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Ambiente
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Comida
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Atendimento
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Bebida
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Aberto há 19 anos, o Boca de Galinha é famoso pelas porções generosas e sabor marcante. É possível chegar ao restaurante por via terrestre, mas existe um roteiro muito mais charmoso. Basta ir de ônibus ou de carro ao bairro da Ribeira e pegar um barco até o terminal marítimo de Plataforma. A passagem custa R$ 1 e a travessia não dura mais de 10 minutos. A partir daí é só seguir o fluxo das pessoas, uma vez que a maioria dos passageiros estará se dirigindo ao local.
Fui com o namorado em uma tarde de domingo, por volta das 14h. Foi muito fácil encontrar o lugar, porém, conseguir uma mesa para duas pessoas exigiu um pouco de paciência. O estabelecimento estava lotado. Após cerca de 20 minutos de espera, conseguimos sentar de frente para o mar e fomos bem atendidos pelo proprietário.
Com opções que servem duas ou quatro pessoas, a moqueca de camarões graúdos veio acompanhada de arroz, vinagrete, farofa e feijão. Comemos com os olhos e pedimos a maior porção (não lembro o preço exato, mas acredito que não custe mais de R$ 50). Para acompanhar, refrigerante de 1L.
Após a comilança ainda sobrou muita comida (pedimos para embalar, claro!). A conta final deu R$ 63 e consideramos o preço justo, já que os restaurantes de Salvador cobram cerca de R$ 69 pelo prato que serve duas pessoas. Valeu a pena pelo passeio e pela novidade, mas talvez a comodidade de chegar em 15 minutos a um estabelecimento menos disputado seja mais atraente no dia-a-dia.
Curiosidades:
O proprietário (apelidado de “Boca de Galinha” por motivos desconhecidos) é funcionário público e faz questão de atender a clientela pessoalmente, por isso, o restaurante só funciona de sexta a domingo, das 11h às 18h.
Outra peculiaridade que torna o lugar especial: o cardápio (ou “cadernápio” como diz Dona Edimar, cozinheira e esposa do dono) é escrito à mão, em um caderninho. Isso acontece pelo fato das opções de petiscos variarem a cada semana e, desta forma, não existe a possibilidade de o freguês pedir alguma entrada que não está disponível.
Fui com o namorado em uma tarde de domingo, por volta das 14h. Foi muito fácil encontrar o lugar, porém, conseguir uma mesa para duas pessoas exigiu um pouco de paciência. O estabelecimento estava lotado. Após cerca de 20 minutos de espera, conseguimos sentar de frente para o mar e fomos bem atendidos pelo proprietário.
Com opções que servem duas ou quatro pessoas, a moqueca de camarões graúdos veio acompanhada de arroz, vinagrete, farofa e feijão. Comemos com os olhos e pedimos a maior porção (não lembro o preço exato, mas acredito que não custe mais de R$ 50). Para acompanhar, refrigerante de 1L.
Após a comilança ainda sobrou muita comida (pedimos para embalar, claro!). A conta final deu R$ 63 e consideramos o preço justo, já que os restaurantes de Salvador cobram cerca de R$ 69 pelo prato que serve duas pessoas. Valeu a pena pelo passeio e pela novidade, mas talvez a comodidade de chegar em 15 minutos a um estabelecimento menos disputado seja mais atraente no dia-a-dia.
Curiosidades:
O proprietário (apelidado de “Boca de Galinha” por motivos desconhecidos) é funcionário público e faz questão de atender a clientela pessoalmente, por isso, o restaurante só funciona de sexta a domingo, das 11h às 18h.
Outra peculiaridade que torna o lugar especial: o cardápio (ou “cadernápio” como diz Dona Edimar, cozinheira e esposa do dono) é escrito à mão, em um caderninho. Isso acontece pelo fato das opções de petiscos variarem a cada semana e, desta forma, não existe a possibilidade de o freguês pedir alguma entrada que não está disponível.
Dica: Chegue cedo para escolher uma mesa legal e perto da varanda. Leve dinheiro, pois não aceitam cartões de crédito e nem de débito.
Bom para: Ir com amigos, Almoçar, Comer muito, Gastar pouco
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08/01/2012
Adriana S., Lucas, Maria B. e mais 5 pessoas gostaram
Jennifer Emanuelle Galindo Sousa:
Caramba!! Achei que ninguém aqui conhecesse essa maravilha. Eu AMOOO o Boca de Galinha!! Excelente dica!
Kare:
Ando doida pra dar uma de Antony Bourdain e conhecer o lugar, tenho um amigo em NY que conhece e eu nao, rsss.
Tem uma das melhores moquecas de camarão que já comi. Além da grande quantidade, os camarões são bem grandes, o que satisfaz, facilmente, a fome de 3 ou 4 pessoas.
Há outros pratos, como moqueca de peixe, peixe frito... mas a moqueca de camarão é o prato chefe da casa.
Vem com acompanhamentos, como arroz branco, feijão fradinho, carurú e vatapá.
Cervejas e refrigerantes são boas pedidas para acompanhar a comida.
O preço é bem interessante, dada a quantidade de comida. A moqueca d ecamarão custa R$ 55,00.
A vista é inigualável, com visão de todo o largo da Ribeira e uma boa parte da Plataforma.
O ambiente é bem simples, não tem nada de luxo. As mesas e cadeiras são plásticas e o espaço não é tão grande assim. O atendimento é que deixa a desejar um pouco, pois há poucos funcionários para atender a quantidade de "esfomeados" - e os garçons são bem relaxados e pouco prestativos. Tive que aguardar uns 10 a 15 minutos para fazer o pedido. A cada solicitação que pensava em fazer, precisava ter muita paciência para esperar alguém me ver. Nada que aquela campainha mágica do Fran`s Café não resolvesse...
O modo mais fácil de chegar é tomando as barcas que saem a cada 10 ou 15 minutos da Ribeira para Plataforma. Os barcos funcionam até as 8 ou 8 e 30 da noite.
E o mais importante, caso você não queira lavar os pratos, leve somente dinheiro, pois o restaurante não aceita cartão (nem de débito) nem cheques.
Há outros pratos, como moqueca de peixe, peixe frito... mas a moqueca de camarão é o prato chefe da casa.
Vem com acompanhamentos, como arroz branco, feijão fradinho, carurú e vatapá.
Cervejas e refrigerantes são boas pedidas para acompanhar a comida.
O preço é bem interessante, dada a quantidade de comida. A moqueca d ecamarão custa R$ 55,00.
A vista é inigualável, com visão de todo o largo da Ribeira e uma boa parte da Plataforma.
O ambiente é bem simples, não tem nada de luxo. As mesas e cadeiras são plásticas e o espaço não é tão grande assim. O atendimento é que deixa a desejar um pouco, pois há poucos funcionários para atender a quantidade de "esfomeados" - e os garçons são bem relaxados e pouco prestativos. Tive que aguardar uns 10 a 15 minutos para fazer o pedido. A cada solicitação que pensava em fazer, precisava ter muita paciência para esperar alguém me ver. Nada que aquela campainha mágica do Fran`s Café não resolvesse...
O modo mais fácil de chegar é tomando as barcas que saem a cada 10 ou 15 minutos da Ribeira para Plataforma. Os barcos funcionam até as 8 ou 8 e 30 da noite.
E o mais importante, caso você não queira lavar os pratos, leve somente dinheiro, pois o restaurante não aceita cartão (nem de débito) nem cheques.
Dica: Só leve dinheiro
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Almoçar, Comer muito, Famílias, Gastar pouco
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20/03/2012
Lucas F. gostou
Lucas Fonseca:
Aí eu passo mal... Como até passar mal! kkkkkkkkk
Alex Costa:
hauhauhauha Já ouvi determinados comentários sobre isso viu Lucas
Em frente à conhecida Sorveteria da Ribeira, fica o terminal marítimo de onde saem os barcos da travessia Ribeira/Plataforma de 30 em 30 minutos. A passagem custa R$1 o trecho (mas paga-se metade caso tenha o Salvador Card em mãos). Pena que a travessia é tão rápida! É uma delícia ver a Baia de Todos os Santos e a marina da Ribeira daquele ângulo, no meio da Península de Itapagipe.
Ao chegar do outro lado, basta procurar a saída pelo terminal do trem e virando a direita, seguindo em frente. Logo percebe-se um burburinho e é lá que fica o famoso Boca de Galinha, que de posto de café-da-manhã de pescadores do subúrbio ferroviário passou a destino turístico off-circuit. O lugar é bem simples, mas também muito simpático.
As mesas podem ser de plástico, pode faltar toalha, os garços podem estar de bermuda e chinelo, o atendimento pode ser meio atrapalhado (mas não sem boa vontade). Isso tudo é compensado por uma comida deliciosa, uma vista sensacional, sorriso no rosto de todos que te atendem e uma higiene notável (até mesmo em detalhes como o pote do molho de pimenta e os banheiros). Chegamos às 13h e o lugar estava lotado! Mas é só chegar procurando o Boca (do seu apelido surgiu o nome do lugar) que ele coloca seu nome na fila por uma mesa. Aguarde na porta enquanto te servem uma cerveja. A espera foi mais curta do que o esperado, não mais que 15 minutos.
O tão comentado cardápio é passado a limpo diariamente num caderno, de acordo com o que foi fornecido fresco no dia pelos pescadores. E é atualizado a medida que os pratos param de sair (riscando-o da lista).
De entrada, casquinha de siri (R$7) e peixes agulhinhas fritos (R$10). Ambos muito bons e em porções bem servidas, que acompanharam as cervejas geladinhas - Skol e Malzbier (R$4,50/600ml). Se jogue também no molho de pimenta, que tava fresquinho e na medida certa (ao menos pra mim!)
Apesar da variedade de moquecas (beijupirá, bacalhau, arraia, vermelho), acabamos pedindo mesmo a de camarão (R$50). Calculamos um moqueca pra cada 4 pessoas e foi o ideal. A quantidade de acompanhamentos é grande: arroz, farofa, feijão fradinho, caruru e pirão (na falta dele, vatapá). Todo mundo saiu muito satisfeito!
De sobremesa, musse de maracujá ou brigadeiro de copinho (R$2) - que eu recusei, já que estava com a barriga lotada e queria guardar espaço pro sorvete na Ribeira.
A conta é anotada numa comanda, que fica o tempo inteira na mesa. E um detalhe: vá preparado com dinheiro ou cheque, porque lá não aceita nenhum cartão, seja de débito ou crédito.
Se é isso tudo que falam? Não. A comida é muito boa, mas não é nada fora do comum. Ainda assim vale muito a pena ir. Pela travessia de barco, pela vista linda demais, por ser um lugar legal pra ir com os amigos e por poder circular um pouco mais, conhecendo um outro lado de Salvador.
Ao chegar do outro lado, basta procurar a saída pelo terminal do trem e virando a direita, seguindo em frente. Logo percebe-se um burburinho e é lá que fica o famoso Boca de Galinha, que de posto de café-da-manhã de pescadores do subúrbio ferroviário passou a destino turístico off-circuit. O lugar é bem simples, mas também muito simpático.
As mesas podem ser de plástico, pode faltar toalha, os garços podem estar de bermuda e chinelo, o atendimento pode ser meio atrapalhado (mas não sem boa vontade). Isso tudo é compensado por uma comida deliciosa, uma vista sensacional, sorriso no rosto de todos que te atendem e uma higiene notável (até mesmo em detalhes como o pote do molho de pimenta e os banheiros). Chegamos às 13h e o lugar estava lotado! Mas é só chegar procurando o Boca (do seu apelido surgiu o nome do lugar) que ele coloca seu nome na fila por uma mesa. Aguarde na porta enquanto te servem uma cerveja. A espera foi mais curta do que o esperado, não mais que 15 minutos.
O tão comentado cardápio é passado a limpo diariamente num caderno, de acordo com o que foi fornecido fresco no dia pelos pescadores. E é atualizado a medida que os pratos param de sair (riscando-o da lista).
De entrada, casquinha de siri (R$7) e peixes agulhinhas fritos (R$10). Ambos muito bons e em porções bem servidas, que acompanharam as cervejas geladinhas - Skol e Malzbier (R$4,50/600ml). Se jogue também no molho de pimenta, que tava fresquinho e na medida certa (ao menos pra mim!)
Apesar da variedade de moquecas (beijupirá, bacalhau, arraia, vermelho), acabamos pedindo mesmo a de camarão (R$50). Calculamos um moqueca pra cada 4 pessoas e foi o ideal. A quantidade de acompanhamentos é grande: arroz, farofa, feijão fradinho, caruru e pirão (na falta dele, vatapá). Todo mundo saiu muito satisfeito!
De sobremesa, musse de maracujá ou brigadeiro de copinho (R$2) - que eu recusei, já que estava com a barriga lotada e queria guardar espaço pro sorvete na Ribeira.
A conta é anotada numa comanda, que fica o tempo inteira na mesa. E um detalhe: vá preparado com dinheiro ou cheque, porque lá não aceita nenhum cartão, seja de débito ou crédito.
Se é isso tudo que falam? Não. A comida é muito boa, mas não é nada fora do comum. Ainda assim vale muito a pena ir. Pela travessia de barco, pela vista linda demais, por ser um lugar legal pra ir com os amigos e por poder circular um pouco mais, conhecendo um outro lado de Salvador.
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A comida é maravilhosa... Conheço quando ainda funcionava numa barraquinha de madeira! A empresa é familiar e o tempero de D. Edimar é maravilhoso porém acho que deveriam Qualificar garçons e aumentar a quantidade deles, ai tornariam o lugar perfeito... tem que acompanhar o crescimento da demanda para o local! fora isso
Recomendo a todos...
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Ouvi falar tanto desse lugar, das suas porções generosas com preço baixo. Fiquei super curiosa, até que criei coragem pra ir conhecer. Foi difícil achar, estacionar então, nem se fala. Fui com umas amigas e o restaurante estava lotado, com algumas pessoas aguardando na rua. O restaurante é bem frequentado, apesar de ser um restaurante muito simples, nem um pouco arrumado. Conseguimos uns banquinhos pra aguardar na calçada e logo pedimos agulhinhas fritas pra beliscar enquanto esperávamos, estava uma delícia, sequinho e crocante. Quando finalmente conseguimos uma mesa, pedimos a famosa moqueca de camarão, com um preço generoso. Qual foi a minha decepção no tamanho dos camarões, minúsculos, por isso, a moqueca também estava sem gosto, só tinha tempero. Fiquei muuuuito decepcionada, pois ouvi falar tão bem do lugar, e por chegar e encontrar gente aguardando na rua, esperava muito mais, e não vi o mínimo dos mínimos. Após esta experiência, continuei ouvindo falarem muito bem do restaurante, inclusive uma tia minha que falou que a moqueca vinha caprichada e que os camarões eram enormes. Pensei comigo, na certa foi o dia, às vezes o camarão tava pequeno por causa da época. Lá fui eu novamente, fui com um casal de amigos, pedimos novamente a moqueca de camarão. Novamente uma decepção, dessa vez os camarões estavam maiorzinhos, mas ainda pequenos, porém, pelo menos dava pra sentir um gostinho de camarão, a quantidade não foi suficiente para 3 pessoas, o preço estava o mesmo que os demais restaurantes de comida baiana, saí novamente decepcionada e nunca mais voltei. Continuei ouvindo minha tia falar dos enormes camarões e grande quantidade, mas não quis mais arriscar, vai ver eu que não estou dando sorte, mas lá não volto mais. O local tem uma bela vista, mas não é nem um pouco arrumado, cadeiras e mesas de plástico, que eu não me importaria nem um pouco se a comida fosse pelo menos a metade do que ouço falar.
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24/02/2013
Ivanzinho S:
Uma pena,que falta de sorte em menina! rsrs
DANIELE:
Pois é, mas não arrisco mais!!! rsrs
quer provar a muqueca de camarao vai la nao vai se arrepender
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15/06/2013
Maria Beatriz Barros:
E a vista? Acho que não tem nada mais bonito em Salvador. Concorda?
Cristiano Pitanga:
sim da pra ver a ribeira da plataforma e tem atravessia 1ue larga bem juntim
Vista maravilhosa da Bahia de todos os Santos , comida excelente o unico problema é o tmanho do local que final de semana é muito cheio chegan do a fazer fila , preços razoáveis.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Ir sozinho, Almoçar, Cerveja, Drinques, Relaxar, Ponto turístico
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22/12/2012
Savana C. gostou
Savana Caldas:
Oi, Felipe! Eu fui e até que não esperei tanto, mas quem chegou depois de mim sofreu, hein! Hehehehe... acho que lá é um programa obrigatório para turistas e pessoas que moram na nossa cidade. e vc?
Felipe Diamante Negro:
Com certeza Savana e semre que posso vou lá tem amigos meus que moram emoutros estado que quando vem aqui é certo passar lá.
Local simples, porém disputadíssimo e uma comida muito boa a custo baixo, sua especialidade é muqueca de peixe, tem uma vista muito boa da Ribeira, fica próximo ao fim de linha de São João do Cabrito, existem três formas de chegar: de carro, de trem e a melhor, em minha opinião, que é indo para ribeira e pegar uma lancha que leva 15 minutos para atravessar a um custo de R$1,00 a passagem, só a travessia já vale a pena.
Bom para: Experiências gastronômicas, Ir com crianças, Casais, Famílias, Ir com amigos, Almoçar, Comida rápida, Ponto turístico
Ambiente
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Bebida
Custo-benefício
Pedimos uma moqueca mista, de camarão com peixe vermelho, e adoramos! Eles dizem que o pedido serve 4, mas deu pra 6 pessoas tranquilamente (e isso pelo preço de R$60, que é considerado baixo na cidade). Sem exageros: a melhor moqueca que comi em Salvador. O restaurante só abre nos fins de semana e estava lotado, mas valeu a pena a espera. O atendimento é bom e a paisagem maravilhosa. Voltarei em breve, sem dúvidas! O ponto negativo é que não aceitam cartão (débito ou crédito), apenas dinheiro.
Bom para: Experiências gastronômicas, Cerveja, Ir com amigos, Famílias, Almoçar, Ponto turístico
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Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
A primeira vez que estive neste restaurante foi após uma aula de fotografia, na Ribeira e imediações,e efetivamente,o ensaio se estendeu até o restaurante.O diferencial neste restô é que o cardápio é de bom gosto, a comida deliciosa, apesar do dendê, os pratos mantêm leveza, o que denota equilibrio no sódio.A mariscada vem borbulhando, cheia de charme e nos convida a mergulhar enquanto nos dividimos entre ela e o azul do mar.Ah, a carta, ou cardápio é num tradicional caderninho escolar.Seu Boca, uma alegria de pessoa.Sempre sorridente.E o público sempre elegante. No Boca vc se surpreende com os frequentadores, toda vez que vou encontro famiílias celebrando aniversários de suas vovós.E para quem tem crianças nada melhor. Lá vem o trem..... Olha o trem....O trem que faz a linha suburbana regularmente passa sob a janela revestida por um toldo do Boca.Também tem a opção de se deixar o automóvel na Ribeira e tomar uma barca que custa pouco e ir para o Boca de Galinha sob o sol e ao sabor da brisa suave de Salvador.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Famílias, Almoçar, Realizar eventos pessoais
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Total de opiniões: 14
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