Anuncie no Kekanto

Quer receber ofertas do Mocotó?

No Kekanto os donos de estabelecimentos podem publicar cupons de descontos. Cadastre-se e receba os descontos
f
Mocotó

Mocotó

Av Nossa Senhora do Loreto, 1.100
Vila Medeiros - São Paulo , SP - 02219-001

Telefone: 11 2951-3056

Restaurante e bar conhecido por servir comida nordestina saborosa e de boa qualidade. Destaque para o Caldo de Mocotó, para a Costelinha de Porco à moda do Engenho, as tapiocas e para as novidades dos rios, Asinha de Pintado e o Pirarucu Assado. 


Preço por pessoa:

$ (Até R$25)

Categoria:
Restaurante
Ranking: #1 de 4195
Site oficial:
mocoto.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Outras formas:
Horário de funcionamento:
Seg. a Sab.: 12h às 23h
Dom.: 12h às 17h
Primeira opinião por:
Diogo Matheus
Detalhes:
Animais permitidos
Aceita reservas
Mesas ao ar livre
Inaugurado em 1973
110 lugares
Área para fumantes
Música
Estacionamento

Quer receber ofertas do Mocotó?

No Kekanto os donos de estabelecimentos podem publicar cupons de descontos para todos os seus consumidores. Registre-se e receba gratuitamente todos os descontos

Publicidade
Notas específicas:
Ambiente
(113)
Comida
(113)
Atendimento
(112)
Bebida
(108)
Custo-benefício
(103)
Público
(25)
Mostrar:
Dicas  (134)
Maria Paula Gonçalves
Vá com a galera e peça pratos diferentes para dividir.
Maria P.
Priscilla Zapella
Chegue cedo se for num domingo! Baião de Dois, torresminho e pudim de tapioca! :)
Priscilla Z.
Karla Pierri
A mais preciosa: chegar 11 e pouco no almoço de final de semana para garantir lugar com pouco tempo de espera.
Karla P.
Érica Rocha
Se puder, opte pelos dias de semana, pois aos fins de semana é realmente muito cheio e não fazem reserva.
Érica R.
Classificar por:
Opiniões   (328)
 
Com 233 opiniões aqui no Kekanto e com diversos prêmios recebidos ao longo de seus 40 anos de funcionamento, o 16° melhor restaurante da América Latina é realmente digno de 5 estrelas! ;)

Por muitos anos o Mocotó funcionou como uma Casa do Norte (casa que vende produtos nordestinos) e era conhecido por servir o melhor caldo de mocotó da Zona Norte. Nessa época quem comandava a casa era o "Seu Zé de Almeida". O filho do "Seu Zé", Chef Rodrigo Oliveira, passou a comandar as panelas do Mocotó a partir de 2004. E aí começou a glamourização do Mocotó! :)

Visitei o Mocotó no dia 11 de agosto de 2013, um domingo, aniversário da minha mãe. Foi uma ótima oportunidade para conhecer a casa! :) Chegamos cedo, 11h20, assim evitamos a tão indesejada fila de espera que pode durar mais de 2 horas aos domingos! Odeio esperar, então prefiro chegar bem cedo ou bem tarde, num horário entre almoço e janta. Fomos encaminhados diretamente para uma das mesas do salão e daí começou o meu dia! rs :) O atendimento feito pelos garçons foi bem atencioso, sempre sorridentes e prestativos.

Para iniciar a refeição pedimos uma porção de dadinhos de tapioca com geléia de pimenta, uma porção de torresminho crocante, uma porção de um torresmo um pouco maior e mais mole (indicação do garçom) e uma porção de chips de mandioca. Todos os petiscos chegaram rapidamente e estavam muito gostosos! O torresmo maior era bem gorduroso, não comemos tudo, não pediria numa próxima visita. Os homens da mesa ganharam 2 cachacinhas bem porretas porque era dia dos pais :D, mesmo os dois sendo apenas pais de gatos e cachorros! hehe
Estávamos em 5 pessoas e pedimos 2 pratos principais para dividir: baião de dois tamanho médio e carne de sol assada (Carne de sol preparada artesanalmente e servida com manteiga de garrafa, alho assado, pimenta biquinho e chips de mandioca). Além dos itens mencionados, serviram farofa e purê de mandioquinha. Tudo estava muito gostoso! O baião de dois é bem saboroso! :) Os dois pratos serviram bem as 5 pessoas e não sobrou nada! rs

Para a sobremesa pedimos 2 pratos também para dividir: pudim de tapioca e gelado de cupuaçu. O pudim de tapioca ganhou o meu paladar :) Mas o gelado também era bom, deixei para o final para tirar a doçura do pudim.

Tivemos uma refeição muito agradável e em dado momento o Chef Rodrigo e seu pai passaram por nossa mesa e conversaram um pouquinho com a gente! Muito simpáticos! :)

Depois do cafézinho pedimos a conta e tivemos uma grata surpresa com o valor: R$ 200,00 já com o serviço. Valor justo por uma comida bem feita, outros restaurantes deveriam seguir o exemplo do Mocotó! ;)
Dica: Chegue cedo se for num domingo! Baião de Dois, torresminho e pudim de tapioca! :)
Bom para: Experiências gastronômicas, Famílias, Ir com amigos, Almoçar, Jantar, Ponto turístico
 
A quinta estrela fica por conta da simplicidade e carinho que Rodrigo Oliveira tem por seus clientes, assim como seu pai, seu Zé Almeida que disse que após 40 anos, não aguenta mais comer mocotó (rsrsrsrs) fuma 3 maços de cigarros por dia e bebe cachaça.
Estivemos com um casal de amigos noivos italianos (o Aldo é Italiano e Carolina reside há 23 anos na Italia) Aldo quiz saber o que era rapadura (pelo sorvete de rapadura) e Rodrigo na maior paciência explicou em ingles e ainda enviou como cortesia a mesa uma cartola de Engenho (O clássico pernambucano que combina banana, queijo-manteiga e farofinha de açúcar e canela ) muito bom.
Rodrigo pode se considerar um superstar na constelação dos grandes chefes, mas retirou os pratos sujos da mesa pessoalmente para que a sobremesa fosse servida, pode parecer um ato natural, mas vejo muitos maitres que nem isso fazem.

Bem, começamos com o óbvio, dadinhos de tapioca e torresmo, depois adentramos para o caldo de mocotó e uma salada Marajoara e finalizamos com um belo baião de dois com pure de mandioca cremosa e farofa para cairmos (nos jogamos) nas sobremesas, o sorvete de rapadura com calda de catuaba e o pudim de tapioca. Acho a mandioca um produto de excelencia e merece ter melhor exploração.
Como não bebemos bebida alcolica, a conta resultou em R$153, muito barato pela quantidade e qualidade
Dica: Jantar na segunda-feira, não tem fila de espera.
Bom para: Experiências gastronômicas, Realizar eventos pessoais, Cerveja, Drinques, Casais, Famílias, Ir com amigos, Ir sozinho, Almoçar, Happy hour, Jantar
 
Sim sim sim! Enfim...Mocotó!
Já tinha escutado amigos falarem a respeito, mas confesso que foi o ranking do Kekanto que despertou a minha curiosidade.
Como nos alertaram para a fila desanimadora, chegamos 11h30, em um sábado, pouco antes de abrir. Pegamos senha e entramos na pequena fila. Assim que abriu fomos todos acomodados e teve início o momento gordice.
Como não podia deixar de ser, começamos com os famosos dadinhos de tapioca com queijo coalho, acompanhado de molho de pimenta agridoce. Delicioso! Para acompanhar, uma serra malte e uma caipirinha de verão (cajá, tangerina e manjericão)
Partimos para uma porçãozinha ("zinha" mesmo!) de torresmo. Sequinho e suculento! Fiquei só com uma dúvida, pois a mesa ao lado pediu o torresmo individual e veio um pratinho, mas não parecia sequinho e crocante como o nosso. Não sei dizer o porque...
Como prato principal escolhemos a carne de sol assada que acompanha pimenta biquinho, alho assado e chips de mandioca. Muito boa! Dica: Não deixe de esmagar uma cabeça de alho e espalhar na carne...fica excelente!
Como não poderia deixar de ser, mais caipirinha para acompanhar. Dessa vez uma três limões e uma de tangerina com pimenta. Podem me xingar, podem me bater e até me apedrejar, mas não gostei da caipirinha de 3 limões! Achei muito azeda e foi um custo pra tomar inteira.
De sobremesa: pudim de tapioca e creme brullé de doce de leite...ambos maravilhosos!
Saldo final: 85 por cabeça com os 10%. Acho que vale a pena,
Dica: Vá sem pressa e aproveite!
Bom para: Drinques, Casais, Famílias, Ir com amigos, Ir com crianças, Almoçar, Ponto turístico
 
"Comida de primeira a preço de quinta..."

Após 3 idas ao clássico MOCOTÓ, nós finalmente conseguimos escrever uma resenha razoável desse lugar fantástico.

...
Vânia: Rodrigo, Rodrigo Rodrigo.. (avistando o Chef Rodrigo Oliveira a 1 km de distância)
Verdelone: putz...Vânia fica quieta..que vexame..
Vânia: Rodrigo, nós somos fãs do Mocotó... (isso na 1ª ida ao Mocotó)
Rodrigo: ? - !
...

Só pra sentir o drama, vejam os prêmios do mocotó só em 2011. Fala sério é ou não um lugar que "tem que conhecer".

- Chef do Ano
Revista NutriNews - 6º Prêmio Destaque Food Service
- Melhor Bom e Barato
Folha de São Paulo - Tricampeão
- Melhor Bom e Barato
Veja São Paulo - Tricampeão
- Melhor Cozinha Brasileira
Época São Paulo - Escolha do Leitor
- Melhor Cozinha Brasileira
Revista Gula - 2º Lugar no prêmio nacional
- Prêmio Paladar
O Estado de São Paulo – Indicado em 2 categorias
- Estrelas nos guias Quatro Rodas e Josimar Melo

Sempre ouvimos falar sobre a grandiosidade gastronômica que esse simples restaurante tem a oferecer para seus clientes e foi numa bela tarde de sábado que resolvemos conferir pela 1ª vez.

Ao passar pela Avenida Nossa Senhora do Loreto, já reconhecemos de longe o local, sem mesmo nunca ter ido antes, o motivo? A quantidade de pessoas na fila de espera que mais parecia uma balada diurna do que a de um restaurante....

O jeito foi nos juntar à eles. Recebemos um número de espera e ficamos ali observando "tim tim por tim" do que rolava.......

Foram mais de uma hora e meia de espera, mas o clima é tão bom que nem pareceu ser tanto, pois o pessoal da fila já vai pedindo petiscos, caipirinhas, cervejas....

Quando chegou a nossa vez fomos felizes da vida nos sentar numa mesinha... existem 3 ambientes internos, sendo um deles ao lado da cozinha no estilo de uma varanda... mas ficamos em dos ambientes internos mesmo.

Os garçons são extremamente carinhosos no atendimento..é uma simpatia sem fim....

Como estávamos famintos, sem almoço e tudo mais, fomos de cara pedindo o prato principal que por sinal não está no cardápio, é o prato participante da Boa Lembrança, a Panelinha do Seu Zé, que os garçons explicaram se tratar de um "cozido de garrão". Hummm!!!!!!!!! E para acompanhar, fomos instruídos pelo garçom a pedir um baião de dois, com a farofa e maionese do dia.

Parecia DOCE. Era aquela comida de se comer rezando......Sabe?

Para acompanhar, nada melhor do que uma cervejinha geladaaaa, como os belohorizontinos gostam. As mesmas se apresentam em garrafas de 600 ml.

E não é que o Chef Rodrigo Oliveira estava andando por ali? Vale lembrar que ele é um dos mais renomados chefs de cozinha e inclusive estava na Revista Época como sendo um dos 100 brasileiros mais influentes em 2010... olha.. isso não é para qualquer um.

E foi aí que ele nos indicou a cerveja Bamberg, que havia acabado de chegar ao bar e ele disse adorar. Uma simpatia! Após isso, ele veio perguntar se havíamos gostado da sugestão dele. Foi sugestão mesmo, pois não estava no cardápio.

O Mocotó é famoso por suas cachaças. E não é que o Leandro, sommelier de cachaça, apareceu em nossa mesa. Foi aí que comentamos que não gostamos de cachaças. Pra quê?

Ele inconformado com a situação, trouxe três tipos de cachaças e algumas siriguelas e nos deu um mini - curso sobre as mesmas (como beber, qual é a melhor, etc etc) e nós ficamos felizes da vida com tudo. Inclusive pretendemos voltar um dia e participar de algum curso de degustação com ele. Show de bola de atendimento do começo ao fim.

Após essa enorme viagem pelo mundo da gastronomia perfeita, nada melhor que um creme brullé de doce de leite e umburana para fechar com chave de ouro.

Esse é o famoso Mocotó... um restaurante simples, lotado, com cara de bar do estilo botecão, com uma história de vida linda de viver e uma culinária de altíssima qualidade.

Já voltamos lá outras vezes e pegamos a mesma fila, o mesmo ótimo atendimento e sempre estamos com vontade de voltar, embora seja uma viagem chegar até lá, visto que o Mocotó é na Vila Medeiros - Zona Norte, mas vale cada Km rodado!

Data da Visita: 29/05/2011

Simulação de gastos para 2 Pessoas: R$ 31,80 (2 Cervejas Bamberg) + R$ 16,90 ( Dadinhos de Tapioca) + R$ 18,90 (Escondidinho de carne seca) + R$ 6,76 (10%) = TOTAL R$ 74,36

Ambiente: 6,0
Atendimento: 10,0
Bebidas: 10,0 para cachaças
Banheiro: 6,5

Desde: 1973
Capacidade: 110 lugares.

Faixa Etária Média: TODAS.
Ambiente: Familiar, Boteco.

Site: http://www.mocoto.com.br/
Dica: Chegar cedo. Peça para o Leandro sommelier de cachaça uma dica...e tome degustando.
Bom para: Ir com amigos, Almoçar, Comer muito, Gastar pouco
Luís Gustavo Botelho Verdelone:
@Alexandra Vaz ... O problema de ir no Mocotó a noite é que ele fica na distante Vila Medeiros (extremo da Zona Norte). Então se você não é dessa região, eu recomendo que você vá no fim da tarde para início da noite ...se eu não me engano o Mocotó fecha por volta das 22h30/23h
Conteúdo inválido
 
O Mocotó cresceu muito, antes ele era um restaurante bem simples desses que a gente vai almoçar com os pais durante a semana quando nossa mãe está com preguiça de fazer comida. Hoje ele é super reconhecido, tem vários prêmios, e não é pra menos porque a comida deles é realmente divina. Esse é com certeza um dos melhores restaurantes nordestinos de Sao Paulo, bem aqui na minha Zona Norte :) ! Eu já comi de tudo lá, e tudo é maravilhoso. Como entrada não deixe de pedir os dadinhos de tapioca com queijo frito, gente isso é muito bom, pode pedir o de 12 unidades porque o de 6 unidades com certeza não será suficiente mesmo que você estiver com 2 pessoas, você vai querer repetir… Como prato principal o baião de 2 é perfeito, com bastante lingüiça, queijo, bacon; a carne de sol feita com manteiga de garrafa é divina; a costelinha de porco; a mocofava; enfim tudo é maravilhoso. Eles tem vários sucos NATURAIS, não é polpa, com frutas típicas do nordeste como cupuacu, graviola, caja, caju, entre outros. O preco é ótimo, comparado ao que era no passado, na minha infância aumentou demais, assim como aumentou o reconhecimento deles, mas mesmo assim ainda é muito barato, barato, ontem jantei com meu marido pagamos 80 reais por tudo. A fila de espera nos fins de semana é lendária rsrs, é muito grande mesmo, se você não gosta de esperar vale a pena tirar uma noite durante a semana pra conhecer o lugar você vai se apaixonar, eles abrem de segunda à segunda.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Famílias, Jantar, Almoçar, Cerveja, Relaxar, Experiências gastronômicas
 
O Mocotó tem décadas de história. Começou em 1973, em outro endereço mas já na Vila Medeiros. Funcionava como um mercadinho e servia o famoso caldo de mocotó. Não demorou muito para a casa ficar pequena para a quantidade de pessoas que se espremiam para consumir o caldinho. Atualmente, em um domingo, não é difícil encontrar pessoas que passem até três horas na fila para conseguir se sentar. E sempre vale a pena!

Comece sempre com os dadinhos de tapioca, um dos hits do restaurante. A porção de torresmo é uma das melhores que já experimentei. Alguns itens do menu são sazonais, mas no geral todos os pratos satisfazem.

O segredo está no uso dos ingredientes típicos da culinária nordestina com um toque gourmet no preparo.

Se for durante o fim de semana, se programe para chegar por volta de 11h30, apesar do restaurante abrir somente ao meio-dia, para não ficar muito tempo na espera.

E não dê ouvidos para quem diz que é muito longe, o legal é ir de metrô até a estação Tucuruvi e pegar a linha 121G/10, que sai da porta da estação e te deixa na esquina do restaurante. Assim dá para aproveitar a carta de cachaças da casa sem se preocupar!
 
Senhoras & Senhores, Mocotó!!! Claro que todos já ouviram falar desse restaurante e, evidentemente, ele já foi tema de um post meu. Mas não sei como esse lugar consegue melhorar a cada nova visita, portanto merece mais uma menção aqui.

Dia 16 de outubro, uma terça-feira "branca" (ou um dia útil, se preferir). Isso mesmo: vá em um dia de branco, pois o Mocotó é disputadíssimo aos finais de semana. Como? Não sei. Dê o seu jeito e não se arrependerá. Ou tenha paciência em um sábado ou domingo.

Todo mundo sabe que a localização é desfavorável (zona norte, bem norte de São Paulo), por isso não visito tanto como eu gostaria (pensando bem, é melhor assim... senão estaria ainda mais gorda, rs). A última vez que estive lá foi em 2010 e, desde então, o ambiente mudou bastante: está mais amplo, organizado e agradável. Ficou um pouco mais "chique", sem perder a identidade. Há quadros com todos prêmios e reportagens nas paredes e a pitoresca e envolvente música nordestina de fundo dá o toque de graça ao local.

Sentamos em uma mesa ao lado do bar e fomos bem atendidos, como é usual. Os garçons são muitos e sempre solícitos, explicam tudo calmamente e era possível ver o famoso chef Rodrigo Oliveira passando pra lá e pra cá. Além disso, o funkeiro Mister Catra almoçava neste dia também. E eu o confundi com o MC Claudinho. Dá pra perceber que entendo mais de comer do que de funk, né?!? Então, vamos ao que interessa...

Iniciemos pelos bebes. Pedimos uma dose de cachaça para degustarmos. Trata-se de uma cachaça premium chamada Weber Hauss: envelhecida em barris de madeiras nobres como Cabriúva e Carvalho e graduação alcoólica 38% vol. Muito boa, não é daquelas cachaças que "rasgam" a garganta. A cervejinha escolhida foi a Colorado Indica, feita com rapadura: forte, encorpada e saborosa.

Eu pedi a Caipirinha Três Limões. Composta pelos limões cravo, taiti e siciliano, a caipirinha ainda levava cravos e açúcar de baunilha. Difícil explicar o sabor surpreendente desta junção, resumidamente: maravilhosa.

Outro drink degustado foi o Maria Bonita (cachaça com cambuci, gim e limão). Achei o nome tão bonito, só faltou o conteúdo estar um pouquinho mais gelado. Estava gostoso e a borda encrustada com sal e pimenta acentuou o sabor da bebida.

De entrada, petiscamos as porções Dadinhos de Tapioca (Cubinhos de tapioca com queijo-de-coalho dourados e servidos com molho de pimenta agridoce) e Queijo de Coalho com Melado (Porção de queijo dourado na manteiga-de-garrafa, acompanhada de melado de cana). Tudo deliciosamente saboroso, especialmente os dadinhos, um dos meus quitutes favoritos (ainda no caminho, já salivava pensando em comê-ló).

Nos pratos principais, o nosso rega-bofe contou com o legítimo Baião de Dois (o arroz com feijão nordestino que leva queijo-de-coalho, lingüiça, bacon e carne-seca em sua composição). Acompanhava também um Purê de Inhame que estava divino. Outro prato foi a Carne de Sol Assada que é preparada artesanalmente (conforme o garçom nos explicou) e servida com manteiga-de-garrafa, alho assado, pimenta biquinho e chips de mandioca.

Para experimentar uma das novidades do cardápio, escolhemos o Pirarucu Assado com Crosta de Castanha e servida com Vinagrete de Feijão Fradinho e Mandioca Cozida. O tenro peixe saboroso harmonizando com esse vinagrete de feijão e a mandioca molinha era de se comer rezando, ou melhor, agradecendo ao Lampião, Maria Bonita, enfim a todos os deuses do Sertão.

Entre uma garfada e outra, já sonhava com a sobremesa. As opções são excelentes e eu optei pelo primoso Creme Bruleé de Doce de Leite com Umburana. O Hilton escolheu o igualmente delicioso Bolo de Chocolate com Cupuaçu e Castanha-do-Pará.

Ainda fechamos o banquete com um bom café espresso. Com o "bucho" cheio e felizes da vida com a tarde deleitosa, pedimos a conta...

Como podem ver nas fotos, a conta ficou cara (estávamos em 4 pessoas e saiu aproximadamente R$86/pessoa). Sim, foi-se o tempo que o Mocotó era a combinação perfeita do Bom&Barato. Mas dá para economizar nos pedidos e enxugar bastante a conta. É que nós não nos controlamos mesmo e enfiamos o pé na melância, não foi nem na jaca. E acreditem ou não: saímos sem nenhum centavo de arrependimento. A empolgação era tanta que até pedi uma foto com o renomado chef (depois dos drinks, claro...rs), do qual sou realmente fã.

Enfim, isso é o Mocotó: um restaurante onde você se sente confortável, come muito bem, farta-se de alegria e vai embora pensando no dia em que irá voltar!
Dica: Chegue cedo ou vá em dias da semana
akira tsukamoto:
Sou novo por aqui (Kekanto) e ainda me habituando com a dinâmica do site....e uma coisa recordo... num dos posts, li alguém comentar que seus comentários são os melhores.... tipo se sentir no lugar apenas lendo os comentários (e isso é verdade), meus pais tem comércio perto desta avenida....e se bobear, o dono do local é cliente deles...... e com 15 anos de comércio... eu nunca fui lá!!!?????? Acho que agora é hora de acertar os ponteiros.... :)
Conteúdo inválido
Vanessa Fernandes:
Olá Akira Tsukamoto, td bem?!? Muito obrigada! Tenho um blog de Gastronomia e o meu objetivo é mesmo tentar chegar ao máximo de realidade possível. Logo vc se familiariza com o KK e irá amar tudo isso. Ah e não deixe de conhecer o Mocotó, ele é disparado o meu restaurante preferido! Até mais... :)
Conteúdo inválido
 
Já fazia um tempo que eu queria conhecer o Mocotó, principalmente depois que vi o nome do Rodrigo Oliveira figurado em uma lista no portal Terra com os 5 melhores chefs brasileiros escolhidos por ninguém menos do que o Chef Alex Atala do D.O.M. e do Dalva e Dito. Aliás o próprio Alex Atala se encarregou de levar ao restaurante o celebrado chef espanhol Ferran Adrià que definiu o Mocotó com a seguinte frase: “Isso aqui é muito moderno, transcende o óbvio sem ser hype ou tecnológico. Quebra conceitos, estabelece um novo patamar”.

Enfim, fomos ao Mocotó em um domingo de sol a convite de um amigo que já é frequentador assíduo da casa. Era 12:00h e as pessoas já se amontoavam calçada à fora na disputa por uma mesa. Apesar de toda essa aparente muvuca o pessoal que trabalha na casa é desde o início muito cordial, você é tratado como se fosse um amigo mesmo, sem cerimônia. Alí na calçada já nos serviram uma cerveja e em seguida nosso primeiro tira gosto, uma porção de Linguiça flambada com Cebola Roxa e Cachaça, típica de boteco.

Sentamos em seguida e como não poderia ser diferente, comecei pelo Caldo de Mocotó que estava uma delícia. O generoso pedaço de mão de vaca mergulhado no caldo justifica o sucesso da casa.

Entre torresminhos, cerveja e algumas doses das diversas variedades de cachaças que a casa oferece, saboreamos o que para mim é o mais criativo tira gosto de boteco da cidade.

Os Dadinhos de Tapioca com queijo coalho e molho de pimenta agridoce. Sem exagero, esses dadinhos são fora de série, você vai comendo como pipoca e não para até que o prato esteja vazio. Pedimos o cardápio e agora estávamos prontos para os pratos principais.

O cardápio obviamente é recheado de opções tradicionalmente nordestinas. Tem Favada, Baião de Dois, Feijão de Corda, Sarapatel, Dobradinha, Carne de Sol, Vaca Atolada, Escondidinho... e com tanta coisa boa é dificílimo escolher o que comer. Sempre presente à mesa muita farinha, pimenta e manteiga de garrafa para acompanhar os pratos.
Fui no prato especial do domingo, a Paleta de Cordeiro do Velho Chico, deliciosa, macia e suculenta e que vem acompanhada de cuscuz de milho.
Na mesa teve ainda Carne de Sol assada servida na chapa,Chips de Mandioca e Atolado de Bode, cozido por horas e com um suave sabor de coentro.
Ficaram pra trás dois pratos no cardápio que me levarão de volta ao Mocotó em breve: Pirarucu Assado e o prato especial de sábado que é Costelinha de Porco à moda do engenho, dica deste meu amigo que bate cartão no restaurante.
Aquela altura eu já estava mais do que farto de toda a comilança daquela tarde de domingo, mas a mulherada da mesa ainda quis pedir sobremesa. Acabei experimentando o curioso Sorvete de Rapadura com calda de Catuaba (bem azedinha) e também o Pudim de Tapioca.
Saí do Mocotó às 16:30h, quatro horas e meia depois de ter chegado. Nem o longo caminho de volta tirou o ânimo de querer repetir a dose, com a mesa cheia de amigos, em outro domingo qualquer.
 
FINALMENTE!!!! Só digo isso: finalmente pude conhecer o Mocotó! E fui preparada pra comer muito e sem dó do bolso (aliás, as comidas já não são tão baratas quanto antigamente, mas vale a pena pacas!). O restaurante já ganhou vários prêmios e conta com um dos melhores chefs ever: Rodrigo Oliveira. Como de costume, ele apareceu cumprimentando os clientes e, sim, pude comprovar que realmente ele é #gato. Mas, como a beleza do chef não é o que importa aqui (ou é? rs), vamos ao Mocotó de fato.

Eu estava tão ansiosa pra conhecer o Mocotó que quase perco a entrada. O restaurante fica escondido num bairro da Zona Norte, é super simples (por isso tão acolhedor) e você só o enxerga pelo aglomerado de pessoas à frente (não vá esperando uma estrutura e placa enormes, não). Eu já sabia que ia pegar fila e, para evitar espera, chegamos 11h40. Nesse momento, estavam começando a entregar as primeiras senhas e não precisei esperar nadica de nada! Mas deu mais uns 15 minutos e já tinha gente esperando na fila. #Dica 01: Chegue até 11h40

Aí, prepare-se para um excelente atendimento, fartura de comida e...cachaças. Pra começar, experimente a caipirinha de limão com cachaça mineira. Isso sim é caipirinha: cachaça "de verdade", equilíbrio na quantidade de açúcar e limão. Certamente uma das melhores caipirinhas que já tomei na vida. Aliás, se quiser ir com mais tempo e tiver pique, experimente outras cachaças MARA que eles oferecem lá. #Dica 02: caipirinha de limão com cachaça mineira.

Vamos ao banquete? Sim, senhor! Pra começar, torresmo e dadinhos de tapioca. Eu que não sou muito fã de torresmo adorei aquele que provei no Mocotó: super torrado e sem aquela gordura "banhenta". Mas não podia deixar de provar também os famoso dadinhos de tapioca com molho agridoce. Muito bom, pena que achei um pouco gordurento e não tão sequinho quanto eu esperava, mas bom. #Dica 02: para entrada, peça torresmo ou dadinhos de tapioca.

E você acha que depois disso fomos ao prato principal? Que nada! Tivemos de experimentar o sarapatel e o famoso caldo de mocotó, preparado há 35 anos da mesma maneira e que tornou o Mocotó tão famoso (quando ainda era um botequinho, antes mesmo de ser restaurante). #Dica 03: caldo de mocotó e sarapatel.

Enfim, estava mais do que na hora de pedir o prato principal. E aí fomos de atolado de bode com mandioca (aprox. R$ 35, para 2 pessoas), além de arroz e farofa com acompanhamento. Simplesmente PERFEITO. Eu nunca havia provado esse tipo de carne, mas ouvi falar que era bastante dura. Que nada, estava desmanchando e o molho com tomate cereja e outras especiarias tornou o prato ainda melhor. Até o simples arroz era bom! #Dica 04: Atolado de Bode como prato principal.

O legal é que o Mocotó apresenta um pequeno empório e você pode levar uma lembrancinha pra casa. Eu comprei a ambrosia e minha amiga, que ama cozinhar, também levou a manteiga de garrafa e o molho agridoce.

Lógico que com 04 entradas, 02 acompanhamentos, prato principal, 03 caipirinhas e produtos do empório a conta não saiu tão barata. Foram R$ 100 pra cada (ainda bem que aceitam VR). Mas, quer saber? Sair de tão longe pra conhecer o Mocotó e economizar não tá com nada! ;-)
Dica: Chegue até 11h40!
Bom para: Ir com amigos, Almoçar, Experiências gastronômicas
 
ESTACIONAMENTO – Valet R$ 8,00 (não vi o estacionamento)
A CASA – Local simples com serviço de valet na porta, decoração rústica estilo buteco com muitas garrafas de cachaças diferentes. Possui um bar na frente com três ambientes de mesas.
ATENDIMENTOS- Desde o inicio fomos recepcionados pela pessoa que te dá uma comanda e apesar de ser segunda feira a noite tinha espera, mas muito rápida; enquanto então ficamos degustando umas caipirinhas.
BEBIDAS-Fomos de caipirinha uma de tangerina com pimenta dedo de moça e outra de siriguela ambas de pinga (não me recordo, mas utiliza uma pinga não convencional muito boa para fazer caipirinha) após sentar cerveja Colorado Cauim Pilsen com Mandioca 600ml em seguida cerveja Original.
COMIDA - Entrada: pedimos Torresmos (que estava bem sequinho e gostoso), mocotó - caldo bem equilibrado porem com coentro (alguns não apreciam), mas em pouca quantidade.
Prato Principal:
- baião de dois (sem comentários uma delicia);
- lingüiça na chapa com cebola roxa na cachaça coberta com pimenta biquinho( muito saborosa);
- escondidinho de carne seca (Um dos melhores);
Sobremesa:
- Sorvete de rapadura com calda de catuaba (divino todos adoraram);
- Banana Flambada coberta com uma fatia de queijo coalho calda de chocolate e paçoca (linda apresentação pena que estava sem maquina fotográfica).

OPINIÃO- Tudo muito bem feito (como todos já conhecem por aqui é chover no molhado), ótima opção para levar amigos (não frescos) e gringos (como ontem), eles adoram esta comida que nos remete ao Brasil colônia, nossas origens escravagistas.
RELAÇÃO CUSTO/ BENEFÍCIO – Gastamos uma faixa de R$ 50,00 reais por pessoa, ótima opção para um jantar diferente.
Dica: Sorvete de rapadura com calda de catuaba
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Comer muito, Gastar pouco
 
Fomos em um dia que estava bem movimentado, mas não tão superlotado como nos disseram que costuma ficar, não gosto deste tipo de lugar, prefiro restaurantes mais calmos e confortáveis. Quanto à comida, fica prejudicada pelo tumulto da freguesia. As receitas são bem estilizadas, exemplo o torresmo, nada tem de torresmo encontrado no nordeste ou em qualquer outro lugar, é um tipo de invenção, eu prefiro os tradicionais bem feitos, como os da comida mineira. Li na revista Veja que o Chef resiste à idéia de trazer seu restaurante para a zona sul de São Paulo, ainda bem
 
Eu quero Mocotó…

O Mocotó Restaurante e Cachaçaria, especializado na culinária Nordestina, é um dos patrimônios gastronômicos de São Paulo. Basta observar a multidão que se forma na calçada, em frente à casa da Rua Nossa Senhora do Loreto, na Vila Medeiros, às 12h10 – o bar abre ao meio-dia – para perceber que o negócio é sério.

Já conhecia a fama do local aberto de 1973, e da fila formada por pessoas de todos os cantos da cidade atrás dos quitutes reinventados pelo simpático chef Rodrigo Oliveira. O filho do querido senhor José Oliveira de Almeida, o ‘Seu Zé Almeida’ com quem tive a honra de tomar uma cervejinha antes de ir embora, fez um excelente trabalho.

Cheguei ao Motocó no dia 12 de outubro após uma longa jornada, que começou dois anos antes, com um convite da querida Jô Elias. Conversa vai, correria vem e, finalmente, a Jô puxou o bonde.

A busca pelo santo Mocotó, no entanto, é uma missão para botequeiros de coração puro. Saímos às 11h da Zona Sul, munidos de GPS, e chegamos dez minutos após a abertura do local para garantir uma távola, que só chegou duas horas depois.

A espera faz parte da programação. Aproveite para bebericar deliciosas caipirinhas como as de jabuticaba, frutas vermelhas ou mix de limões, cervejas de garrafa, sucos naturais como o de caju ou abrir o apetite com a carta de cachaças especiais.

Para iniciar os trabalhos, recomendo os deliciosos dadinhos de tapioca com queijo, acompanhados de molho agridoce, torresminhos crocantes e chips de mandioquinha. Peça também a saborosa cumbuquinha carne de panela , acompanhada de pão francês, e o petisco de Torresmo, que derrete na boca.

As porções são ótimas, mas guarde espaço para os pratos principais. Entre as iguarias da casa estão a Carne de sol na chapa com pimenta biquinho, Baião de Dois e Mocofava (favas cozidas no caldo de mocotó). Pratos como o baião e a mocofava têm porções de ‘mini’ a ‘grande’, de acordo com o número de pessoas e o tamanho da fome.

Destaque para a suculenta Costelinha de Porco à moda, servida aos sábados. A costelinha de porco é desossada, recheada com pernil e servida com abacaxi dourado na manteiga, mandioca cozida e molho de mel de engenho. Sensacional.

Dificilmente você vai escapar das sobremesas. Prepare-se para escolher entre a mousse de chocolate com cachaça, o crème brûlée de doce de leite e sementes de umburana (fruta da caatinga) e o famoso pudim de tapioca. A vantagem de ir em uma turma de dez amigos é poder experimentar as três. Que felicidade.

Dizem que o Mocotó já foi mais barato, mas acheo o preço justo. Após três horas petiscando, bebericando e comendo do bom e do melhor, a conta saiu R$ 76 por cabeça.

Seu Zé
Provei os doces meio na pressa pois o “Seu Zé Almeida” me convidou para “tomar uma” na padaria ao lado do Mocotó, que estava mais tranquila. Bebericando uma pequena dose do digestivo Undemberg e fumando seu cigarrinho, Seu Zé me ofereceu uma Original e mostrou o açougue na esquina, quase em frente ao bar, onde tudo começou. “Hoje tenho 54 funcionários. Todos registrados”, frisou.

O proprietário do Mocotó se preocupa com os clientes que desistem de ir ao bar quando se deparam com a fila na calçada e contou que vai abrir o terceiro andar da casa, no terraço, em breve. A fama do Mocotó já lhe rendeu convites para a abertura de filiais na Zona Sul, mas senhor José, que mora há menos de um quarteirão do bar, não arreda o pé da Vila Medeiros. Olhei a fila na porta, às 15h30 da tarde, e disse “Pode ficar tranquilo seu José. As pessoas não arredam o pé do seu bar”.

Prato da Boa Lembrança: No meio do almoço descobri que o Mocotó é um dos 11 restaurantes de São Paulo que integram a Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança. A notícia é boa, mas já era gula demais pedir o prato para minha coleção. Como dizem os pernambucanos, “Pronto”. Está aí mais uma ótima razão para voltar rapidinho ao Mocotó.
Dica: Chegue antes do meio-dia. Horários: Segunda a sábado das 12h às 23h. Domingos e feriados das 12h às 17h. Para chegar de carro ou transporte coletivo: http://www.mocoto.com.br/contato.html
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Drinques, Gastar pouco
 
Cheguei no mocotó por volta das 22:30 quase na hora de fechar... mas mesmo assim fomos bem atendidos, a principio não estavam liberando mesas... Ficamos no balcão durante uns 10 minutos escolhendo nossos pratos... mas logo o hostes nos encaminho para uma mesa (muito gentil, pois neste horário não liberam mesas porque já estão finalizando os serviços). A casa esta cheia!!
Escolhemos para entrada os famosos quadradinhos de tapioca!! sensacional !! simplesmente deliciosos... tomamos também um caldo de Mocotó e uma Mocofava!!! excelentes! agora no frio estes caldos prometem!!! como pratos principais escolhemos baia de dois e um escondidinho de carne seca, super saborosos! vale ressaltar que o purê de mandioquinha que acompanha o baio de dois é simplesmente maravilhoso...( textura e sabor) show!!!
Mesmo encerrado as atividades as 23:00 (depois deste horário não recolhem pedidos para cozinha) fomos servidos e atendidos com muita calma e gentileza... ainda permanecemos no local até 00:00 sem problemas!!!
Ótima experiencia!
Dica: As porções são generosas!! a pequena do baio de dois serve dois tranquilamente!!! (ainda mais depois das entradas)
Bom para: Experiências gastronômicas, Ir sozinho, Ir com crianças, Casais, Famílias, Ir com amigos, Jantar, Almoçar
 
Tive o grande prazer de conhecer esse restaurante com amigos.

O local possui uma decoração simples e agradável com ares de quem está num boteco. O atendimento é rápido e cortês e as opções de comidas e bebidas são vastas!

Não pude deixar de experimentar o carro chefe da casa, o famoso caldo de mocotó. Pedi a porção média que não demorou a chegar e é simplesmente uma delícia. Um caldo grosso e super saboroso que foi ideal para saciar minha fome com o frio que fazia naquela noite.

Ainda experimentei a vaca atolada que vem fumegando numa panela trazendo uma carne tenra e saborosa cozida junto com mandioca, tomatinho, cebolinha e azeitona verde.

Várias porções me chamaram atenção, mas não pude deixar de experimentar os dadinhos de tapioca que são maravilhosos e são servidos com um molho de pimenta agridoce que dá um toque especial.

De sobremesa experimentei o creme brullé de doce de leite e umburana que é leve e deixa um gostinho de quero mais, o pudim de tapioca que tem uma consistência mais dura do que o tradicional pudim de leite, mas que tem um sabor especial e o bolo de chocolate com cupuaçu e castanha-do-pará que não me agradou, pois não era diferente de um bolo comum.

O garçom foi super simpático e ainda nos deu uma saideira do licor de cachaça Francesinha!

A casa ainda oferece uma extensa carta de cachaças e produtos que podem ser comprados como doces, rapadura, farinhas e, claro, cachaças!
Bom para: Ir com amigos, Jantar, Almoçar
Exibindo de 1 a 14
Total de opiniões: 332

Escrever opinião


Passe o mouse pelas estrelas clique para dar nota
Para enviar fotos ou preencher os campos adicionais, faça seu login (Você não perderá a opinião escrita)
O Kekanto não é autor e não endossa nenhuma das opiniões e/ou comentários. Eles são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. Para mais informações acesse nossos termos de uso.

Check-ins

Total de check-ins
100
Seus check-ins aqui
0