Mocotó

Endereço: Av Nossa Senhora do Loreto, 1.100 , Vila Medeiros - São Paulo , SP - Brasil - 02219-001

Telefone:

11 2951-30...

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Categoria:

Restaurantes

  | Rank: 1º de 5072

Restaurante e bar conhecido por servir comida nordestina saborosa e de boa qualidade. Destaque para o Caldo de Mocotó, para a Costelinha de Porco à moda do Engenho, as tapiocas e para as novidades dos rios, Asinha de Pintado e o Pirarucu Assado. 

Preço por pessoa
$$$$ (Até R$25)
Site oficial
mocoto.com.br
Bom para
Gastar pouco
Horário de funcionamento
Seg.
12h - 23h
Ter.
12h - 23h
Qua.
12h - 23h
Qui.
12h - 23h
Sex.
12h - 23h
Sáb.
12h - 23h
Dom.
12h - 17h

Redes sociais
rodrigomocoto
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:
cash, credit card, debit card
Primeira opinião
Diogo Matheus
Detalhes
  • Animais permitidos
  • Ar condicionado
  • Aceita reservas
  • Mesas ao ar livre
  • Inaugurado em 1973
  • 110 lugares
  • Área para fumantes
  • Música
  • Estacionamento

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http://br.kekanto.com/como-chegar/mocoto
Notas específicas:
Ambiente
(129)
Comida
(130)
Atendimento
(129)
Bebida
(124)
Custo-benefício
(120)
Público
(25)
Dicas
Chegue cedo se for num domingo! Baião de Dois, torresminho e pudim de tapioca! :)
Priscilla Z.
Vá com a galera e peça pratos diferentes para dividir.
Maria P.
Chegue cedo. Peça o queijo coalho com molho de garapa.
Leandro L.
A mais preciosa: chegar 11 e pouco no almoço de final de semana para garantir lugar com pouco tempo de espera.
Karla P.
Se puder, opte pelos dias de semana, pois aos fins de semana é realmente muito cheio e não fazem reserva.
Érica R.
Ver mais
Opiniões
Com 233 opiniões aqui no Kekanto e com diversos prêmios recebidos ao longo de seus 40 anos de funcionamento, o 16° melhor restaurante da América Latina é realmente digno de 5 estrelas! ;)

Por muitos anos o Mocotó funcionou como uma Casa do Norte (casa que vende produtos nordestinos) e era conhecido por servir o melhor caldo de mocotó da Zona Norte. Nessa época quem comandava a casa era o "Seu Zé de Almeida". O filho do "Seu Zé", Chef Rodrigo Oliveira, passou a comandar as panelas do Mocotó a partir de 2004. E aí começou a glamourização do Mocotó! :)

Visitei o Mocotó no dia 11 de agosto de 2013, um domingo, aniversário da minha mãe. Foi uma ótima oportunidade para conhecer a casa! :) Chegamos cedo, 11h20, assim evitamos a tão indesejada fila de espera que pode durar mais de 2 horas aos domingos! Odeio esperar, então prefiro chegar bem cedo ou bem tarde, num horário entre almoço e janta. Fomos encaminhados diretamente para uma das mesas do salão e daí começou o meu dia! rs :) O atendimento feito pelos garçons foi bem atencioso, sempre sorridentes e prestativos.

Para iniciar a refeição pedimos uma porção de dadinhos de tapioca com geléia de pimenta, uma porção de torresminho crocante, uma porção de um torresmo um pouco maior e mais mole (indicação do garçom) e uma porção de chips de mandioca. Todos os petiscos chegaram rapidamente e estavam muito gostosos! O torresmo maior era bem gorduroso, não comemos tudo, não pediria numa próxima visita. Os homens da mesa ganharam 2 cachacinhas bem porretas porque era dia dos pais :D, mesmo os dois sendo apenas pais de gatos e cachorros! hehe
Estávamos em 5 pessoas e pedimos 2 pratos principais para dividir: baião de dois tamanho médio e carne de sol assada (Carne de sol preparada artesanalmente e servida com manteiga de garrafa, alho assado, pimenta biquinho e chips de mandioca). Além dos itens mencionados, serviram farofa e purê de mandioquinha. Tudo estava muito gostoso! O baião de dois é bem saboroso! :) Os dois pratos serviram bem as 5 pessoas e não sobrou nada! rs

Para a sobremesa pedimos 2 pratos também para dividir: pudim de tapioca e gelado de cupuaçu. O pudim de tapioca ganhou o meu paladar :) Mas o gelado também era bom, deixei para o final para tirar a doçura do pudim.

Tivemos uma refeição muito agradável e em dado momento o Chef Rodrigo e seu pai passaram por nossa mesa e conversaram um pouquinho com a gente! Muito simpáticos! :)

Depois do cafézinho pedimos a conta e tivemos uma grata surpresa com o valor: R$ 200,00 já com o serviço. Valor justo por uma comida bem feita, outros restaurantes deveriam seguir o exemplo do Mocotó! ;)
O Mocotó vale a viagem, já que moro do outro lado de Sampa e vale a espera por uma mesa, o chef Rodrigo Oliveira é um dos mais estrelados chefs da cidade e o mais legal é que é super simples, conversa com os clientes ajuda até a escolher os pratos e bebidas.
Sabe aquele lugar onde vc se sente em casa? Esse é o lugar e a comida é deliciosa bem brasileira, adoro as saladas e o baião de dois que tem três tamanhos P, M ou G, todos muito bem servidos e claro deliciosos.
Vale a pena pedir também uma porção do petisco do dia que é sempre um bolinho bem diferente e que vc não vai achar em outro lugar.
Os preços também são muito bons.
A quinta estrela fica por conta da simplicidade e carinho que Rodrigo Oliveira tem por seus clientes, assim como seu pai, seu Zé Almeida que disse que após 40 anos, não aguenta mais comer mocotó (rsrsrsrs) fuma 3 maços de cigarros por dia e bebe cachaça.
Estivemos com um casal de amigos noivos italianos (o Aldo é Italiano e Carolina reside há 23 anos na Italia) Aldo quiz saber o que era rapadura (pelo sorvete de rapadura) e Rodrigo na maior paciência explicou em ingles e ainda enviou como cortesia a mesa uma cartola de Engenho (O clássico pernambucano que combina banana, queijo-manteiga e farofinha de açúcar e canela ) muito bom.
Rodrigo pode se considerar um superstar na constelação dos grandes chefes, mas retirou os pratos sujos da mesa pessoalmente para que a sobremesa fosse servida, pode parecer um ato natural, mas vejo muitos maitres que nem isso fazem.

Bem, começamos com o óbvio, dadinhos de tapioca e torresmo, depois adentramos para o caldo de mocotó e uma salada Marajoara e finalizamos com um belo baião de dois com pure de mandioca cremosa e farofa para cairmos (nos jogamos) nas sobremesas, o sorvete de rapadura com calda de catuaba e o pudim de tapioca. Acho a mandioca um produto de excelencia e merece ter melhor exploração.
Como não bebemos bebida alcolica, a conta resultou em R$153, muito barato pela quantidade e qualidade
Sim sim sim! Enfim...Mocotó!
Já tinha escutado amigos falarem a respeito, mas confesso que foi o ranking do Kekanto que despertou a minha curiosidade.
Como nos alertaram para a fila desanimadora, chegamos 11h30, em um sábado, pouco antes de abrir. Pegamos senha e entramos na pequena fila. Assim que abriu fomos todos acomodados e teve início o momento gordice.
Como não podia deixar de ser, começamos com os famosos dadinhos de tapioca com queijo coalho, acompanhado de molho de pimenta agridoce. Delicioso! Para acompanhar, uma serra malte e uma caipirinha de verão (cajá, tangerina e manjericão)
Partimos para uma porçãozinha ("zinha" mesmo!) de torresmo. Sequinho e suculento! Fiquei só com uma dúvida, pois a mesa ao lado pediu o torresmo individual e veio um pratinho, mas não parecia sequinho e crocante como o nosso. Não sei dizer o porque...
Como prato principal escolhemos a carne de sol assada que acompanha pimenta biquinho, alho assado e chips de mandioca. Muito boa! Dica: Não deixe de esmagar uma cabeça de alho e espalhar na carne...fica excelente!
Como não poderia deixar de ser, mais caipirinha para acompanhar. Dessa vez uma três limões e uma de tangerina com pimenta. Podem me xingar, podem me bater e até me apedrejar, mas não gostei da caipirinha de 3 limões! Achei muito azeda e foi um custo pra tomar inteira.
De sobremesa: pudim de tapioca e creme brullé de doce de leite...ambos maravilhosos!
Saldo final: 85 por cabeça com os 10%. Acho que vale a pena,
A espera pela mesa (no mínimo de 1h), vale a pena. Costumo pedir uma entradinha, o dadinho de tapioca ou o próprio caldinho de mocotó animam bastante , e um drink no bar (pra quem gosta de cachaça, o caju amigo é ideal)

O prato principal, é sempre caprichado, serve de 2 a 3 pessoas facilmente. E os garçons são uns queridos, trabalham numa alegria só.

Pra finalizar uma mousse de chocolate com cachaça sempre fecha bem.

Primeiro que me vem à cabeça quando me pedem uma indicação.
Já conhecia o restaurante, mas confesso que a dificuldade geográfica havia impedido um repeteco, que aconteceu neste final de semana.
Cheguei bem cedo (11:20) e a fila estava mediana, mas quem pensou em chegar 15 min depois já ficou para fora.
O restaurante é bem simples. Mesas e cadeiras com cara de boteco, algumas pinturas na parede e só.
Atendimento excelente. Aqui você não tem que ficar esperando ninguém. Super eficiente.
Vamos aos quitutes:
- dadinho de tapioca: sabor delicado que harmoniza muito bem com o molho agridoce. Divino. R$18,90.
- queijo coalho com melado: ganhou meu coração! Queijo torradinho com o melhor melado que já provei. R$6,50 a unidade.
- torresmo: aqui pedimos os dois jeitos. O primeiro um pouco mais carnudo e gordinho ganhou meu coração, mas não do restante da mesa. R$4,90. O segundo era mais crocante e com menos gordura. Muito bom também. R$12,90.
- baião de dois: mistura perfeita entre arroz, feijao, carne seca e queijo coalho. Estavamose m 4 pessoas e pedimos a porção M. R$24,90.
- carne de sol com manteiga de garrafa: pedi sem grandes expectativas, mas estava maravilhosa. Me surpreendeu mesmo. Acompanha sempre um farofa, que era de abobrinha, e um purê, que no dia era de inhame. R$36,90.
Prove tudo isso com o drink de cachaça, limão e rapadura (minha nega) e uma cerveja geladissima!!!
Retorne para a casa, dormir será necessário.... Rs
P.S: as pessoas que chegaram após 13:30 já não podiam ser atendidas, pois a capacidade da casa já havia esgotado!
O Mocotó tem décadas de história. Começou em 1973, em outro endereço mas já na Vila Medeiros. Funcionava como um mercadinho e servia o famoso caldo de mocotó. Não demorou muito para a casa ficar pequena para a quantidade de pessoas que se espremiam para consumir o caldinho. Atualmente, em um domingo, não é difícil encontrar pessoas que passem até três horas na fila para conseguir se sentar. E sempre vale a pena!

Comece sempre com os dadinhos de tapioca, um dos hits do restaurante. A porção de torresmo é uma das melhores que já experimentei. Alguns itens do menu são sazonais, mas no geral todos os pratos satisfazem.

O segredo está no uso dos ingredientes típicos da culinária nordestina com um toque gourmet no preparo.

Se for durante o fim de semana, se programe para chegar por volta de 11h30, apesar do restaurante abrir somente ao meio-dia, para não ficar muito tempo na espera.

E não dê ouvidos para quem diz que é muito longe, o legal é ir de metrô até a estação Tucuruvi e pegar a linha 121G/10, que sai da porta da estação e te deixa na esquina do restaurante. Assim dá para aproveitar a carta de cachaças da casa sem se preocupar!
Já fazia um tempo que eu queria conhecer o Mocotó, principalmente depois que vi o nome do Rodrigo Oliveira figurado em uma lista no portal Terra com os 5 melhores chefs brasileiros escolhidos por ninguém menos do que o Chef Alex Atala do D.O.M. e do Dalva e Dito. Aliás o próprio Alex Atala se encarregou de levar ao restaurante o celebrado chef espanhol Ferran Adrià que definiu o Mocotó com a seguinte frase: “Isso aqui é muito moderno, transcende o óbvio sem ser hype ou tecnológico. Quebra conceitos, estabelece um novo patamar”.

Enfim, fomos ao Mocotó em um domingo de sol a convite de um amigo que já é frequentador assíduo da casa. Era 12:00h e as pessoas já se amontoavam calçada à fora na disputa por uma mesa. Apesar de toda essa aparente muvuca o pessoal que trabalha na casa é desde o início muito cordial, você é tratado como se fosse um amigo mesmo, sem cerimônia. Alí na calçada já nos serviram uma cerveja e em seguida nosso primeiro tira gosto, uma porção de Linguiça flambada com Cebola Roxa e Cachaça, típica de boteco.

Sentamos em seguida e como não poderia ser diferente, comecei pelo Caldo de Mocotó que estava uma delícia. O generoso pedaço de mão de vaca mergulhado no caldo justifica o sucesso da casa.

Entre torresminhos, cerveja e algumas doses das diversas variedades de cachaças que a casa oferece, saboreamos o que para mim é o mais criativo tira gosto de boteco da cidade.

Os Dadinhos de Tapioca com queijo coalho e molho de pimenta agridoce. Sem exagero, esses dadinhos são fora de série, você vai comendo como pipoca e não para até que o prato esteja vazio. Pedimos o cardápio e agora estávamos prontos para os pratos principais.

O cardápio obviamente é recheado de opções tradicionalmente nordestinas. Tem Favada, Baião de Dois, Feijão de Corda, Sarapatel, Dobradinha, Carne de Sol, Vaca Atolada, Escondidinho... e com tanta coisa boa é dificílimo escolher o que comer. Sempre presente à mesa muita farinha, pimenta e manteiga de garrafa para acompanhar os pratos.
Fui no prato especial do domingo, a Paleta de Cordeiro do Velho Chico, deliciosa, macia e suculenta e que vem acompanhada de cuscuz de milho.
Na mesa teve ainda Carne de Sol assada servida na chapa,Chips de Mandioca e Atolado de Bode, cozido por horas e com um suave sabor de coentro.
Ficaram pra trás dois pratos no cardápio que me levarão de volta ao Mocotó em breve: Pirarucu Assado e o prato especial de sábado que é Costelinha de Porco à moda do engenho, dica deste meu amigo que bate cartão no restaurante.
Aquela altura eu já estava mais do que farto de toda a comilança daquela tarde de domingo, mas a mulherada da mesa ainda quis pedir sobremesa. Acabei experimentando o curioso Sorvete de Rapadura com calda de Catuaba (bem azedinha) e também o Pudim de Tapioca.
Saí do Mocotó às 16:30h, quatro horas e meia depois de ter chegado. Nem o longo caminho de volta tirou o ânimo de querer repetir a dose, com a mesa cheia de amigos, em outro domingo qualquer.
Na moral? Nunca fui numa casa do norte tão boa quanto essa. Vou desde pequena, meu pai me levava lá sempre, pra recordar suas origens hahahahaha e putz, a favada de la! Provem a favada de lá. O ambiente é aconchegante, tudo decoradinho com madeira, artesanato e uma luz amarela que parece que você está numa casa de madeira, esperando sair a comida do forno a lenha. Só nao gostei do sarapatel, mas isso é porque nenhum sarapatel que provei ate hoje era bom, então é coisa do meu paladar mesmo!
Não me canso de ir a este restaurante e escrever sempre me remete a lembrança de boa comida, ando ultimamente meio farto de mesmice e se você quer coisa diferente a um preço justo achou o local.

Estava a serviço em plena terça feira a noite com mulher e criança e lembrei depois das 10:30 da noite que estava bem perto do sabor da Bahia, já estive em Salvador algumas vezes e nunca comi coisas tão boas quanto aqui.

Desta vez começamos tomando uma caipirinha(pinga de alambique) de mexerica com pimenta dedo de moça acompanhado de Serramalte no comes o tradicional dadinho de Tapioca, seguidos de baião de dois juntamente com uma vaca atolada de sobremesa fomos de creme brullé de doce de leite coberto com um vitrificado de hummmmmm não me lembro, mas deixa pra lá chef Rodrigo avete.
Esta resenha não é sobre o restaurante ( que tem mais ou menos uns 5 anos) é sobre o Bar Mocotó (o original), que é do mesmo dono e colado ao restaurante.

O Bar é igual a qualquer bar antigo, mesas simples, a decoração foi feita do jeito que deu, tem cara de lugar velho você passa e não bota uma fé que tem algo bom ali, agora quando você resolve ir e pega o lugar cheio já da para sentir a diferença.

Nos finais de semana ou você chaga cedo ou chega com muita paciência para pegar uma mesa, mas tudo bem tem o plano B que é ficar no balcão, em pé mesmo. Pra quem não tem a manha de pegar um lugarzinho, é só ficar perto e ir colocando o copo no balcão daqui a pouco já arrumou um lugar para chamar de seu.

A caipirinha tradicional é muito boa, mas a de três limões é melhor, pode pedir sem medo, também tem boas cervejas.

Não tem muita variedade de petiscos, mas todos são bons, o caldinho de feijão, o mocotó, os cubos de tapioca e queijo com molho agridoce, o escondidinho de car, a carne seca servida com bruscheta, mas o campeão para min, foi o sarapatel.

Se não fosse tão longe eu iria com mais frequência.
Nesse eu sou habitue, vou sempre com a minha esposa e familia as caipirinhas são um casoi a parte e nega flor adoçadoz com rapadura é maravilhos e de cinco limões um pedaço do paraiso o torresmo então é conhecido em todo o mundo e olha que eu não estou brincando n~çao a casa já ganhou vários premios e tem a cozinha experimental no andar de cima a carne seca com alho é o prato da familia Barros
Exibindo de 1 a 14
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