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Maní

Maní

Rua Joaquim Antunes, 210
Pinheiros - São Paulo , SP - 05415-000

Telefone: 11 3085-4148

Restaurante onde o público pode interagir com o trabalho dos chefs e da equipe. 


Preço por pessoa:

$$$ (De R$51 até R$100)

Categoria:
Restaurante Contemporâneo
Ranking: #8 de 133
Site oficial:
restaurantemani.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Horário de funcionamento:
Seg.: Fechado
Ter. e Qua.: 12h às 15h e 20h às 23:30
Qui.: 12h às 15h e 20h às 0h
Sex.: 12h às 15h e 20:30 às 0:30
Sab.: 13h às 16h e 20:30 às 0:30
Dom.: 13h às 16:30
Primeira opinião por:
Fernanda Martins
Detalhes:
Acesso para deficientes
Aceita reservas
Área para fumantes
Couvert
Estacionamento

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Publicidade
Notas:
1 estrela
0
Notas específicas:
Ambiente
(11)
Comida
(11)
Atendimento
(11)
Bebida
(10)
Custo-benefício
(10)
Mostrar:
Dicas  (14)
Débora Cheruti
O Manioca é o espaço para eventos do Maní, em funcionamento ao lado do restaurante. Apesar de pequeno, o ambiente é lindo e tem uma agradável área ao ar livre.
Débora C.
Alice Singer
Se tiver paciência, não faça reserva e prove os belisquetes com um bom vinho enquanto espera
Alice S.
Bastien Genefort
Faça reserva com antecedência de pelo menos 3 dias.
Bastien G.
Classificar por:
Opiniões   (25)
 
Com certeza uma experiência inesquecível. O ambiente é muito bonito, o atendimento é de primeira e os pratos são espetaculares. A entrada com variedade de pães é irrecusável. Provei a bochecha de boi e estava maravilhosa, e de sobremesa algo inusitado, “Da lama ao caos”: doce de berinjela defumada, coalhada orgânica de leite de cabra, pistaches caramelados, gelatina de flor de laranjeira, pele de lima da Pérsia confeitada, massa Philo e sorvete de gergelim preto. Com certeza merece estar entre os 50 melhores restaurante do mundo.
Dica: Provar “Da lama ao caos”: doce de berinjela defumada, coalhada orgânica de leite de cabra, pistaches caramelados, gelatina de flor de laranjeira, pele de lima da Pérsia confeitada, massa Philo e sorvete de gergelim preto.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Famílias, Jantar, Almoçar, Vinho, Cerveja, Drinques, Experiências gastronômicas
 
A comida é deliciosa, de fato. Mas nada sensacional. E o atendimento é frio, impessoal e incoerente com a decoração do lugar, que remete a uma aconchegante casa de vó no interior. A entrada conhecida como "o Ovo" custa 30 reais e consiste basicamente num ovo com uma tal de espuma de pupunha. Os pratos principais são bem servidos para uma pessoa e custam em média 50-70 reais. Mas nada, repito, nada que justifique constar na lista dos Melhores Restaurantes do Mundo.
 
Datas especiais merecem lugares especiais. Pelo menos é isso o que acontece em todas as nossas celebrações.
Chegamos ao Maní por volta das 13h de um domingo e não ficamos nem dez minutos na fila de espera. Mas demos sorte. Pouco tempo depois o simpático corredor com vista para a cozinha estava lotado.

Por trás da data especial que envolvia a nossa comemoração, havia uma enorme expectativa em relação ao trabalho executado pela “pareja” de chefs Helena Rizzo e Daniel Redondo.
A decoração de extremo bom gosto mescla itens rústicos, despojados, finos e retrôs. O ambiente é muito agradável e acolhedor, certamente preparado para os visitantes sentirem vontade de ficar horas por lá.
Queijo de cabra com pimenta rosa, coalhada seca, manteiga com flor de sal e ótimos pães quentinhos foram a nossa primeira boa impressão em relação à comida do local. Mas o melhor do couvert (R$ 12 por pessoa) foi a placa de biscoito de polvilho, uma espécie de gostinho “casa da vó” para adultos.

O drink sem álcool Zero Zero – abacaxi, limão, hortelã e soda (R$ 15) – não empolgou tanto quanto a combinação simples de espumante e frutas vermelhas do Kir Maní (R$ 21).

E eis que chegaram os pratos principais, ou melhor, as obras de arte em forma de comida. Que apresentação linda!
O Peixe do dia a baixa temperatura no Tucupi com Banana da terra e migalhas do Maní (R$ 61), trazia ingredientes brasileiros apresentados de forma única e criativa. Gostamos muito de provar o tucupi servido como uma espuma no estilo Ferran Adrià. Conseguimos sentir claramente o sabor de cada ingrediente, mesmo dos mais delicados.

Aprovado também foi o Atum levemente grelhado com Quinua, Chutney de Amoras, Espuma de Gengibre e Shissô (R$ 66). Peixe cozido no ponto certo, quinua soltinha, espuma de gengibre saborosa, cremosa e consistente. E o que dizer do chutney de amoras? Espetacular!

Foi bem difícil escolher a sobremesa pois todas as propostas são muito interessantes. Inclusive, precisamos voltar ao Maní apenas para experimentar todas as opções doces do cardápio.
Decidimos conhecer a versão elaborada para o tradicional Açaí, que no Maní é feita com banana nanica, gelatina de guaraná, farofa de aveia, marshmallow de açúcar mascavo, raspadinha de morango e sorvete de açaí (R$ 18). Sobremesa original, colorida, leve e bem exótica.

Ficamos curiosos para saber como seria um doce cujo nome é “O Ovo” (R$ 18). Resultado: gostamos muito do sorvete de gemada com espuma de coco e coquinhos crocantes.

Para finalizar nosso almoço artístico, cafezinho Nespresso (R$ 5,80) e a conta.

Claro que a experiência não saiu barata, mas o custo-benefício foi muito positivo. Comida caprichada, saborosa e visualmente atrativa, ingredientes de alta qualidade, atendimento gentil e eficiente. Aliás, não deve ser nada barato manter toda aquela quantidade de garçons.
O Maní não é um restaurante que podemos frequentar em intervalos curtos, mas afirmamos que ele está na lista dos lugares especiais para voltarmos quando a vida nos presentear com boas e grandiosas surpresas.

Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Dica: O Manioca é o espaço para eventos do Maní, em funcionamento ao lado do restaurante. Apesar de pequeno, o ambiente é lindo e tem uma agradável área ao ar livre.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vegetarianos, Reuniões de negócios, Famílias
 
Aiai…só de pensar nesse restaurante é bom! Particularmente, eu acho um dos melhores.
Já pelo couvert, é lindo. Não sei explicar por outra palavra…na verdade sei, mas não quero mudar o lindo escrito antes. Pães diversos sempre quentinhos, um gigante biscoito de polvilho, pirulitos de parmesão, coalhada, manteiga, queijo de cabra com pimenta rosa.

Neste dia fui obstinada a escolher dentre o cardápio, o menu degustação. Bora?
Comecemos então com o bombom de foie gras e goiabada com capa de redução de vinho do Porto. Ah, o famoso bombom! Não imaginei que combinaria de uma forma tão suave, composta de uma doçura agradável, digamos, pois o foie gras em si tem um sabor forte do fígado, com ligeiro retrogosto, algo que nem todos que provam costumam apreciar de primeira. Pode até parecer obsceno, mas deve ter gente que diz que gosta simplesmente por ser uma das comidas mais caras do mundo, assim como a trufa. Gostei desse bombom, apesar de achar que o ideal seria comê-lo uma única  vez, e não duas em seguida.

Continuamos com o consommé de tomate clarificado com mini burratas, tamarilo e e manjericão. Hummm.. não sobrou nem pingo. Era um caldo saborosíssimo e transparente, acompanhando pequeninas torradas de pão. As super frágeis “esferas” de burrata e manjericão…tudo muito bem, obrigado.

Seguimos depois com a salada Waldorf, com aspic de maçã verde, creme de gorgonzola, sorbet de aipo e redução de balsâmico. Enquanto esperávamos esse prato eu me fazia incerta, pois na verdade eu não gosto de salada Waldorf. Os tradicionais levam o talo do salsão (aquilo que vem junto no drink bloody mary), maionese, nozes, maçã verde, passas… porém quando o prato chegou, aquilo estava um luxo. Era tão limpo e claro, sem nenhuma sensação gordurosa que algumas saladas desse gênero têm geralmente. Tinha o gelado do sorbet, o cremoso, o verde e o crocante das nozes caramelizadas, enfim, muitas texturas que combinavam bem nessa salada Waldorf.

Depois dessa aventura, chegaram as vieiras com caramelo de cardamomo e espuma de amendoim. Bom, eu já tinha provado ele numa visita anterior, quando as vieiras estavam mais fresquinhas, mas mesmo assim não deixou de estar bom. Tem muita gente que pede essas vieiras como entrada =)

Próximo prato, o Ovo perfecto com espuma de pupunha, cozido por mais de 2 horas a 63 graus, fazendo disso o ovo perfeito, com a gema cremosa e a clara minimamente firme. A explicação é que a clara cozinha a 62 graus e a gema, a 68. Bom…vocês já devem saber… o gosto desse prato é de ovo, sem querer ser vulgar. O interessante mesmo é a textura dele.
 
Seguiu-se então com o cherne em crosta de mandiopan e taioba. O prato veio pelando e por pouco não queimei a língua. Bem que avisaram, né? Bem crocante, saboroso. O João adorou. O peixe estava super úmido. Agora só não me lembro do que mais compunha o prato hehe..
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Famílias
 
(continuação)
O garçom muito legal veio nos dizendo que o próximo prato seria a feijoada. Curiosidade….
Esferas de feijão, carpaccio de pé de porco e couve. Esferas de feijão? Sim. Não eram grãos, mas umas bolinhas que nem as do consommé de tomate, que se dissolviam na boca com muita cautela. Sobre o carpaccio, nem deu pra perceber tanto o gosto do pé de porco. Entretando, foi uma feijoada divertida.

A degustação não parava de ser boa com o rosbife em crosta de lapsang souchong, salada morna de batatas e alcaparras desidratadas. Gosto tanto! Aquela carne é rosada e macia com direito a raspar o prato.

Depois, veio a paleta de cordeiro com tubérculos assados. A paleta, também cozida a baixa temperatura, mereceu bastante pela sua textura de veludo. Eu diria que fizeram jus ao cordeiro.

A nossa empolgação de comer e conversar estava tanto, que simplesmete esqueci de tirar a foto da primeira sobremesa, o “açaí”, com lâminas de banana nanica, gelatina de guaraná, farofa de aveia, marshmallow de mascavo, raspadinha de morango e sorvete de açaí. Queria dizer que as melhores sobremesas e as mais inventivas que provei se encontram no Maní. A maioria dos restaurantes criam só a partir de modificações do petit gateau, brownie, sorvetes e frutas da estação, se perceberam. A-do-rei o açaí.
Prestei mais atenção para não esquecer de tirar a foto do último prato, a gemada com sorvete e coco ralado. Gostoso e não excedia na doçura.

Outra sobremesa muito boa mas que não estava no menu é o Café padoca, com creme de leite, sorvete de doce de leite, gelatina de café e torradinhas de pão com manteiga. Lembro de ter dado um sorrisão na primeira colherada.
A aventura termina então com o equivalente aos R$189,00 por pessoa na escolha do menu degustação. Evidente que, depois de tudo, a conta sai mais do que a simples soma da degustação devido ao couvert, bebidas, serviço, mas vale sim a pena. E como! Recomendo que visitem também o site do restaurante, que é instigante e muito bem feito.
 
Quando se começa a fazer coleção de alguma coisa, logo nasce uma listinha de itens de desejo. No nosso caso, colecionamos experiências gastronômicas. Nada nos deixa mais feliz que colocar uma bela figurinha no álbum. E o Maní estava lá, no topo da nossa listinha de experiências desejadas.Quando eu e o Diogo marcamos a viagem pra São Paulo, nem precisamos combinar que o primeiro almoço seria lá. Do aeroporto pro Maní, sem escalas.

A mesa seria composta por um time de responsa: Riq Freire, Nick e Lady Rasta. Tem como ser ruim um almoço desses?Confesso que foi um pouco difícil manter as expectativas baixas. Mas quer saber, de vez em quando a gente tem que se desafiar com uma expectativa lá em cima. Era o jeito.

Ainda mais quando se trata de um dos restaurantes mais badalados do país. E não tem como não falar da simpatia da chef Helena Rizzo, que nos provocou com alguns sabores e texturas beeeeeem diferentes. Seu par, Daniel Redondo, nós não avistamos.

Acho que ele segura as pontas no jantar.A adega nos trouxe a mais óbvia das idéias.Antes mesmo de liberar a nossa mesa, o povo já começou a bebericar um Pericó Taipa Rosé 2009. No mesmo dia, provamos também a Pericó Brut Rosé.A caminho da mesa, a gente ia curtindo o ambiente aconchegante, delicado e exclusivo. O bom gosto está por tudo.Até a água mineral merece cuidado. Gosto disso. Fala muito sobre o conceito de food experience que a gente tanto curte.Durante uns 20 minutos do almoço eu fui uma pessoa omissa. Culpa desse biscoitão de polvilho.

Por um minuto pensei que eu tava no banco de trás do carro, indo pra praia e perguntando quanto tempo faltava pra chegar. Mas não, era o Maní mesmo, fazendo a gente viajar.O misto de culinária saudável com texturas diferente e recriações inovadoras fazia eu me questionar se seria tudo isso mesmo. Começamos pelo consome frio de tomate e um bombom de foie gras. Vou te dizer, nem sou muito do foie, mas comeria estes bombons como se fossem brigadeiros.

As entradas chegaram causando. Primeiro essa salada gritando verde pro Nick. A salada Mata Atlântica vinha com agrião, rúcula selvagem, mache, azedinha, manga, pupunha, aipo e maracujá ao azeite de carvão.O Diogo e o Riq foram no mesmo. Era uma feijoada entre aspas. Nem precisava explicar o que era, que eles iam pedir. Mas explico, trata-se de um carpaccio de pé de porco com esferas de feijão, paio, laranja e couve.Eu preciso admitir que pedi a minha entrada por curiosidade. Eram pirulitos de parmesão.Os produtos orgânicos iam pipocando na mesa até que me aparece o tal Ovo Perfeito. Eu diria que é a sofisticação em forma de ovo.

A Lady Rasta chamou num tartar de vieiras que precisou ser provado por todos da mesa.Bora pros pratos? Que tal começar com o peixe do dia a baixa temperatura com tucupi? Pra mim, o melhor de todos.Eu provei um rosbife whang alguma coisa. Me esqueci do nome mas não do ótimo sabor da casquinha que envolvia a carne. Uma salada de batata morna acompanhou perfeitamente.O Nick foi no Bacalhau a Braz…E a Lady foi de cordeiro com talharim de pupunha e farofa de castanha do Pará.Todo mundo com um sorriso no rosto. Como deixar melhor? Com doce ora.

A mesa dividiu quatro sobremesas sugeridas pela chef. Primeiro um sorvete de açaí com sorbet de frutas vermelhas e alguma coisa não identificada mais.O segundo foi o meu preferido. Canudo de canela com espuma de banana e sorvete de maracujá.Sabe quem apareceu de novo na mesa? O ovo. Mas dessa vez um ovo doce. Era um sorvete de gemada com espuma de côco e coquinhos crocantes.O último foi o preferido do Diogo. Trata-se do Café Padoca, com sorvete de doce de leite, gelatina de café, creme de leite e lascas de pão com manteiga.

Loucura né?Eram quase 6 horas da tarde e a gente ainda tava lá. Para um colecionador de experiências gastronômicas, isso significa uma tarde de puro prazer. Um espresso e um brigadeiro eram o desfecho perfeito. Ah, e as formiguinhas são só charme…Veio a conta. Digna da experiência e da cidade. 160 reais por pessoa. Pra quem tá preocupado em completar o álbum, isso pouco importa.
 
Matei a saudade e desejo que estava do Maní, o restô da chef hype Helena Rizzo e seu maridón Daniel Redondo! Putz, bom demais saciar uma vontadinha né… hehehe! Pensando aqui como escreveria o post só consigo pensar no aroma, no aroma, no aroma…. Quantos cheiros deliciosos passaram por nossa mesa eu não sei precisar, mas sei dizer exatamente o que me provocam agora, relembrando aquele delicioso almoço e praticamente sentindo os aromas novamente: alegria e paixão. É isso.

O foco do Maní é na comida. Sabor, técnica e criatividade misturam-se aos sentimentos mais nobres do homem na hora da execução: amor, entrega, dedicação. Não desmerecendo o atendimento que é atencioso e o ambiente que é acolhedor, bonito e simples, mas no Maní a estrela que brilha é a comida.

As releituras propostas são muito sedutoras, tipo, a feijoada de entrada é na verdade um carpaccio de pé de porco com esferas de feijão, paio e couve fritinha. A versão da tradicional salada waldorf é feita com gelatina de maçã e o bobó com camarões grelhados, cogumelos e purê de mandioquinha. Genial.


O couvert chegou à mesa com pães quentinhos e saborosos, manteiguinha, um tipo de colhada, queijo de cabra com pimentinha e um biscoitão de povilho que, cada crok crok, era uma pedacinho de alegria ingerido.

Os principais foram: mignon com gratin de batatas e saladinha de rúculas.

Bobó Maní… aquela releitura do bobó tradicional que contei!

Noque de mandioquinha, leve feito nuvem…

As sobremesas foram minis brigadeiros, creme brulee e flan de chocolate Valrhona com aroma de laranja e cabela, o único que não disse muito bem a que veio. O “ovo”, uma sobremesa interessante, eu já tinha comido de uma outra vez e achei assim, curioso, mas não imprescindível.

Eu queria era que desse pra reproduzir o aroma daquelas delícias aqui. O olfato é normalmente para nós seres humanos muito marcante. Vocês, assim como eu, iriam guardar na memória e reviver quando quisessem a arte produzida no Maní. Aquela arte feita com amor, que provoca em mim um misto inebriante de alegria, paixão e claro, gratidão.
Bom para: Casais, Almoçar
 
Fui ao restaurante Maní, dos chefs Helena Rizzo e Daniel Redondo.
Um ambiente simples, bastante agradável que serve pratos com influências da Itália, do Mediterrâneo e do Brasil, claro.

Tirando o guardanapo e o jogo americano de papel, não tenho nada do que reclamar, pelo contrário – Ao Maní só reservo elogios.

Comida maravilhosa com atendimento impecável. Impecável mesmo. Há tempos que não vou a um restaurante com garçons tão atenciosos e tão bem preparados (não só conheciam os ingredientes de cada prato como também a preparação deles).

O couvert simples (R$13 por pessoa) agradou. Trazia lascas de polvilho, pães de mandioquinha e um pão que vinha com algum tipo de castanha, servidos com manteiga, queijo feta com pimenta rosa e coalhada seca.

Pulamos a entrada para exagerarmos nos vários pratos principais que pedimos. Pratos gentilmente porcionados, na cozinha, para que pudéssemos experimentar o máximo possível do restaurante.
Comecei com um risoto de beterraba, com pupunha, coalhada seca e azeite de trufas brancas (R$45).
Prato com “personalidade forte” por causa da beterraba, com acidez e sabor bem interessante.
Então passei pelo Capelinni com mix de cogumelos ao perfume de limão siciliano e azeite de trufas (R$43). Maravilhoso, aromático e extremamente equilibrado. Provavelmente foi o prato que mais gostei do dia.

Em seguida recebi o Bobó do Maní, montagem com camarões grelhados sobre purê de mandioquinha e leite de coco ao molho de cogumelos (R$55). Prato que achei tão excelente quanto o capelinni.

Fui então para o Peixe do dia, um robalo, a baixa temperatura no tucupí (molho amarelo extraído de uma mandioca brava) com banana da terra e migalhas do Maní (R$60). Sensacional receita com rica mistura de elementos brasileiros e um aroma defumado, que deixou o peixe leve e ainda mais saboroso.

E para fechar a degustação, encerrei com um Rosbife em crosta de Lapsang Souchong (um chá chinês), acompanhado por uma salada morna de batata e cenoura coberta por ovo ralado (R$61). Delicioso mas se tivesse que eliminar um prato (dentre os que eu experimentei), eliminaria este.
Para sobremesa fui mais tradicional e pedi o creme brûlée que tanto amo (R$18), que estava uma delícia. Ao contrário da maioria dos cremes, ele foi servido em um recipiente chato então o creme era “espalhado” e com mais crosta de açúcar por cima. Excelente!

Mas claro, mesmo sendo feio, não resisti e cutuquei a espuma de nutella com sorvete de gengibre e calda de mexerica (R$18)

E o Café Padoca (R$17), combinação de creme de leite, sorvete de doce de leite, gelatina de café e lascas de pão com manteiga.

Sério, foi o restaurante que mais gostei de ter ido nos últimos tempos.

R. Joaquim Antunes, 210 – São Paulo – SP – Tel. 3085 4148
Dica: Capelinni com mix de cogumelos ao perfume de limão siciliano e azeite de trufas (R$43)
Bom para: Almoçar com amigos, ver gente famosa
 
Comida boa tem em muitos lugares. Porém são poucos que proporcionam experiências gastronômicas memoráveis. A visita ao Maní foi mais do que um simples jantar, foi um ritual que começou com a longa espera e terminou mais de três horas depois que chegamos ao restaurante.

A espera de quase uma hora passou voando: para acompanhar o vinho provamos as mini bruschettas com queijo brie, presunto parma, figo e mel que nos entreteve por um bom tempo. Aproveitamos também para olhar o cardápio com calma e observar o ambiente que é tão encantador quanto ao site deles!

A escolha do prato não foi fácil. O cardápio parece o resultado de uma longa pesquisa científica: novas texturas e novas técnicas intrigam os clientes já acostumados com os clássicos como a salada Waldorf, que na versão “normal” leva maçã, nozes e salsão picadinhos e a versão “Helena Rizzo” vem com gelatina de maçã, sorbet de salsão e nozes carameladas.

O Thiago escolheu o peixe do dia (robalo) a baixa temperatura no tucupi com banana da terra, seduzido pelo tucupi, que ele, erroneamente, acreditava ser o responsável pela sensação anestésica dos poucos patos no tucupi provados na vida. (O ingrediente anestésico é uma erva chamada jambu). O peixe estava tenro e não tinha o sabor super suave. A espuma completava a leveza do prato e o Thiago nem pareceu desiludido por não ter sentido a ardência na boca.

Eu pedi a paleta de cordeiro cozida a baixa temperatura com tubérculos assados e farofa de castanha do pará. A carne estava muito macia e sem gordura e os tubérculos (batata, batata-doce, madioquinha) assados perfeitamente. A farofa era bem gostosa também, mas achei que deixou o prato muito seco (tive a impressão de que o molho da carne não foi suficiente para balancear a secura da farofa).

Para finalizar, pedimos a espuma de nutella com sorvete de gengibre e calda de mexerica. A espuma estava divina, o sorvete delicioso (apesar da bola ser minúscula) e a calda mal conseguimos provar (são esses quatro pontinhos amarelos que aparecem na foto e mais parecem decoração do prato.

Os preços não são lá muito convidativos, mas achei que valeu muito a pena pela experiência que tivemos. O Maní não é um restaurante para todo dia, é especial e deve ser visitado para ser surpreendido. Acredito que o Maní antecipou a nova tendência oferecendo ingredientes naturais e valorizando o que temos no Brasil.
Dica: se tiver paciência, não faça reserva e prove os belisquetes com um bom vinho enquanto espera
Bom para: jantar a dois
 
Fui ao Mani com minha namorada depois de várias tentativas de fazer reserva em cima da hora e sem sucesso. Por isso, já começo recomendando que a reserva seja feita com pelo menos 3 dias de antecedência.
Pedimos o Menu Degustação que vem com cerca de 10 pratos, incluindo a 2 sobremesas. É possível escolher a opção sem vinho (R$ 350,00) ou com vinho (R$ 450,00). A opção com vinhos é muito boa, mas não posso dizer que houve algum vinho realmente marcante. Os pratos foram excelentes e realmente irretocáveis. Com destaque para o "ovo perfeito". Um ovo pochê em creme de pupunha delicioso!
Dica: Faça reserva com antecedência de pelo menos 3 dias.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Experiências gastronômicas
 
Todo natureba e com um visual incrível. Dá vontade de prolongar o almoço até o jantar. Os pratos são requintados e com sabores únicos.
Dica: Os pratos vegetarianos são de dar água na boca. Os sucos são todos deliciosos.
Bom para: Almoços e jantares íntimos.
 
O Maní é um ambiente bonito, bem cuidado, frequentado por famílias, casais e pessoas que vão curtir com os amigos. Apesar de ler as opiniões tão positivas por aqui, quando fui ao restaurante minha impressão não foi das melhores. Minha pedida foi o Bobó do Maní, camarões grelhados sobre purê de mandioquinha e leite de coco ao molho de cogumelos. O purê veio um pouco salgado e os cogumelos, na minha opinião, não combinaram com os outros ingredientes fortes do prato. Como a casa estava bem cheia, era um almoço num domingo, o atendimento foi um pouco demorado.

As sobremesas não me agradaram, por isso acabei não pedindo nenhuma. Achei os preços muito altos, pouco condizentes com o que o restaurante entrega em termos de ambiente, variedade do cardápio, culinária e atendimento.
 
No Mani as coisas são simples : abre cedo e fecha cedo, então se não fizer reserva, provavelmente vai acabar jantando em outro lugar, às vezes tem fila na porta esperando o restaurante abrir, o cardápio e pequeno mas sempre é muito bom, existem desafios como "ovo perfeito" que é um ovo quente preparado a perfeição, com um preço bem alto, ovo é servido como entrada e deve ser preparado seguindo, alguns passos exatos, um amigo experimentou e disse que não havia comido nada igual, eu não experimentei então não sei como é a experiencia, mas fora isso, tudo que é servido é muito bom, inclusive o couvert de pães, que são uma atração a parte, tem uma boa carta de vinho, e é um lugar para ir sem pressa nenhuma.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vinho, Reuniões de negócios, Famílias
 
Melhor restaurante da cidade se for pensar no custo-benefício, pois o Dom é muito caro e tem sempre que reservar antes.
O peixe do dia a baixa temperatura no tucupi com banana da terra é mais do que perfeito.
Os pratos são bem servidos e com preços justo, as sobremesas então nem se fala, tudo lá é perfeito.
Bom para: Casais, Jantar, Almoçar, Vinho
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