Madeleine

Endereço: Rua Aspicuelta, 201 , Vila Madalena - São Paulo , SP - Brasil

Telefone:

(11) 2936-...

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Categoria:

Bares e Pubs

  | Rank: 87º de 1298
Preço por pessoa
$$$$ (De R$51 até R$100)
Site oficial
madeleine.com.br
Bom para
Casais, Ir com amigos, Vinho, Drinques
Horário de funcionamento
Seg.
19h - 1h
Ter.
19h - 1h
Qua.
19h - 1h
Qui.
19h - 1h
Sex.
19h - 1h
Sáb.
19h - 1h

Formas de pagamento
Crédito:
Débito:
cash, credit card, debit card
Primeira opinião
Alice Macedo
Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Ar condicionado
  • Aceita reservas
  • Mesas ao ar livre
  • Proibido fumar
  • Couvert artístico: R$25
  • Música: Jazz ao vivo
  • Estacionamento: Valet na porta

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http://br.kekanto.com/como-chegar/madeleine
Notas específicas:
Ambiente
(13)
Comida
(13)
Público
(10)
Atendimento
(13)
Bebida
(12)
Custo-benefício
(10)
Dicas
Pizza de massa ao vinho tinto
Allan P.
Pastel de meia cura
Simone A.
O cardápio é bem variado, mas por conta dos preços vale a pena escolher com calma.
Karina D.
Opiniões
Parte 1

A rua Aspicuelta é famosa na Vila Madalena: concentra bares, empórios, lojas e restaurantes diversos, para públicos, paladares e ouvidos de todos os estilos.

Caminhando à noite na parte da rua que desce (se você estiver vindo da Fradique Coutinho) ou na parte que sobe (se vier da Medeiros de Albuquerque), ao se aproximar do número 201 você ouvirá timbres diversos: palhetas, contrabaixo, saxofone, pratos de uma bateria, talvez as teclas de um piano. Uns passos a mais e você se sentirá tão envolvido por aquele som e pelo local de onde ele vem que será impossível recusar a proposta para que a sua noite comece ali, no Madeleine.

O local que o abriga foi descoberto anos atrás por André Guilguer, o idealizador: uma casa em que funcionava uma loja de móveis antigos e que não estava a venda. André sempre foi apaixonado por música e buscava, com o auxílio de amigos, um espaço em que pudesse conciliar música e gastronomia de maneira a proporcionar o que descreve como uma experiência surpreendente.

Em 2009, após um planejamento que durou cerca de três anos, a loja de móveis antigos passou a acolher o charmoso Madeleine, com trilha sonora jazzística, variada e aberta a experimentações, um cardápio audacioso, uma adega com dezenas de rótulos de vinhos e uma carta de cervejas especiais.

A casa

É através de uma grande vitrine que se vê da rua os músicos durante as apresentações. Essa proximidade de quem está do lado de fora com a manifestação artística, esse embalo que acontece do lado de dentro, torna o local ainda mais irresistível. O prêmio para quem cede a esse apelo é a sensação deliciosa de assistir a uma performance exclusiva, de altíssimo nível e para poucos eleitos. Uma das muitas magias do Madeleine.

O “observatório” desse bistrô que é ao mesmo tempo bar e restaurante – ou, se preferir, desse bar que é ao mesmo tempo restaurante e bistrô – é o mezanino, a intervenção arquitetônica que confere intimidade e vista exclusiva dos shows e do lounge de forma análoga.

Se o clima for propício a conversas mais próximas da companhia do que das bandas de jazz, basta passar pelo balcão do bar até chegar à varanda e, de lá, ter a visão de 180° da Vila Madalena, num amplo terraço coberto. Quem vê a fachada do Madeleine não é capaz de imaginar que os espaços internos se multipliquem tanto e, mesmo assim, preservem o clima aconchegante, intimista e romântico.

Falando no balcão do bar, aliás, é bom comentar que as bebidas fazem parte de uma área que se destaca, pois detém criações exclusivas que levam nomes de lendas do jazz, como os coquetéis Midnight Special, Cantaloup Island ou o Amilton Godoy, feito sem álcool à base de frutas vermelhas e pimenta jamaicana.

E caso a pedida da noite seja a informalidade (ou a intimidade), leve seu par até o subsolo para que vejam juntinhos a fantástica adega climatizada, cuidadosamente mantida pela casa, assim como a extensa carta composta por mais de 70 rótulos. Se o momento pedir um brinde, aproveite para provar o exclusivo espumante Madeleine Brut, elaborado a partir da mescla das uvas Chardonnay, brancas, e Pinot Noir, tintas, além de aromas cítricos.

A disposição natural para um contentamento inesperado

Diz-se que no século 19 as manifestações religiosas dos escravos africanos por liberdade levaram à New Orleans muita miscigenação harmônica e rítmica, improvisações e toda a influência das chamadas músicas de trabalho e das músicas folclóricas, as spirituals. Essas características do jazz em seu nascedouro são preservadas na proposta musical do Madeleine: como o próprio jazz, artistas nacionais e internacionais transitam por inúmeros estilos musicais para ligarem improvisação e interação de instrumentos e vozes, somando esses elementos à peculiaridade da interpretação que jamais será a mesma, quantas vezes forem executadas as composições.

Assim o digam os músicos do Hammond Grooves, o Organ Trio do apresentador Daniel Daibem, ou os da banda GroofBoogaloo, resultado da mistura de funk, blues, drum’m n’ bass e MPB , ou mesmo os que fazem do Trincheira MPB Jazz uma impressionante variedade de arranjos, todas essas bandas fixas da casa que se apresentam respectivamente às quintas, sextas e sábados.

(Continua...)
Parte 2 (Continuação...)

É essa a mesma orientação da gastronomia do Madeleine, assinada pela chef Ana Soares que usa toda a expertise em consultoria gastronômica e toda a criatividade para harmonizar sabores e elaborar pratos originalíssimos, sejam eles à base de massas, risotos incrementados – como o Madeleine, peixes -como o Linguado ao Vermut e vôngole ou o Robalo ao limone, saladas ou as pizzas-bistrô assadas em forno a lenha, como a de massa verde e recheio de mussarela de búfala, tomates marinados e rúcula, que você vai experimentar e adorar, assim como os petiscos e sobremesas especiais.

Para aqueles que relacionam o nome da casa ao bairro em que ela está localizada, o sempre atencioso Gil Dantas – sommelier e agora um dos sócios – nos explica que a “responsabilidade” é toda de Marcel Proust: o narrador de “Em Busca do Tempo Perdido”, escrito em 1913, mergulha um pedaço de um pequeno bolo – a Madeleine – no chá que estava tomando, o que o faz relembrar e trazer ao presente os sabores, cores e odores sentidos em momentos especiais de sua remota infância.

Nós, que não somos personagens da literatura, mas da vida desse mundo, podemos nos apropriar das ideias do escritor e do poder transformador do jazz para esquecer um pouco da nossa contingência e mortalidade e vivermos, no Madeleine, “algumas horas de poderosa alegria”, como Proust escreveu.
Infelizmente, visitei este lugar somente uma vez. Preciso voltar urgentemente! Até para poder fornecer uma opinião mais apurada.

A primeira impressão que ficou foi ótima. Ambiente muito aconchegante, ótima música e proposta. São Paulo carece de lugares assim, com a programação focada no jazz.

Bom para ir em casal, a atmosfera favorece. Mas em amigos a experiência também deve ser proveitosa.

Muito charme e longa vida ao Madeleine!
Lugar incrível! O ambiente é muito agradável. Apesar do clima romântico, a casa fica lotada de amigos e pessoas comemorando aniversario.
São 3 ambientes, mas apenas dois dão vista para a banda. A banda é excelente!! A comida também é bem gostosa e o preço muito justo.
Não sei como eu nunca tinha ido no Madeleine.
Caro pelo que oferece. Consumação mínima de R$50, mais couvert artístico (no dia que fui, 27 Reais).

A banda é boa, mas nada em especial, já fui em bares de jazz na mesma faixa de preço (e mais baratos) com bandas melhores.

O atendimento é bom, porém o local é muito escuro (a ponto de ser difícil ler o cardápio) e não tem lugares onde a música não seja muito alta, sendo difícil conversar num tom de voz mais natural.

Preços salgados por coisas simples. Sem dúvida existem locais com melhor custo-benefício que oferecem a mesma proposta do bar.

O cardápio de cervejas é interessante, mas poderiam ter mais opções e o preço também é bastante salgado comparado com as mesmas cervejas em outros locais. O preço dos vinhos são absurdamente caros, muito superfaturados. Nem em muitos bares com especialidade em vinho se encontram preços tão altos.

Pelo preço, eu esperava coisa melhor.
Muito caro para o q oferece. Música boa mas com intervalos longuíssimos. Ficamos na varanda, de onde não dava pra ver o show e mesmo assim pagamos couvert. Fomos informados que mesmo quem fica na adega paga couvert. Acho absurdo. Nesse dia alguém estava comemorando aniversário e uma mesa gigante foi montada na varanda. O garçom pediu para mudarmos de mesa para que a nossa fosse acoplada à grande mesa. Pelo jeito não estavam preparados pois o atendimento ficou super demorado depois disso. Enfim, tirando a boa música, é muito caro pelo que oferece. Não voltarei e não recomendo.
Para quem gosta de um clima à luz de velas, clima intimista e principalmente de jazz, esse lugar é ideal. Sempre que quero comer bem e ouvir boa música vou ao Madeleine. Aos sábados há o grupo Trincheira, que faz o som MPB-Jazz e de quinta (melhor dia)! Há o Hammoond Grooves, banda com o glorioso Daniel Daibem na guitarra. Não fui de sexta ainda.

Sempre quando vou lá peço a mesma coisa: Penne ao molho branco com toque de lima da pérsia, aspargos e salmão defumado. Adoro! Pasteizinhos de carne e vinho.
Preciso voltar para aprender a saborear outros pratos e a pizza gourmet além destes, porém fico com dó porque realmente acho muito bom esse prato.

O serviço é bom, mas não dos melhores que já vi. O preço também não é muito agradável, porém acho que vale pela qualidade da música e da comida.
O Madeleine é um bar de Jazz que fica escondido no meio da Vila Madalena. O lugar é muito legal, há 3 ambientes: uma varanda (bem legal nos dias de verão), o principal (onde fica banda de Jazz) e o subsolo (mais reservado e mais romântico).

O lugar é uma boa opção para ir a dois, curtir um Jazz, comer comida diferente e tomar um vinho.

Pedi duas pizzas gourmet para dividir em três pessoas. Foi o suficiente para matar a fome (a pizza é pequena):

- Massa ao Vinho Tinto com Champignos, aspargos, camenbert de cabra, passas e Parma (R$49): EXCELENTE. Uma das melhores pizzas que já provei na minha vida.

- Massa integral com cerveja, Fonduta, linguiça artensanal, gorgonzola, azeitonas e alecrim (R$49): Muito boa também, mas incomparavel com a de Massa ao vinho.

Nota 5!
Chegamos após a banda.
Mas o local é ótimo, a comida muito boa e refinada!
Os garçons são de uma educação que dá gosto.
O local é aconchegante, com luz de vela nas mesas, decoração rustica, muito legal.
Requer consumação mínima de 50 reais, e caso você chegue a tempo da banda, tem um couvert musical de 23 reais.
Exibindo de 1 a 14
Total de opiniões: 25

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Opinião
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