba. Alias, vc foi assistir ao festival de natal? Dizem que estava lindo, eu não pude ir. =(
Alfonso F. Kleinmayer Fh.:
Muito bom o festival de natal, vale assistir.
 
Rua das Flores é o nome pelo qual ficou conhecido o trecho inicial da Rua XV de Novembro, juntamente com a avenida Luiz Xavier, no centro da cidade de Curitiba. Foi a primeira grande via pública exclusiva para pedestres do Brasil.
É caracterizada por edifícios e sobrados centenários, bares turísticos e canteiros de flores em toda a sua extensão. Um dos seus prédios mais notáveis é o Palácio Avenida.
A rua das Flores é palco de artistas de rua, como palhaços que interagem com os passantes, músicos e homens-estátua.
Especialmente no ultimo ano a rua ficou deslumbrante com a decoração de natal.
Dica: Vale a pena ir a noite na época do natal fica linda...
Gostei Comentar Reportar 16/06/2012
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