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Madeleine

Madeleine

Rua Aspicuelta, 201
Vila Madalena - São Paulo , SP

Telefone: (11) 2936-0616

Preço por pessoa:

$$$ (De R$51 até R$100)

Categoria:
Bares e Botecos
Ranking: #73 de 1305
Site oficial:
madeleine.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Horário de funcionamento:
Seg. a Sab.: 19h às 1h
Dom.: Fechado
Primeira opinião por:
Alice Macedo
Detalhes:
Acesso para deficientes
Ar condicionado
Aceita reservas
Mesas ao ar livre
Proibido fumar
Couvert artístico: R$25
Música: Jazz ao vivo
Estacionamento: Valet na porta

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Publicidade
Notas específicas:
Ambiente
(12)
Comida
(12)
Atendimento
(12)
Bebida
(11)
Custo-benefício
(9)
Público
(9)
Dicas  (6)
Karina Del Monte
O cardápio é bem variado, mas por conta dos preços vale a pena escolher com calma.
Karina D.
Classificar por:
Opiniões   (23)
 
O Madeleine é um bar de Jazz que fica escondido no meio da Vila Madalena. O lugar é muito legal, há 3 ambientes: uma varanda (bem legal nos dias de verão), o principal (onde fica banda de Jazz) e o subsolo (mais reservado e mais romântico).

O lugar é uma boa opção para ir a dois, curtir um Jazz, comer comida diferente e tomar um vinho.

Pedi duas pizzas gourmet para dividir em três pessoas. Foi o suficiente para matar a fome (a pizza é pequena):

- Massa ao Vinho Tinto com Champignos, aspargos, camenbert de cabra, passas e Parma (R$49): EXCELENTE. Uma das melhores pizzas que já provei na minha vida.

- Massa integral com cerveja, Fonduta, linguiça artensanal, gorgonzola, azeitonas e alecrim (R$49): Muito boa também, mas incomparavel com a de Massa ao vinho.

Nota 5!
Dica: Pizza de massa ao vinho tinto
Bom para: Ir com amigos, Casais, Vinho, Reuniões de negócios
 
Parte 1

A rua Aspicuelta é famosa na Vila Madalena: concentra bares, empórios, lojas e restaurantes diversos, para públicos, paladares e ouvidos de todos os estilos.

Caminhando à noite na parte da rua que desce (se você estiver vindo da Fradique Coutinho) ou na parte que sobe (se vier da Medeiros de Albuquerque), ao se aproximar do número 201 você ouvirá timbres diversos: palhetas, contrabaixo, saxofone, pratos de uma bateria, talvez as teclas de um piano. Uns passos a mais e você se sentirá tão envolvido por aquele som e pelo local de onde ele vem que será impossível recusar a proposta para que a sua noite comece ali, no Madeleine.

O local que o abriga foi descoberto anos atrás por André Guilguer, o idealizador: uma casa em que funcionava uma loja de móveis antigos e que não estava a venda. André sempre foi apaixonado por música e buscava, com o auxílio de amigos, um espaço em que pudesse conciliar música e gastronomia de maneira a proporcionar o que descreve como uma experiência surpreendente.

Em 2009, após um planejamento que durou cerca de três anos, a loja de móveis antigos passou a acolher o charmoso Madeleine, com trilha sonora jazzística, variada e aberta a experimentações, um cardápio audacioso, uma adega com dezenas de rótulos de vinhos e uma carta de cervejas especiais.

A casa

É através de uma grande vitrine que se vê da rua os músicos durante as apresentações. Essa proximidade de quem está do lado de fora com a manifestação artística, esse embalo que acontece do lado de dentro, torna o local ainda mais irresistível. O prêmio para quem cede a esse apelo é a sensação deliciosa de assistir a uma performance exclusiva, de altíssimo nível e para poucos eleitos. Uma das muitas magias do Madeleine.

O “observatório” desse bistrô que é ao mesmo tempo bar e restaurante – ou, se preferir, desse bar que é ao mesmo tempo restaurante e bistrô – é o mezanino, a intervenção arquitetônica que confere intimidade e vista exclusiva dos shows e do lounge de forma análoga.

Se o clima for propício a conversas mais próximas da companhia do que das bandas de jazz, basta passar pelo balcão do bar até chegar à varanda e, de lá, ter a visão de 180° da Vila Madalena, num amplo terraço coberto. Quem vê a fachada do Madeleine não é capaz de imaginar que os espaços internos se multipliquem tanto e, mesmo assim, preservem o clima aconchegante, intimista e romântico.

Falando no balcão do bar, aliás, é bom comentar que as bebidas fazem parte de uma área que se destaca, pois detém criações exclusivas que levam nomes de lendas do jazz, como os coquetéis Midnight Special, Cantaloup Island ou o Amilton Godoy, feito sem álcool à base de frutas vermelhas e pimenta jamaicana.

E caso a pedida da noite seja a informalidade (ou a intimidade), leve seu par até o subsolo para que vejam juntinhos a fantástica adega climatizada, cuidadosamente mantida pela casa, assim como a extensa carta composta por mais de 70 rótulos. Se o momento pedir um brinde, aproveite para provar o exclusivo espumante Madeleine Brut, elaborado a partir da mescla das uvas Chardonnay, brancas, e Pinot Noir, tintas, além de aromas cítricos.

A disposição natural para um contentamento inesperado

Diz-se que no século 19 as manifestações religiosas dos escravos africanos por liberdade levaram à New Orleans muita miscigenação harmônica e rítmica, improvisações e toda a influência das chamadas músicas de trabalho e das músicas folclóricas, as spirituals. Essas características do jazz em seu nascedouro são preservadas na proposta musical do Madeleine: como o próprio jazz, artistas nacionais e internacionais transitam por inúmeros estilos musicais para ligarem improvisação e interação de instrumentos e vozes, somando esses elementos à peculiaridade da interpretação que jamais será a mesma, quantas vezes forem executadas as composições.

Assim o digam os músicos do Hammond Grooves, o Organ Trio do apresentador Daniel Daibem, ou os da banda GroofBoogaloo, resultado da mistura de funk, blues, drum’m n’ bass e MPB , ou mesmo os que fazem do Trincheira MPB Jazz uma impressionante variedade de arranjos, todas essas bandas fixas da casa que se apresentam respectivamente às quintas, sextas e sábados.

(Continua...)
Dica: O cardápio é bem variado, mas por conta dos preços vale a pena escolher com calma.
Bom para: Drinques, Vinho, Cerveja, Ir com amigos, Casais, Jantar
 
Parte 2 (Continuação...)

É essa a mesma orientação da gastronomia do Madeleine, assinada pela chef Ana Soares que usa toda a expertise em consultoria gastronômica e toda a criatividade para harmonizar sabores e elaborar pratos originalíssimos, sejam eles à base de massas, risotos incrementados – como o Madeleine, peixes -como o Linguado ao Vermut e vôngole ou o Robalo ao limone, saladas ou as pizzas-bistrô assadas em forno a lenha, como a de massa verde e recheio de mussarela de búfala, tomates marinados e rúcula, que você vai experimentar e adorar, assim como os petiscos e sobremesas especiais.

Para aqueles que relacionam o nome da casa ao bairro em que ela está localizada, o sempre atencioso Gil Dantas – sommelier e agora um dos sócios – nos explica que a “responsabilidade” é toda de Marcel Proust: o narrador de “Em Busca do Tempo Perdido”, escrito em 1913, mergulha um pedaço de um pequeno bolo – a Madeleine – no chá que estava tomando, o que o faz relembrar e trazer ao presente os sabores, cores e odores sentidos em momentos especiais de sua remota infância.

Nós, que não somos personagens da literatura, mas da vida desse mundo, podemos nos apropriar das ideias do escritor e do poder transformador do jazz para esquecer um pouco da nossa contingência e mortalidade e vivermos, no Madeleine, “algumas horas de poderosa alegria”, como Proust escreveu.
Bom para: Cerveja, Drinques, Vinho, Casais, Ir com amigos, Jantar
Júlia Pellizon:
Karina, menina, que resenha sucesso! Mas o que você experimentou lá que te fez amar tanto o lugar e até citar altos filósofos na sua opinião?
Conteúdo inválido
Karina Del Monte:
Júlia, obrigada por comentar o texto sobre o Madeleine, originariamente postado no início de junho último no site do qual sou editora.

Investigar é um processo intrínseco para mim. Quando decidimos que faríamos uma matéria sobre o Madeleine, estivemos lá algumas vezes. Conversamos com os responsáveis, sentimos o clima da casa, conhecemos cada ambiente e, principalmente, buscamos a história, o começo de tudo, a motivação de quem criou esse restaurante, a decisão sobre o cardápio, a adega, os músicos e seus instrumentos, a contratação de um especialista em vinhos, e a opção por embalar as noites ao som de Jazz.

Dias depois, voltamos “à paisana”: éramos simplesmente um casal que queria encerrar a semana em um lugar bonito e agradável, com boa música e sem agito. Escolhemos uma mesa próxima ao palco, acompanhamos a chegada dos músicos, observamos a presença de habitués, amantes do Jazz que certamente marcam presença semanalmente por lá. Também consumimos, por isso posso dizer que tanto a gastronomia quanto a coquetelaria de alta qualidade são seriamente respeitadas.

Dessa forma, o Madeleine ficou registrado para mim como um lugar encantador, recomendável àqueles que estão cansados do “mais do mesmo”. Não é barato, mas vale a pena, e muito. Beijos e ótima terça!
Conteúdo inválido
 
O Madeleine é um bar de Jazz que fica escondido no meio da Vila Madalena. O lugar é muito legal, há 3 ambientes: uma varanda (bem legal nos dias de verão), o principal (onde fica banda de Jazz) e o subsolo (mais reservado e mais romântico).

O lugar é uma boa opção para ir a dois, curtir um Jazz, comer comida diferente e tomar um vinho.

Pedi duas pizzas gourmet para dividir em três pessoas. Foi o suficiente para matar a fome (a pizza é pequena):

- Massa ao Vinho Tinto com Champignos, aspargos, camenbert de cabra, passas e Parma (R$49): EXCELENTE. Uma das melhores pizzas que já provei na minha vida.

- Massa integral com cerveja, Fonduta, linguiça artensanal, gorgonzola, azeitonas e alecrim (R$49): Muito boa também, mas incomparavel com a de Massa ao vinho.

Nota 5!
Dica: Pizza de massa ao vinho tinto
Bom para: Ir com amigos, Casais, Vinho, Reuniões de negócios
 
Lugar bacana para ouvir um jazz, embora se vc sentar na varanda nem vai conseguir ouvir a música direito (mas vai pagar o couvert).

Achei o atendimento fraco... demorava mto para os garçons aparecerem.

Ambiente bem bonito!

Tem umas comidas diferentes e um pouco caras. Pedimos uma porção de bolinho de carne seca que estava muito gostosa!

É difícil parar na rua. Opte pelo vallet ou parece nos quarteirões ao redor.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar
 
Caro pelo que oferece. Consumação mínima de R$50, mais couvert artístico (no dia que fui, 27 Reais).

A banda é boa, mas nada em especial, já fui em bares de jazz na mesma faixa de preço (e mais baratos) com bandas melhores.

O atendimento é bom, porém o local é muito escuro (a ponto de ser difícil ler o cardápio) e não tem lugares onde a música não seja muito alta, sendo difícil conversar num tom de voz mais natural.

Preços salgados por coisas simples. Sem dúvida existem locais com melhor custo-benefício que oferecem a mesma proposta do bar.

O cardápio de cervejas é interessante, mas poderiam ter mais opções e o preço também é bastante salgado comparado com as mesmas cervejas em outros locais. O preço dos vinhos são absurdamente caros, muito superfaturados. Nem em muitos bares com especialidade em vinho se encontram preços tão altos.

Pelo preço, eu esperava coisa melhor.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Ir de madrugada, Cerveja, Drinques, Paquerar, Relaxar
 
Para quem gosta de um clima à luz de velas, clima intimista e principalmente de jazz, esse lugar é ideal. Sempre que quero comer bem e ouvir boa música vou ao Madeleine. Aos sábados há o grupo Trincheira, que faz o som MPB-Jazz e de quinta (melhor dia)! Há o Hammoond Grooves, banda com o glorioso Daniel Daibem na guitarra. Não fui de sexta ainda.

Sempre quando vou lá peço a mesma coisa: Penne ao molho branco com toque de lima da pérsia, aspargos e salmão defumado. Adoro! Pasteizinhos de carne e vinho.
Preciso voltar para aprender a saborear outros pratos e a pizza gourmet além destes, porém fico com dó porque realmente acho muito bom esse prato.

O serviço é bom, mas não dos melhores que já vi. O preço também não é muito agradável, porém acho que vale pela qualidade da música e da comida.
Sheila A.:
nossa...jazz e MPB? Ja coloquei na lista de lugares pra conhecer! ;-) Adorei a dica, Fabiola! Se tiver mais lugares bacanas assim, compartilha aqui!
Conteúdo inválido
 
Perfeito! Simplesmente, Perfeito!
Mais uma vez o Kekanto me levou a um lugar que pretendo voltar muitas vezes.
Meu objetivo era aliar boa música, boa comida, bom vinho em um lugar que fechasse tarde para uma saidinha de sexta-feira. Recorri ao Kekanto e encontrei o Madeleine.
Começa que o site é bem legal, já fiquei com vontade de conhecer a casa, especialmente depois que soube que ela já ganhou vários prêmios de melhor música ao vivo de São Paulo. Prêmios honrosamente merecidos.
O Madeleine fica numa casa antiga, ampla e linda na Vila Madalena. Chegar lá é bem fácil, estacionar na rua é praticamente impossível. A casa tem serviço de valet a R$ 18.
O Madeleine tem um jardim na entrada onde os fumantes acabam ficando.
O salão principal tem o espaço para os músicos bem na entrada, das mesas é bem fácil curtir o som. Há também um mezanino com mais mesas e que dão uma visão ainda melhor da banda.
No andar inferior há uma adega bem bonita e algumas mesas, o lugar é bem romântico e acolhedor, mas não tem visão para os músicos. Se o seu objetivo é namorar, este 'porão' é muito recomendado.
O atendimento é atencioso e prestativo. O representante da casa está o tempo todo rodando o salão averiguando tudo.
O cardápio é criativo e atraente. Optamos por uma porção de pastel de meia cura e de carne. Se ao ler pastel você visualizou um salgadinho gorduroso, tire isso da mente. O pastel lá é diferente, feito com massa fina de pizza e com o recheio à mostra, apresentação primorosa, tempero sofisticado e sabor delicioso.
A carta de vinho é ampla e cheia de boas opções. A adega é muito bem instalada.
O cafezinho no fim da noite veio bem tirado e na temperatura adequada.
Só pelos 'comes & bebes' a casa já teria minha nota 10. Acontece que a excelente experiência não acabou por aí...A música também é nota 10.
Assistimos ao bem humorado e envolvente show da banda GroofBoogaloo. Sensacional.
O bar não é barato. A casa cobra entrada e consumação mínima, mas o custo benefício é bem favorável.
Eu gostei muito do lugar. Voltarei com certeza e rápido. Recomendo muito.
Dica: pastel de meia cura
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Vinho, Happy hour, Cerveja, Drinques, Janta rápida
 
O melhor lugar de São Paulo para jantares românticos, ouvir boa música e experimentar os melhores vinhos.
 
Bonita decoração que cria espaços aconchegantes sem ter que usar de paredes ou objetos que obstruam, a visão do palco, tocando de jazz a mpb e bossa nova, serve bons drinks e bons aperetivos, não é barulhento e ainda existe uma area no mezanino onde se pode reservar para encontros de amigos, o som é muito bom considerando a dificuldade se se acertar a custica, por causa das decorações, e serve de diferencial, você pode pedir para va bartender preparar para você algo diferente da carta, muito atenciosa e preocupada e fazer o melhor, o atendimento é perfeito sempre atentos sem precisar ficar em cima da mesa o tempo todo. O Público é variado mas normalmente acima dos 25 anos.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Vinho, Happy hour, Dançar, Cerveja, Drinques, Paquerar
 
Ao chegar no bar já dá pra sentir o clima aconchegante do local, nas mesinhas na calçada é possível aproveitar o clima e bater um papo com os amigos, no lounge da pra curtir a banda que esta tocando bem pertinho do palco, já o mezanino é mais calmo e tem uma vista privilegiada de todos os ambientes da casa, além disso há também a adega, que fica em um ambiente mais reservado do bar, perfeito para jantar e aproveitar uma boa companhia. Esse é o Madeleine.

O bar é famoso na região da Vila Madalena por seus shows ao vivo, sempre com música de qualidade, que trazem o melhor da MPB, Jazz, Groove e Samba. Apesar de ser focado na música, o bar também promove encontros culturais, como exposições de artes plásticas. E, é claro, há também diversas opções de petiscos, saladas, pizzas-bistrô e pratos, tudo preparado em fogão a lenha. Entre as opções as pizzas-bistrô fazem sucesso e tem sabores super criativos, como a de massa integralde alecrim, recheada com abobrinha, queijo mascarpone e pistache. O Madeleine possui também uma extensa carta de vinhos nacionais e importados, para todos os gostos, além de drinks próprios da casa.
 
Já tinha ouvido falar muito (e bem) do Madeleine, mas na noite em que fui achei meio decepcionante. O local é pequeno, sem gdes atrativos. Drinks apenas OK. A banda estava tocando MUITO alto, praticamente impedindo qualquer conversa na mesa (e o som não era dos melhores.)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Vinho, Drinques, Paquerar, Relaxar
 
Muito caro para o q oferece. Música boa mas com intervalos longuíssimos. Ficamos na varanda, de onde não dava pra ver o show e mesmo assim pagamos couvert. Fomos informados que mesmo quem fica na adega paga couvert. Acho absurdo. Nesse dia alguém estava comemorando aniversário e uma mesa gigante foi montada na varanda. O garçom pediu para mudarmos de mesa para que a nossa fosse acoplada à grande mesa. Pelo jeito não estavam preparados pois o atendimento ficou super demorado depois disso. Enfim, tirando a boa música, é muito caro pelo que oferece. Não voltarei e não recomendo.
Hana Czeresnia Taragona:
Poxa, que pena que você teve uma experiência ruim lá, Wilton, a galera aqui do kekanto fala super bem do Madeleine!! Pode ser só que você deu azar e foi nesse dia em que tinha a festona grande e eles tavam desorganizados. Até onde eu sei também, acho que o couvert artístico é opcional ;)
Conteúdo inválido
 
O Madeleine é um lugar muito romântico, ideal para um primeiro encontro, ou para aquela comemoração importante. O ambiente tem luz baixa, um clima bem aconchegante e bonito.

Quando fui havia uma banda de jazz, que ajudou a deixar o clima ainda mais gostoso. Não lembro direito o valor do couvert, mas lembro que era um pouquinho salgado.

Destaque especial para a carta de cervejas, há opções internacionais interessantes.
Bom para: Ir a dois.
Exibindo de 1 a 14
Total de opiniões: 23

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