Maní

Endereço: Rua Joaquim Antunes, 210 , Pinheiros - São Paulo , SP - Brasil - 05415-000

Telefone:

11 3085-41...

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Categoria:

Restaurantes Contemporâneo

  | Rank: 6º de 126

Restaurante onde o público pode interagir com o trabalho dos chefs e da equipe. 

Preço por pessoa
$$$$ (Mais que R$100)
Bom para
Casais, Jantar, Almoçar, Ir com amigos
Horário de funcionamento
Ter.
12h - 15h e 20h - 23:30
Qua.
12h - 15h e 20h - 23:30
Qui.
12h - 15h e 20h - 23:59
Sex.
12h - 15h e 20:30 - 0:30
Sáb.
13h - 16h e 20:30 - 0:30
Dom.
13h - 16:30

Formas de pagamento
Crédito:
Débito:
cash, credit card, debit card
Primeira opinião
Fernanda Martins
Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Aceita reservas
  • Área para fumantes
  • Couvert
  • Estacionamento

Como chegar
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Sou dono
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  • Lugares parecidos
  • Contato
  • Cadastro

http://br.kekanto.com/como-chegar/mani
Notas específicas:
Ambiente
(12)
Comida
(12)
Atendimento
(12)
Bebida
(11)
Custo-benefício
(11)
Dicas
O Manioca é o espaço para eventos do Maní, em funcionamento ao lado do restaurante. Apesar de pequeno, o ambiente é lindo e tem uma agradável área ao ar livre.
Débora C.
Se tiver paciência, não faça reserva e prove os belisquetes com um bom vinho enquanto espera
Alice S.
Faça reserva com antecedência de pelo menos 3 dias.
Bastien G.
Chegar cedo ou fazer uma reserva
Petra E.
Provar “Da lama ao caos”: doce de berinjela defumada, coalhada orgânica de leite de cabra, pistaches caramelados, gelatina de flor de laranjeira, pele de lima da Pérsia confeitada, massa Philo e sorvete de gergelim preto.
Milton F.
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Opiniões
O Maní é uma excelente opção para aqueles que gostam de boa gastronomia e opções surpreendentes de pratos. A diversidade e brasilidade (palavras que até soam sinônimos) do local são magníficas e tudo é de primeira.

Sugiro a sobremesa "Da lama ao Caos" (homenagem ao Chico Science & Nação Zumbi), sem dúvida essa foi uma das sobremesas/experiências mais diferentes que já tive no quesito gastronômico. Acredito ser a sobremesa mais diferente entre os restaurantes de São Paulo. Quem visita o Mani tem que pedir essa sobremesa! Mesmo que você ache o gosto horrível, a explosão de sabores na boca é algo tão impressionante que vale muito a experiência.

Além dos ótimos pratos, a decoração do local é muito atraente, principalmente o teto, que parece uma espécie de ninho de passarinho. O ambiente é calmo, aconchegante, seus tons claros e o branco predominante nos remetem um ar pacífico.

Não deixe de saborear a entrada chamada "Ovo Perfeito", ele realmente é perfeito, mais que isso, ele é esplêndido. Este ovo é cozido e acompanha uma espuma de pupunha, demora em torno de 1h e 30 m para ficar pronto, devido a complexidade de seu cozimento.
Com certeza uma experiência inesquecível. O ambiente é muito bonito, o atendimento é de primeira e os pratos são espetaculares. A entrada com variedade de pães é irrecusável. Provei a bochecha de boi e estava maravilhosa, e de sobremesa algo inusitado, “Da lama ao caos”: doce de berinjela defumada, coalhada orgânica de leite de cabra, pistaches caramelados, gelatina de flor de laranjeira, pele de lima da Pérsia confeitada, massa Philo e sorvete de gergelim preto. Com certeza merece estar entre os 50 melhores restaurante do mundo.
É um bom restaurante, mas overrated.

Pouco lembro do que comi, prova mais uma vez de que não é nada assim super diferente e memorável. Mas lembro da entrada, nhoque de madioquinha com caldo de tucupi.
Razoável. Tinha uma leve acidez e uma leve sensação de adormecer do tucupi (bem leve mesmo, é só como se desse uma textura no caldo claro e liquido) . Sabor diferente. Mas não propriamente gostoso.

Não me lembro oque comi de prato principal, acho que foi cordeiro.

Tomamos duas capirinhas. Apenas ok.

E a sobremesa foi a famosa da lama ao caos. Pelo menos aí esperava me surpreender. Nada.
Pontos extremamente doces, como a maioria dos doces brasileiros, outros sem graça mesmo.

Do couvert lembro de ter achado bem gostoso o queijo com pimenta rosa.

Enfim, acho que cada um deve ir pra ter sua própria opinião sobre o local. Mas eu esperava mais. Quando se cobra um salário mínimo por uma refeição é natural que o cliente espere ser arrebatado e surpreendido. Coisa que não aconteceu comigo.

A comida é deliciosa, de fato. Mas nada sensacional. E o atendimento é frio, impessoal e incoerente com a decoração do lugar, que remete a uma aconchegante casa de vó no interior. A entrada conhecida como "o Ovo" custa 30 reais e consiste basicamente num ovo com uma tal de espuma de pupunha. Os pratos principais são bem servidos para uma pessoa e custam em média 50-70 reais. Mas nada, repito, nada que justifique constar na lista dos Melhores Restaurantes do Mundo.

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É o famoso "muito peido pra pouca bosta".
Na minha humilde opiniao, o sabor nao corresponde a apresentaçao do prato.
O tal "ovo" de R$ 35 é um dos maiores golpes que ja vi. Um ovo mole mequetrefe que eu faço quando estou com preguiçinha matinal.
Com base no preço do ovo, voce ja imagina a conta.
Nao indico.
O lugar é bonito e pessoal muito atencioso. Quanto ao cardápio de drinks... abusivo, o dobro do preço dos outros restaurantes.
Já nos pratos são caros, mas não abusivos, bem elaborados e decorados, achei que faltam mais opções.
No mesmo nível de restaurante, não achei nada demais, sou muito mais o Carlota por exemplo
Fui ao Mani com minha namorada depois de várias tentativas de fazer reserva em cima da hora e sem sucesso. Por isso, já começo recomendando que a reserva seja feita com pelo menos 3 dias de antecedência.
Pedimos o Menu Degustação que vem com cerca de 10 pratos, incluindo a 2 sobremesas. É possível escolher a opção sem vinho (R$ 350,00) ou com vinho (R$ 450,00). A opção com vinhos é muito boa, mas não posso dizer que houve algum vinho realmente marcante. Os pratos foram excelentes e realmente irretocáveis. Com destaque para o "ovo perfeito". Um ovo pochê em creme de pupunha delicioso!
Excelente! Ambiente descontraído, nada da pomposidade e frescura dos restaurantes mais finos de São paulo. A comida é sensacional, muito gostosa e bem apresentada. Pedi um filet que estava ótimo. Recomendo. Os drinks são deliciosos também. O garçom que nos atendeu foi nota 10. Vale muito a pena conhecer!!
Quando se começa a fazer coleção de alguma coisa, logo nasce uma listinha de itens de desejo. No nosso caso, colecionamos experiências gastronômicas. Nada nos deixa mais feliz que colocar uma bela figurinha no álbum. E o Maní estava lá, no topo da nossa listinha de experiências desejadas.Quando eu e o Diogo marcamos a viagem pra São Paulo, nem precisamos combinar que o primeiro almoço seria lá. Do aeroporto pro Maní, sem escalas.

A mesa seria composta por um time de responsa: Riq Freire, Nick e Lady Rasta. Tem como ser ruim um almoço desses?Confesso que foi um pouco difícil manter as expectativas baixas. Mas quer saber, de vez em quando a gente tem que se desafiar com uma expectativa lá em cima. Era o jeito.

Ainda mais quando se trata de um dos restaurantes mais badalados do país. E não tem como não falar da simpatia da chef Helena Rizzo, que nos provocou com alguns sabores e texturas beeeeeem diferentes. Seu par, Daniel Redondo, nós não avistamos.

Acho que ele segura as pontas no jantar.A adega nos trouxe a mais óbvia das idéias.Antes mesmo de liberar a nossa mesa, o povo já começou a bebericar um Pericó Taipa Rosé 2009. No mesmo dia, provamos também a Pericó Brut Rosé.A caminho da mesa, a gente ia curtindo o ambiente aconchegante, delicado e exclusivo. O bom gosto está por tudo.Até a água mineral merece cuidado. Gosto disso. Fala muito sobre o conceito de food experience que a gente tanto curte.Durante uns 20 minutos do almoço eu fui uma pessoa omissa. Culpa desse biscoitão de polvilho.

Por um minuto pensei que eu tava no banco de trás do carro, indo pra praia e perguntando quanto tempo faltava pra chegar. Mas não, era o Maní mesmo, fazendo a gente viajar.O misto de culinária saudável com texturas diferente e recriações inovadoras fazia eu me questionar se seria tudo isso mesmo. Começamos pelo consome frio de tomate e um bombom de foie gras. Vou te dizer, nem sou muito do foie, mas comeria estes bombons como se fossem brigadeiros.

As entradas chegaram causando. Primeiro essa salada gritando verde pro Nick. A salada Mata Atlântica vinha com agrião, rúcula selvagem, mache, azedinha, manga, pupunha, aipo e maracujá ao azeite de carvão.O Diogo e o Riq foram no mesmo. Era uma feijoada entre aspas. Nem precisava explicar o que era, que eles iam pedir. Mas explico, trata-se de um carpaccio de pé de porco com esferas de feijão, paio, laranja e couve.Eu preciso admitir que pedi a minha entrada por curiosidade. Eram pirulitos de parmesão.Os produtos orgânicos iam pipocando na mesa até que me aparece o tal Ovo Perfeito. Eu diria que é a sofisticação em forma de ovo.

A Lady Rasta chamou num tartar de vieiras que precisou ser provado por todos da mesa.Bora pros pratos? Que tal começar com o peixe do dia a baixa temperatura com tucupi? Pra mim, o melhor de todos.Eu provei um rosbife whang alguma coisa. Me esqueci do nome mas não do ótimo sabor da casquinha que envolvia a carne. Uma salada de batata morna acompanhou perfeitamente.O Nick foi no Bacalhau a Braz…E a Lady foi de cordeiro com talharim de pupunha e farofa de castanha do Pará.Todo mundo com um sorriso no rosto. Como deixar melhor? Com doce ora.

A mesa dividiu quatro sobremesas sugeridas pela chef. Primeiro um sorvete de açaí com sorbet de frutas vermelhas e alguma coisa não identificada mais.O segundo foi o meu preferido. Canudo de canela com espuma de banana e sorvete de maracujá.Sabe quem apareceu de novo na mesa? O ovo. Mas dessa vez um ovo doce. Era um sorvete de gemada com espuma de côco e coquinhos crocantes.O último foi o preferido do Diogo. Trata-se do Café Padoca, com sorvete de doce de leite, gelatina de café, creme de leite e lascas de pão com manteiga.

Loucura né?Eram quase 6 horas da tarde e a gente ainda tava lá. Para um colecionador de experiências gastronômicas, isso significa uma tarde de puro prazer. Um espresso e um brigadeiro eram o desfecho perfeito. Ah, e as formiguinhas são só charme…Veio a conta. Digna da experiência e da cidade. 160 reais por pessoa. Pra quem tá preocupado em completar o álbum, isso pouco importa.
Datas especiais merecem lugares especiais. Pelo menos é isso o que acontece em todas as nossas celebrações.
Chegamos ao Maní por volta das 13h de um domingo e não ficamos nem dez minutos na fila de espera. Mas demos sorte. Pouco tempo depois o simpático corredor com vista para a cozinha estava lotado.

Por trás da data especial que envolvia a nossa comemoração, havia uma enorme expectativa em relação ao trabalho executado pela “pareja” de chefs Helena Rizzo e Daniel Redondo.
A decoração de extremo bom gosto mescla itens rústicos, despojados, finos e retrôs. O ambiente é muito agradável e acolhedor, certamente preparado para os visitantes sentirem vontade de ficar horas por lá.
Queijo de cabra com pimenta rosa, coalhada seca, manteiga com flor de sal e ótimos pães quentinhos foram a nossa primeira boa impressão em relação à comida do local. Mas o melhor do couvert (R$ 12 por pessoa) foi a placa de biscoito de polvilho, uma espécie de gostinho “casa da vó” para adultos.

O drink sem álcool Zero Zero – abacaxi, limão, hortelã e soda (R$ 15) – não empolgou tanto quanto a combinação simples de espumante e frutas vermelhas do Kir Maní (R$ 21).

E eis que chegaram os pratos principais, ou melhor, as obras de arte em forma de comida. Que apresentação linda!
O Peixe do dia a baixa temperatura no Tucupi com Banana da terra e migalhas do Maní (R$ 61), trazia ingredientes brasileiros apresentados de forma única e criativa. Gostamos muito de provar o tucupi servido como uma espuma no estilo Ferran Adrià. Conseguimos sentir claramente o sabor de cada ingrediente, mesmo dos mais delicados.

Aprovado também foi o Atum levemente grelhado com Quinua, Chutney de Amoras, Espuma de Gengibre e Shissô (R$ 66). Peixe cozido no ponto certo, quinua soltinha, espuma de gengibre saborosa, cremosa e consistente. E o que dizer do chutney de amoras? Espetacular!

Foi bem difícil escolher a sobremesa pois todas as propostas são muito interessantes. Inclusive, precisamos voltar ao Maní apenas para experimentar todas as opções doces do cardápio.
Decidimos conhecer a versão elaborada para o tradicional Açaí, que no Maní é feita com banana nanica, gelatina de guaraná, farofa de aveia, marshmallow de açúcar mascavo, raspadinha de morango e sorvete de açaí (R$ 18). Sobremesa original, colorida, leve e bem exótica.

Ficamos curiosos para saber como seria um doce cujo nome é “O Ovo” (R$ 18). Resultado: gostamos muito do sorvete de gemada com espuma de coco e coquinhos crocantes.

Para finalizar nosso almoço artístico, cafezinho Nespresso (R$ 5,80) e a conta.

Claro que a experiência não saiu barata, mas o custo-benefício foi muito positivo. Comida caprichada, saborosa e visualmente atrativa, ingredientes de alta qualidade, atendimento gentil e eficiente. Aliás, não deve ser nada barato manter toda aquela quantidade de garçons.
O Maní não é um restaurante que podemos frequentar em intervalos curtos, mas afirmamos que ele está na lista dos lugares especiais para voltarmos quando a vida nos presentear com boas e grandiosas surpresas.

Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Exibindo de 1 a 14
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