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Museu da Casa Brasileira

Museu da Casa Brasileira

Av Brigadeiro Faria Lima, 2705
Pinheiros - São Paulo , SP - 01452-000

Telefone: 011 3032-2499

Preço por pessoa:

$ (Até R$15)

Categoria:
Museu
Ranking: #11 de 70
Site oficial:
mcb.org.br
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex.: 10h às 17h
Sab. e Dom.: Fechado
Primeira opinião por:
Daniel (mancuise)
Detalhes:
Acesso para deficientes
Local para comer
Estacionamento: 15,00

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Notas:
2 estrelas
0
1 estrela
0
Notas específicas:
Ambiente
(14)
Atendimento
(12)
Custo-benefício
(9)
Mostrar:
Dicas  (13)
André Comber
Perfeito para a galera chegada em história e design.
André C.
Quim Alcantara
Aos domingos a entrada é gratuita.
Quim A.
Fabio M.
Vá em dias de apresentações, o museu não é tão bacana assim
Fabio M.
Classificar por:
Opiniões   (22)
 
Eu não cheguei a entrar, mas passei um tempão fotografando a parte externa. Estava numa saída fotográfica, e o professor conversou e conseguiu permissão. A galera foi gente boa, nenhum estresse.

A programação é bastante interessante, mas moro muito longe, então não voltei mais. Percebi que é uma casa bem bonita, com um belo jardim. Pra quem curte tranquilidade no meio da selva urbana, é uma boa escolha.
Bom para: Famílias, Ir com amigos, Ir sozinho, Casais, Ponto turístico
 
O MCB é um pequeno paraíso no meio do agito da Avenida Brigadeiro Faria Lima, possui exposições permanentes de móveis de época e atualmente sedia a X Bienal de Arquitetura, além disso sempre ocorrem apresentações musicais.
Há um restaurante muito charmoso e disputado nos finais de semana, o jardim dos fundos é muito bonito e bem cuidado bom para conversar ou até mesmo ler um ler um livro.
Dica: Aos domingos a entrada é gratuita.
Bom para: Ir com amigos, Ir sozinho, Ir com crianças, Casais, Famílias, Ponto turístico
 
É um espaço bem agradável, fincado em meio a grandes edifícios, quase como um Oasis em meio ao concreto. Possui um jardim e um restaurante maravilhosos. O acervo é interessante, variado. Muitas peças maravilhosas, principalmente se você é apaixonado por decoração e história. Legal para um primeiro encontro.
 
O Museu da Casa Brasileira é o antigo solar (ou solarium) do casal Fábio da Silva Prado (ex-prefeito da capital Paulista) e Renata Crespi Prado, cujas iniciais estão entrelaçadas na fachada da antiga casa construída na década de 1940 em estilo clássico grego que reproduzem as linhas do Palácio Imperial de Petrópolis. Totalmente ornamentada, com arcos e colunas jônicas, a arquitetura ia na contramão do desenvolvimento da Capital. Seu interior, porém, adotou padrões de modernidade e funcionalidade da época. A construção é toda de alvenaria de tijolos rebocados, seu revestimento interior é de arenito de Minas Gerais e mármore português, portas de madeira nobre e mosaicos italianos ornamentando os banheiros. A obra somente foi concluída em 1945.

O casal viveu no endereço por tão somente 15 anos e durante este período foi local de recepções oficiais onde recebeu e hospedou hóspedes ilustres como a Rainha Elizabeth II e o Príncipe Phillip, dentre outros.

O endereço deixou de ser residência com a morte de Fábio Prado em 1963, sendo que a viúva em 1968 transferiu a posse do solar à Fundação Padre Anchieta, sendo este um desejo expresso do ex-prefeito. Desde 1972 este é o endereço do Museu da Casa Brasileira.

O jardim, que perdeu 9.000 metros quadrados de área, contando atualmente com somente 6.000 metros quadrados, abriga cerca de 200 espécies de árvores brasileiras e várias espécies de pássaros.

O Museu da Casa Brasileira abriga uma vasta coleção de móveis com 4 séculos de história que conta um pouco mais dos hábitos e estilos de vida dos séculos XVII (anos 1600) até os dias atuais. Há também palestras e debates, além de cursos e oficinas sobre design e arquitetura.

Eu conservo especial carinho ao lugar pois nele eu realizei o lançamento de meu primeiro livro, "O Céu de Baco - Uma viagem aos prazeres do vinho" (Editora Baraúna, 2012, Danilo Bueno) e foi uma experiência enormemente agradável, o lugar atribuiu requinte ao evento.

Indico e recomendo que todos conheçam-no.
 
Aproveitei para conferir a exposição "Giugiaro: 45 anos de design italiano" no Museu da Casa Brasileira, que terminou em 31/04/13. Foi fácil estacionar na Rua Escócia, bem ao lado. Existe um estacionamento dentro do museu. A primeira meia hora é grátis, depois é cobrado R$ 15,00 na primeira hora.

A entrada: R$ 4,00. Meia entrada: R$ 2,00. Acesso a pessoas com deficiência. Bicicletário com 20 vagas. Aos domingos e feriados grátis.

Embora passe com frequência nesse endereço nunca tinha visitado esse museu. O prédio possui dois pavimentos para exposição: a maior parte do térreo, onde estava a exposição de Giorgetto Giugiaro em 5 salas. E o segundo andar e parte do térreo onde está a exposição da Coleção Crespi-Prado, que relembra o estilo de vida dos antigos moradores desse edifício (foi a mansão do ex-prefeito de São Paulo Fábio Prado e sua esposa Renata Crespi, o museu foi inaugurado em 1972).

A mostra de Giorgetto e Fabrizio Giugiaro (pai e filho comandam a Italdesign Giugiaro, associada à Volkswagen desde 2012) é composta de originais dos projetos em escala reduzida e alguns protótipos em escala natural de diversos produtos desenvolvidos nos últimos 45 anos do estúdio de design: máquina de café expresso, câmeras fotográficas Nikon, estádios de futebol, móveis, luminárias, artigos esportivos, eletrodomésticos, etc.
O melhor do design italiano. Até massa para macarronada.

O que mais chamou a atenção foram os protótipos para automóveis Volkswagen, Audi, Alfa Romeo, Lamborguini, Maseratti, Lotus, Bugatti; entre outros. O principal é o Golf, projeto solicitato pela WV alemã em 1969 para substituir o Fusca que, apesar do enorme sucesso, já dava sinais de declínio.

Um exemplar impecável do primeiro modelo estava exposto no ambiente interno. O VW Passat foi outro grande projeto do estúdio. No ambiente externo, numa área protegida do estacionamento, estavam outros protótipos.

Diversas fotos, vídeos e uma mesa com revistas, livros e outras publicações também faziam parte da mostra. É muito interessante verificar todo o processo da concepção do design industrial.

No segundo andar, na exposição Crespi-Prado estão algumas fotos curiosas das Avenidas Faria Lima e Europa no início dos anos 70. E depois as mesmas fotos nos dias atuais. Onde era o edifício Dacon (aquele redondo) era um enorme galpão da mesma concessionária VW. A Av. Faria Lima, que havia sido construída no prolongamento da Rua Iguatemi até o Largo da Batata, era praticamente composta de casas nas adjacências, com poucos edifícios.
 
A área de exposição permanente é pequena, mas reúne um precioso acervo de móveis típicos de casas brasileiras de diferentes épocas. De armários portugueses com mais de trezentos anos a cadeiras em estilo moderno. Há mobílias curiosas como uma escrivaninha que vira cama.

A própria casa em si já vale a visita. Apesar e não ser tão antiga – foi construída na década de 40 – é enorme e reserva espaços preservados como um espetacular banheiro todo em mármore. O programa é completo com um passeio pelo grande jardim nos fundos, onde se pode sentar para descansar ou ficar com as crianças brincando.

O museu possui também um restaurante com ótimo visual para os jardins e muito disputado nos finais de semana. Recomendo que os interessados deem um pulo na página do museu para mais informações e também saber quais as exposições temporárias estão rolando.

É um programa rápido, barato (se você não comer no restaurante) e perfeito para a galera chegada em história e design.
Dica: Perfeito para a galera chegada em história e design.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
 
Tive o prazer de chegar às 11h desse domingo, bem na hora que começou um show de jazz. Além da boa música, o dia estava bem agradável. Como já estava cheio perto do palco, sentei num banco do jardim.
Tinha uma exposição de jóias, bem pequena, mas com algumas peças bem interessantes. A exposição permanente de móveis é também pequena, com algumas peças variadas, antigas, modernas e diferentes. Vale a pena ir aos domingos assisitir aos shows, e também porque a entrada é gratuita nesse dia. Muito legal! Se quiser, sente no café que dá para apreciar o show também.
Dica: Estacione na Faria Lima aos domingos, é permitido. Senão pague 15,00.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
 
Lugar excelente para se realizar eventos empresariais.

Boa localização (quase esquina da Cid. Jardim com Faria Lima) com ambiente agradável, combinando uma arquitetura elegante - veja foto da fachada -, arte/desing moderno e um belo jardim aos fundos. O espaço para eventos é bem amplo e acomoda 100 pessoas tranquilamente.

Não sei qual o valor pois estive aqui sempre como convidado. Assim, não comento o custo-benefício.
 
Cada vez que entro em um museu tento me imaginar na época em questão, no caso deste museu é ainda mais interessante devido às várias peças em exposição que remetem o visitante ao tempo em que aquelas peças foram criadas.
São móveis com estilo coloniais, rústicos, e até mesmo contemporâneos pois trata-se de peças desde o século XVII até os dias de hoje.
Há uma peça bem interessante: Namoradeira Tapirapá. A peça foi esculpida por Hugo França que aprendeu com os índios Pataxó a aproveitar velhas árvores caídas na mata ou até mesmo canoas abandonadas. Ele cria peças únicas pois esculpe diretamente na tora de madeira.
A obra em questão, consiste em dua poltronas voltadas uma de frente pra outra, daí o nome namoradeira acredito...belo trabalho!
Além das peças dentro do Museu há um jardim maravilhoso com várias espécies da flora brasileira.
Há ainda várias exposições temporárias o que confere ao Museu uma rotatividade de obras fazendo com que você nunca o veja com os mesmos olhos.
Vale a pena conhecer!
Dica: Visite o restaurante Quinta do Museu. Lá é possível degustar pratos de diversos estados do Brasil.
 
Fui lá somente uma vez. Ia assistir a uma peça da Mira Haar e Carlos Moreno que aconteceria num auditório aberto próximo ao jardim. Como chegamos muito cedo, fomos convidados a conhecer o acervo do museu que fica na Faria Lima. Um casarão lindo e imponente entremeado por prédios e árvores.

Vou confessar que como não tenho nada de designer, para mim foi uma visita simples. Estava lá pelo musical antes de tudo, mas para quem se interessa mais pelo assunto, ainda que seja destinado um espaço muito pequeno para isso, há exemplares de mobiliários desde o século XVII, além de outras exposições voltadas ao design itinerantes, por assim dizer.

Quando fui, eles estavam se preparando para uma exposição, então ouviam-se barulhos de furadeiras e martelos, além da fuligem que subia (domingo a tarde é hora de fazer obra num museu? oi?) Mas enfim. Ele tem estacionamento com valet, acho que por 15-20$ (o preço dessas coisas mesmo) e um restaurante aos fundos que parecia ser caro, mas não perguntei.

Há mostras também no suntuoso jardim que valem a pena visitar em um dia ensolarado. É uma delícia poder tanto ficar sentado no auditório, quanto assistir às apresentações em pé do jardim. No musical "Florilégio" as pessoas ficaram dançando e cantando junto, algo que não acontece num teatro italiano...
Dica: Vá em dias de apresentações, o museu não é tão bacana assim
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
 
Ambiente lúdico, artistas diferentes e obras apreciáveis. Vale a pena conhecer!
Dica: Ir a Tarde
Bom para: Casais, Ir sozinho, Ponto turístico
 
Sempre tive vontade de conhecer esse lugar e, apaixonada que sou pelo maestro João Carlos Martins, quando vi que ele tocaria lá junto com um grupo de violinistas (acho lindo som de violino) não hesitei e resolvi ir, ainda que sozinha, ao local.

Era um domingo de manhã e precisei levantar muito cedo para chegar em tempo de pegar um lugar próximo do maravilhoso jardim, com várias espécies da flora brasileira, que há por lá.

Logo na entrada havia uma exposição de design de móveis (exposições desse tipo são comuns nesse museu). Ao lado de cada peça havia uma explicação sobre o que era, por quem e quando tinha sido criada. Depois conheci o jardim (lindo!) e assisti a um conserto com João Carlos Martins e um grupo de violinistas tocando clássicos da música. Foi uma experiência maravilhosa!

E pude conferir o quanto o Maestro é atencioso e querido com seus fãs. Uma simpatia de pessoa, cansado mas atendendo a todos, sempre com um sorriso no rosto. ;)

Vale a pena a vista, porém chegue com antecedência porque quando há espetáculos gratuitos o local tende a lotar rapidamente.

Na ocasião vi muitas mães com crianças passeando e se divertindo pelo jardim. Acho que deve ser um lugar excelente para levar as crianças e explicar sobre as espécies da flora brasileira que há no jardim e ajudar os pequeninos a começar a criar uma consciência ambiental.
Dica: Chegue cedo para os shows
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
 
Um pequeno museu no coração da Faria Lima. Embora se perca entre eventos empresariais, o MCB se fixou como o melhor destino para exposições de design, incluindo seu prêmio anual da categoria que é o principal do gênero no país.
Com um ambiente muito agradável e um jardim imenso, é um ótimo local para levar a família e almoçar no maravilhoso "Quinta do Museu".
Dica: Aos domingos a entrada é gratuita.
Bom para: Ir com crianças, Casais
 
Só pelo jardim já vale a visita. A arquitetura é diferente de tudo que já vi. Pertinho de casa e nunca tinha ido.
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