Museu da Casa Brasileira

Endereço: Av Brigadeiro Faria Lima, 2705 , Pinheiros - São Paulo , SP - Brasil - 01452-000

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(11) 3032-...

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Categoria:

Museu

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Site oficial
mcb.org.br
Bom para
Famílias, Ir sozinho

Primeira opinião
Daniel (mancuise)
Horário de funcionamento
Seg.
10h - 17h
Ter.
10h - 17h
Qua.
10h - 17h
Qui.
10h - 17h
Sex.
10h - 17h


Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Local para comer
  • Estacionamento: 15,00


Como chegar
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http://br.kekanto.com/como-chegar/museu-da-casa-brasileira
Notas específicas:
Ambiente
(16)
Atendimento
(15)
Custo-benefício
(10)
Dicas
Perfeito para a galera chegada em história e design.
André C.
Chegue cedo para os shows
Alessandra C.
Vá em dias de apresentações, o museu não é tão bacana assim
Fabio M.
Ir à tarde
Ana H.
Estacione na Faria Lima aos domingos, é permitido. Senão pague 15,00.
Gloria
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Opiniões
O MCB é um pequeno paraíso no meio do agito da Avenida Brigadeiro Faria Lima, possui exposições permanentes de móveis de época e atualmente sedia a X Bienal de Arquitetura, além disso sempre ocorrem apresentações musicais.
Há um restaurante muito charmoso e disputado nos finais de semana, o jardim dos fundos é muito bonito e bem cuidado bom para conversar ou até mesmo ler um ler um livro.
Eu não cheguei a entrar, mas passei um tempão fotografando a parte externa. Estava numa saída fotográfica, e o professor conversou e conseguiu permissão. A galera foi gente boa, nenhum estresse.

A programação é bastante interessante, mas moro muito longe, então não voltei mais. Percebi que é uma casa bem bonita, com um belo jardim. Pra quem curte tranquilidade no meio da selva urbana, é uma boa escolha.
Museu bastante pequeno sobre as casas brasileiras e coisas que você costumava encontrar dentro delas. Na minha opinião, infelizmente a melhor parte desse museu é na verdade o restaurante que fica nos fundos, onde tem uma área ao ar livre bem agradável e com bastante verde. Não cheguei a provar a comida, só tomei um suco pois é um restaurante caro.

Vale a visita se já estiver passando por perto.

Dedicado a contar um pouco dos costumes brasileiros expondo móveis e objetos de diversos períodos da história, não é o maior museu da cidade de São Paulo mas é bastante interessante, especialmente para designers e arquitetos.

Além de possuir uma programação de eventos culturais muito ativa, seu jardim é uma ótima opção para relaxar. Passe uma tarde quente entre as árvores nativas da cidade que ali foram plantadas e que hoje já não existem mais em seu habitat natural. Também possui um ótimo restaurante com terraço aberto.
O Museu da Casa Brasileira é o antigo solar (ou solarium) do casal Fábio da Silva Prado (ex-prefeito da capital Paulista) e Renata Crespi Prado, cujas iniciais estão entrelaçadas na fachada da antiga casa construída na década de 1940 em estilo clássico grego que reproduzem as linhas do Palácio Imperial de Petrópolis. Totalmente ornamentada, com arcos e colunas jônicas, a arquitetura ia na contramão do desenvolvimento da Capital. Seu interior, porém, adotou padrões de modernidade e funcionalidade da época. A construção é toda de alvenaria de tijolos rebocados, seu revestimento interior é de arenito de Minas Gerais e mármore português, portas de madeira nobre e mosaicos italianos ornamentando os banheiros. A obra somente foi concluída em 1945.

O casal viveu no endereço por tão somente 15 anos e durante este período foi local de recepções oficiais onde recebeu e hospedou hóspedes ilustres como a Rainha Elizabeth II e o Príncipe Phillip, dentre outros.

O endereço deixou de ser residência com a morte de Fábio Prado em 1963, sendo que a viúva em 1968 transferiu a posse do solar à Fundação Padre Anchieta, sendo este um desejo expresso do ex-prefeito. Desde 1972 este é o endereço do Museu da Casa Brasileira.

O jardim, que perdeu 9.000 metros quadrados de área, contando atualmente com somente 6.000 metros quadrados, abriga cerca de 200 espécies de árvores brasileiras e várias espécies de pássaros.

O Museu da Casa Brasileira abriga uma vasta coleção de móveis com 4 séculos de história que conta um pouco mais dos hábitos e estilos de vida dos séculos XVII (anos 1600) até os dias atuais. Há também palestras e debates, além de cursos e oficinas sobre design e arquitetura.

Eu conservo especial carinho ao lugar pois nele eu realizei o lançamento de meu primeiro livro, "O Céu de Baco - Uma viagem aos prazeres do vinho" (Editora Baraúna, 2012, Danilo Bueno) e foi uma experiência enormemente agradável, o lugar atribuiu requinte ao evento.

Indico e recomendo que todos conheçam-no.
Aproveitei para conferir a exposição "Giugiaro: 45 anos de design italiano" no Museu da Casa Brasileira, que terminou em 31/04/13. Foi fácil estacionar na Rua Escócia, bem ao lado. Existe um estacionamento dentro do museu. A primeira meia hora é grátis, depois é cobrado R$ 15,00 na primeira hora.

A entrada: R$ 4,00. Meia entrada: R$ 2,00. Acesso a pessoas com deficiência. Bicicletário com 20 vagas. Aos domingos e feriados grátis.

Embora passe com frequência nesse endereço nunca tinha visitado esse museu. O prédio possui dois pavimentos para exposição: a maior parte do térreo, onde estava a exposição de Giorgetto Giugiaro em 5 salas. E o segundo andar e parte do térreo onde está a exposição da Coleção Crespi-Prado, que relembra o estilo de vida dos antigos moradores desse edifício (foi a mansão do ex-prefeito de São Paulo Fábio Prado e sua esposa Renata Crespi, o museu foi inaugurado em 1972).

A mostra de Giorgetto e Fabrizio Giugiaro (pai e filho comandam a Italdesign Giugiaro, associada à Volkswagen desde 2012) é composta de originais dos projetos em escala reduzida e alguns protótipos em escala natural de diversos produtos desenvolvidos nos últimos 45 anos do estúdio de design: máquina de café expresso, câmeras fotográficas Nikon, estádios de futebol, móveis, luminárias, artigos esportivos, eletrodomésticos, etc.
O melhor do design italiano. Até massa para macarronada.

O que mais chamou a atenção foram os protótipos para automóveis Volkswagen, Audi, Alfa Romeo, Lamborguini, Maseratti, Lotus, Bugatti; entre outros. O principal é o Golf, projeto solicitato pela WV alemã em 1969 para substituir o Fusca que, apesar do enorme sucesso, já dava sinais de declínio.

Um exemplar impecável do primeiro modelo estava exposto no ambiente interno. O VW Passat foi outro grande projeto do estúdio. No ambiente externo, numa área protegida do estacionamento, estavam outros protótipos.

Diversas fotos, vídeos e uma mesa com revistas, livros e outras publicações também faziam parte da mostra. É muito interessante verificar todo o processo da concepção do design industrial.

No segundo andar, na exposição Crespi-Prado estão algumas fotos curiosas das Avenidas Faria Lima e Europa no início dos anos 70. E depois as mesmas fotos nos dias atuais. Onde era o edifício Dacon (aquele redondo) era um enorme galpão da mesma concessionária VW. A Av. Faria Lima, que havia sido construída no prolongamento da Rua Iguatemi até o Largo da Batata, era praticamente composta de casas nas adjacências, com poucos edifícios.
Tive o prazer de chegar às 11h desse domingo, bem na hora que começou um show de jazz. Além da boa música, o dia estava bem agradável. Como já estava cheio perto do palco, sentei num banco do jardim.
Tinha uma exposição de jóias, bem pequena, mas com algumas peças bem interessantes. A exposição permanente de móveis é também pequena, com algumas peças variadas, antigas, modernas e diferentes. Vale a pena ir aos domingos assisitir aos shows, e também porque a entrada é gratuita nesse dia. Muito legal! Se quiser, sente no café que dá para apreciar o show também.
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