Matrix Bar

Endereço: R Aspicuelta - 459 , Vila Madalena - São Paulo , SP - Brasil

Telefone:

3814-6056

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Categoria:

Baladas Alternativas

  | Rank: 9º de 32

A balada MATRIX está no coração da Vila Madalena e atrai um pessoal bem descontraído de 20 a 30 anos, que curte rock indie/anos 80/ british bands, etc. O local é pequeno, está dividido entre: bar, pistinha e snooker. Ambiente escuro, com som divertido e cheio até as 5:00, apenas o wc é bem precár...  Ver mais

Preço por pessoa
$$$$ (De R$26 até R$50)

Site oficial
matrixbar.com.br
Primeira opinião
Mirian Uchida
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Detalhes
  • Ar condicionado
  • Aceita reservas
  • Inaugurado em 1995
  • 200 lugares
  • Proibido fumar
  • Comanda individual
  • Música: DJs
  • Entrada: Mulher de graça homem de 20 a 40


Como chegar
Favorito
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http://br.kekanto.com/como-chegar/matrix-bar
Notas específicas:
Ambiente
(11)
Público
(11)
Atendimento
(11)
Bebida
(10)
Limpeza
(3)
Custo-benefício
(9)
Comida
(4)
Dicas Ver mais
Opiniões
O Matrix foi a primeira casa noturna que conheci em São Paulo e não existe palavras pra descrever o quanto eu amooooo e sou fascinada por esse lugar, que com certeza é umas das baladas com o maior número de pessoas esquisitas por m², haha.

Localizado na Vila Madalena, de cara, você não acredita que aquilo possa ser uma balada. Pois, logo na entrada, no primeiro ambiente, você encontra somente um bar e várias mesas e cadeiras. E só quando você passa pro segundo ambiente, é que se encontra a pista de dança (minúscula, por sinal), seguido de um espaço para os banheiros, e lá no fundão o maior ambiente, com chapelaria e várias mesas de sinuca pra galera descontrair.

Da primeira vez que fui, cheguei bem cedo, em torno da 00h e de cara, fiquei completamente decepcionada, pois a casa estava vazia e só tinha uma dúzia de crianças dançando na pista. Conforme a madrugada ia chegando, essas crianças simplesmente sumiram, dando lugar pra muita gente bonita, eclética e animada. Por volta das 03h da manhã, a pista estava intransitável, e eu, completamente apaixonada por aquilo tudo.

A música é excelente e diversificada, variando do rock ao indie, do grunge ao glam. E, como se pudesse ficar melhor, o Dj coloca a banda Placebo pra tocar, levando a galera ao delírio. Até então, eu nunca tinha ouvido minha banda favorita em balada nenhuma, e quando resolvi ir até a cabine parabenizar o Dj pela set list maravilhosa, descubro que o querido Fabiano Bulgarelli é meu conterrâneo, lá de Maringá (explicado o bom gosto musical, haha).

A entrada geralmente é free para as meninas. Os homens pagam de R$20,00 a R$40,00, com consumação total. E lá dentro as bebidas não são tão caras, se comparada a outras baladas de São Paulo. O legal também é que você pode entrar e sair a hora que bem entender, até porque lá não existe uma área de fumantes. Então a galera sai, fuma o seu cigarro, bate um papo e volta para a balada.

A senhora que cuida da chapelaria é uma figura!!! Super animada e sem "papas na língua". Toda vez que vou pro Matrix, converso um pouquinho com ela.
Tá esperando o que pra dar uma passadinha por lá? Corre...
“Load up on guns, bring your friends / It’s fun to lose and to pretend / She’s over bored and self assured / oh, no, I know a dirty word”… O som do Nirvana explode dentro da casa. O público canta junto, aos berros, algo sobre reunir os amigos e se divertir com eles, recusando as outras opções que o mundo tenta lhes impor. Isto é Matrix.

Em comum com o filme, talvez apenas a lembrança de uma cena em que Morpheus descreve a “Matrix” a Neo como a vaga intuição que ele teve durante toda a sua vida de que “há algo de errado com o mundo”. E pára por aí. O pequeno bar surgiu antes, com propósitos totalmente distintos e uma inspiração que vem de longe, muito longe.

Foi em 1965, no auge da psicodelia e em plena San Francisco – a “Meca” da geração flower power – que o cantor Marty Balin fundou, ao mesmo tempo, o bar Matrix e a banda Jefferson Airplane, reunida originalmente para ser “a banda da casa”.

Frequentado por conhecidos nomes da chamada “contracultura” – como o jornalista Hunter S. Thompson ou o cientista Tomothy Leary – e principalmente por grandes músicos, o bar logo se tornou uma lenda, mesmo tendo resistido somente até 1972.

Não à toa, diversos discos gravados ao vivo naquele local se tornaram grandes preciosidades, como “Early Steppenwolf”, da banda homônima, “1969: The Velvet Underground Live”, “Live at Matrix 1967”, dos Doors, “Cheap Thrills”, do Big Brother & Holding Company, com Janis Joplin nos vocais, ou “Return to the Matrix 02/01/68”, do próprio Jefferson Airplane.

Foi 30 anos depois disso, em 1995, que o conhecido “boa praça” Gigio – apelido de José Francisco Wornicow Borges, um gaúcho filho de oficial da aeronáutica e descendente de russos, portugueses e líbios, mas radicado em casas paulistanas como o Superbacana ou a Dead Temple – resolveu montar no coração da Vila Madalena, como uma homenagem à lendária casa californiana, o Matrix.

A casa da Vila mantém seus propósitos: o espírito da contracultura está lá, intacto, mantendo no ar uma espécie de crítica anárquica contra a ordem vigente. E o pessoal segue o clima, abusando do esquema “jeans e camiseta” e descartando qualquer produção.

É um local pequeno e despojado, com ambientes divididos entre um bar, uma pista de dança e um salão com mesas de bilhar. Eles são interligados por corredores cobertos por cartazes de shows de Elvis, Nirvana, The Doors, Beatles, David Bowie etc, que deixam bem claro que tipo de coisa você encontrará ali.

O bar do Matrix é básico e bom, sem grandes invenções – salvo por eventos com barmen contratados ou tequileiras – mas com preços justos e variedade mais que suficiente (vale destacar inclusive que esta foi a primeira casa noturna da cidade a vender energéticos). Como de um modo geral as mulheres não pagam para entrar e os homens têm seu custo de entrada revertido em consumo, o balcão acaba trabalhando ativamente, inclusive com grande produção de porções e sanduíches.

O charme da casa é a “sala dos fundos”, onde ficam as mesas de bilhar. É ali que acontece o “aquecimento” para a noite, enquanto a pista não enche. Há boas e animadas disputas nas caçapas, mas também é possível só trocar algumas tacadas para descontrair, evitando ficar “de bobeira” esperando as coisas começarem a acontecer. E se as mesas estiverem ocupadas é a chance para bisbilhotar as diferentes peças do pequeno brechó que funciona ali dentro.

Mas a verdadeira razão da casa, o que faz ela “ferver” mesmo, é a pista de dança. Minúscula, escura e sem grandes artimanhas além de um globo e algumas luzes, ela começa a lotar bem depois da meia-noite e segue cheia até quase de manhã, povoada por um público sedento de uma única coisa: o bom e velho rock n’ roll.

Das pick-ups desde sempre comandas pelos DJs Aldo e Fabiano Bulgarelli saem petardos que põem o público para dançar ao som dos “jovens” Arctic Monkeys ou dos “clássicos” Stones, passando por Blur, The Cure, Van Halen, Smiths, Ramones e muito, muito mais. O que se quer dali é apenas isso: músicas autênticas de ídolos que não foram fabricados. Razão de sobra para a pequena pista ser uma das mais felizes da cidade.

Assim, já no meio da madrugada e sem que a música pare de estourar as caixas e os ouvidos do público (que quer é mais), Kurt Cobain segue dando seu recado: “With the lights out it’s less dangerous / Here we are now, entertain us / I feel stupid and contagious / Here we are now, entertain us!”
Se você procura uma balada boa e barato, esse é o lugar. É um lugar simples, mas tem seus atrativos, o valor da entrada é totalmente consumível, os preços são camaradas, tem pista de dança e sinuca. toca muito rock de todos os tempos, comparece uma galera animada, principalmente no sábado. Eu curto, costumo ir bastante lá.
"Festa estranha com gente esquisita" é a melhor definição pra mim do Matrix!

Adoro lá e ainda mais porque mulher não paga!
A música é muito boa, mas o Dj Fabricio é o melhor!
Normalmente ele começa as 3 da manhã. Então a minha dica é ficar nos bares da vila e depois ir para o Matrix.

Não perca a oportunidade de ir na parte de trás conversar com a Tia da Chapelaria! Ela é demais!

As bebidas não são tão baratas, comparada ao visual da casa, mas acho que é o preço normal de baladinha.
O banheiro não é o mais limpo do mundo, mas acho que nenhum banheiro de balada é.

Vá com vontade de dançar muito indie e não se preocupe se alguém estiver olhando, porque ninguém vai estar. Lá todo mundo vai pra se divertir!
Simplesmente a melhor balada de São Paulo.Som ridiculamente bom,com muito Rock n`Roll e adjacências a noite toda.Não tem fila pra entrar,pois se paga na entrada,não tem comanda,então,de novo,não tem fila pra ir embora,mulher não paga(só o que consumir).Sai e volta a hora em que bem entender.E homem também,pois depois de pagar,recebe um carimbo para poder sair.Ou seja,bebeu ou comeu,paga na hora,quer sair pra fumar,ir no carro,sei lá,fique à vontade.Cerveja,trincando de gelada,e cozinha de dinner gringo,com sanduíches e porções.Fora drinques e destilados.Ah,tem sinuca nos fundos,com duas mesas,pagas por hora."O" inferninho mais legal do mundo.
Primeira opinião do lugar
O MATRIX BAR completou 16 anos em 2011, é uma balada alternativa localizada no coração da Vila Madalena, atraindo um público bem descontraído de 20 a 30 anos, que curte rock indie/anos 80/ british bands, etc. O local é pequeno e sem frescuras,e está dividido em: bar/mesas, pista e snooker. Ambiente escuro, com som divertido e casa cheia até as 5:00, quando expulsam os frequentadores acendendo a luz :(
A casa fica cheia apenas depois da 01:00h/ 01h30 e funciona APENAS às 6ªs e sábados à partir das 23:00.
Para quem gosta de balada indie, vai gostar !:
Eu sou uma pessoa que não gosta muito de baladas, pelo menos não das tradicionais. Mas me apaixonei pelo Matrix desde a primeira visita. Por quê? Porque é uma balada alternativa. Se você curte rock, imagine-se no meio de uma pista dançando suas músicas prediletas do David Bowie, Depeche Mode, Eurythmics e outras "velharias". Se não estiver muito a fim de dançar você pode jogar bilhar no salão dos fundos.

E você ainda não precisa se preocupar em se arrumar tanto como se fosse para uma discoteca mais cara, para as quais as garotas se produzem como se não houvesse amanhã.

As bebidas costumam ser um pouco mais baratas do que nas baladas tradicionais, e as porções têm preço de boteco.

As garotas levam a maior vantagem, pois a entrada é free. Já os rapazes pagam R$ 20,00 secos, ou R$ 40,00 consumíveis.

Claro que há defeitos no estabelecimento, como os banheiros e a pista de dança pequena, mas dou 5 estrelas só pelo fato de ser meu lugar favorito para dançar.
O Matrix é para aqueles rockers que adoram dançar, está localizado na Vila Madalena.
O ambiente é estilizado e tem até um brechó, o som muito bom, na entrada tem o longue com mesinhas, no meio a pista de dança, e nos fundos a mesa de sinuca que fica aberta para jogos té às 3 da manhã.
Os djs residentes são o Aldo e o Fabiano Bulgarelli, que não param um segundo da diversão.
Mulher é de graça e homem pagando 20 reais ganha uma cerveja, pagando 30 4 cervejas e 40 consumação com nome na lista chegando até 1 da manhã.
O lugar é lotado até a hora de fechar.

Não deixe de conferir!
Conheci o matrix em 2008, comemorei meu aniversário de 2009 lá e acho muito o lugar muito bom! Baladinha de rock, mulheres não pagam a noite toda, homens tem consumação. O Bar é pequeno e a pista começa a lotar depois da 01h30, se você gosta de dançar e reunir o amigos escolheu o lugar certo. Nos fundos tem uma área com mesas de bilhar para aqueles que não curtem dançar!

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Opinião
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