Praça Benedito Calixto Escrever opinião

4 star
Praça Benedito Calixto

Praça localizada em Pinheiros onde ocorre todas os sábados a Feira de Artes e Cultura da Benedito Calixto. Ótimo lugar para encontrar artesanatos e produtos retrô. 

Preço por pessoa:

$$$ (De R$25 até R$50)

Categoria:
Praça
Formas de pagamento:
Débito:
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex.: Fechado
Sab.: 0:09 às 0:19
Dom.: Fechado
Primeira opinião por:
Vânia M.G.
Detalhes:
Acesso para deficientes
Animais permitidos
Ar condicionado
Aceita reservas
Inaugurado em 1987
Ingresso por telefone

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Notas:
2 estrelas
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1 estrela
0
Notas específicas:
Custo-benefício
(13)
Ambiente
(6)
Atendimento
(4)
Classificar por:
Opiniões   (22)
 
A praça eh simples e a conservação não eh das melhores. Mas aos sábados, tem feira de antiguidades e artesanato. São dezenas de barraquinhas que, como bem disse a Vânia Garcia, são do arco da velha! rsss
Você encontra moveis, torneiras, lustres, brinquedos, utensílios de cozinha... tudo muito antigo. Praticamente tudo que se vê esta a venda.
O artesanato também eh um forte da feira. Bonecos de pano, roupas, enfeites, sapatos bijuterias, pedras, reciclados...
Procurando por presentes, conheci a Maria. Simpática artesa e vendedora da barraca de bijuterias Mary Blue. São pecas feitas em vidro e algumas delas de vidro reciclado. Colares, pulseiras, brincos e pecas versáteis que se transformam para cada ocasião. Tudo de bom gosto e qualidade.
A maioria dos vendedores são simpáticos. Mas alguns são um pouco rabugentos e não gostam que você tire fotos ou chegue muito perto das mercadorias com foi o caso da barraca de mascaras e da barraca de brinquedos antigos.
Tive a oportunidade de ver ouvir um disco tocado em um gramofone em perfeito estado de conservação.
No centro da feira ha barraquinhas de comidas e doces. E em volta da praça ha alguns restaurantes e bares que ficam sempre cheios no dia da feira. Alias as ruas também ficam lotadas impossibilitando quem não chega bem cedo de estacionar o carro.
Da praça, você avista a Paróquia São Paulo da Cruz, mais conhecida como Igreja do Calvário. Uma linda construção por fora e maravilhosa decoração interna que ficarão para uma outra resenha.
* Muitas barracas aceitam cartões de credito.
Dica: Para estacionar, chegue bem cedo!
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 25/09/2011
Adriana de Souza Pereira:
Bom saber. Da próxima como o pastel pra saber. rsss
Vânia M.G.:
A feira dessa praça é imperdível, né?
luiz braz pereira de camargo:
essa eu conheço, mirian, parabéns pela matéria.
 
A feirinha da praça Benedito Calixto em Pinheiros, surgiu em 1987, e hoje já é considerada um ponto turístico tanto pelos paulistanos quanto pelos turistas.

Todo sábado, das 09:00 às 19:00, um conglomerado de todo tipo de gente passeia pelos seus corredores, para conhecer o trabalho de seus 320 expositores, que são divididos em: artesanato , obras de arte, antiguidades, além da praça de alimentação.

É um passeio bem interessante, mesmo não havendo interesse de compra.
É surpreendente descobrir que mesmo com tanta tecnologia e modernidade, o "antigo" ainda conquiste tanto público e mercado.

Para quem possui peças antigas e raras é o local certo para vendê-las.
Dica: Estacione longe pois é difícil encontrar vaga nas proximidades
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais
Gostei Comentar Reportar 03/12/2011
rafael assad luz:
ótimo passeio, esta praça é muito legal mesmo, reune diversão e cultura
Teresa Maria Fava:
Para quem curte antiguidades, você encontra muita coisa, o preço é um pouco salgado, mas vale a pena. E depois tome um lanche, também tem barraquinhas de comida muito saborosa.
 
A praça Benedito Calixto é muito famosa, não só pela sua feira ou pela sua tradição no bairro de pinheiros, mas sim pro ser um simbolo contra a ditadura!
Nesta praça foi travada diversas manifestações da população contra a repressão da ditadura, e acabou virando um simbolo de resistência que permanece ate hoje, lá é bem vinda todo tipo de pessoas, temos os encontros dos amantes do rock, dos clássicos, da MPB e da atualidade.
Em alguns sábados especiais no mês tem a famosa feira de discos e cd's e também antiguidades, a feira de disco é bem legal, reviver o momento do vinil para uns o primeiro contato para os mais velhos uma lembrança do passado dos tempo da brilhantina! Eu costumava ir sempre com meu Pai nessa praça e continuo indo, pois ele é muito fã de discos e seus maiores amigos também então rola um encontro de nostalgia por parte deles, eu gosto de ir para ouvir as historia do tempo em que eles caminhavam para os bailes da região, bem legal!
A feira de disco é bem completa, você vai encontrar discos e cd's de todas as épocas e de todas as categorias de musicas, isso antigas, gravadas com instrumentos, digo isso pois lá não tem cd's de musicas eletrônicas, claro! Fora o vinil e cd, tem as antiguidades, ai é outra categoria, você com certeza vai ficar impressionados com o muitos produtos que lá tem para vendas, vai desde lustres a pínicos rsrs, a brinquedos, roupas, quadros e uma infinidade de produtos, bem legal para decoração ou para guardar de lembranças!
A região não para por ai, agora todas as antigas casas que rodeavam a praça, são lojas, pequenas galerias com diversos produtos, tem desde adesivos a roupas, e artigos para decoração.
Hoje é muito frequentada na parte da tarde pela comunidade GLS, na maioria eles são mais preocupados com decorações e vestimentas, mas também ficou marcada como praça de encontro deles, sem novidades!
Para mim a praça é um pouco da minha historia e da nossa cidade, um ponto turístico com certeza, não se assuste de trombar muitos gringos lá.
Estacionamento, tem opção de parar em 45º na própria praça, mas fica cheio e impossível achar, subindo a Rua Teodoro, também dá para estacionar em alguns pontos, mas para não ter stress fica a cargo de estacionar em um particular, mais fácil para levar suas compras!
O atendimento é ótimo, pois quando você vai comprar algo, não vai ter só informações sobre as especificações do produto ou como funciona, você também vai carregar a historia do produto, como ele surgiu ou como foi feito e melhor de quem era ou como chegou ate lá, historias bem legais que valem as vezes apenas a visita na praça!
Dica: Ponto Turístico!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Famílias, Ponto turístico, Gastar pouco
Ambiente
Atendimento
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 19/10/2012
rafael assad luz:
Essa feira é muito bacana msmo
Paula Th:
Não conhecia esse lado histórico revolucionário, legal!
 
Eu AMO esta feira....Sou fã de feiras, mas esta, na praça Benedito Calixto, está entre as minhas favoritas (junto com a do Largo da Ordem, em Curitiba).

Esta é uma feirinha pequetita, mas linda, charmosa e o lugar perfeito para passar horas e horas, vendo antiguidades, comendo um bom pastel, tomando uma cervejinha gelada. Falando em gastronomia, as poucas barraquinhas são bem diversificadas mas, uma em especial, é a que mais recomendo: lá, vendem o buraco-quente (um pão generoso com tudo, desde maionese a carne e molho) e vários espetinhos! Não lembro mais o nome do dono desta barraquinha, mas ele é uma figuraça e, enquanto prepara um lanche e outro, não perde a simpatia e consegue nos arrancar várias risadas.

Enquanto come, aproveite para ouvir um bom samba de raiz que sempre acontece lá. O mais impressionante é que o grupo é formado por vovôs e a nossa geração, que seriam os netinhos. E se quiser ver um show à parte, tenha a sorte de presenciar um engraxate super peculiar, que surge do nada, e começa a engraxar os sapatos de um senhor vestido de forma elegante, de bengala, sentado à frente da banda (ele sempre está lá, não sei se é amigo da banda ou ou o "charme" da roda de samba). Espera, o cara não dá qualquer engraxadinha: ele lustra os sapatos com o ritmo da música que está tocando na hora. É sensacional!

Ah, e claro! Tem as antiguidades também: vasos, brinquedos, óculos, bijuterias, peças para colecionadores, máquinas fotográficas etc. Muita gente diz ser caro, mas, olha, já visitei algumas feiras e as câmeras de foto valem à pena (se quiser mais opções, vá até o Bixiga, aos domingos).

Então, pega um sabadão de sol e vai lá pra Benedito Calixto, e APROVEITA! É tudo de bom! ;-)
Dica: Vá aos sábados e prefira ir de metrô!
Ambiente
Atendimento
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 18/11/2012
rafael assad luz:
o pastel é d++ msmo, gosto tbém d uma lojinha de gibis nos arredores da praça
 
A praça em si, com vários restaurantes e bares, é um local bem agradável para um almoço ou jantar. Aos sábados, tem uma feirinha de antiguidades, artesanatos e barracas de comidas. A feirinha, na maioria de aposentados, trazem peças antigas, algumas velhas, para vender e aproveitar para passar o tempo. Com um tempinho bom como hoje, foi mais do que um passeio, ficar olhando as bugigangas, e inclusive esticar até a Teodoro Sampaio, pra quem curte instrumentos musicais ou para quem tá mobiliando a casa. Ah, e a partir das 14h30, tem chorinho na praça aos sábados.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais
Gostei Comentar Reportar 18/08/2012
 
A praça, que fica entre as ruas Cardeal Arcoverde e Teodoro Sampaio, em Pinheiros, é um lugar bem espaçoso e arborizado que costuma ter skatistas em nas noites dos dias úteis. No final de semana, o negócio fica diferente!

A feira é bastante conhecida em São Paulo por seus artesanatos e barraquinhas que vendem materiais antigos. Nem que você não compre nada, é MUITO legal ir lá só pra olhar e conhecer o que o pessoal tem pra vender/contar. Na minha opinião é a feira mais charmosa de São Paulo.

A última vez que fui, não consegui resistir e tive que comprar dois posteres com fotos antigas e designs retrôs. Mas admito que fiquei com vontade de comprar um aparelho telefônico, uma armação de óculos e uns brinquedinhos da época da minha infância. O problema é que tudo é muito caro.

O bacana é que em dia de Feira, todo o comércio da Praça se modifica - desde vendedores de rua, até as lojinhas próximas.

As pessoas que costumam frequentar o lugar são bem variadas - desde o pessoal com estilo do Baixo Augusta até o povo da Vila Madalena.

Só funciona de sábado. Tem fácil acesso de ônibus e há muitos restaurantes e bares nas proximidades.
Dica: Assista ao chorinho, das 14h30 às 18h30 dos sábados
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 24/02/2012
 
A Praça Benedito Calixto é, sem dúvida alguma, um excelente programa para um sábado de sol. É uma delícia passear na feirinha de antiguidades e depois almoçar no Consulado Mineiro!!! Para o almoço, vá preparado, porque é muito concorrido. As mesas da calçada não ficam na lista de espera, quem pegar, pegou!!! Uma vez, quase me peguei com outra menina por uma mesa. Eu sei que é feio isso, mas o lugar era muito bom. Para quem quiser saber, fiquei com a mesa . Voltando ao assunto, então, já comprei vários móveis na feira, os preços são bons, mas tem quem pechinchar!!! No Consulado, tem que pedir a porção de torresmo!!! Melhor torresmo de São Paulo!!! E meu prato favorito é o tutu de feijão .
Dica: Almoçar no Consulado Mineiro
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais
Gostei Comentar Reportar 23/09/2011
 
A praça em si não apresenta glamour especial, paisagisticamente falando.
Todavia, os bons estabelecimentos ao redor, como lojas, bares e restaurantes contribuem para dar um ar mais pitoresco ao local. A feirinha de sábado dá o toque final para consagrar este ponto turístico.
Gostei Comentar Reportar 21/08/2012
 
Parte 1:


“A praça é do povo como o céu é do condor. É o antro onde a liberdade cria águas em seu calor”, disse o poeta Castro Alves.
São Paulo é uma cidade de feirinhas de arte. Fora as feiras anuais, como a da Pompéia, do Brooklin ou da Vila Madalena, há feiras semanais famosas, como a do MASP, a da Praça da República, a do Bixiga ou a da Liberdade. Mas talvez nenhuma delas exemplifique tão bem os versos do "Poeta dos Escravos" quanto a feira da praça Benedito Calixto, em Pinheiros.
Ponto de referência cultural, a “Benedito” é freqüentada por um público um pouco mais exigente, formado por jovens e idosos, héteros e uma grande parcela de homossexuais, famílias e crianças, brasileiros e muitos estrangeiros, artistas, decoradores e desocupados. Gente de todos os tipos que deixa a feirinha de sábado com um clima feliz, descontraído, iluminado.
A história da feira começa em 1985, quando um grupo de amigos que lutava pela reforma da praça e por sua utilização para lazer e cultura, resolve fundar a Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto e, com ela, a feira.
E assim numa área de 4.500 m2, dos quais cerca de 40% são de área verde, instalaram-se de imediato dezenas de barracas que vendiam artesanato, antiguidades, roupas, discos, livros, brinquedos, louças, móveis e diversas outras coisas, cujo sucesso foi tanto que hoje as barracas passam de trezentas, e muitos galpões foram criados ao seu redor para abrigar mais expositores.
Também graças ao sucesso da feira, ali surgiram inúmeras lojas de decoração e artesanato – algumas das melhores da cidade, além de uma série de bares e restaurantes, capitaneados pelo Consulado Mineiro, pioneiro ao abrir suas portas ali, em 1991.
Podemos afirmar que o ponto forte da feira, como em muitas outras, são as antiguidades. Entre cristais, louças, talheres e abajures, podemos encontrar antiqüíssimas máquinas fotográficas, pingüins de geladeira, garrafas de crush, jarras plásticas em formatos de abacaxi, óculos dos mais diversos tipos e por aí vai.
O destaque desta parte da feira fica com a barraca do “Museu da Voz”, criado por Jorge Narciso Caleiro Filho e pelo jornalista Luiz Ernesto Kawall (que, aliás, foi colega de meu pai) e que reúne um acervo de mais de 4 mil vozes gravadas, incluindo depoimentos de Santos Dumont e Thomas Edison, declamações de Cora Coralina, pronunciamentos de Adolf Hitler e de Indira Gandhi e mesmo uma gravação da atriz alemã Marlene Dietrich cantando “Luar do Sertão” em português. O museu funciona dentro do apartamento do jornalista na própria praça, mas a barraca que o representa, uma das pioneiras da feira, está nela todo sábado, há mais de 20 anos.
Outra coisa que chama a atenção de adultos e crianças por ali são algumas barracas que vendem brinquedos de todas as idades. São bonecos de personagens ou super-heróis, carrinhos, jogos, robôs, gênius, ataris, autoramas, telejogos e uma infinidade daquelas coisas que marcaram a infância de todos nós.

(continua...)
Dica: Vá de manhã para curtir a feira e à tarde para curtir o público.
Bom para: Ir com amigos
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 07/09/2011
 
Parte 2:

(continuação...)


Mas nem só de antiguidades vivem as barracas e por lá podemos encontrar, entre centenas de outras opções, as bonequinhas de pano da Ana Mainieri, as deliciosas e criativas roupas da Vera Verão, as sedas pintadas à mão da Marlene, as marchetarias do Carlos Alberto Martins, as luminárias artesanais do Marco, as incríveis máscaras do José Toro-Moreno e, claro, a barraca do André, querido amigo que, depois de 15 anos de feirinha, mudou de ramo, mas por precaução ou apego deixou seus incensos, produtos esotéricos e peças balinesas, tailandesas e indianas nas mãos do Eduardo, no mesmo ponto.
Uma outra coisa que diferencia a feira das demais é o projeto “Autor na Praça”. O projeto, cuja idéia básica é a de aproximar os escritores do público através de palestras, bate-papos e tardes de autógrafos em plena praça, surgiu há 12 anos da iniciativa coletiva do produtor cultural Edson Lima, do poeta e jornalista Fred Maia, do designer gráfico Marcelo Max, do jornalista Mouzar Benedito e do escritor e dramaturgo Plínio Marcos, que foi o primeiro a se apresentar, acabou se tornando o padrinho do projeto e, após sua morte, deu nome ao espaço onde ele é realizado.
Pelo Autor na Praça já passaram centenas de convidados, entre nomes como Ignácio de Loyola Brandão, Eduardo Suplicy, Chico e Paulo Caruso, Juca Kfouri, Washington Olivetto, Lourenço Diaféria, Regina Echeverria, Frei Betto, Tatiana Belinky, Roberto Freire e até o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns.
Mesmo com tudo isso, o epicentro da feira é mesmo a sua pequena praça de alimentação, onde o pessoal se aglomera durante as tardes para disputar os pastéis da Patrícia, os lanches naturais da Zuleika, um caldinho de feijão, um “buraco-quente”, o acarajé da Luzia e, de saída, os doces do casal Maria Emília e Benê, servidos em copinhos plásticos com colherzinha de madeira.
Tudo isso maravilhosamente acompanhado por “Canário e seu Regional”, inabalável grupo de chorinho que sábado sim outro também desfila, no meio da praça, clássicos de Pixinguinha. Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga e outros ícones do choro.
No clima festeiro que toma conta da praça todas as semanas, o que mais chama a atenção é a variedade, não só de mercadorias, mas de gente. O mérito é de toda a região, que sempre foi meio “do contra” e nadou contra a corrente, conseguindo manter hoje a cada dia mais difícil qualidade de colocar o homem em contato com seu meio a céu aberto.
Nas palavras da própria associação que cuida da feira: “a Praça Benedito Calixto tem sido um exemplar raro desta resistência ao confinamento, ao medo, e tem conseguido se manter como um espaço privilegiado para o congraçamento de muitos grupos diferentes que possuem um objetivo comum: o do lazer saudável, o da busca das atividades sociais e culturais que lá ocorrem. É, ainda, um reflexo do que existe de belo nesta cidade de tantas questões e cores”.
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 07/09/2011
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