Museu da Casa Brasileira

Endereço: Av Brigadeiro Faria Lima, 2705 , Pinheiros - São Paulo , SP - Brasil - 01452-000

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Categoria:

Museus

  | Rank: 13º de 71
Site oficial
mcb.org.br
Bom para
Famílias, Ir sozinho

Primeira opinião
Daniel (mancuise)
Horário de funcionamento
Seg.
10h - 17h
Ter.
10h - 17h
Qua.
10h - 17h
Qui.
10h - 17h
Sex.
10h - 17h


Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Local para comer
  • Estacionamento: 15,00


Como chegar
Favorito
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http://br.kekanto.com/como-chegar/museu-da-casa-brasileira
Notas específicas:
Ambiente
(16)
Atendimento
(17)
Custo-benefício
(12)
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Opiniões
Eu não cheguei a entrar, mas passei um tempão fotografando a parte externa. Estava numa saída fotográfica, e o professor conversou e conseguiu permissão. A galera foi gente boa, nenhum estresse.

A programação é bastante interessante, mas moro muito longe, então não voltei mais. Percebi que é uma casa bem bonita, com um belo jardim. Pra quem curte tranquilidade no meio da selva urbana, é uma boa escolha.
Museu bastante pequeno sobre as casas brasileiras e coisas que você costumava encontrar dentro delas. Na minha opinião, infelizmente a melhor parte desse museu é na verdade o restaurante que fica nos fundos, onde tem uma área ao ar livre bem agradável e com bastante verde. Não cheguei a provar a comida, só tomei um suco pois é um restaurante caro.

Vale a visita se já estiver passando por perto.
Dedicado a contar um pouco dos costumes brasileiros expondo móveis e objetos de diversos períodos da história, não é o maior museu da cidade de São Paulo mas é bastante interessante, especialmente para designers e arquitetos.

Além de possuir uma programação de eventos culturais muito ativa, seu jardim é uma ótima opção para relaxar. Passe uma tarde quente entre as árvores nativas da cidade que ali foram plantadas e que hoje já não existem mais em seu habitat natural. Também possui um ótimo restaurante com terraço aberto.
Aproveitei para conferir a exposição "Giugiaro: 45 anos de design italiano" no Museu da Casa Brasileira, que terminou em 31/04/13. Foi fácil estacionar na Rua Escócia, bem ao lado. Existe um estacionamento dentro do museu. A primeira meia hora é grátis, depois é cobrado R$ 15,00 na primeira hora.

A entrada: R$ 4,00. Meia entrada: R$ 2,00. Acesso a pessoas com deficiência. Bicicletário com 20 vagas. Aos domingos e feriados grátis.

Embora passe com frequência nesse endereço nunca tinha visitado esse museu. O prédio possui dois pavimentos para exposição: a maior parte do térreo, onde estava a exposição de Giorgetto Giugiaro em 5 salas. E o segundo andar e parte do térreo onde está a exposição da Coleção Crespi-Prado, que relembra o estilo de vida dos antigos moradores desse edifício (foi a mansão do ex-prefeito de São Paulo Fábio Prado e sua esposa Renata Crespi, o museu foi inaugurado em 1972).

A mostra de Giorgetto e Fabrizio Giugiaro (pai e filho comandam a Italdesign Giugiaro, associada à Volkswagen desde 2012) é composta de originais dos projetos em escala reduzida e alguns protótipos em escala natural de diversos produtos desenvolvidos nos últimos 45 anos do estúdio de design: máquina de café expresso, câmeras fotográficas Nikon, estádios de futebol, móveis, luminárias, artigos esportivos, eletrodomésticos, etc.
O melhor do design italiano. Até massa para macarronada.

O que mais chamou a atenção foram os protótipos para automóveis Volkswagen, Audi, Alfa Romeo, Lamborguini, Maseratti, Lotus, Bugatti; entre outros. O principal é o Golf, projeto solicitato pela WV alemã em 1969 para substituir o Fusca que, apesar do enorme sucesso, já dava sinais de declínio.

Um exemplar impecável do primeiro modelo estava exposto no ambiente interno. O VW Passat foi outro grande projeto do estúdio. No ambiente externo, numa área protegida do estacionamento, estavam outros protótipos.

Diversas fotos, vídeos e uma mesa com revistas, livros e outras publicações também faziam parte da mostra. É muito interessante verificar todo o processo da concepção do design industrial.

No segundo andar, na exposição Crespi-Prado estão algumas fotos curiosas das Avenidas Faria Lima e Europa no início dos anos 70. E depois as mesmas fotos nos dias atuais. Onde era o edifício Dacon (aquele redondo) era um enorme galpão da mesma concessionária VW. A Av. Faria Lima, que havia sido construída no prolongamento da Rua Iguatemi até o Largo da batata, era praticamente composta de casas nas adjacências, com poucos edifícios.
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