Rinconcito Peruano

Endereço: Rua Aurora, 451 , República - São Paulo , SP - Brasil - 01209-000

Telefone:

11 3361-24...

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Categoria:

Restaurantes Peruano

  | Rank: 2º de 14

Restaurante peruano autêntico e delicioso. 

Preço por pessoa
$$$$ (De R$26 até R$50)
Bom para
Ir com amigos, Almoçar, Experiências gastronômicas, Casais
Horário de funcionamento
Seg.
11h - 23h
Ter.
11h - 23h
Qua.
11h - 23h
Qui.
11h - 23h
Sex.
11h - 23h
Sáb.
11h - 23h
Dom.
11h - 21h

cash
Primeira opinião
Edgard Junior

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http://br.kekanto.com/como-chegar/rinconcito-peruano-2
Notas específicas:
Ambiente
(21)
Comida
(21)
Atendimento
(20)
Bebida
(20)
Custo-benefício
(20)
Dicas
Leve dinheiro e vá durante o dia
Edgard J.
Experimente o alfajor peruano com um café expresso!
Leonard A.
E sem essa história de 10% desconto com dinheiro. Cartões débito/crédito e dinheiro é o mesmo preço.
Francisco
Caso esteja disponível, não deixe de saborear a Inca Cola, o refrigerante nº 1 no Peru. (infelizmente eles possuem somente sob disponibilidade)
Leandro S.
Leve dinheiro, com cartão é 10% mais caro. Prefira ir de dia.
José F.
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Opiniões
Claro que não é somente na Liberdade que encontramos um circuito alternativo com restaurantes típicos abertos para alimentar a comunidade de imigrantes da região.
Enquanto na Liberdade encontramos restaurantes chineses, japoneses e coreanos, na região central encontramos muitos lugares com comida árabe, coreanos também, além de clássicos paulistanos que sobrevivem desde as épocas mais áureas do centro de São Paulo.
De tanto ouvir falar dentro do meio gastronômico de um restaurante peruano autêntico, bom e barato no centro da cidade, aproveitei um dia em tive que ir para a região e fui conhecer o Riconcito Peruano.

O endereço é fácil, Rua Aurora, 451, mas para os mais desavisados esta rua fica bem no meio da infelizmente famosa Cracolândia. A entrada do restaurante não possui placas nem letreiros, somente uma porta com uma escada e o número do lugar. No dia que fui não vi nenhum Craqueiro e rua estava tranquila, mas sugiro que venham de táxi para evitar ter que caminhar a pé dos estacionamentos da região.

O restaurante é bem simples, mas muito autêntico. Da decoração, programação da TV aos atendentes, cozinheiros, caixas e a grande maioria dos clientes, todos são peruanos.

O cardápio também é todo autêntico oferendo bebidas e comidas locais. De bebidas oferecem a Inka Kola, um refrigerante peruano que no dia que fui estava em falta e a Chicha Morada, uma bebida feita do extrato de um tipo de milho preto que se produz por lá e foi servida bem doce

Como estava sozinho e já sabia que as porções aqui são boas, claro que para primeiro prato que iria comer do lugar pedi um ceviche misto, servidos com corvina, camarões, polvo, lula, "leche de tigre" (feito de caldo de peixe com limão, pimenta e temperos) e servido com alface, batata doce (de lá) e um delicioso milho crocante ( de lá). Com certeza absoluta foi o melhor ceviche que já comi na minha vida.

Além dos Ceviches a casa oferece diversas opções de comidas típicas, como a Chaufa ( arroz com vários legumes e carnes), os ensopados ( Parihuela) ou as frituras ( Chicharrón). Os preços são baratíssimos com pratos individuas que variam dos 13 aos 30 reais, todos muito bem servidos e pratos para até 4 pessoas na faixa dos 90 aos 110 reais.
Adorei a minha experiência e achei que foi uma viagem a gastronomia do Perú sem sair de São Paulo.
Eu e meu marido nunca iríamos neste restaurante se não fosse a convite de um querido amigo kekanteiro... não costumamos andar pelas bandas do centro, ainda mais pela famosa região da Cracolândia.

Dificilmente alguém que não conheça o restaurante passará por lá e entrará, pois não há identificação alguma na porta... chegamos e ainda havia uma fila enorme na escada da entrada (bem estreita por sinal) à espera de mesas, apesar do avançado da hora: por volta das 14 horas... aguardamos em torno de meia hora e fomos acomodados no segundo andar, bem próximos de onde teoricamente ficariam as janelas... disse em tese porque não há, é apenas um vão que tem vista para uma paisagem bem peculiar... rs. Aviso IMPORTANTE: se estiver um sol de rachar como no dia em que fomos prepare-se para ficar tostando as costas ao sol, pois não há proteção como um toldo ou ou algo do tipo, e o local é bem abafado em todos os ambientes. Os clipes que rolam na TV são bem estranhos para nós, obviamente... parecem vídeos dos anos 80 e tinha até uma Joelma peruana cantando, dançando e jogando o cabelo para frente... hehehe.

Como estávamos em um grupo grande (7 pessoas), pedimos uma porção média de ceviche e deu tranquilamente para todos... isso mesmo, uma porção média para esse bando de gente: esse vem com peixe (acho que é corvina), camarão, polvo, lula, mariscos, algumas rodelas de batata e outro legume lá que não sei, bastante cebola crua e também choclos, grãos de milho enormes e crocantes, tudo bem regado com o tal leite de tigre... delicioso!

Pedimos também chicharrón mixto, que nada mais é do que peixe, camarão e frutos do mar empanados e fritos... muito, mas muito gostoso! Provei também o picante de mariscos, que demorou pacas a ser servido (aparentemente o garçom esqueceu), mas só tinha camarão... ardido 'pero no mucho', rs.

Todos nós bebemos chicha morada, que é um suco muito bom de milho roxo... a jarra dá para umas 3 pessoas... tomei algumas Bohemias que poderiam estar mais geladas, porque no dia fazia muito, mas muito calor.

Perde estrelas pelo atendimento bem displicente, pelo calor extremo e pela falta de proteção na área onde ficamos (eu, meu marido e outro amigo kekanteiro sofremos pacas com o sol da tarde, e ficamos umas 2 horas e meia por lá), e também pela falta de opção para vegetarianos: meu marido é e comeu apenas arroz, batatas fritas e ovo frito... impossível que não existam vegetarianos no Peru né gente. Cada um pagou R$ 30,00 e todos saíram felizes e satisfeitos com a experiência no mais 'roots' dos restaurantes que fui até hoje... rs.... recomendo, mas vá com cuidado e cautela... vejam as fotos da 'paisagem', fotos das comidas já tem aos montes... :-P

Ah, cadeirantes e pessoas com mobilidade restrita não conseguirão ir... escada muito ruim, íngreme e estreita, tanto do térreo para o primeiro andar, e desse para o segundo... :-\
A entrada desse restaurante é uma porta discreta onde já é possível ver uma fila se formando na escada que leva ao restaurante.

Após a reforma o restaurante ficou mais bonito e com uma aparência mais limpa.

O ceviche é o carro chefe e é o melhor prato do cardápio.

O atendimento é muitas vezes atrapalhado e é preciso relaxar e aproveitar a experiência.

Para quem gosta de um bom ceviche e não tem frescura, vale a visita!

via iPhone

Pedimos um arroz com frutos do mar, um ceviche de peixe e uma chincha morada, que é um suco do milho roxo, não tenho certeza se era artificial. Os pratos são fartos, dá para 2 pessoas. Tudo estava muito fresco e bem feitinho. Valor total da conta: 62 reais não incluso os 10%. O rapaz que nos atendeu foi muito atencioso e prestativo. Os pratos vieram rápidos.
Conheci o Riconcito Peruano com a turma que se juntou para o almoço, após a visita à Sala São Paulo, promovida pelo Kekanto.

Fica numa região decadente (que aliás havia sido explicada pela guia Carol algumas horas antes e que ainda passa por um processo de revitalização promovido pela Prefeitura de São Paulo com planejamento até 2025). Curiosamente o Bar Leo fica apenas algumas quadras, praticamente na região da antiga Cracolândia.

A entrada é uma simples porta. Não tem letreiro, painel, banner, luminoso... Nada! Apenas o número 451 na parede e fila na porta. Creio que o restaurante abriu mirando imigrantes latinos na região, em especial a colônia de peruanos.

Esperamos na fila mais ou menos uns 20 minutos até liberarem 7 lugares. O cardápio é variado, com predominância de peixes e frutos do mar. Para compartilhar pedimos o Ceviche de Frutos do Mar com Choclos (grãos de milho bem graúdos). Vem com camarão, mariscos, pedaços de lula e polvo, preparados numa emulsão de limão e especiarias. Ou seja, eles vêm crus, não foram cozidos e nem assados. Apenas ficaram durante alguma horas imersos na emulsão. Muito bom! Nunca comi nada dessa forma.

Depois experimentamos o Chicharron Familiar, servido com peixe e frutos do mar empanados e batatas fatiadas. Excelente!

Por fim pedimos o Picante de Mariscos (que no nosso caso esqueceram dos mariscos). Esse último demorou quase meia hora.

A pimenta da casa servida na bisnaga de catchup foi bem apreciada, é uma atração à parte.

Para beber foram três jarras de suco de milho roxo. O sabor é quase de chiclete tutti-frutti, com alguma coisa de cravo e canela. Até brincamos que se esquentar vira quase um quentão, embora com teor bem doce rsrrsr.

O atendimento é meio lento. Aparentemente não dão conta da demanda em horários de pico. O ambiente é bem despojado, sem luxo, sem ostentação, bem simples. Para quem fica na janela, como nós, a vista é de um Bronx na cidade de São Paulo. Mas vale a pena, pela qualidade da comida, experiência gastronômica e custo/benefício. A fila de espera justifica.
O custo médio para cada pessoa ficou em R$ 35,00. Bem barato para um almoço bem servido com três variedades da autêntica culinária peruana.

Tem receio da região? Junte a turma para dividir um taxi e descer na porta. Na volta idem. De preferência de dia.
Não tive as dificuldades que todo mundo diz ter para encontrar o restaurante. Fica na quadra entre a Rua Guaianazes e a Av. Rio Branco, simples assim! Pela localização, não se pode esperar carros de luxo nem famosos gourmet. O público consiste em curiosos brasileiros, como eu e meu amigo, e os mais autênticos peruanos que vivem no Brasil.

O atendimento é ótimo! O rapaz pouco fala português, mas é bastante solícito e gentil. Pedimos gelo para colocar no refri, e ele disse que já traria. Como demorou, pedimos pela segunda vez, e ele explicou que tinham ido comprar, mas que já vinha. O que alguns podem ver como despreparo, eu vejo como desenvoltura pra resolver um problema... Foram lá e compraram o gelo, em vez de falar que não tinha. Bacana!

A comida é um espetáculo. Tudo cheiroso e atraente. O ceviche realmente tem MUITA, MUUUUITA pimenta. Peça menos para poder aproveitar o prato. Mas se delicie! Comemos um Pescado a lo Macho, um peixe com camarão e lula. Camarão e lula ali passou um pouquinho longe; eu gosto muito e acho que podia ter mais, mas não foi nada que desmereça o sabor delicioso da comida.

Na próxima visita a intenção é experimentar o Lomo a lo Pobre, que tanto falam. Também não experimentei a Inca Cola não, mas vi os peruanos se deliciando com a versão 2L da bebida...

Para pagar, prefira dinheiro. Se optar pelo débito ou crédito, a taxa da administradora é repassada ao cliente.

Ah, os clipes peruanos que passam na TV são impagáveis!
Quando falam que este restaurante é "para os fortes", acredite: não é exagero! Chegar até aqui é comparável em momentos tensos dos filmes da série James Bond. Ok, agora sim estou exagerando, mas tenha em mente que é sim uma aventura chegar no Rinconcito Peruano. Honestamente, prefira ir durante o dia e de metrô - cuja estação mais próxima é a República - para não se preocupar nem com estacionamento, flanelinhas, coisa e tal... Tenha SEMPRE em mãos o endereço completo deste lugar porque se você for naquela de "fica perto do tal lugar, ao lado do não sei o que", vai se dar mal. Muito mal! Não há qualquer vestígio de um elemento básico para qualquer estabelecimento mostrar que ele existe: uma placa na fachada. Uma portinha bem mixurica em meio a uma das ruas de um triste centro da capital paulista degradado dá acesso ao ambiente. Subindo nas escadas, chegamos. E já me senti recompensado.

Não lembro de ter ouvido a língua portuguesa entre o staff do restaurante, o que já vejo com bons olhos já que geralmente estrangeiros que trabalham com suas culinárias de origem em outros países querem oferecer o mais próximo de suas receitas originais tanto para os moradores da nação nova onde vivem quanto para seus patrícios expatriados. Situação semelhante vi em um restaurante peruano que funciona todos os domingos perto do Parque da Redenção em Porto Alegre (RS) que até hoje serviu o melhor ceviche que comi na vida. Quer dizer, era o melhor até eu conhecer o Rinconcito Peruano.

São dois andares de restaurante, sendo que o primeiro piso é um pouco mais abafado e com decorações peruanas mais presentes (foto), mas que poderia haver mais mistura de objetos e cores porque, afinal, combina com os países andinos esse tipo de combinação. Destaque para as duas televisões que passam videoclipes que são impossíveis de passarem desapercebidos. Quando forem lá, me digam se descobriram o porquê. O segundo piso é mais arejado, calmo e arrisco em dizer até que mais aconchegante. Mas como as mesas foram são disputadíssimas, vagou uma no primeiro piso e já que não tem "você", vai "tu" mesmo.

Sou suspeito em falar, mas ainda bem que existe o Kekanto para nos dar um alerta. Percebi que no cardápio não há indicação de preços de bebidas e por causa disso me escapei do refrigerante de R$25,00. Então mandei ver R$15,00 justos para padrões de Sampa em um Pisco Sour, deliciosa bebida peruana feita a base de pisco (uma cachaça feita de uva), suco de limão, açúcar, clara de ovo, xarope de açúcar, essência de rosas e gelo picado. Meus amigos pediram uma cerveja Cusceña por R$15,00 feita com 100% cevada e que não gostei mesmo. Mas vale como experiência.

Já os demais itens do cardápio estão devidamente precificados. Pedimos um prato de ceviche - ou cebiche - MÉDIO que deu para servir tranquilamente quatro pessoas com fome (e ainda repetimos). Este prato é feito com peixe branco cru marinado em suco de limão. Esta carne é misturada com "leite de tigre" (segundo o Wikipedia, um suco feito com o peixe marinado na lima com outro componentes que recebe esse nome por causa da cor branca e desse molho ser usado para curar ressacas). Acompanha também cebola, pimenta, batata doce e outros cheiros verdes. No Peru é usado como entrada, mas aqui em terras tupiniquins pode se passar como principal também por mais que seja uma iguaria fria.

De prato principal, nós quatro pedimos uma porção de "Arroz Chaufa Misto", que vem com carne, frango, camarão, arroz, cebola, sillao (nem o Google Tradutor conseguiu me dizer o que é) e ovo por míseros R$20,00. Eu disse UMA PORÇÃO! Antes de fazer o seu pedido pela primeira vez, olhe ao seu redor e repare no tamanho ASSUSTADOR de cada prato. Se eu tivesse ido sozinho ou apenas com um amigo, não ia dar conta do recado. Importante você fazer também TODOS os seus pedidos logo. Não vai naquela de "vou experimentar e se gostar, peço mais". O serviço demora, demora, demora... vá já sabendo disso e com tempo sobrando para não se estressar à toa.

É cobrada a taxa de serviço. Atenção: não é dado nenhum desconto se você pagar com dinheiro. O que acontece é que são acrescidos 10% para quem quiser pagar com cartão! Evite surpresas. No total, uma refeição peruana para quatro pessoas com cerveja, refrigerantes, pisco sour e cervejas custou apenas R$98,00. Evitar o banheiro, ok?

RECOMENDO MUITO, mas vá com o espírito para enfrentar essas situações que podem ser estressantes se não tiver ciente do que está por vir. Vale a pena!
Esse é um restaurante para os fortes e bem por isso os fortes serão devidamente recompensados.

Situado no meio da cracolândia o endereço assusta, nem pense em ir para jantar ou fazer a gracinha de demorar pra sair de lá noite a dentro, thanks god existe Kekanto pra alertas as pessoas sobre isso. Se você for de dia, tá tudo certo.

Com licença para mais algumas informações antes de prosseguirmos o passeio:
1) Leve dinheiro (10% mais barato se pago assim);
2) Não vá com fome (o atendimento é escasso e qualquer prato demora ao menos 1 hora pra chegar na mesa);
3) Chegue cedo por 2 motivos: mesas (espaço muito procurado) e pelo horário de saída do local não ficar tarde.

Agora vamos ao passeio, e que passeio, praticamente uma aventura, esse peruano é uma daquelas coisas que só se descobre graças ao Kekanto. Para entrar é uma porta quase imperceptível com o número 451 acima, nada mais, não espere nome, fachada, ou ver um restaurante, ele fica nos altos desse número e se a rua suja e depredada assusta a parte de dentro por mais simples que seja, tranquiliza. Tive medo de comer até chegar ao último degrau da escada de acesso do lugar.

Em busca do cevice perfeito eis que você encontra-o aqui em 3 opções: pequeno, médio e grande (o médio sai em torno de 50$) e serve tranquilamente 3 pessoas ou mais, o sabor? Perfeito! Melhor cevice ever, muito bem regado no leite de tigre, com milhos e os demais grãos (não lembro o nome) em abundancia de sabor e quantidade, um achado dessa culinária tão na moda nos restaurantes carérrimos onde um cevice custa pelo menos 30$ numa porção individual.

A porção de lula empanada também é, perfeita! Sem mais, ajuda a ser feliz assim facinho, facinho, só de mascar essa crocância de empanado e maciez de fruto do mar na parte interna (33$ uma porção que serve de prato principal pra até duas pessoas).

Outra delícia super farta é o Lomo a lo podre, tiras de carne cozinha embebida em tempero e molho com banana assada e arroz. Fantástico e custa menos de (20$ uma super porção).

Sou adepto de ousadias e curiosidades gastronômicas, então pedi o Inka Cola, um refrigerante da coca que é vendido na versão 2,25l o preço é muito caro, o refrigerante mais caro da sua vida provavelmente (25$), pedi sem saber o preço, mas acho que pediria mesmo assim pela curiosidade desse refri que parece um laranjinha água da serra (refrigerante de Santa Catarina) feat. Jesus (do nordeste). @@
Se eu morrer já posso dizer que bebi e se tiver netos ou filhos, que paguei 25 $ num mero refrigerante de água com açúcar, não em pergunte o que tem nele, pois nem lendo a embalagem se descobre.

Fora essa aventura em forma de Indiana Jones o restaurante tem comida excelente, preço muito barato, mas as instalações são de ter cautela com os convidados. o público atual é uma mistura dos modernetes fascinados pelo exotismo do local e da boa culinária com os nativos do peru que comem lá também. Ou seja, tem tudo pra ficar ainda mais famoso entre os adeptos do mundo under e alternativo de sampa, coisa parecida ao que aconteceu com a choperia da liberdade, por exemplo.

Uma mágoa: não ter provado a sangria amplamente pedida por toda as mesas :/
Um sucesso: o momento em que a Inka Cola de 25 $ foi trazida para nossa mesa, todas as outras mesas de nativos olharam e apontaram pra ela, me senti numa daquelas baladas babacas onde quem pede champagne tem garçonete desfilando com a bebida entre fogos de artifícios, mas vale lembrar eu ainda não sabia o preço que ia pagar por essa Inka Cola, do contrário provavelmente daria um sorriso orgulhoso como os playbas fazem nessas situações ;(
É um peruano num lugar ZOADO DEMAIS. Pra começar, é perto da Walking Dead-lândia, vulgo crackolândia, ir de noite pode ser um pouco arriscado demais, apesar da proximidade com a Rio Branco. O restaurante é uma escada, sem número ou nome na porta. É difícil de achar.

O atendimento é MEGA lento - o petisco demorou 40 minutos pra chegar - e o lugar está longe de ser arrumado - havia uma goteira enorme na nossa mesa. Eles roubam você na cara dura ao vender Inca Cola (refri deles) por 25 reais o litro.

Mas isso tudo meio que passa quando você vê que é possível comer feito um monstro e gastar menos de vinte reais. A comida é de qualidade, apesar de o estabelecimento não passar essa impressão.

Comi um lomo al jugo (um ensopado de carne com legumes com arroz separado) e estava gostoso. O ceviche parecia delicioso, só não comi por conta dos camarões (sou alérgico).

A visita é interessante e a experiência é ótima no final das contas. Esteja preparado para o atendimento lento e para a vizinhança ruim e se delicie nos pratos da casa!
É um restaurante bem simples, no centrão de SP, lugar que muitas pessoas evitam, por ser um local onde proliferam casas de prostituição decadentes, viciados e tudo o mais de uma boca do lixo, mas eis que em meio a toda essa diversidade um tanto intimidadora, há ali cravado um bom restaurante de comida peruana, bastante simples como enfatizei logo de começo, mas com um atendimento amistoso, uma comida caprichada (a culinária peruana é muito conceituada) pratos generosíssimos, e tem até a peculiar Inka Cola (um refrigerante peruano que por não ser corriqueiro aqui até vale a prova, mesmo para aqueles que como eu, não são muito de refrigerantes), os pratos vem com porções muito fartas, o preço é honesto, e a saciedade é garantida. Uma boa pedida para quem estiver pela região em horário de almoço e quiser fazer uma boa opção custo-benefício.
A cultura latino americana me fascina. Seja ela a efeitos da música, arte e comida. Sinceramente eu seria suspeito pra falar a respeito de qualquer coisa que sugere a esse maravilhoso canto do mundo. Enfim.

Dentre as várias opções de comida dos mais diversos tipos de restaurantes em São Paulo, o Riconcito Peruano é diferenciado por alguns motivos, do qual eu destaco: localização, qualidade e preço.

Localização: caso a opção seja almoçar, eu super indico esse lugar. Entre a Rio Branco e a Ipiranga com estacionamento a cada 10mts na própria rua. Agora se a opção for jantar, ai meu amigo.... buenas sorte para usted. Quem conhece o centrão de Sp sabe bem que além de não ser seguro, ainda temos a explendida companhia dos famosos amigos da cracolândia.

Qualidade: a comida é buena, mtoooo bem servida num prato individual que com certeza serve duas pessoas. Estive no Peru em 2012 e posso dizer com autoridade que a quantidade de comida num prato aqui é parecido com o que servem por lá, mas ainda sim, nós ganhamos heinn.. Acredite en mi persona, es mucha comida meu amigo.


Preço: Variando numa média de 13,00 a 20,00 eu acho q vale super a pena, lembrando o que eu disse que os pratos servem facilmente duas pessoas.

Num ambiente onde as mesas são cobertas por um plástico avermelhado, ao contrário das toalhas e regrado a músicas (folclóricas) peruanas, você deve estar se perguntando! E os garçons, cozinheiros, atendentes e gerentes? Se você pensou que são brasileiros metido a besta na cozinha peruana, está errado. Todos ou são peruanos ou bolivianos, e não busque aquela qualidade na abordagem do brasileiro ao oferecer o menu, eles são frios e como você não vai comer garçom então contente-se na comida ok? O idioma? Vishi, um espanhol e/ou um bom portunhol na ponta da língua resolve qualquer parada. De elegante e chique não tem nada, e daí?

Eu indico:

* Lomo a lo pobre: coxão mole salteado na wok com cebola, tomate, batata frita e acompanhado de banana, ovo frito e arroz.

Bebida: Chicha Morada (suco de milho preto)
Considerando ser na rua Aurora, tem um ambiente caseiro e uns detalhes decorativos da cultura inca ajeitadinhos. A chicha morada não me pareceu a autêntica de 'maiz morada', pois a daqui me pareceu feita à base de xarope, a inka cola e o pisco sour por outro lado são caríssimos. O atendimento deixa muito a desejar, pois esperamos cerca de uma hora por um simples prato de lomo. De qualquer forma, pra quem não conhece a rica culinária peruana, vale a pena dar um pulinho.

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Minha descoberta incrível do mês. Quer comer comida peruana "true"? Então se jogue aqui. Na polêmica Rua Aurora, a entrada estreita e suspeita só dá mais vontade de conhecer esse reduto de imigrantes no centro de SP. Comida farta, gostosa e barata. Hablar español con los chicos, apreciar uma boa cerveja peruana e se acabar no ceviche. Vale cada minuto a experiência.
Não conhecia culinária peruana até comer no Riconcito. Descobri que é uma cozinha muito saborosa! O tal do ceviche é bem gostoso e os pratos com carne e frango ou massa além de deliciosos são bem montados e MUITO bem servidos.
Quem quiser experimentar o refrigerante peruano Inca Kola ou aquele suco (bem doce, viu?) de milho escuto, esse é o lugar!
O único problema é o atendimento feito em portunhol e o tempo do pedido, que pode demorar um pouco. Mas vale a pena pela comida e pelo preço!
O endereço é R. Aurora 451, mas a entrada do restaurante é quase irreconhecível. Ela tem a largura de uma porta e dá direto em uma escadaria gigante que te faz subir até o primeiro piso do restaurante....acho que é pra você ir entrando no clima Inca.
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