Praça da Liberdade

Endereço: Praça da Liberdade , - São Paulo , SP - Brasil - 01503-010

Categoria:

Praça

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Laura Oliveira Brice

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Notas específicas:
Atendimento
(13)
Custo-benefício
(21)
Ambiente
(17)
Dicas
Na rua Galvão Bueno você comprar doces muitos gostosos nas lojas especializadas.
Flavio N.
Vá com dinheiro, ah muitas coisas interessantes perto
Alan P.
Aos sábados, as barracas não vendem yakissoba, pois os restaurantes estão abertos.
Vicky T.
Aproveite para tirar um fim de semana para visitar a praça, conhecer um dos museus e realizar o passeio no Palácio da Liberdade que é super legal.
Fred B.
Não deixe de provar o delicioso guiozá oferecido numa das barracas.
Rafael B.
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Opiniões
A Praça da Liberdade eu a conheço desde 1985, quando fui trabalhar na Editora Clube do Livro que ficava na Praça Carlos Gomes número 26, ali ao lado, para trabalhar sempre descia na Estação Liberdade e também como trabalhava de Office-boy na época sempre ia ao Banco Bradesco que ficava no centro da Praça da Liberdade.
Atualmente sempre gosto de ir aos domingos, ao qual a Praça é muito movimentada devida a feira que acontece na praça e pelo bairro, e fazer compras na rua Galvão Bueno e poder comer nas barracas com comidas típicas japonesas e chinesas. Sem contar com uma vasta rede de restaurantes pela região. Ótimo lugar para passear no final de semana.
Passo por essa praça quase sempre desde os meus 15 anos! Comecei a passar por lá primeiro pra ir para o meu curso de desenho que fica na rua de baixo, e hoje voltei a frequentar por trabalhar ali perto. E eu consigo gostar um pouco do clima, porque é realmente oriental, fazem dali uma colonia japonesa mesmo. As lojas são todas voltadas para produtos japoneses, seja alimenticio ou não. Os restaurantes são japoneses e por ali tambem tem escolas só para crianças japonesas. Mas a praça em si não é muito bem frequentada, sempre tem muitos sacos de lixos dos restaurantes ali da rua e é sempre cercada de mendigos. Nunca vi muito problema acontecer por conta disto, mas infelizmente não deixa o ambiente 100% agradavel, né...

Mas isso tem em todo lugar :/ Deixando isso de lado, é exatamente nesta praça que é realizada a feirinha da liberdade todos os finais de semana, e alguns eventos da cultura, com direito a palco e música :D

É uma ótima opçao os restaurantes dali, para quem quer conhecer mais da culinaria, e pra quem quer comprar alimentos e doces diferentes japoneses, la tem bastante mercearia com produtos proprios e altamente recomendaveis! haha
São Paulo é a maior cidade japonesa fora do Japão e a praça da Liberdade concentra ao seu redor muito desse espírito em suas lojinhas, mercadinhos, restaurantes.

A praça em si não tem nenhum atrativo especial exceto aos domingos, quando é realizada a Feira de Arte, Artesanato e Cultura da Liberdade, carinhosamente chamada de “Feirinha da Liberdade”.

Lá você encontra comida chinesa, japonesa e também culinária brasileira e artesanato de vários tipos, como bijus, camisetas, esculturas e etc.

Vá com muita paciência para enfrentar longas e demoradas filas, muita gente disputando um lugar para encostar e comer os quitutes e o lixo todo que fica espalhado por alí...

Ou vá nos demais dias da semana e ande mais a vontade e entre em todas as lojinhas mais tranquilamente e aproveite pra almoçar num restaurante bem bacaninha por alí, sugestóes aqui no Kekanto não faltam!!!

Curiosidade: "Na praça onde existe hoje a estação Liberdade do Metrô, há alguns anos atrás, havia a estátua do Regente Diogo Antonio Feijó. Ela foi retirada no início das obras para a construção da estação. Mas há muito tempo atrás, a Praça da Liberdade era chamada de Largo da Forca (ou a Praça dos Enforcados).
Na época do Brasil Império, muitas vidas foram tiradas na Praça com a execução de criminosos através da forca. O porquê da mudança de nome, de Praça dos Enforcados para a Praça da Liberdade, está no fato de o ato de ser executado significar também a liberdade para o condenado. Até o momento da execução, ele se encontrava no lado totalmente oposto da liberdade." (fonte ACAL)
A praça da Liberdade é um local meio estranho pra quem olha pela primeira vez.

Estranho porque nem sempre as pessoas estão acostumadas a ver decoração típica japonesa e coisas do tipo.

Algo que eu adoro na pracinha são os quiosques de comida oriental, que sempre fazem tudo na hora e sempre vem tudo bem quente e gostoso.

Antigamente o pessoal mais jovem ficava bebendo na praça, coisa que hoje já não rola tanto por conta do policiamento pesado no local que acabou com a farra do pessoal. Frequentei muito esse local durante um tempo pois era ponto de encontro com os meus amigos, onde todos íamos pra algum outro lugar do centro.

Tem um McDonalds nessa praça também, e esse Mc tem um jardim muito bonito na parte de trás, lembra até as construções orientais.

Sempre gostei muito de frequentar esse local, mas não sei porque. Tem algo que me atrai e muito, mas acho que deviam investir mais e dar uma ajeitadinha porque está tudo muito abandonado, como praticamente todas as praças e construções legais do centro de SP.
A Praça da Liberdade é um local muito frequentado em São Paulo por jovens e por pessoas identificadas com a cultura nipo-brasileira. Todos os sábados e domingos há uma feirinha com barracas oferecendo produtos artesanais, roupas, objetos de decoração e comidas.
A localização é privilegiada, pois fica em frente a Estação de Metrô da Liberdade e a Praça é cercada de varios estabelecimentos excelentes de diferentes segmentos, tais como: hotel, restaurantes, mercados, pastelaria, padaria, loja de cosméticos, livraria, sorveteria, etc.
Perfeito para passear com a família gastando pouco.
A praça da Liberdade é onde acontece a feira de mesmo nome que é passeio obrigatório em algum domingo,para quem quer curtir um pedacinho oriental em São Paulo.Além da feira da Liberdade,no entorno dessa praça você encontra mercearias e lojas que vendem produtos orientais e vários restaurantes.Também é nesta praça onde fica uma das saídas do metrô Liberdade,que leva a todos estes estabelecimentos.Lá também é palco de várias festividades,como por exemplo, o Ano Novo Chinês. Resumindo,ponto de visita obrigatório para paulistanos e turistas.
Fui algumas vezes nessa praça quando vou comer em algum restaurante chinês pela liberdade. A feirinha é um pouco interessante, mas nada de espetacular... Tem alguns artesanatos como colares, brincos e pulseiras. Tem algumas coisas meio exóticas também, como um limpador chinês de língua (?) hahaha. Mas também tem coisas do tipo 25 de março. Brinquedos e mais muitas outras coisas bem vagabas...

Não é uma das minhas feiras favoritas... Mas se estou por perto, porque não né?
Quando se fala da Praça da Liberdade, imediatamente associa-se à Feirinha da Liberdade que ocorrem em todos os finais de semana.
O que poucos sabem, é que neste local enforcavam-se os criminosos, principalmente os escravos, dai o nome Largo da Forca, e boa parte do bairro em direção a Baixada da Glicério, era o cemitério público e a igreja dos aflitos que fica na rua dos Aflitos (Rua sem saída no numero 48 da rua dos estudantes) era a capela onde se velavam os escravos enforcados e a Igreja Santa Cruz Almas Enforcados é aquela que fica na esquina da Av.Liberdade com a Praça da Liberdade, o cemitério foi transferido para a Consolação, graças a doação da Marquesa de Santos deste terreno para instalar o cemitério. Conta a história que o cabo Chaguinhas, condenado a morte por liderar uma revolta em Santos por falta de pagamento dos soldos, foi sentenciado a forca; após 3 tentativas, (a corda se rompera 3 vezes), os presentes não concordavam com a execução e gritavam Liberdade, Liberdade, definindo assim o nome da praça, mas o cabo foi executado a pauladas pelo seu carrasco.

O Local diariamente realiza as atividades da Rádio Taisso, indicado a todos, mas os participantes na maioria são orientais que praticam esses exercícios desde 1978 as 06:00 hs da manhã, não é bom começar assim seu dia?
Alguns eventos realizados na Praça da Liberdade:
Abril – Hanamatsuri – Festival das Flores, em conjunto com a Federação das Seitas Budistas. O desfile do grande elefante branco carregando o pequeno Buda acontece no sábado.
Junho – Campenato de Sumô da Liberdade – grande campeonato com atletas de todo o país. Realiza-se aqui a seleção dos atletas juvenis que representarão o Brasil no Campeonato Mundial de Sumô. A arena (dohyo) e as arquibancadas são montadas em plena praça da Liberdade.
Julho – Tanabata Matsuri – Festival das Estrelas, em conjunto com a Associação Miyagui Kenjinkai. As principais ruas do bairro são enfeitadas com bambu e grandes enfeites de papel simbolizando as estrelas. Os visitantes colocam um pedaço de papel com pedidos.
Dezembro – Toyo Matsuri – Festival Oriental. Apresentação de várias manifestações culturais do oriente. O bairro recebe o Nobori, coloridas bandeiras verticais.
Dezembro – Moti Tsuki – Festival de Final do Ano. O arroz é socado em pilão para a confecção do moti (bolinhos de arroz) que é distribuído aos presentes para dar sorte. Sempre no dia 31 de dezembro. (fonte: http://www.culturajaponesa.com.br

No seu entorno o comérico é rico e variado, com muitas lojas de produtos e alimentos importados além de verduras cultivados pelos imigrantes chineses que voce só encontra por aquí.
A praça tem a estação de metrô Liberdade e alguns pontos de ônibus em volta, mas em si, não tem grandes atrativos durante a semana. Durante o final de semana ela se transforma e abriga a tão famosa Feira da Liberdade, onde são montadas várias barracas com diversos produtos e comidas orientais. O local fica bem cheio e intransitável para quem vai de carro. A praça também é ponto de partida do bairro da Liberdade. Toda vez que saio do metrô, me sinto entrando num mundo a parte. Adoro a decoração dos imóveis ao redor, as placas que são escritas em português e em japonês, a quantidade de orientais por metro quadrado, que é um povo com o qual eu sempre simpatizei bastante, a diversidade de restaurantes e lojas remetendo ao Nihon, enfim, uma atmosfera deliciosa que me faz mergulhar numa cultura tão fascinante.

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A Praça da Liberdade é hoje um local agradável que proporciona aos visitantes uma experiência única com o contato de uma cultura diferente da nossa, é possível sentir-se estrangeiro em visita de algum país asiático sem sair de São Paulo. Mas nem sempre foi assim.

Durante a época do Brasil Império, quando nossa Sampa Tonga minguados 35.000 habitantes aproximadamente, a hoje denominada Praça da Liberdade era conhecida como Praça da Forca. Era um local de execução pública, em sua maioria de escravos revoltosos mas, também de criminosos comuns e militares sentenciados à morte por enforcamento.

No fim fio Século XIX, um soldado sentenciado à morte despertou pedidos de clemência da multidão que aguardava antes,o seu enforcamento. O Praça, teve a corda rompida durante a sua execução, em nova tentativa com tia de couro, novamente não foi morto, o que fez com que a população pedisse por clemência acreditando que aquilo fosse um sinal divino de sua inocência. Entretanto, sua execução foi levada a cabo por linchamento.

Por conta disso populares ergueram a Capela da Santa Cruz das Almas dos Enforcados, que não resistiu ao tempo mas, que cedeu lugar à Igreja que hoje existe lá.

Vale a pena conhecer o local, por sua cultura asiática, não preço histórico sombrio de outrora.
A Praça antes de mais nada, é um ponto turístico, o nosso "Chinatown" que na verdade, tem um pouco de tudo. Restaurantes chineses, japoneses e coreanos. Lojas e mercearias orientais e muitos camelôs nos arredores.
Está bem localizada na saida da estação de metrô Liberdade, uma ótima facilidade de acesso. Aos sábados e domingos, tem uma feira de artesanatos, plantas e comidinhas. A feira é muito mais interessante aos domingos, que é quando tem um maior número de bancas e inclusive tem o das comidas que aos sábados não tem. Aos domingos, essa praça fica totalmente congestionada, bom para quem gosta de enfrentar multidões.
Não gosto da Praça da Liberdade. De todas as praças importantes do centro, essa é provavelmente a mais sem graça e sem atrativos.

Fica na boca do metrô Liberdade e rola uma feirinha gastronômica e cultural voltada para os orientais (chino/japs/coreans), e talvez essa seja a grande atração do lugar.

É a porta de entrada para a Liberdade, mas não tem muitas coisas nela (os restaurantes estão nas ruelas mais pra dentro do bairro).

Há poucos lugares pra sentar e não é o último requinte arquitetônico existente no centro de SP hahah
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