Le Bou

Endereço: Rua Bandeira Paulista , Itaim Bibi - São Paulo , SP - Brasil - 04532-011

Telefone:

011 3078-6...

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Categoria:

Restaurantes Mediterrâneo

  | Rank: 2º de 9
Preço por pessoa
$$$$ (De R$51 até R$100)

Primeira opinião
Jessica Kaori Kunii
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Seg.
12h - 16h
Ter.
12h - 23:59
Qua.
12h - 23:59
Qui.
12h - 1h
Sex.
12h - 1h
Sáb.
12h - 1h


Detalhes
  • Aceita reservas
  • Faz entregas: região
  • Estacionamento: manobrista


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http://br.kekanto.com/como-chegar/le-bou
Notas específicas:
Ambiente
(6)
Comida
(6)
Atendimento
(6)
Bebida
(6)
Custo-benefício
(5)
Dicas
Torta de banana com sorvete de mel!!!
Claudio K.
Restaurant Week: costelinha
Karla P.
Restaurant Week. E peça o Crème Caramel. Não se esqueça do Crème Caramel!
Tali S.
Opiniões
Apesar de estar classificado como mediterrâneo, o Le Bou é, incontestavelmente, um bistrô francês. Desde a fachada de madeira avermelhada e janelas grandes, o tamanho diminuto do salão, os pequenos abajures de cúpula presos à parede, ornada como fotos P&B da linda Paris até o enxuto menu somente frente-e-verso e os assentos estofados a la Art Nouveau, não se pode negar: é bistrô e é francês.

No segundo dia de Restaurant Week, para o Le Bou fui eu. As opções pareciam atraentes e, assim como o Biondi, eles também têm parceria com o Multiplus. Troquei mil pontos por um almoço, um negócio válido somente se, como eu, você tem milhas a vencer.

O ambiente agrada. Estava lotado, o que já era de se esperar, principalmente se tratando de um lugarito tão pitico. Como estava sozinha, não tardou para que eu fosse acomodada por uma senhorinha que parecia ser a proprietária do local. Novamente, não tinha o voucher impresso, e novamente não foi um problema. Apresentei o código na tela do celular e foi o suficiente.
As entradas eram a Sopa parisienne, feita de batatas e alho-poró aromatizados com azeite de manjericão ou Salada printemps, um mix de folhas com pera, nozes e molho de blue cheese. Fiquei com a primeira opção, que não surpreendeu. O caldo era bastante ralo e não se sentia o sabor nem do alho-poró, nem do manjericão. O gosto da batata era demasiado suave. Sem ofensas, eu poderia compara-la com uma sopinha Vonno de batatas. O pão que acompanhou foi praticamente atirado no prato, sem cuidado, sem beleza, branquelo e pouco apetitoso.

Entre os pratos principais, estavam o Saint-Pierre à la meunière com purê de batata – que já havia acabado –, o Picadinho à la Maison, com arroz, pastel de banana, farofa da casa, ovo frito e caldinho de feijão – prato que de francês nem o sotaque tem – e o Spaghettine aux fruíts de Mer sauce citron de Sicile – ou spaghettine com frutos do mar ao molho de limão siciliano, em bonito e claro português. Como já não havia peixe, a opção substituta foi uma Picanha com fritas, simples assim. Como eu estava com lombrigas para comer um bifão, foi essa a minha opção. Gostei? Éééé... Mezza-mezza. Optaria pelo espaguete de frutos do mar se pudesse mudar o passado? Sim, sem dúvidas!

A picanha estava queimada por fora e praticamente crua por dentro. Eu sou uma vampirinha, adoro sangue, mas para os que preferem a carne ao ponto ou mesmo bem passada, isso seria decerto um problema. E em nenhum momento me perguntaram o ponto da carne. Por sorte, eu aprecio um gostinho de queimado, mas prefiro dar dessas em casa – em restaurantes, gosto mais dos pratos perfeitamente preparados, o que está longe de ser o caso no Le Bou.

O que mais me incomodou, no entanto, foram as batatas. Acho inaceitável que um restaurante que se coloca como bistrô ouse servir batatas fritas congeladas. Sério? Congeladas? É, mon’amour! Congeladas! Batatinha McCain! Chega a ser um desrespeito tremendo com o visitantes: você prestigia um restaurante entre as milhares de opções da cidade e eles te servem batata McCain! Convenhamos, sabe?

A sobremesa foi a grande salvação do almoço. Entre o Crème caramel e o Gâteau au chocolat et confiture d’orange – ou só bolo de chocolate com geleia de laranja – fiquei com o creme. Apesar de eu ter imaginado algo como um crème burlé, o que chegou à mesa foi uma espécie de pudim de leite. Estava quase ficando triste quando coloquei a primeira colherada na boca e – OOOH! Que explosão de sabores. A consistência era perfeita, o pudim em si não exagerava no doce e a calda, brilhante, linda, caramelizada e com um toque de laranja era de agradecer aos céus!

Ponto pro doce!

Pela experiência e os preços que vi no menu, não acho que volto ao Le Bou tão cedo. Está longe de ser o pior restaurante que estive, tão longe quanto de ser o melhor. Entre as milhares de opções de São Paulo, é possível encontrar cozinha francesa mais autêntica e que sirva batatas de verdade. Porque McCain... Ah, me poupe!
O Le Bou é bacana, sim. O ambiente é super gostoso, com uma decoração bem à moda parisiense. Entre os pratos, pedi a costela bovina ao vinho tinto, que foi muito bem preparada e bem apresentada pela casa.
O atendimento é bom, mas os garçons são atenciosos até demais. Achei que eles ficam muito em cima dos clientes, o que impede a privacidade e o diálogo no local - cheguei a me sentir um pouco constrangido -, o que prova que "pecar pelo excesso" também existe.
Minha única grande crítica vai à sobremesa. Quando pedi tarte au chocolat, achei bem enjoativa e sem nada de diferente.
No entanto, apesar das pequenas observações, vale a ida. O custo-benefício é interessante.
Le Bou: ótimo cardápio na 9ª São Paulo Restaurant Week

A caminho de conhecer mais um novo restaurante na 9ª São Paulo Restaurant Week (SPRW), que termina neste domingo (18/09), os amigos Ciça e Paulo comentavam como era difícil encontrar um menu bem servido, mantendo a personalidade do restaurante entre os mais de 230 participantes do evento. Felizmente tivemos uma grata surpresa no francês Le Bou, no Itaim.

Em sua estreia na SPRW, o pequeno e charmoso bistrô mostrou que é possível apresentar pratos simples, saborosos, em porções adequadas, mantendo a linha francesa, mas com um toque brasileiro.

Comecei com uma delicada tartine de salmão defumado, dill e suave creme azedo. Ciça elogiou o bouquet de maçã verde, salsão, nozes e queijo de cabra fresco. A chegada, até rápida demais, dos pratos principais não a impediu de saborear sua saladinha até o fim.

A costelinha de porco, melaço, purê-rústico e escarola refogada pedida pelo Paulo surpreendeu. Imaginei uma ‘costelinha’ de feijoada, mas o prato exibia uma tenra carne rosada de porco acompanhada de um saboroso purê de batatas.

Costelinha de porco, melaço, purê de batatas rústico e escarola refogada surpreendeu
Para beber, água e um suave vinho argentino Uxmal, Malbec 2010 (R$ 45) – mais acessível para três pessoas do que as opções em taça (R$ 16 cada).

Entre as sobremesas, o creme caramel, na forma de um pequeno pudim, ao perfume de laranjas estava gostoso, mas os olhares da mesa se voltaram para o ‘ganache chocolat‘ com creme de cupuaçu, farofa de castanha de caju e um toque de chantily, pedido pela Ciça. Um expresso bem tirado finalizou o almoço, que saiu por cerca de R$ 70 para cada um. Bom preço para uma refeição gostosa e bem preparada. Nota dez.

Post original publicado em 17/09/2011
Fomos ontem 27/mar/13, e já fui outras 2 vezes.
Comida sem destaque.
Ontem fomos no almoço executivo.
Entrada salada de quinua estava ruim, sem gosto.
Prato principal: cassoulet de frutos do mar: gostoso, porém em pouquíssíssima quantidade.
Sobremesa mediana.
Pagamos R$ 54 por pessoa: executivo + refri.
Precisa melhorar !
Almocei no Le Bou ontem, aproveitando a nona edição da Restaurant Week. Cardápio assinado pela chef-consultora Ana Soares.
É um bistrô muito charmoso, decorado com quadros que lembram a origem do restaurante: Paris, Cote D'Azur, estrelas de cine noir, miniaturas da Torre Eiffel. Só achei o andar de cima um pouco escuro, mas não atrapalhou.
Como entrada fui de Tartine de Salmão Defumado, Dill e Creme Azedo: uma espécie de bruschetta. O prato principal foi Costelinha de porco, melaço, limão cravo, purê-rústico e escarola refogada. Sobremesa: Ganache chocolat-cupuaçu com farofa de castanha de caju. A comida estava ótima, especialmente a suculenta costelinha e o ganache.
O atendimento também foi bom e até ficamos surpresos por conseguir lugar sem reservar.
Só não coloquei 5 estrelas na minha nota porque não havia água no lugar e, consequentemente, não houve café e o banheiro estava interditado. Tirando essa fatalidade, o almoço foi ótimo!
Um bistrô muito gostoso, com boas opções!!! Dois ambientes, pequeno, com valet de R$15,00 na porta, mesas pequenas para 2 e 4 pessoas e duas mesas maiores para 6 a 8 pessoas. Atendimento bom e a comida do restaurant week estava ótima!!! Vi o cardápio normal e os pratos parecem também muito bons, com preço que varia de 30 a 60 reais. Vale a pena conferir!!!

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Opinião
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