Miyabi

Endereço: Top Center Shopping (Av Paulista, 854) , Bela Vista - São Paulo , SP - Brasil - 01310-100

Telefone:

11 3289-47...

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Categoria:

Restaurantes Japonês

  | Rank: 163º de 817
Preço por pessoa

Primeira opinião
Dani Braun
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Seg.
11:30 - 14:30 e 18h - 22:30
Ter.
11:30 - 14:30 e 18h - 22:30
Qua.
11:30 - 14:30 e 18h - 22:30
Qui.
11:30 - 14:30 e 18h - 22:30
Sex.
11:30 - 14:30 e 18h - 22:30
Sáb.
11:30 - 14:30 e 18h - 22:30



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http://br.kekanto.com/como-chegar/miyabi-2
Notas específicas:
Ambiente
(7)
Comida
(7)
Atendimento
(7)
Bebida
(7)
Custo-benefício
(6)
Dicas
Almoço é um Caos, evite!
vbfranca
Opiniões
Fiquei em dúvida entre dar duas ou três estrelas, mas deixei como três porque não tem como negar que a qualidade da comida é muito boa, mas pelo preço, a quantidade é decepcionante.

Pedi um Mix Milanesa que vem um mix milanesa de lombo, camarão e salmão. um tanuki udon pequeno, gohan e conserva por R$34,00. Quando a comida chegou e vi que era só aquilo, fiquei decepcionado. Não deu nem 10 minutos comendo e já tinha acabado (e eu não como rápido). Com bebida e 10%, deu mais de R$40,00.

Sim, o tanuki udon estava gostoso e as milanesas (minúsculas) também estavam, mas não volto mais. Pra mim não vale a pena. Vejam as fotos se quiserem confirmar.

Ah, experimentei um pouco do tirashizushi da minha namorada e estava gostoso. Parecia que vinha bastante, mas na verdade o owan estava apenas mais alto. Não era profundo.
Das poucas vezes que subi até à Praça de Alimentação do Top Center, nunca tinha reparado nesse restaurante.

Pela fachada, já imaginava mais um desses japas modernosos.
O restaurante é relativamente pequeno, mas bem aconchegante e calmo. Estava vazio quando eu fui ... O que pode ser um mau sinal.
Mas logo que fui atendida, toda a impressão negativa desapareceu. A própria dona do restaurante vem até à mesa, toda atenciosa. É uma senhorinha de idade, beeeem japonesa ( daquelas que falam "aregre", "fazeru", "gerado" ...).

A comida é muito, muito boa. Tudo quentinho, tempero excelente! Além de não ter demorado tanto.
Pedimos um teishoku de gyuukatsu (carne bovina). Acompanha missoshiru, arroz, udon (muuito bom, massa caseira e gigante), e um grelhado de salmão ( que vem com um nabo ralado muito bom!).
Pedimos também uma porção de nattou (soja fermentada) e outra de espetinhos de frango (que vem acompanhado de ovo cru!), que estavam excelentes também. Só lembro do preço da porção do espetinho, que sai por R$25.

Acredito que na hora do almoço deve bombar de japas no restaurante, já que o Consulado Japonês fica no Top Center também.
É uma ótima opção pra quem quer comer comida Japonesa tradicional de boa qualidade sem gastar muito.
Não sei quanto ficou a conta, mas pelo que eu lembro dos preços do cardápio, com certeza o custo-benefício foi ótimo.

Acho que é um bom lugar pra ir se quiser impressionar (ou conquistar pelo estômago), algum(a) pretendente. .. Hahaha.
Fui jantar nesse lugar numa quinta ou sexta-feira. O lugar não é muito grande e possui dois andares, sendo que no andar de cima existem algumas salinhas do tipo japonês e me parece que você tem que reservar com atecendência.

Quem me atendeu primeiro foi a própria dona do lugar e como estava sozinho, ela me indicou para se sentar no balcão.

Pelo cardápio do lugar, eles oferecem uma boa variedade de comida japonesa e tem uns pratos bem diferente, eu vi um prato que a pessoa coloca um ovo cru numa tigela e misturava com alguma coisa e depois comia, parecia bom.

Mas resolvi pedi um combinado de sushi e ban-chá (R$ 7,00). Não lembro exatamento o preço, mas acho que era em torno de R$ 100,00. Tanto o combinado quanto o ban-chá estavam muito bons. Não sei porque, acabei ganhando um missoshiru de graça.

O lugar é bem ajeitado e bem limpo. O sushiman é bem atencioso, assim como a pessoa que me atendeu logo em seguida da primeira. O pessoal que atente é bem japonês e se você souber falar um poquinho, as atendentes entendem melhor... hehehe

Embora o restaurante seja caro, a comida é boa e achei que vale a pena. E com certeza vou voltar lá para experimentar outros pratos.
Primeira opinião do lugar
O sushiman de ouro

Salmão cru bem picadinho com pedaços de água-viva, temperado com azeite, limão e sal, decorado com filetes transparentes de alga (imitando barbatana de tubarão), ovas de peixe voador e folhas de ouro. A deliciosa arte retratada acima foi um presente de Shundi Kobayashi, um dos sushimen mais experientes e respeitados do mercado, que atua no tradicional Miyabi há pouco mais de um mês.

Estive por lá há algumas semanas para almoçar e tive as primeiras lições sobre como apreciar as iguarias preparadas por um itamae-san, ou como se deve chamar um sushiman. Meu professor, o querido Edgar, é um verdadeiro gourmet e manja tudo do assunto.

O Miyabi foi reaberto em abril de 2010 e saiu do subsolo para o primeiro andar do Top Center, na Avenida Paulista, com projeto moderno assinado por Ruy Ohtake. No almoço, o restaurante oferece um cardápio executivo de combinados (quentes e frios) com preços a partir de R$ 35. O valor é bem razoável para o nível do lugar, comandando pelo chef Massanobu Haraguchi, conhecido como mestre dos ‘quentes’. Sua esposa, aliás, é Margarida Haraguchi, que segue a especialidade do casal no Izakaya Issa, do qual já falamos por aqui.

Desta vez ficamos nos frios, bem posicionados à frente do senhor Shundi. Pedimos o combinado de sushis e sashimis variados, que vem acompanhado de missoshiro e fruta da estação (R$ 45). Para beber, o recomendável é o chá verde. Isso se você não estiver no pique do saquê ou de um shochu. Depois de matar a vontade (e quebrar a regra) tomando uma Coca-Cola fiquei só no chá da casa.

A primeira dica é saber se posicionar no balcão. O sushiman mais experiente sempre estará à sua esquerda. E assim Edgar foi me guiando pelo almoço e trocando idéias com o senhor Shundi sobre as variedades de peixes disponíveis, os tipos diferentes de atum gordo, ou torô, onde pescar etc.

Descobrimos que Shundi vai ao pesqueiro Maeda de madrugada, porque é mais tranqüilo e consegue bons peixes. Ele também nos apresentou o Yellow Tail, um peixe muito especial, importado e congelado, que ele serve no Miyabi, mas deve ser reservado com um dia de antecedência. Segundo Shundi, é melhor do que atum gordo. Hummm…

Sábios ensinamentos sobre comida japonesa:

- Sirva-se de sushis e suas variações com a mão. Sim, você pode. Basta higienizar bem as mãos coma toalhinha quente a cada porção e você será muito mais feliz sem medo de derrubar o sushi no shoyu e fazer aquele estrago.

- Use o hashi para comer sashimi (aliás, o de atum gordo do Miyabi é sensacional).

Pouco shoyu - nada de afogar o sabor do peixe no molho de soja
- Use o shoyu com parcimônia para não estragar o sabor da comida. Nada de afogar o sushi no molho de soja.

- Sempre posicione o hashi paralelamente ao balcão. Apontá-lo ao itamae-san é sinal de desrespeito.

Terminamos a deliciosa refeição saboreando pedaços de abacaxi no ponto certo com palitinhos de petisco japoneses. Segundo o tio do Edgar, o palitinho tem um entalhe na ponta que pode ser quebrado para apoiá-lo na mesa. É… os japoneses são muito criativos.

Exceto pela Coca-Cola, acho que passei na primeira aula. Vendo tanta empolgação, anotações e fotos durante o almoço, Shundi nos presenteou com a obra de arte descrita no início do post. “Já que você está tirando fotos, essa é uma cortesia”, disse ele. “Pode misturar tudo mesmo”, explicou.

Pena ter que desmontar aquela preciosidade, que estava tão deliciosa quanto bela. Saí do Miyabi lá com vontade de voltar (para provar o famoso nabeyaki udon) e extremamente grata ao Edgar Kanamaru. O melhor é que essa foi só a primeira aula de uma lista de favoritos japoneses na cidade.

(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 14 de outubro de 2010)
Uma placa com os dizeres : Aqui come-se bem deveria estar pensurada na enorme parede de vidro verde do restaurante Miyabi. No meio da praça de alimentação do Top Center, é um verdadeiro achado. Apesar de ter lido algumas críticas que o local costuma ficar cheio no almoço, foi exatamente por estar vazio – e fugir do tumulto que é uma praça de alimentação – que fui parar no Miyabi.
O salão assinado pelo arquiteto Ruy Ohtake tem mesas de madeira próximas uma das outras, bemmmm próximas. É impossível não ouvir a conversa do “vizinho”. No entanto, reparei que o restaurante tem algumas salas reservadas, mas é necessário verificar se tem horário e disponibilidade, pois não perguntei. Almocei sozinha e aproveitei para saborear com calma as comidinhas e olhar a decoração, além do preparo das comidas, no balcão ao lado de onde sentei.
Pedi um dos pratos do dia (R$ 28) – Anchova.


Pela foto dá para ver que é bem servido. Atendimento cordial. Comida saborosa, sem exagero de tempero. Não demorei para ser atendida. Gohan quentinho, chá verde, berinjela, saladinha, aprovadíssimo! Voltarei com certeza! Para quem está na região da Paulista, indico!
Com essa febre de restaurante japonês, é cada vez mais difícil encontrar um sushi preparado com perfeição. E eu aprecio um sushi, mais precisamente um niguiri-zushi (bolinho de arroz com o peixe em cima), desde o corte do peixe, à textura do arroz e o sabor de um perfeito shari (arroz temperado para sushi).
Com o desabafo acima, encontrei no Miyabi, tudo que sinto falta nos restaurante autênticos japoneses: tranquilidade e perfeccionismo. Os niguiris são pedidos unitariamente (onde misturei carapau, atum gordo, atum, enguia e robalo) e são confeccionados com um cuidado, onde você aprecia cada sushi.

Porém, vim aqui para falar de outra iguaria japonesa que está em falta aqui em SP: Bons pratos quentes! E aqui, vi um tradicional shabu-shabu ser preparado na panela com paciência, sem misturar todos os ingredientes sem critérios! Outro prato que sou fã e também é delicioso é o Tempura-udon.
O caldo do udon é o ponto mais difícil de acertar e aqui, tive o prazer de saborear um caldo aromático, com pouco sal e que aquece até a alma. Com tempurá diversos (incluindo grandes camarões), o bonito prato ficou mais apetitoso ainda!

O restaurante tem 2 andares (no andar superior há tatamis), um ambiente que contrasta o moderno e o feudal, com atendimento simples e correto.

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