Renaissance São Paulo Hotel

Endereço: Al Santos, 2233 , Jardim Paulista - São Paulo , SP - Brasil - 01419-002

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Hotéis

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RenaissanceSP

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Roberto Jun Ohara

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http://br.kekanto.com/como-chegar/renaissance-sao-paulo-hotel
Notas específicas:
Ambiente
(13)
Atendimento
(14)
Bebida
(5)
Custo-benefício
(11)
Limpeza
(2)
Comida
(6)
Dicas
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claudio g.
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marcelo m.
Núpcias
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Eduardo C.
Tem várias promoções para finais de semana romântico ou cultural que são bem legais.
Soraia M.
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Opiniões
O Renaissance é um hotel que disponibiliza ótimos serviços para quem mora em Sampa e quer aproveitar as comodidades de bom hotel, tem um serviço de day Spa maravilhoso o qual já experimentei a convite do hotel e passei uma tarde de rainha fazendo massagem, banho de hidro, lanchinho, simplesmente maravilhoso.
Também já assisti algumas peças no excelente teatro e assisti alguns cursos na área de eventos do hotel, o atendimento é sempre muito bom, o hotel é muito bonito, pé direito alto, decoração minimalista e sofisticada.
As 2 vezes que fui ao Hotel Renaissance foi para ir a um evento. O Hotel tem uma estrutura muito boa pra eventos. Um amplo espaço para o coffee break e um auditório que cabe cerca de 400 pessoas.

Além do espaço de eventos também conheci o restaurante que agora não me recordo o nome, mas lembro que a comida era maravilhosa, um buffet bem variado. As sobremesas também, várias opções à escolha, muito bom!
Lado B, Lado A

Indicar lugares bacanas para comer e beber bem, sem culpa, especialmente na conta bancária, sempre foi um dos principais objetivos deste blog. E foi com o intuito de saber se a gastronomia de um hotel cinco estrelas também é acessível às pessoas físicas, que aceitei o convite de um jantar itinerante para conhecer os novos espaços gastronômicos do Renaissance São Paulo Hotel, na terça-feira (22/07).

Após assumir meu “Lado B”, assim como outros blogueiros-jornalistas que estavam no evento, logo fui recebida com uma taça do leve, equilibrado e refrescante Taittinger Brut Reserve (R$ 198). Bom… Vale ressaltar que todo o jantar foi harmonizado com ‘vinhos top’, da importadora Expand e nesse quesito, o único argumento que harmoniza com seu bolso é o que se pode chamar de ‘preço da felicidade’.

No Lobby Sushi, o novo sushi-bar do Renaissance, a degustação preparada pelo chef Herrara incluiu sushis de enguia, salmão com ovas e baby polvo. Todos muito frescos e saborosos. Mas o que me chamou a atenção foi sabor do minúsculo molusco chamado Idako, melhor do que o polvo convencional.

Carlos Eduardo Netto, diretor de bares e restaurantes do hotel, contou que o baby polvo é vendido em conserva em lojas especializadas, no bairro da Liberdade, assim como a água-viva em conserva, que também está no cardápio.

Harmonizar vinhos com comida japonesa não é fácil. A escolha da Expand foi o italiano Faìve Rose Brut, produzido na região do Vento com uvas cabernet sauvignon e merlot.

Continuamos nossa jornada no Terraço Jardins, o restaurante internacional do Renaissance, comandado pelo simpático Chef Gayber Silveira, eleito o melhor de toda a rede Renaissance (Brasil sil sil!).

Na chegada, o chef Thomaz Leão já iniciava uma performance. Usando como base uma frigideira wok invertida sobre um fogareiro portátil, ele preparava uma versão do pão indiano naan, que é assado nas bordas internas do forno Tandoor. Boa idéia para quem quiser se arriscar a fazer um naan em casa.

No Terraço, o assunto é alta gastronomia. Na cozinha dos mortais, podemos reproduzir algumas idéias boas como a polenta crocante com recheio de queijo de cabra que acompanhava o macio carré de cordeiro e javali com aspargos e espuma de hortelã, a lá Ferran Adrià.

Para acompanhar o cordeiro, um vinho com nome e sobrenome, o mais top da noite: Brunello di Montalcino D.O.C.G. Pian delle Vigne 2000, do produtor Marchesi Antinori. O preço: R$ 298 – degustação de alta responsabilidade.

Criei bastante expectativa em relação à bebida, que está bem longe do meu orçamento, e acredito que igualmente do meu paladar. Sem dúvida é um vinho de alta classe, redondo, equilibrado e complexo. Ao contrário do que imaginava, no entanto, ao sorver os primeiros goles daquele Brunello, não ouvi o som de harpas celestiais e o céu iluminado não se abriu sobre a taça – com todo respeito aos 600 anos de história da família produtora.

Na sequência, filet mignon grelhado, foie gras e palmito pupunha muito macio. O chef Silveira deu a dica: retire o pupunha da casca, sele na frigideira e depois deve ao forno médio.

Gostei de estudar os sabores do fígado de ganso derretendo na boca, com um fim levemente adocicado. A experiência foi saborosa e menos complexa com uma taça do Terrunyo Carménère Peumo Valley 2005, uma das preciosidades da Concha Y Toro.

Quem busca uma refeição mais leve, em calorias e preços, pode apostar no Bytes, restaurante-lanchonete-cibercafé do Renaissance. E foi lá que provamos as mini sobremesas: um delicioso crème brûlée de pistache, a cintilante mousse de framboesa e a mousse de chocolate meio-amargo.

O jerez seco e envelhecido Lustau Solera Reserva Península Palo Cortado foi um cavalheiro com todas as sobremesas e superou o vinho do Porto – escolha inteligente da sommelier.

O Bytes ainda merece uma visita. O chef recomendou o de carpaccio de picanha defumada, mostarda Dijon e cebola caramelizada no pão de sete grãos. Quem trabalha na região também pode optar por pratos saudáveis como hambúrguer de salmão ou o Flat Bread, uma massa bem fininha, assada com 20 opções de recheio.

Gostei muito das propostas acessíveis do sushi-bar e do Bytes, que entram no circuito do Braun Café. E agora, no fim deste toast gigante, peço licença para voltar ao meu Lado A, e escrever sobre outros bytes. Até a próxima!

(Post publicado originalmente no Braun Café em 28 de junho de 2008)
O Hotel Renaissance convidou blogueiros e jornalistas para apresentar as novidades de sua área gastronômica em uma degustação itinerante, com pratos harmonizados com vinhos da importadora Expand.

Começamos pelo Lobby Sushi, um espaço recém-criado com a expectativa de atrair hóspedes e pessoas que freqüentam a região após as 18 horas.

Para a ocasião, o chef Paulo Uehara montou um combinado com sushi de salmão e ovas de peixe, sushi de mini-polvo e sushi de enguia, acompanhados pelo chirashizushi, uma tigela de arroz coberta com sashimi de atum e de salmão, pepino, nabo, shitake e camarão.

O frescor de todos ingredientes estava evidente e a Débora, que é muito mais fã de comida japonesa – aliás, ela é fã, eu não – achou tudo delicioso. Eu preferi voltar a minha atenção para o Faìve Rosé Brut (R$ 78), bem leve e doce no final.

Demos uma olhada no cardápio e vimos que os temakis têm preço variando entre R$ 13 e R$ 17,50. Não experimentamos, mas achamos interessante o suporte que o acomodava.

Já o Chefs Signature’s, combinado de sashimi, nigiri e rolls, sai por R$ 52 o individual e R$ 98, para duas pessoas.
Deixamos o sushi-bar em direção ao Terraço Jardins, o (sóbrio) espaço de alta gastronomia do Renaissance, que agora passa a ter uma área reservada ao chá da tarde.

O chef Gayber Silveira, eleito o melhor da rede no mundo, preparou um prato com carré de cordeiro e carré de javali com aspargos, espuma de hortelã e uma maravilhosa polenta recheada com queijo de cabra. Estava excelente. Nunca tínhamos comido javali e gostamos muito, a carne é macia e tem sabor suave.

O vinho foi o Brunello de Montalcino (R$ 298), sem dúvida o melhor da noite.

Antes do próximo prato chegar, limpamos o paladar com o sorbet de capim santo.

Em seguida fomos servidos de filet mignon grelhado com foie gras e palmito pupunha. Carne no ponto e com um tempero primoroso. A pupunha foi o destaque e superou o sabor do foie gras – inclusive nos certificamos de que podemos viver sem ele.

Para harmonizar, fomos servidos do chileno Terrunyo Carménère Peumo Valley 2005, da Concha Y Toro. Percebemos uma acidez maior que a do vinho anterior, mas também gostamos (R$ 148).

Espiamos o cardápio e vimos que os preços de pratos com carne variam entre R$ 48 e R$ 62. Já os peixes saem por algo entre R$ 54 e R$ 68.
E foi no último espaço que eu me senti mais à vontade – e a Débora disse o mesmo. Localizado entre a piscina e a academia, o Bytes é a área de alimentação rápida do hotel. Estações de computador e algumas mesas altas tornam o clima mais informal.

O cardápio, escrito em lousas enormes, traz sanduíches e saladas, algumas com ingredientes orgânicos e preços mais “encaráveis”: entre R$ 19 e R$ 23. Foi lá que nos serviram as mini-sobremesas: espuma de chocolate, creme bruleé de pistache (meu preferido), torrone com chocolate e pistache, além de um doce bem leve à base de iogurte e blueberry.

Os doces foram harmonizados com um Jerez, o Lustau Solera Reserva Península Palo Cortado (R$ 135). Um vinho do Porto teria agradado mais ao nosso paladar.

Ao contrário dos locais que costumamos visitar, em geral com preços bem mais acessíveis, os restaurantes do Renaissance e os vinhos que degustamos não são opções para o dia-a-dia – pelo menos não para o nosso. Porém, a ótima gastronomia do Terraço Jardins e do Lobby Sushi tornam esses espaços opções interessantes para uma comemoração ou um momento especial. Já os preços cobrados no Bytes não diferem tanto das boas casas de alimentação rápida e este pode ser o ponto de partida para quem se interessou em conhecer a gastronomia do hotel.

Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Chá das cinco… darling

Você mulher… quer trocar uma tarde no boteco por um chá das cinco? Pode parecer um lance para senhoras, mas gostei muito da experiência de tomar um chá completo e papear por algumas horas em uma tranqüila tarde de sábado, sem álcool, ainda mais em tempos de lei seca.

O chá da tarde é uma das novidades do Renaissance São Paulo Hotel, que criou um espaço próprio para atrair o público feminino entre o almoço e o jantar. Fui experimentar o chá a convite do hotel. A idéia é boa. O preço (R$ 39 por pessoa) é compatível com o serviço de primeira e com o menu, que traz boas dicas para agitar um chá em casa ou fazer um convite a amigas, mães, avós, tias etc.


Começando pela escolha do chá, pule o Twinnings e vá direto aos sabores deliciosos da IntiZen, vindos da Patagônia. Fabi Braun, irmã, nutricionista e agora blogueira, foi minha consultora e recomenda os sabores de frutas vermelhas e doce de leite e chá verde com camomila e casca de laranja. O site da Inti Zen dá uma bela colher de chá para quem quiser encontrar os produtos, incluindo os bairros onde a marca é vendida. Perfeito.

O elegante serviço tem início com Torradas Petrópolis feitas com manteiga e queijo parmesão na chapa. Esqueça qualquer dieta. O hotel oferece uma versão light do chá (R$ 35), mas você não vai querer perder nada da ‘versão full’, eu garanto.


O prato muito bem apresentado de ‘sanduichinhos’ foi a grande atração do chá. Destaques para o saboroso pão de leite com pasta de queijo de cabra, pimenta rosa, hortelã e folhas de rúcula; o brioche com pedacinhos de frango ao curry e alface; e o incrível sanduíche de tiras fininhas de cenoura levemente cozida com gengibre e um toque de requeijão. É difícil imaginar que um sanduíche de cenoura possa ser bom. Era o melhor, sem brincadeira.

Em seguida, as damas se deparam com um pratinho de muffin de castanha de caju, cookies de chocolate e granola vindos diretamente da padaria do Renaissance, com sabor de forno da vó. Muito macio e gostoso o cookie de granola.


Pedimos um café para acompanhar os cookies e nos prepararmos para os mini doces: tortinhas de morango, manga e kiwi derretendo na boca, um suave quindim decorado com uma raspa de coco e a macia carolina de creme. Palmas para o patissier. Sugiro uma caminhada pela Avenida Paulista após o evento.

Durante uma hora e meia, me senti como uma lady inglesa com o melhor atendimento do Brasil – o garçom Luiz Brasil é nota 10. Thank you darling.

Chá Inti-Zen (julho/2009): Segundo a leitora Roberta, na cidade de São Paulo, o chá Inti-Zen é vendido no Empório Santa Maria (Avenida Cidade Jardim , 790 – Itaim. Tel.: 3706-5211) e na Chocolab (Rua Pará, 18 – Higienópolis. Tel.: 3259.1941).

(Post publicado originalmente no Braun Café em 25 de agosto de 2008)
Fiquei apenas uma vez no Renaissance para ir assistir um show em São Paulo, foi uma diária só, mas lembro como me apaixonei pelo hotel. Principalmente pela decoração. O hall de entrada é enorme, imponente e magnífico, naquele conceito clássico de hotel. Achei tudo bem tradicional, o que adoro.

O quarto que ficamos era bem simples, mas com tudo super novo e impecável, inclusive os chocolatinhos no travesseiro. A decoração não é nada moderna, é bem clássica e impessoal com tons mais escuros. O chão tinha um carpete estampado daqueles bem típicos. Fomos em uma turma então estávamos espalhados pelo hotel, eles conseguiram nos deixar no mesmo andar, mas os quartos eram meio longe. Isso já tem um tempo, eu era mais nova e bem mais agitada, sei que fizemos muita bagunça naquele corredor enorme. Lembro que em nenhum momento fomos tratados com indelicadeza.

O café da manhã também é bem gostoso, não lembro exatamente o que tinha porque estava tão nervosa com o show que nem comi, mas eram muitas opções. O que mais curti foram as esculturas de gelo na mesa do buffet (a gente grava cada coisa esquisita na memória), não importa quantas já vi, sempre fico fascinada com aquilo, sei lá. Minha passada foi relâmpago e não conheci toda a estrutura do Renaissance, nem o restaurante.

O atendimento é impecável. O hotel oferece várias facilidades, inclusive carros com motorista. Essa foi uma parte muito legal porque com o nosso motorista conseguimos entrar no hotel da banda e conhece-los fingindo que tínhamos ido jantar. Aquilo estava uma loucura, milhares de pessoas em volta gritando, ninguém entrava no hotel.
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