A balada MATRIX está no coração da Vila Madalena e atrai um pessoal bem descontraído de 20 a 30 anos, que curte rock indie/anos 80/ british bands, etc. O local é pequeno, está dividido entre: bar, pistinha e snooker. Ambiente escuro, com som divertido e cheio até as 5:00, apen... Ver mais
Preço por pessoa:
$ (Econômico)
Site oficial:
matrixbar.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Primeira opinião por:
Detalhes:
Ar condicionado
Aceita reservas
Inaugurado em 1995
200 lugares
Proibido fumar
Comanda individual
Música: DJs
Entrada: Mulher de graça homem de 20 a 40
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Publicidade
Notas específicas:
Ambiente
(6)
Público
(6)
Atendimento
(6)
Bebida
(6)
Custo-benefício
(5)
Comida
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Opiniões
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O MATRIX BAR completou 16 anos em 2011, é uma balada alternativa localizada no coração da Vila Madalena, atraindo um público bem descontraído de 20 a 30 anos, que curte rock indie/anos 80/ british bands, etc. O local é pequeno e sem frescuras,e está dividido em: bar/mesas, pista e snooker. Ambiente escuro, com som divertido e casa cheia até as 5:00, quando expulsam os frequentadores acendendo a luz :(
A casa fica cheia apenas depois da 01:00h/ 01h30 e funciona APENAS às 6ªs e sábados à partir das 23:00.
Para quem gosta de balada indie, vai gostar !:
A casa fica cheia apenas depois da 01:00h/ 01h30 e funciona APENAS às 6ªs e sábados à partir das 23:00.
Para quem gosta de balada indie, vai gostar !:
Dica: WC é bem precário, Mulheres não pagam entrada/ consumação, apenas homens (R$ 20,00 a R$40).
Bom para: Ir com amigos, Dançar, Paquerar, Gastar pouco
Ambiente
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Eu sou uma pessoa que não gosta muito de baladas, pelo menos não das tradicionais. Mas me apaixonei pelo Matrix desde a primeira visita. Por quê? Porque é uma balada alternativa. Se você curte rock, imagine-se no meio de uma pista dançando suas músicas prediletas do David Bowie, Depeche Mode, Eurythmics e outras "velharias". Se não estiver muito a fim de dançar você pode jogar bilhar no salão dos fundos.
E você ainda não precisa se preocupar em se arrumar tanto como se fosse para uma discoteca mais cara, para as quais as garotas se produzem como se não houvesse amanhã.
As bebidas costumam ser um pouco mais baratas do que nas baladas tradicionais, e as porções têm preço de boteco.
As garotas levam a maior vantagem, pois a entrada é free. Já os rapazes pagam R$ 20,00 secos, ou R$ 40,00 consumíveis.
Claro que há defeitos no estabelecimento, como os banheiros e a pista de dança pequena, mas dou 5 estrelas só pelo fato de ser meu lugar favorito para dançar.
E você ainda não precisa se preocupar em se arrumar tanto como se fosse para uma discoteca mais cara, para as quais as garotas se produzem como se não houvesse amanhã.
As bebidas costumam ser um pouco mais baratas do que nas baladas tradicionais, e as porções têm preço de boteco.
As garotas levam a maior vantagem, pois a entrada é free. Já os rapazes pagam R$ 20,00 secos, ou R$ 40,00 consumíveis.
Claro que há defeitos no estabelecimento, como os banheiros e a pista de dança pequena, mas dou 5 estrelas só pelo fato de ser meu lugar favorito para dançar.
Dica: Não chegue muito cedo, lá só começa a "bombar" pelas 2h da manhã
Bom para: Ir com amigos, Dançar, Paquerar, Gastar pouco
Ambiente
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
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24/08/2012
Borbas Azarite:
É um infernin, né não?
Clarice Fernandes:
Ahhh... quem nunca? rsrs
Nathalie Vilarrubia:
Eu ia muuito no Matrix,gosto de lá ;)
“Load up on guns, bring your friends / It’s fun to lose and to pretend / She’s over bored and self assured / oh, no, I know a dirty word”… O som do Nirvana explode dentro da casa. O público canta junto, aos berros, algo sobre reunir os amigos e se divertir com eles, recusando as outras opções que o mundo tenta lhes impor. Isto é Matrix.
Em comum com o filme, talvez apenas a lembrança de uma cena em que Morpheus descreve a “Matrix” a Neo como a vaga intuição que ele teve durante toda a sua vida de que “há algo de errado com o mundo”. E pára por aí. O pequeno bar surgiu antes, com propósitos totalmente distintos e uma inspiração que vem de longe, muito longe.
Foi em 1965, no auge da psicodelia e em plena San Francisco – a “Meca” da geração flower power – que o cantor Marty Balin fundou, ao mesmo tempo, o bar Matrix e a banda Jefferson Airplane, reunida originalmente para ser “a banda da casa”.
Frequentado por conhecidos nomes da chamada “contracultura” – como o jornalista Hunter S. Thompson ou o cientista Tomothy Leary – e principalmente por grandes músicos, o bar logo se tornou uma lenda, mesmo tendo resistido somente até 1972.
Não à toa, diversos discos gravados ao vivo naquele local se tornaram grandes preciosidades, como “Early Steppenwolf”, da banda homônima, “1969: The Velvet Underground Live”, “Live at Matrix 1967”, dos Doors, “Cheap Thrills”, do Big Brother & Holding Company, com Janis Joplin nos vocais, ou “Return to the Matrix 02/01/68”, do próprio Jefferson Airplane.
Foi 30 anos depois disso, em 1995, que o conhecido “boa praça” Gigio – apelido de José Francisco Wornicow Borges, um gaúcho filho de oficial da aeronáutica e descendente de russos, portugueses e líbios, mas radicado em casas paulistanas como o Superbacana ou a Dead Temple – resolveu montar no coração da Vila Madalena, como uma homenagem à lendária casa californiana, o Matrix.
A casa da Vila mantém seus propósitos: o espírito da contracultura está lá, intacto, mantendo no ar uma espécie de crítica anárquica contra a ordem vigente. E o pessoal segue o clima, abusando do esquema “jeans e camiseta” e descartando qualquer produção.
É um local pequeno e despojado, com ambientes divididos entre um bar, uma pista de dança e um salão com mesas de bilhar. Eles são interligados por corredores cobertos por cartazes de shows de Elvis, Nirvana, The Doors, Beatles, David Bowie etc, que deixam bem claro que tipo de coisa você encontrará ali.
O bar do Matrix é básico e bom, sem grandes invenções – salvo por eventos com barmen contratados ou tequileiras – mas com preços justos e variedade mais que suficiente (vale destacar inclusive que esta foi a primeira casa noturna da cidade a vender energéticos). Como de um modo geral as mulheres não pagam para entrar e os homens têm seu custo de entrada revertido em consumo, o balcão acaba trabalhando ativamente, inclusive com grande produção de porções e sanduíches.
O charme da casa é a “sala dos fundos”, onde ficam as mesas de bilhar. É ali que acontece o “aquecimento” para a noite, enquanto a pista não enche. Há boas e animadas disputas nas caçapas, mas também é possível só trocar algumas tacadas para descontrair, evitando ficar “de bobeira” esperando as coisas começarem a acontecer. E se as mesas estiverem ocupadas é a chance para bisbilhotar as diferentes peças do pequeno brechó que funciona ali dentro.
Mas a verdadeira razão da casa, o que faz ela “ferver” mesmo, é a pista de dança. Minúscula, escura e sem grandes artimanhas além de um globo e algumas luzes, ela começa a lotar bem depois da meia-noite e segue cheia até quase de manhã, povoada por um público sedento de uma única coisa: o bom e velho rock n’ roll.
Das pick-ups desde sempre comandas pelos DJs Aldo e Fabiano Bulgarelli saem petardos que põem o público para dançar ao som dos “jovens” Arctic Monkeys ou dos “clássicos” Stones, passando por Blur, The Cure, Van Halen, Smiths, Ramones e muito, muito mais. O que se quer dali é apenas isso: músicas autênticas de ídolos que não foram fabricados. Razão de sobra para a pequena pista ser uma das mais felizes da cidade.
Assim, já no meio da madrugada e sem que a música pare de estourar as caixas e os ouvidos do público (que quer é mais), Kurt Cobain segue dando seu recado: “With the lights out it’s less dangerous / Here we are now, entertain us / I feel stupid and contagious / Here we are now, entertain us!”
Em comum com o filme, talvez apenas a lembrança de uma cena em que Morpheus descreve a “Matrix” a Neo como a vaga intuição que ele teve durante toda a sua vida de que “há algo de errado com o mundo”. E pára por aí. O pequeno bar surgiu antes, com propósitos totalmente distintos e uma inspiração que vem de longe, muito longe.
Foi em 1965, no auge da psicodelia e em plena San Francisco – a “Meca” da geração flower power – que o cantor Marty Balin fundou, ao mesmo tempo, o bar Matrix e a banda Jefferson Airplane, reunida originalmente para ser “a banda da casa”.
Frequentado por conhecidos nomes da chamada “contracultura” – como o jornalista Hunter S. Thompson ou o cientista Tomothy Leary – e principalmente por grandes músicos, o bar logo se tornou uma lenda, mesmo tendo resistido somente até 1972.
Não à toa, diversos discos gravados ao vivo naquele local se tornaram grandes preciosidades, como “Early Steppenwolf”, da banda homônima, “1969: The Velvet Underground Live”, “Live at Matrix 1967”, dos Doors, “Cheap Thrills”, do Big Brother & Holding Company, com Janis Joplin nos vocais, ou “Return to the Matrix 02/01/68”, do próprio Jefferson Airplane.
Foi 30 anos depois disso, em 1995, que o conhecido “boa praça” Gigio – apelido de José Francisco Wornicow Borges, um gaúcho filho de oficial da aeronáutica e descendente de russos, portugueses e líbios, mas radicado em casas paulistanas como o Superbacana ou a Dead Temple – resolveu montar no coração da Vila Madalena, como uma homenagem à lendária casa californiana, o Matrix.
A casa da Vila mantém seus propósitos: o espírito da contracultura está lá, intacto, mantendo no ar uma espécie de crítica anárquica contra a ordem vigente. E o pessoal segue o clima, abusando do esquema “jeans e camiseta” e descartando qualquer produção.
É um local pequeno e despojado, com ambientes divididos entre um bar, uma pista de dança e um salão com mesas de bilhar. Eles são interligados por corredores cobertos por cartazes de shows de Elvis, Nirvana, The Doors, Beatles, David Bowie etc, que deixam bem claro que tipo de coisa você encontrará ali.
O bar do Matrix é básico e bom, sem grandes invenções – salvo por eventos com barmen contratados ou tequileiras – mas com preços justos e variedade mais que suficiente (vale destacar inclusive que esta foi a primeira casa noturna da cidade a vender energéticos). Como de um modo geral as mulheres não pagam para entrar e os homens têm seu custo de entrada revertido em consumo, o balcão acaba trabalhando ativamente, inclusive com grande produção de porções e sanduíches.
O charme da casa é a “sala dos fundos”, onde ficam as mesas de bilhar. É ali que acontece o “aquecimento” para a noite, enquanto a pista não enche. Há boas e animadas disputas nas caçapas, mas também é possível só trocar algumas tacadas para descontrair, evitando ficar “de bobeira” esperando as coisas começarem a acontecer. E se as mesas estiverem ocupadas é a chance para bisbilhotar as diferentes peças do pequeno brechó que funciona ali dentro.
Mas a verdadeira razão da casa, o que faz ela “ferver” mesmo, é a pista de dança. Minúscula, escura e sem grandes artimanhas além de um globo e algumas luzes, ela começa a lotar bem depois da meia-noite e segue cheia até quase de manhã, povoada por um público sedento de uma única coisa: o bom e velho rock n’ roll.
Das pick-ups desde sempre comandas pelos DJs Aldo e Fabiano Bulgarelli saem petardos que põem o público para dançar ao som dos “jovens” Arctic Monkeys ou dos “clássicos” Stones, passando por Blur, The Cure, Van Halen, Smiths, Ramones e muito, muito mais. O que se quer dali é apenas isso: músicas autênticas de ídolos que não foram fabricados. Razão de sobra para a pequena pista ser uma das mais felizes da cidade.
Assim, já no meio da madrugada e sem que a música pare de estourar as caixas e os ouvidos do público (que quer é mais), Kurt Cobain segue dando seu recado: “With the lights out it’s less dangerous / Here we are now, entertain us / I feel stupid and contagious / Here we are now, entertain us!”
Dica: Vá tarde. Só começa encher lá pela 1h da manhã.
Custo-benefício
Fui ao Matrix pela primeira vez no carnaval de 2010, já que estava em busca de um lugar onde eu pudesse me livrar do axé. Cheguei um pouco antes da meia noite e tanto o bar quanto a pista estavam quase vazios; mesmo assim, já fiquei imediatamente feliz com a qualidade da música (pra quem gosta de rock alternativo é perfeita). De acordo com o que eu tinha visto no site, a entrada era grátis para mulheres, mas, enquanto ainda era cedo, vi vários homens entrando sem pagar nada. A casa só foi encher lá pelas 2 da manhã; apesar de a pista ser bem pequena, continuou confortável. O bar também é pequeno e tem bons drinks a preços razoáveis; achei um pouco estranho o fato de não ter comanda (você paga na hora, ali no bar mesmo), mas, por um lado, é bom ter uma noção exata do que estou gastando... No geral, gostei muito do lugar. O ambiente é simples, pequeno (algumas mesinhas na frente, uma pista pequena e uma sala de sinuca atrás), mas agradável, e a música é melhor do que a de qualquer outra balada a que eu já tenha ido. Recomendo!
Bom para: Ir com amigos, Dançar, Paquerar, Gastar pouco
Ambiente
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
O Matrix é para aqueles rockers que adoram dançar, está localizado na Vila Madalena.
O ambiente é estilizado e tem até um brechó, o som muito bom, na entrada tem o longue com mesinhas, no meio a pista de dança, e nos fundos a mesa de sinuca que fica aberta para jogos té às 3 da manhã.
Os djs residentes são o Aldo e o Fabiano Bulgarelli, que não param um segundo da diversão.
Mulher é de graça e homem pagando 20 reais ganha uma cerveja, pagando 30 4 cervejas e 40 consumação com nome na lista chegando até 1 da manhã.
O lugar é lotado até a hora de fechar.
Não deixe de conferir!
O ambiente é estilizado e tem até um brechó, o som muito bom, na entrada tem o longue com mesinhas, no meio a pista de dança, e nos fundos a mesa de sinuca que fica aberta para jogos té às 3 da manhã.
Os djs residentes são o Aldo e o Fabiano Bulgarelli, que não param um segundo da diversão.
Mulher é de graça e homem pagando 20 reais ganha uma cerveja, pagando 30 4 cervejas e 40 consumação com nome na lista chegando até 1 da manhã.
O lugar é lotado até a hora de fechar.
Não deixe de conferir!
Dica: Quem se cansa rápido guarde lugar nas mesinhas porque depois da 1:30 da manhã não tem chance de sentar!
Bom para: Ir com amigos, Dançar, Paquerar
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Conheci o matrix em 2008, comemorei meu aniversário de 2009 lá e acho muito o lugar muito bom! Baladinha de rock, mulheres não pagam a noite toda, homens tem consumação. O Bar é pequeno e a pista começa a lotar depois da 01h30, se você gosta de dançar e reunir o amigos escolheu o lugar certo. Nos fundos tem uma área com mesas de bilhar para aqueles que não curtem dançar!
Dica: O banheiro é tenso! Pretende ficar sentada batendo um papo? Chegue cedo e garanta seu lugar, porque depois da 01h é praticamente impossível
Bom para: Ir com amigos, Dançar, Paquerar, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
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03/05/2012
Borbas Azarite:
O Matrix é a minha primeira balada da Vila Madalena, desde que me mudei pra Sampa em 2007 - até então só tinha ido a bares.
Borbas Azarite:
Ow, não lembro, mas ouvi dizer que rola um pebolim na balada, é verdade?
Mariana Araújo:
Não me recordo :( Lembro das mesas de bilhar só... quando vou no Matrix vou para dançar loucamente,rs. Então acabei nem prestando atenção.
Olá amigos.
Estou a fim de conhecer esse barzinho, curto muito som e lugares alternativos.
Qual o melhor dia para ir...na sexta ou no sábado?
Abraço a todos!
Estou a fim de conhecer esse barzinho, curto muito som e lugares alternativos.
Qual o melhor dia para ir...na sexta ou no sábado?
Abraço a todos!
Gostei
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08/03/2013
Sheila A.:
publica aqui no Grupos, Claudemir...assim pode interagir mais com o pessoal! http://br.kekanto.com/talk/sp/sao-paulo
Sheila A.:
este espaço é apenas pra escrever a sua experiência qdo já foi lá! ;-)
Claudemir Salomão:
valeu Sheila...aos poucos vou me situando! abs
Sheila A.:
Qq coisa estamos aqui! ;-)
A melhor balada de São Paulo! Música boa, preço justo, bar pra quem gosta de bar, pista pra quem quer dançar e ainda sinuca pra quem relxar.
Ha mais de 10 anos com a mesma cara de festa la em casa. Não tem frescuras, é só chegar.
Ha mais de 10 anos com a mesma cara de festa la em casa. Não tem frescuras, é só chegar.
Dica: Na sexta-feira fique até acender a luz e voce ser varrido, depois vai comer um pastl na feira ali do lado antes de voltar pra casa. Imperdível!
Ambiente
Público
Atendimento
Bebida
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