Mocotó Escrever opinião

5 star
Mocotó

Restaurante e bar conhecido por servir comida nordestina saborosa e de boa qualidade. Destaque para o Caldo de Mocotó, para a Costelinha de Porco à moda do Engenho, as tapiocas e para as novidades dos rios, Asinha de Pintado e o Pirarucu Assado. 

Preço por pessoa:

$ (Até R$25)

Site oficial:
mocoto.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Outras formas:
Horário de funcionamento:
Seg. a Sab.: 12h às 23h
Dom.: 12h às 17h
Primeira opinião por:
Diogo Matheus
Detalhes:
Aceita reservas
Inaugurado em 1973
110 lugares
Proibido fumar
Estacionamento

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Notas:
1 estrela
0
Notas específicas:
Ambiente
(78)
Comida
(78)
Atendimento
(78)
Bebida
(74)
Custo-benefício
(70)
Público
(25)
Classificar por:
Opiniões   (174)
Informações comuns nas opiniões (o que é isso?)
Aproveite para bebericar deliciosas caipirinhas como as de jabuticaba, frutas vermelhas ou mix de limões
(informação em 9 opiniões)
Se quiser conhecer num final de semana chegue bem cedo, pois a fila de espera é enorme.
(informação em 6 opiniões)
... peça os dadinhos de tapioca, um caldo de mocofava e uma caipirinha.
(informação em 7 opiniões)
O Baião de Dois foi a escolha mais óbvia, mas valeu a pena
(informação em 12 opiniões)
O melhor escondidinho de carne seca está no mocotó!
(informação em 6 opiniões)

 
"Comida de primeira a preço de quinta..."

Após 3 idas ao clássico MOCOTÓ, nós finalmente conseguimos escrever uma resenha razoável desse lugar fantástico.

...
Vânia: Rodrigo, Rodrigo Rodrigo.. (avistando o Chef Rodrigo Oliveira a 1 km de distância)
Verdelone: putz...Vânia fica quieta..que vexame..
Vânia: Rodrigo, nós somos fãs do Mocotó... (isso na 1ª ida ao Mocotó)
Rodrigo: ? - !
...

Só pra sentir o drama, vejam os prêmios do mocotó só em 2011. Fala sério é ou não um lugar que "tem que conhecer".

- Chef do Ano
Revista NutriNews - 6º Prêmio Destaque Food Service
- Melhor Bom e Barato
Folha de São Paulo - Tricampeão
- Melhor Bom e Barato
Veja São Paulo - Tricampeão
- Melhor Cozinha Brasileira
Época São Paulo - Escolha do Leitor
- Melhor Cozinha Brasileira
Revista Gula - 2º Lugar no prêmio nacional
- Prêmio Paladar
O Estado de São Paulo – Indicado em 2 categorias
- Estrelas nos guias Quatro Rodas e Josimar Melo

Sempre ouvimos falar sobre a grandiosidade gastronômica que esse simples restaurante tem a oferecer para seus clientes e foi numa bela tarde de sábado que resolvemos conferir pela 1ª vez.

Ao passar pela Avenida Nossa Senhora do Loreto, já reconhecemos de longe o local, sem mesmo nunca ter ido antes, o motivo? A quantidade de pessoas na fila de espera que mais parecia uma balada diurna do que a de um restaurante....

O jeito foi nos juntar à eles. Recebemos um número de espera e ficamos ali observando "tim tim por tim" do que rolava.......

Foram mais de uma hora e meia de espera, mas o clima é tão bom que nem pareceu ser tanto, pois o pessoal da fila já vai pedindo petiscos, caipirinhas, cervejas....

Quando chegou a nossa vez fomos felizes da vida nos sentar numa mesinha... existem 3 ambientes internos, sendo um deles ao lado da cozinha no estilo de uma varanda... mas ficamos em dos ambientes internos mesmo.

Os garçons são extremamente carinhosos no atendimento..é uma simpatia sem fim....

Como estávamos famintos, sem almoço e tudo mais, fomos de cara pedindo o prato principal que por sinal não está no cardápio, é o prato participante da Boa Lembrança, a Panelinha do Seu Zé, que os garçons explicaram se tratar de um "cozido de garrão". Hummm!!!!!!!!! E para acompanhar, fomos instruídos pelo garçom a pedir um baião de dois, com a farofa e maionese do dia.

Parecia DOCE. Era aquela comida de se comer rezando......Sabe?

Para acompanhar, nada melhor do que uma cervejinha geladaaaa, como os belohorizontinos gostam. As mesmas se apresentam em garrafas de 600 ml.

E não é que o Chef Rodrigo Oliveira estava andando por ali? Vale lembrar que ele é um dos mais renomados chefs de cozinha e inclusive estava na Revista Época como sendo um dos 100 brasileiros mais influentes em 2010... olha.. isso não é para qualquer um.

E foi aí que ele nos indicou a cerveja Bamberg, que havia acabado de chegar ao bar e ele disse adorar. Uma simpatia! Após isso, ele veio perguntar se havíamos gostado da sugestão dele. Foi sugestão mesmo, pois não estava no cardápio.

O Mocotó é famoso por suas cachaças. E não é que o Leandro, sommelier de cachaça, apareceu em nossa mesa. Foi aí que comentamos que não gostamos de cachaças. Pra quê?

Ele inconformado com a situação, trouxe três tipos de cachaças e algumas siriguelas e nos deu um mini - curso sobre as mesmas (como beber, qual é a melhor, etc etc) e nós ficamos felizes da vida com tudo. Inclusive pretendemos voltar um dia e participar de algum curso de degustação com ele. Show de bola de atendimento do começo ao fim.

Após essa enorme viagem pelo mundo da gastronomia perfeita, nada melhor que um creme brullé de doce de leite e umburana para fechar com chave de ouro.

Esse é o famoso Mocotó... um restaurante simples, lotado, com cara de bar do estilo botecão, com uma história de vida linda de viver e uma culinária de altíssima qualidade.

Já voltamos lá outras vezes e pegamos a mesma fila, o mesmo ótimo atendimento e sempre estamos com vontade de voltar, embora seja uma viagem chegar até lá, visto que o Mocotó é na Vila Medeiros - Zona Norte, mas vale cada Km rodado!

Data da Visita: 29/05/2011

Simulação de gastos para 2 Pessoas: R$ 31,80 (2 Cervejas Bamberg) + R$ 16,90 ( Dadinhos de Tapioca) + R$ 18,90 (Escondidinho de carne seca) + R$ 6,76 (10%) = TOTAL R$ 74,36

Ambiente: 6,0
Atendimento: 10,0
Bebidas: 10,0 para cachaças
Banheiro: 6,5

Desde: 1973
Capacidade: 110 lugares.

Faixa Etária Média: TODAS.
Ambiente: Familiar, Boteco.

Site: http://www.mocoto.com.br/
Dica: Chegar cedo. Peça para o Leandro sommelier de cachaça uma dica...e tome degustando.
Bom para: Ir com amigos, Almoçar, Comer muito, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 18/01/2012
ALEXANDRA VAZ:
Oi Luis, pelo que pude perceber a galera gosta de ir almoçar... sera que este restaurante seria uma boa pedida para o sábado a noite?
Fellipe Buoso:
Dou 6 também pro ambiente, achei apertado, fui num dia bem quente, super abafado, aqueles ventiladores não davam conta! Só isso, o resto 10!
Luís Gustavo Botelho Verdelone:
@Alexandra Vaz ... O problema de ir no Mocotó a noite é que ele fica na distante Vila Medeiros (extremo da Zona Norte). Então se você não é dessa região, eu recomendo que você vá no fim da tarde para início da noite ...se eu não me engano o Mocotó fecha por volta das 22h30/23h
 
Já fazia um tempo que eu queria conhecer o Mocotó, principalmente depois que vi o nome do Rodrigo Oliveira figurado em uma lista no portal Terra com os 5 melhores chefs brasileiros escolhidos por ninguém menos do que o Chef Alex Atala do D.O.M. e do Dalva e Dito. Aliás o próprio Alex Atala se encarregou de levar ao restaurante o celebrado chef espanhol Ferran Adrià que definiu o Mocotó com a seguinte frase: “Isso aqui é muito moderno, transcende o óbvio sem ser hype ou tecnológico. Quebra conceitos, estabelece um novo patamar”.

Enfim, fomos ao Mocotó em um domingo de sol a convite de um amigo que já é frequentador assíduo da casa. Era 12:00h e as pessoas já se amontoavam calçada à fora na disputa por uma mesa. Apesar de toda essa aparente muvuca o pessoal que trabalha na casa é desde o início muito cordial, você é tratado como se fosse um amigo mesmo, sem cerimônia. Alí na calçada já nos serviram uma cerveja e em seguida nosso primeiro tira gosto, uma porção de Linguiça flambada com Cebola Roxa e Cachaça, típica de boteco.

Sentamos em seguida e como não poderia ser diferente, comecei pelo Caldo de Mocotó que estava uma delícia. O generoso pedaço de mão de vaca mergulhado no caldo justifica o sucesso da casa.

Entre torresminhos, cerveja e algumas doses das diversas variedades de cachaças que a casa oferece, saboreamos o que para mim é o mais criativo tira gosto de boteco da cidade.

Os Dadinhos de Tapioca com queijo coalho e molho de pimenta agridoce. Sem exagero, esses dadinhos são fora de série, você vai comendo como pipoca e não para até que o prato esteja vazio. Pedimos o cardápio e agora estávamos prontos para os pratos principais.

O cardápio obviamente é recheado de opções tradicionalmente nordestinas. Tem Favada, Baião de Dois, Feijão de Corda, Sarapatel, Dobradinha, Carne de Sol, Vaca Atolada, Escondidinho... e com tanta coisa boa é dificílimo escolher o que comer. Sempre presente à mesa muita farinha, pimenta e manteiga de garrafa para acompanhar os pratos.
Fui no prato especial do domingo, a Paleta de Cordeiro do Velho Chico, deliciosa, macia e suculenta e que vem acompanhada de cuscuz de milho.
Na mesa teve ainda Carne de Sol assada servida na chapa,Chips de Mandioca e Atolado de Bode, cozido por horas e com um suave sabor de coentro.
Ficaram pra trás dois pratos no cardápio que me levarão de volta ao Mocotó em breve: Pirarucu Assado e o prato especial de sábado que é Costelinha de Porco à moda do engenho, dica deste meu amigo que bate cartão no restaurante.
Aquela altura eu já estava mais do que farto de toda a comilança daquela tarde de domingo, mas a mulherada da mesa ainda quis pedir sobremesa. Acabei experimentando o curioso Sorvete de Rapadura com calda de Catuaba (bem azedinha) e também o Pudim de Tapioca.
Saí do Mocotó às 16:30h, quatro horas e meia depois de ter chegado. Nem o longo caminho de volta tirou o ânimo de querer repetir a dose, com a mesa cheia de amigos, em outro domingo qualquer.
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 14/11/2012
André Leiras Prujansky:
Gosto de cachaça de alambique, sem rótulo nem aditivos.
Nubia A:
Eu juro que babei no teclado...
André Leiras Prujansky:
Vale a pena mas tem que chegar bem cedo rsrsrs
 
Senhoras & Senhores, Mocotó!!! Claro que todos já ouviram falar desse restaurante e, evidentemente, ele já foi tema de um post meu. Mas não sei como esse lugar consegue melhorar a cada nova visita, portanto merece mais uma menção aqui.

Dia 16 de outubro, uma terça-feira "branca" (ou um dia útil, se preferir). Isso mesmo: vá em um dia de branco, pois o Mocotó é disputadíssimo aos finais de semana. Como? Não sei. Dê o seu jeito e não se arrependerá. Ou tenha paciência em um sábado ou domingo.

Todo mundo sabe que a localização é desfavorável (zona norte, bem norte de São Paulo), por isso não visito tanto como eu gostaria (pensando bem, é melhor assim... senão estaria ainda mais gorda, rs). A última vez que estive lá foi em 2010 e, desde então, o ambiente mudou bastante: está mais amplo, organizado e agradável. Ficou um pouco mais "chique", sem perder a identidade. Há quadros com todos prêmios e reportagens nas paredes e a pitoresca e envolvente música nordestina de fundo dá o toque de graça ao local.

Sentamos em uma mesa ao lado do bar e fomos bem atendidos, como é usual. Os garçons são muitos e sempre solícitos, explicam tudo calmamente e era possível ver o famoso chef Rodrigo Oliveira passando pra lá e pra cá. Além disso, o funkeiro Mister Catra almoçava neste dia também. E eu o confundi com o MC Claudinho. Dá pra perceber que entendo mais de comer do que de funk, né?!? Então, vamos ao que interessa...

Iniciemos pelos bebes. Pedimos uma dose de cachaça para degustarmos. Trata-se de uma cachaça premium chamada Weber Hauss: envelhecida em barris de madeiras nobres como Cabriúva e Carvalho e graduação alcoólica 38% vol. Muito boa, não é daquelas cachaças que "rasgam" a garganta. A cervejinha escolhida foi a Colorado Indica, feita com rapadura: forte, encorpada e saborosa.

Eu pedi a Caipirinha Três Limões. Composta pelos limões cravo, taiti e siciliano, a caipirinha ainda levava cravos e açúcar de baunilha. Difícil explicar o sabor surpreendente desta junção, resumidamente: maravilhosa.

Outro drink degustado foi o Maria Bonita (cachaça com cambuci, gim e limão). Achei o nome tão bonito, só faltou o conteúdo estar um pouquinho mais gelado. Estava gostoso e a borda encrustada com sal e pimenta acentuou o sabor da bebida.

De entrada, petiscamos as porções Dadinhos de Tapioca (Cubinhos de tapioca com queijo-de-coalho dourados e servidos com molho de pimenta agridoce) e Queijo de Coalho com Melado (Porção de queijo dourado na manteiga-de-garrafa, acompanhada de melado de cana). Tudo deliciosamente saboroso, especialmente os dadinhos, um dos meus quitutes favoritos (ainda no caminho, já salivava pensando em comê-ló).

Nos pratos principais, o nosso rega-bofe contou com o legítimo Baião de Dois (o arroz com feijão nordestino que leva queijo-de-coalho, lingüiça, bacon e carne-seca em sua composição). Acompanhava também um Purê de Inhame que estava divino. Outro prato foi a Carne de Sol Assada que é preparada artesanalmente (conforme o garçom nos explicou) e servida com manteiga-de-garrafa, alho assado, pimenta biquinho e chips de mandioca.

Para experimentar uma das novidades do cardápio, escolhemos o Pirarucu Assado com Crosta de Castanha e servida com Vinagrete de Feijão Fradinho e Mandioca Cozida. O tenro peixe saboroso harmonizando com esse vinagrete de feijão e a mandioca molinha era de se comer rezando, ou melhor, agradecendo ao Lampião, Maria Bonita, enfim a todos os deuses do Sertão.

Entre uma garfada e outra, já sonhava com a sobremesa. As opções são excelentes e eu optei pelo primoso Creme Bruleé de Doce de Leite com Umburana. O Hilton escolheu o igualmente delicioso Bolo de Chocolate com Cupuaçu e Castanha-do-Pará.

Ainda fechamos o banquete com um bom café espresso. Com o "bucho" cheio e felizes da vida com a tarde deleitosa, pedimos a conta...

Como podem ver nas fotos, a conta ficou cara (estávamos em 4 pessoas e saiu aproximadamente R$86/pessoa). Sim, foi-se o tempo que o Mocotó era a combinação perfeita do Bom&Barato. Mas dá para economizar nos pedidos e enxugar bastante a conta. É que nós não nos controlamos mesmo e enfiamos o pé na melância, não foi nem na jaca. E acreditem ou não: saímos sem nenhum centavo de arrependimento. A empolgação era tanta que até pedi uma foto com o renomado chef (depois dos drinks, claro...rs), do qual sou realmente fã.

Enfim, isso é o Mocotó: um restaurante onde você se sente confortável, come muito bem, farta-se de alegria e vai embora pensando no dia em que irá voltar!
Dica: Chegue cedo ou vá em dias da semana
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 07/11/2012
Vanessa Fernandes:
Obrigada, meu amor!!! Estávamos muito felizes! rs
akira tsukamoto:
Sou novo por aqui (Kekanto) e ainda me habituando com a dinâmica do site....e uma coisa recordo... num dos posts, li alguém comentar que seus comentários são os melhores.... tipo se sentir no lugar apenas lendo os comentários (e isso é verdade), meus pais tem comércio perto desta avenida....e se bobear, o dono do local é cliente deles...... e com 15 anos de comércio... eu nunca fui lá!!!?????? Acho que agora é hora de acertar os ponteiros.... :)
Vanessa Fernandes:
Olá Akira Tsukamoto, td bem?!? Muito obrigada! Tenho um blog de Gastronomia e o meu objetivo é mesmo tentar chegar ao máximo de realidade possível. Logo vc se familiariza com o KK e irá amar tudo isso. Ah e não deixe de conhecer o Mocotó, ele é disparado o meu restaurante preferido! Até mais... :)
 
ESTACIONAMENTO – Valet R$ 8,00 (não vi o estacionamento)
A CASA – Local simples com serviço de valet na porta, decoração rústica estilo buteco com muitas garrafas de cachaças diferentes. Possui um bar na frente com três ambientes de mesas.
ATENDIMENTOS- Desde o inicio fomos recepcionados pela pessoa que te dá uma comanda e apesar de ser segunda feira a noite tinha espera, mas muito rápida; enquanto então ficamos degustando umas caipirinhas.
BEBIDAS-Fomos de caipirinha uma de tangerina com pimenta dedo de moça e outra de siriguela ambas de pinga (não me recordo, mas utiliza uma pinga não convencional muito boa para fazer caipirinha) após sentar cerveja Colorado Cauim Pilsen com Mandioca 600ml em seguida cerveja Original.
COMIDA - Entrada: pedimos Torresmos (que estava bem sequinho e gostoso), mocotó - caldo bem equilibrado porem com coentro (alguns não apreciam), mas em pouca quantidade.
Prato Principal:
- baião de dois (sem comentários uma delicia);
- lingüiça na chapa com cebola roxa na cachaça coberta com pimenta biquinho( muito saborosa);
- escondidinho de carne seca (Um dos melhores);
Sobremesa:
- Sorvete de rapadura com calda de catuaba (divino todos adoraram);
- Banana Flambada coberta com uma fatia de queijo coalho calda de chocolate e paçoca (linda apresentação pena que estava sem maquina fotográfica).

OPINIÃO- Tudo muito bem feito (como todos já conhecem por aqui é chover no molhado), ótima opção para levar amigos (não frescos) e gringos (como ontem), eles adoram esta comida que nos remete ao Brasil colônia, nossas origens escravagistas.
RELAÇÃO CUSTO/ BENEFÍCIO – Gastamos uma faixa de R$ 50,00 reais por pessoa, ótima opção para um jantar diferente.
Dica: Sorvete de rapadura com calda de catuaba
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Comer muito, Gastar pouco
Gostei Comentar Reportar 31/01/2012
Edgard Junior:
Carlos depois entre neste blog é muito interessante http://www.wineworldadventure.com/
Erica Cristina Almeida:
preciso ir neste.
Edgard Junior:
to louco para voltar lá, mas é longe pacas para mim e se for fim de semana precisa madrugar na fila.....
 
Eu quero Mocotó…

O Mocotó Restaurante e Cachaçaria, especializado na culinária Nordestina, é um dos patrimônios gastronômicos de São Paulo. Basta observar a multidão que se forma na calçada, em frente à casa da Rua Nossa Senhora do Loreto, na Vila Medeiros, às 12h10 – o bar abre ao meio-dia – para perceber que o negócio é sério.

Já conhecia a fama do local aberto de 1973, e da fila formada por pessoas de todos os cantos da cidade atrás dos quitutes reinventados pelo simpático chef Rodrigo Oliveira. O filho do querido senhor José Oliveira de Almeida, o ‘Seu Zé Almeida’ com quem tive a honra de tomar uma cervejinha antes de ir embora, fez um excelente trabalho.

Cheguei ao Motocó no dia 12 de outubro após uma longa jornada, que começou dois anos antes, com um convite da querida Jô Elias. Conversa vai, correria vem e, finalmente, a Jô puxou o bonde.

A busca pelo santo Mocotó, no entanto, é uma missão para botequeiros de coração puro. Saímos às 11h da Zona Sul, munidos de GPS, e chegamos dez minutos após a abertura do local para garantir uma távola, que só chegou duas horas depois.

A espera faz parte da programação. Aproveite para bebericar deliciosas caipirinhas como as de jabuticaba, frutas vermelhas ou mix de limões, cervejas de garrafa, sucos naturais como o de caju ou abrir o apetite com a carta de cachaças especiais.

Para iniciar os trabalhos, recomendo os deliciosos dadinhos de tapioca com queijo, acompanhados de molho agridoce, torresminhos crocantes e chips de mandioquinha. Peça também a saborosa cumbuquinha carne de panela , acompanhada de pão francês, e o petisco de Torresmo, que derrete na boca.

As porções são ótimas, mas guarde espaço para os pratos principais. Entre as iguarias da casa estão a Carne de sol na chapa com pimenta biquinho, Baião de Dois e Mocofava (favas cozidas no caldo de mocotó). Pratos como o baião e a mocofava têm porções de ‘mini’ a ‘grande’, de acordo com o número de pessoas e o tamanho da fome.

Destaque para a suculenta Costelinha de Porco à moda, servida aos sábados. A costelinha de porco é desossada, recheada com pernil e servida com abacaxi dourado na manteiga, mandioca cozida e molho de mel de engenho. Sensacional.

Dificilmente você vai escapar das sobremesas. Prepare-se para escolher entre a mousse de chocolate com cachaça, o crème brûlée de doce de leite e sementes de umburana (fruta da caatinga) e o famoso pudim de tapioca. A vantagem de ir em uma turma de dez amigos é poder experimentar as três. Que felicidade.

Dizem que o Mocotó já foi mais barato, mas acheo o preço justo. Após três horas petiscando, bebericando e comendo do bom e do melhor, a conta saiu R$ 76 por cabeça.

Seu Zé
Provei os doces meio na pressa pois o “Seu Zé Almeida” me convidou para “tomar uma” na padaria ao lado do Mocotó, que estava mais tranquila. Bebericando uma pequena dose do digestivo Undemberg e fumando seu cigarrinho, Seu Zé me ofereceu uma Original e mostrou o açougue na esquina, quase em frente ao bar, onde tudo começou. “Hoje tenho 54 funcionários. Todos registrados”, frisou.

O proprietário do Mocotó se preocupa com os clientes que desistem de ir ao bar quando se deparam com a fila na calçada e contou que vai abrir o terceiro andar da casa, no terraço, em breve. A fama do Mocotó já lhe rendeu convites para a abertura de filiais na Zona Sul, mas senhor José, que mora há menos de um quarteirão do bar, não arreda o pé da Vila Medeiros. Olhei a fila na porta, às 15h30 da tarde, e disse “Pode ficar tranquilo seu José. As pessoas não arredam o pé do seu bar”.

Prato da Boa Lembrança: No meio do almoço descobri que o Mocotó é um dos 11 restaurantes de São Paulo que integram a Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança. A notícia é boa, mas já era gula demais pedir o prato para minha coleção. Como dizem os pernambucanos, “Pronto”. Está aí mais uma ótima razão para voltar rapidinho ao Mocotó.
Dica: Chegue antes do meio-dia. Horários: Segunda a sábado das 12h às 23h. Domingos e feriados das 12h às 17h. Para chegar de carro ou transporte coletivo: http://www.mocoto.com.br/contato.html
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Drinques, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 16/10/2011
rafael assad luz:
gostei, pena ser muito longe p mim :(
Dani Braun:
Tudo bom Rafael? Não desanime... é longe mesmo, mas vale a pena! Se for de metrô eles indicam como chegar lá.
Vânia M.G.:
Que delícia que é o Mocotó!!!
 
Chegamos cedo (11h20) e a fila já estava formada. Famílias inteiras, de várias nacionalidades, várias idades e de diversas classes sociais. Chegar cedo garante apenas 40 minutos de espera. Chegar depois que a primeira leva já entrou significa espera de 1h30 ou até 2h30! Mas a espera é confortável, há muitos bancos e um toldo que protege a maior parte da fila.
DICA 1 - Chegar cedo para o almoço de final de semana.

Recebemos uma senha e um garçom, o mesmo que nos atendeu, indicou nossa mesa. Ficamos no segundo salão. Quando eu saí, agradeci imensamente por ficar nesta mesa. Quem fica na primeira parte do restaurante, próximo ao balcão, se dá mal. Fica uma aglomeração em volta da mesa, esperando você sair.
DICA 2 - Não ficar no primeiro salão, muito menos próximo ao balcão.

Pedimos 2 Colorados (Caium e Indica) para abrir o apetite (R$ 17,90 cada). Começamos com os Dadinhos de Tapioca, tão falados nas resenhas anteriores que ficou difícil resistir. É realmente uma deliciosa combinação de tapioca com queijo coalho, servido com um molhinho de pimenta agridoce (uma mistura que causa sensações diferentes, mas muito boas). Aprovadíssimos!
DICA 3 - Dadinhos de Tapioca

Estávamos em quatro, o que pode ser ótimo para provar alguns pratos. Optamos pela carne de sol assada, banhada com manteiga de garrafa, servida com uma cabeça de alho assada (o alho derretido fica ótimo sobre a carne) e pimenta biquinho. Como acompanhamento, um purê do dia (no nosso caso, de mandioca, com uma consistência que nunca vi) e chips de mandioca.
Como não poderia deixar de ser, pedimos um Baião de Dois (o médio é excelente para 2 pessoas, caso peça outros pratos). Muito gostoso e molhadinho (difícil encontrar um que não fosse seco).
Feijão de corda pequeno, com bastante calabresa e bacon e levemente apimentado. Outra coisa que me surpreendeu no Mocotó é que os pratos não têm coentro em excesso, como já vi em muito restaurante nordestino por aí.
O escondidinho de carne seca é o melhor que já comi. Bastante cremoso, carne desfiada sem muita gordura e uma crostinha de queijo que ajuda a manter a temperatura do escondidinho (bem quente) caso você esteja ainda provando outro prato. Não pedimos o escondidinho de queijo de cabra com legumes porque o garçom nos avisou que demoraria meia hora pra ficar pronto (não deve ter muita saída).
DICA 4 - Escondidinho de carne seca

Chega o momento das sobremesas! Cada um pediu uma para poder trocar ;)
Eu fui de Cartola de Pernambuco (banana coberta com queijo manteiga, assados, com farofa de açucar e canela) e adorei! Também provei o Pudim de Tapioca (o que era aquela cobertura de coco queimado?), o frozen de cajá manga com melado e o bolo com castanhas e sorvete de creme.
DICA 5 - Pudim de Tapioca

Como nunca tive vontade de experimentar pratos mais fortes (como Sarapatel, Mocotó e Favada), infelizmente não posso contribuir com opiniões sobre estes pratos. Ficamos no básico baião de dois, feijá de corda e escondidinho. Quem sabe numa próxima oportunidade?

Ah, não deixe de levar um docinho do empório pra casa.

Almoço + 3 doces do empório = R$ 67,00 para cada um. O lugar é bastante econômico, o que pesou foram as cervejas e os potes de doce. Se fosse só o almoço, sairia menos de R$ 50 por cabeça.

A casa tem uma carta com mais de 340 rótulos de cachaça. Bom provar da próxima vez também.

Em resumo, é necessário mesmo voltar para provar outras coisas.

Infelizmente não levei a câmera, fico devendo fotos. Mas acho que todas as fotos que já foram publicadas ajudam bastante!
Dica: A mais preciosa: chegar 11 e pouco no almoço de final de semana para garantir lugar com pouco tempo de espera.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Almoçar, Comer muito, Famílias, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 28/05/2012
rafael assad luz:
Putz tenho muita vontade de ir só q é tão longe p mim, kkk mas creio q valerá a pena
Sérgio H.M.Salge:
VOU PARAFRASEAR UMA MÚSICA QUE EU NEM GOSTO , MAS FAZER O QUE???, SE É EXATAMENTE O QUE EU SINTO AO LER ESSA RESENHA AI .....AI .;....... ASSIM VOCÊ ME MATA .......... !!!!
aBÇOS .
 
Tive o grande prazer de conhecer esse restaurante com amigos.

O local possui uma decoração simples e agradável com ares de quem está num boteco. O atendimento é rápido e cortês e as opções de comidas e bebidas são vastas!

Não pude deixar de experimentar o carro chefe da casa, o famoso caldo de mocotó. Pedi a porção média que não demorou a chegar e é simplesmente uma delícia. Um caldo grosso e super saboroso que foi ideal para saciar minha fome com o frio que fazia naquela noite.

Ainda experimentei a vaca atolada que vem fumegando numa panela trazendo uma carne tenra e saborosa cozida junto com mandioca, tomatinho, cebolinha e azeitona verde.

Várias porções me chamaram atenção, mas não pude deixar de experimentar os dadinhos de tapioca que são maravilhosos e são servidos com um molho de pimenta agridoce que dá um toque especial.

De sobremesa experimentei o creme brullé de doce de leite e umburana que é leve e deixa um gostinho de quero mais, o pudim de tapioca que tem uma consistência mais dura do que o tradicional pudim de leite, mas que tem um sabor especial e o bolo de chocolate com cupuaçu e castanha-do-pará que não me agradou, pois não era diferente de um bolo comum.

O garçom foi super simpático e ainda nos deu uma saideira do licor de cachaça Francesinha!

A casa ainda oferece uma extensa carta de cachaças e produtos que podem ser comprados como doces, rapadura, farinhas e, claro, cachaças!
Bom para: Ir com amigos, Jantar, Almoçar
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 23/05/2012
ALEXANDRA VAZ:
Oi leo... pelo que me parece a galera gosta de ir para almoçar... sera que e uma boa pedida para ir num sabado a noite?
Leonard Ang:
Alexandra, depende do seu plano. Se for para jantar, talvez fique pesado. Se for para petiscar, tomar uma cerveja acho uma boa pedida!
ALEXANDRA VAZ:
Valeu!! Leo obrigada!
 
Durante duas horas só pararam carrões na esquina da Av Nossa Senhora do Loreto com a Av Gustavo Adolfo (no coração da Vila Medeiros). Depois de receber diversos prêmios e aparecer frequentemente na mídia, o Mocotó vive lotado. Chegamos ao restaurante localizado num bairro simples da zona norte por volta das 12h30 no domingo. A fila na porta era assustadora. A “hostess” já alertou: no mínimo 1 hora de espera. Estávamos tranqüilos e arranjamos um banquinho na porta pra aproveitar as caipirinhas durante a espera. A previsão para uma mesa só aumentava conforme passava o tempo: as pessoas que chegaram perto das 13h30 escutavam um nada animador “no mínimo 3 horas de espera”. As caipirinhas são deliciosas: provei de amora com uva verde, manga com pimenta e a de três limões, mas ainda acho o Veloso imbatível nesse quesito. A bebida que tem muita saída é a cerveja quente: cerveja servida com cubos de gelo, limão e pimenta mexicana na borda do copo. É interessante, mas mesmo os fãs cerveja acabam preferindo as nossas tradicionais geladas. A longa espera não é tão sofrida, já que é possível provar entradinhas na porta do restaurante. Provamos o queijo de coalho com mel do engenho, uma delicia, mas é apenas queijo de coalho. Os cubinhos de tapioca com queijo são os mais pedidos, e de fato, tem uma cara muito apetitosa (não provei porque eram fritos, apesar do garçon me garantir que eram muito sequinhos!). Provamos também o mini escondidinho de carne seca, gostoso, mas achei que veio pouquinha carne, e o purê de galinha com farofa de cuscuz: bem saboroso, a farofa era bem crocante, mas estava salgado demais.Depois de quase duas horas, conseguimos sentar finalmente (já sem muita fome). O ambiente é bem simples, com garçons zanzando o tempo todo e o bar com a parede inteira de cachaça rodando a mil. A trilha sonora: um forró tradicional, baixinho e agradável. Queríamos provar o baião de dois, e pensamos em pedir o grande, para dividir (custa por volta de R$25). A garçonete alertou que era grande demais e que deveríamos pedir o médio (R$ 17). Ela tinha razão, o médio já era grande demais para duas pessoas. Estava muito bom, mas ainda achei um pouco salgado demais.De sobremesa pedimos o bolo de chocolate com cupuaçu e sorvete de creme, que segundo a garçonete era a melhor sobremesa de la. O bolo vem quentinho e úmido e contrasta com o azedinho do cupuaçu, uma delicia. A conta deu aproximandamente R$ 60 por pessoa, o que foi bem pouco, dado a quantidade de comida e bebida que provamos. Vale a pena? Vale a experiência, sem dúvida, só não sei se voltarei lá tão logo: o bairro é bem fora de mão pra mim, e encarar 2 horas de fila só num dia de muito bom humor!
Bom para: Ir com amigos
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 13/07/2011
Samia:
Fiquei com vontade de provar as caipirinhas!!! Sei que o suco de coco é imbatível - sempre peço!
Vânia M.G.:
Eu amo esse lugar!
Rosalva amira:
Oooobaaa,adoro o suco de coco!!!
 
"O problema não é você, sou eu, meu amor!". Sabe essa desculpa esfarrapada de casal que tá terminando? Pois é esse o sentimento que eu tive na minha primeira visita ao Mocotó. Já amava o restaurante platonicamente por causa das resenhas aqui do Kekanto, mas acho que fui com expectativas altas demais. O problema do restaurante sou eu, não ele.

Cheguei 12h15 (minha companhia atrasou, o planejado era chegar umas 11h45 hehe) e tive que esperar bizarras 1h30 pra entrar. Sorte que, como cheguei cedo, tinha lugar pra sentar do lado de fora e, por ter uma fila de espera tão grande, os garçons atendem lá fora, levando comidinhas e bebidas. A espera deixa de ser tão custosa.

O lugar é longe do centro cultural/gastronômico/blergous, fica uns 4km do metrô Tucuruvi (a última estação ao norte da linha 1 Azul de metrô).

O que eu comi/bebi:
- Cerveja Original (padrão, gelada no ponto)
- Uma caipirinha de três limões (boa, uma experiência interessante, meio azeda demais pro meu paladar, a Caipirinha do Verão, com uva, abacaxi e vinagre de mexerica é mais suave)
- Cubinhos de tapioca com queijo coalho com um molho agridoce que levava pimenta e mel (sensacional, a melhor pedida, certamente. Quem for ao Mocotó tem que pedir os cubinhos de tapioca, são imperdíveis)
- Carne seca com cebola roxa e pimenta dedo de moça (uma porção muito bem servida. É bom, a pimenta ajudou a dar um diferencial na comida, vale a pena, mas não é nada estupendo ou fora do comum pra quem conhece comida nordestina)
- Macaxeira e jerimumo ao molho de manteiga com mel (porção pequena, só pra acompanhar a carne seca, pra deixa-la um pouco mais molhada. Achei o gosto bom, mas também nada de estupendo, a minha companhia amou, disse que estava deliciosa)
- Macaxeira chips (porção pequena, pra comer com a carne seca, estava boa, bem parecida com a chips de macaxeira que comi no Brasil a Gosto)
- Cachaça São Rosa (acho), do Rio de Janeiro, foi uma dica do garçon, disse que saía bastante e que era bem boa de provar. Gostei, segui as dicas de degustação que estão no cardápio e gostei da experiência que tive.
- Mousse de chocolate com um toque de cachaça. "Toque de cachaça" foi o eufemismo mais falho que já vi...tinha muita cachaça. Não estava ruim, mas estava bem forte - e pra quem queria comer um doce pra cortar um pouco o efeito do álcool, foi uma decepção grande hahaha
- Espresso

Tudo isso deu 70r$ com 10%. É MUITO barato. Mas se for ver o quanto que gastei com transporte também, posso dizer que foi um investimento de uns 100r$. Ainda assim, muito barato mesmo pra ir em um restaurante super bem conceituado.

Não dou mais estrelas pro lugar por alguns motivos:
- A fila de espera é um charme desnecessário...achei que o chá de cadeira que o restaurante me deu foi exagerado.
- A comida é boa, mas tirando os cubos de tapioca com queijo coalho, não senti que havia uma real inovação gastronômica. Como já havia ido a São Luis do Maranhão com uma ludovicense, conhecia os pratos e sabia o que esperar de cada um deles, por isso não me impressionei com o que provei. Aquilo que provei estava bom, mas nada extraordinário. Acho que o sabor pode surpreender mais um paulistano da gema que nunca provou nada típico nordestino. Vou voltar para experimentar as coisas diferentes.

Voltarei, evidente, pra experimentar outras cachaças (são muitas!!), o escondidinho (talvez o de queijo de cabra) e o afogado de vaca. Mas vou com outras expectativas. Talvez mude de opinião.
Dica: Cubos de tapioca com queijo coalho. Fenomenal!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Almoçar, Comer muito, Famílias, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 04/06/2012
André Maybach:
Legal !! Concordo com suas impressões sobre o restaurante. A fila de espera realmente é muito bizarra, a viagem para chegar é muito longa , a comida é boa e só.
Borbas Azarite:
Acho que o Mocotó está sendo superestimado depois que tem ganhado reconhecimento de revistas importantes, né?
Chef Danilo Bueno:
Pois é, Borbas Azarite. Infelizmente os lugares bem conceituados pela crítica ficam muito "vedetes" e a procura extrapola os níveis de sanidade. Isso faz com que eu adie cada vez mais a chance de conhecer este lugar que sinto vontade, mas prefiro ir aos anônimos por encontrar, muitas das vezes, um acolhimento melhor e sem badalação.
Borbas Azarite:
Esses pequenos tesouros que a gente encontra pela cidade são MUITO mais legais do que esse negócio de "lugares-que-aparecem-na-revista"
Katiene de Oliveira:
Vou te contar: eu ia ao Mocotó antes dele virar esse lugar que vocês definiram como "superestimado". Discordo que a comida seja "boa e só"... A comida é muito boa sim, e baratíssima, se comparada a outros restaurantes com o mesmo tipo de comida aqui em SP. Claro que tem outros restaurantes mais próximos. Mas o Mocotó tem seus encantos que, na minha opinião de "mocotozeira" das antigas, não são superestimados não... :) A fila, infelizmente, é um mal (des)necessário. Essa sim tira do sério qualquer ser faminto!
 
Finalmente! Depois de uma tentativa frustada de conhecer a casa - em um sábado, que a espera estava de 2h30 e resolvemos desistir - pude voltar ao local no último feriado, aniversário de São Paulo e de uma grande amiga. A espera foi de mais ou menos 1h, mas ficamos no bar apreciando as caipirinhas (preciso voltar pra provar!!!), tomando Original e degustando a maravilhosa porção de bolinho de tapioca com molho agridoce e o escondidinho, nem vimos o tempo passar... boa companhia é assim mesmo. Quando fomos para a mesa, ficamos no ambiente da frente, pedimos fava, sarapatel e baião de dois... delícia! Para acompanhar, cervejas Therezópolis de trigo (R$11,90) e Bamberg Helles (R$15,90). De sobremesa pedimos o bolo de chocolate com cupuaçu e castanha e o famoso pudim de tapioca. Simplesmente fantástico! A média de gasto, como disse o colega, é de R$50,00 por pessoa, lá é um lugar que vale tudo, vale a distância, vale o valor, vale a espera. Recomendadíssimo!
Dica: Se puder, opte pelos dias de semana, pois aos fins de semana é realmente muito cheio e não fazem reserva.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Jantar, Almoçar, Famílias, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei Comentar Reportar 31/01/2012
rafael assad luz:
Erica e sorvete de rapadura com calda de catuaba tú não provou??? parece boa a combinação, acredita quero ir a este restaurante p provar esta sobremesa, e olha q não sou d doce hein, kkkkk
Cezira:
Meu Deus!!!!!! não falei q ele conhece tudo? ainda mais se a "marvada"tá por perto. Eta Rafael, vc é o cara!!!!
rafael assad luz:
kkk Cezira é q li a opinião do Edgard, e vi este tal sorvete, fiquei c vontade d provar, kkkk sorvete com a "marvada" é muito bom :)
Érica Rocha:
Nossa, vcs nem sabem... fiquei super na dúvida: sorvete de rapadura ou pudim de tapioca??? Olha que difícil! Optei pelo pudim... mas devia tar provado os dois...kkk. Em todo caso vou voltar e resolver essas pendências...rs.
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