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Kinoshita

Kinoshita

Rua Jacques Félix, 405
Vila Nova Conceição - São Paulo , SP

Telefone: 11 3849-6940

Restaurante japonês com mais de três décadas de tradição. 


Preço por pessoa:

$$$$ (Mais que R$100)

Categoria:
Restaurante Japonês
Ranking: #16 de 803
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex.: 12h às 15h e 19h às 0h
Sab.: 12h às 16h e 19h às 0h
Dom.: Fechado
Primeira opinião por:
Claudio Kawano
Detalhes:
Acesso para deficientes
Aceita reservas
Wi-fi
Estacionamento: manobrista

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Publicidade
Notas:
2 estrelas
0
1 estrela
0
Notas específicas:
Ambiente
(9)
Comida
(9)
Atendimento
(9)
Bebida
(9)
Custo-benefício
(9)
Dicas  (5)
Claudio Kawano
Podem escolher o menu degustação também!!!
Claudio K.
Bruno Yoshimura
Niguiri de takô e Kinoshita Martini
Bruno Y.
Classificar por:
Opiniões   (19)
 
É considerado um dos melhores restaurantes gourmet premium contemporâneo desta nova leva artística. O Chef Murakami fez ótimas escolhas, seja de arquitetos, decoradores, pratos, bebidas, etc. Sempre destaque em guias como Veja São Paulo e Guia Quatro Rodas, e presentes em outros guias, como o São Paulo Guide (da rede Hilton de hotéis), posso confirmar que vale a pena conhecer. Mas fica o primeiro aviso, prepare seu bolso!!
Você pode escolher o prato que quiser no menu do restaurante, entre pratos crus ou não, mas minha recomendação é outra. Optar pelo menu degustação (há três opções, claro, do mais simples e com menos unidades, até os mais completos e com iguarias únicas!) e desembolsar fáceis R$ 300,00. Ah e outra coisa, a maior parte dos pratos são crus, entre sushi e sashimi e molhos diversos.
No meio da degustação, o chef passa para ver se os clientes estão gostando!
Bom para: Casais, Famílias, Jantar, Almoçar, Cerveja, Drinques, Realizar eventos pessoais, Relaxar, Experiências gastronômicas
 
Sempre quis conhecer o Kinoshita, que hoje é considerado o atual "melhor restaurante japonês da cidade", e reservei uma data especial para visitá-lo. O restaurante é muito bonito por dentro e por fora e fica numa das principais esquinas da Vila Nova Conceição. Quem quiser, consegue achar vagas na rua sem muitos problemas.

Segui a dica do pessoal do Kekanto e optei pelo menu à la carte com opções diferenciadas, exóticas e algumas com preparação com toques mais japoneses. Quem preferir, pode seguir a recomendação do chef e pedir o menu degustação.

Para começar pedi o drink "Martini Kinoshita" (R$35), que vem com frutas vermelhas, Ciroc e saquê em um copo mergulhado no gelo e sem pernas. A combinação é perfeita e muito gostosa.

Pedimos uma dupla de niguiris de takô (polvo) e unagui (enguia) que estavam deliciosos! A enguia é meio cozida e derrete na boca. As duplas variam de R$ 15 (salmão) a 25 (maguro) e tem umas 20 opções. Também pedimos o atum foie gras, mas achei muito muito forte o sabor (infelizmente não tenho o paladar fino). O shoyu é feito na própria casa e tem o gosto suave e saboroso.

Seguindo a dica do chef Murakami, que por sinal nos recebeu na mesa com muita simpatia, pedimos o Maguro Nuta: um prato com 7 fatias de atum (maguro) selados no molho de missô levemente picante (selado é quando o peixe dá uma encostada na chapa e fica com a borda semi-cozida). Para finalizar pedimos o Ebiten (tempurá de camarão de R$ 48,00) e o robalo cozido com cogumelos (R$30,00).

A quantidade de pessoas trabalhando na preparação da comida é bem grande pelo tamanho do lugar: são 8 ou 9 pessoas. Pretendo voltar algum dia para provar outros itens do menu.

Comparações com o Jun Sakamoto? O Jun faz imagem de sushiman oriental "bravo" e o Murakami de simpático. Ambos tem a casa muito bonita, mas o Kinochita tem uma leve vantagem. Por enquanto o destaque fica com o niguiri de torô do Jun e o martini e niguiri de takô do Kinoshita! Páreo duro entre os superchefs!
Dica: Niguiri de takô e Kinoshita Martini
 
30/11 - Desta vez quem preparou o menu degustação foi o Wilson Kinoshita, pedimos que fizesse umas poucas alterações no menu, como a exclusão dos pratos quentes, isso torna o improviso mais atraente.

Sem sombra de dúvida é o melhor restaurante japonês, mesmo com um menu muito bom, o restaurante sempre se renova não se prendendo a pratos perfeitos, a linha que o Wilson seguiu sai muito do tradicional, existe uma predominância de combinações inusitadas, e temperos mais fortes, como o shot de ostras uma combinação de gema, ovas de salmão, fatias de quiabo, limão siciliano e gosta de tabasco, servido numa taça e feito para ser degustado de uma só vez, mas deixando um pouco na boca, para sentir todos os sabores, outra combinação surpreendente foi o Pate de Morcilia, que consiste em retirar o conteúdo da morcilia, adicionar shoyo, gengibre e misso, bater e aquecer levemente, fantástico, ou o sushi de toro com foie gras, ou so sushi de salmão king trufado, este Menu especial foi composto de 10 pratos, com direito a bis de um deles.

Na linha de renovação, experimentamos duas coisa muito novas, uma delas era o salmão king, que é uma seleção do melhor do melhor dos salmões, outra foi o atum de aguas quentes, que foi trazido do recife, a diferença é ter uma carne mais saborosa e macia com um pouco menos de gordura.

O único e pequeno porem foi a carta de saque estar menor e desfalcada, que foi compensada pelo ótimo Hakutsuro dry.

Finalizamos com uma degustação de sobremesa, que incluia 4 tipos, todos excelentes, as sobremesas eram; um moti com recheio de chocolate belga, a outra era uma pera cozida a vacuo acompanhada de uma fatia de abacaxi caramelizada, depois um sorvete de café e, o campeão, que era um inédito, creme de tofu, que na minha opinião foi a melhor.

Alonguei-me um pouco devido ao entusiasmo, não experimentei ainda o serviço nas mesas, mas pelo que eu vi, dos tempuras e dos sushis servidos, e dos pratos quentes percebe-se que o Restaurante não tem nenhum problema em se adaptar ao gosto do cliente, digo isso porque o chef Wilson, preparou uma dupla de sushi de salmão com uma gema crua de ovo de codorna por cima para uma cliente especial, até comentei que seria mais difícil comer o sushi sem deixar a gema cair do que, faze-lo, o chef Wilson disse que não tinha problema nenhum, a Carolzinha sempre pedia essa dupla, a Carolzinha tem 5 anos.
 
O Kinoshita é um tradicional restaurante japonês não no sentido comum. Não se trata de um restaurante antigo, situado na Liberdade ou em algum reduto oriental. Não. Em verdade, situa-se no Itaim Bibi, em região nobre com restaurantes requintados e lançamentos culinários. O “tradicional” aqui se refere à culinária, comandada pelo mestre Marukami, e servida pela equipe treinada, compondo um ambiente único e acolhedor no estilo kappo cuisine.

Estivemos no Kinoshita em véspera da comemoração do Dia dos Pais. Todas as mesas estavam previamente reservadas e só havia lugar disponível no balcão. Explicamos que se tratava de aniversário de namoro e a recepcionista prontamente arrumou uma mesa, em um local reservado e aconchegante.

Foi oferecido um cardápio especial, estilo menu degustação, que também incluía um champanhe, e que dava de presente um champanhe pequeno, a qual já vinha acondicionada em uma bonita embalagem e que o maitre deixava no carro no vallet. Embora seja um mimo interessante, o valor encareceu significativamente a conta.

Os pratos eram servidos em uma sequência saborosíssima, sempre com explicação do garçom/garçonete do que estava sendo oferecido, como era preparado e como devia ser degustado. Após cada prato, havia um pequeno intervalo - nem eram servidos de forma rapida nem demorada, um tempo adequado para uma conversa e para um jantar agradável.

Como é sabido, o menu degustação prevê uma quantidade específica de pratos. Além de sermos informados de maneira discreta da sequência de pratos que ainda estava por vir, a garçonete veio perguntar se ainda desejávamos algum prato ou se queríamos repetir alguma das opções. Deixamos livre o que viria e um novo prato foi servido, o qual concluiu o menu sem quaisquer acréscimos.

O chefe circula pelo salão em determinado momento e conversa com os clientes, de maneira cortês e risonha. Considerando que se trata de restaurante de alto padrão e custo, o chef gentilmente comentou para não deixarmos de frequentar os restaurantes de nossa preferência, mas sempre que possível visitar o Kinoshita.

Todos os pratos, frios e quentes, são preparados no balcão às vistas de todos os clientes, em especial daqueles que ali se sentam. O respeito pelo fogo é um princípio da culinária que deixa um ar especial na cozinha. À saída, fomos gentilmente saudados pela recepcionista, que nos desejou felicidades e várias outras comemorações de aniversário de namoro!

Site: http://www.restaurantekinoshita.com.br/


Menu especial com champanha para casal: aproximadamente R$ 1.500,00

Menu degustação por pessoa: aproximadamente R$ 400,00
 
Foi nossa segunda visita a um dos japoneses mais famosos de São Paulo (e mais caros também). Da primeira vez, sentamos no balcão e ficamos tímidos para tirar fotos. Mas esta visita foi mais interessante: tínhamos uma vegetariana à mesa, o que talvez pudesse tornar as coisas mais difíceis para o restaurante na nossa pedida de menu degustação. Mas não foi o caso.

O chef Murakami é um poço de simpatia. A todo momento, ia até a nossa mesa, perguntava se tudo estava indo bem. Até no serviu, pessoalmente, uma porção de missoshiru entre os pratos, "receita de família", como ele mesmo salientou.

Começamos com um Nihon Gazpacho: legumes, maçã, missô e ovas de bacalhau e ouriço. Refrescante, um bom começo. As ovas são aquelas que explodem na boca. A versão vegetariana vinha sem as ovas! Depois, veio um Nametaki no dashi servido no limão, um cogumelo que parecia um shimeji, com gosto mais forte. A dica era pegar gominhos do limão com a colherinha para comer junto. Em seguida, o meu predileto: maguro (atum) com foie gras. "Enrole tudo junto, passe no molhinho que está no canto do prato, e coloque na boca", a recomendação do garçom (todos muito bem treinados, por sinal). Textura e sabores perfeitos.

Quarto prato, uma beringela ao shoyu e gengibre, com katsuobushi (lascas de peixe bonito desidratado). E claro, não podiam faltar os sushis. Para comer com a mão, molhando só o peixe no shoyu da casa, bem mais claro e suave do que aquele que estamos acostumados. A versão vegetariana foi criativa, com muitos legumes. O mais legal disso foi ouvir da pessoa que estava conosco: estou achando ótimo, pois sempre me senti excluída quando vocês vão comer sushi. Viram? Comida com sentimento de inclusão social.

Depois, um tempurá. Ótimo, sequinho, saboroso, mas enfim, um tempurá. Depois, uma delícia que havíamos comido na primeira visita e pedimos bis: filet mignon empanado com molho de mostarda. Muito simples, mas delicioso. O filet vermelhinho por dentro, a casquinha crocante. Aliás, foi o único prato que se repetiu nas duas visitas, e só porque pedimos. O menu é bem rico e variado.
Pra finalizar, a sobremesa. Brownie de chocolate com castanhas do pará, sorvete de lichia, flan de chá verde e um crocante de chocolate branco, com moranguinhos para finalizar.

Enfim, o menu degustação do Kinoshita é caro, mas, como tantos outros restaurantes em São Paulo, vale MUITO a pena em uma ocasião especial. Dá para ir em ocasiões menos especiais, para comer à la carte. Um sukiyaki para duas pessoas custa cerca de R$ 100.

Também vale ler a história do restaurante no site oficial, e fuçar no cardápio para dar água na boca.
 
O Kinoshita é meu restaurante japonês favorito em SP.
O serviço é excelente e os pratos fabulosos, geralmente pedimos o menu degustação.
Frequento 2 ou 3 vezes por ano em virtude de ser muito caro. Mas, vale muito a pena conhecer em uma ocasião especial.
Carine Lima:
Sheila, você pode passar tuas restrições e preferências. Esse menu degustação é com 8 pratos surpresas, à escolha do cheff, incluindo ostra, camarão, peixes, polvo....
Conteúdo inválido
 
Segura esse shot de ostra com ouriço, gema de codorna, tabasco e ovas de salmão de boas-vindas então.

A uma altura dessas, o Floriano, que é conhecido por não botar uma gota de álcool na boca, já tava me acompanhando numa dose de sakê. E meio abobados com o que estava diante dos nossos olhos, deliramos com o kappo unagi, que em bom português significa terrine de foie gras com enguia.

Abre parênteses: o funcionamento do restaurante é um ballet, cara. Ouve-se uma música muito suave ao fundo, enquanto a equipe toda trabalha sem dar um piu e na maior concentração. O silêncio do time só é quebrado quando comensais adentram o salão, momento em que o próprio Murakami solta sua voz delicada e discreta com um sonoro “Irassae Masse”, que significa bem-vindo. Irassae Masse pra vocês, ovas de tainha seladas. Fecha parênteses.

Enquanto sunomono é a entrada da entrada da entrada nos restaurantes japoneses que estamos acostumados a frequentar, aqui sunomono de lichia tá lá pela terceira etapa. O Floriano parecia uma moça, porque só se ouvia gemidos a cada mastigada que ele dava.

Nesse momento a gente já tava dando soquinho na mão dos samurais e tentando decorar o nome dos pratos em japonês. Atum com foie gras, por menor que seja a descrição em português, em japonês era impronunciável. Assim como o sabor. Sexo e atum com foie gras não se descreve. Cada um sabe o que sente e deve guardar pra si.

Passo seguinte, o menos inspirador e saboroso, mas mesmo assim interessante: shake crispy, um carpaccio de salmão com legumes. Sabe quando o cara vai com tudo mas a comida não dá a resposta esperada? Foi meio assim com o shake crispy. Mas beleza, tava tudo tão bom que uma hora os caras tinham que servir alguma coisa nota 7.

Justo, porque os dois próximos passos prometiam. Seriam eles os dois únicos capazes de facilitar qualquer tipo (o mínimo que fosse) de comparativo com os demais sushis e sashimis que estamos acostumados a provar. Detalhe: pensando friamente agora, mostrando tudo o que foi servido até então, teria quem não acreditasse tratar-se de um restaurante japonês. Eles perguntariam: “mas cadê o sushi e o sashimi?”. O sashimi taqui ó, akagai, tairagai, ika, vieira e água viva. Em inglês pra não ofender os mais pudicos: Un-fuckin’-believable.

E os nigiris? Atendem pelo nome de atum, barriga de salmão, cavalinha, ovas de bacalhau com ovas de salmão e kobe beef. Vou casar com todos eles e seremos felizes para sempre. São tão perfeitos e econômicos que nem shoyo exigem. Chorem, seus nigiris consumistas capitalistas que para nos darem um mínimo de prazer, exigem quantidades abusivas de shoyo, catchup, mostarda, mel, limão, pimenta do reino e derivados. To comprometido agora!

Terminou? Tá cortando a unha, Ninja Gaiden? Nada, o bruxo tá raspando um wasabi fresquinho pra gente. Sim, porque descobri no momento exato deste click com meu celular que o que chamamos de wasabi nada mais é do que pasta de wasabi.

Wasabi mesmo é o que veio acompanhando esse bacalhau com confit de portobello. Bacalhau no sentido mais puro e delicioso que se tem notícia, sem frescuras, com o sabor mais sedutor e apaixonante que eu já provei. Que catêga hein! Essa sujeirinha aí de wasabi me fez transpirar, enquanto uma bolinha inteira da pasta de wasabi não me faz nem cócegas.

Pensando alto agora, me dei conta de que nunca comi tão pouco num restaurante japonês, mas ao mesmo tempo nunca me realizei tanto também. Não é fome, nem sensação de ter comido demais. É plenitude. Me dá um camarão frito com farinha panko e molho tonkatsu pra celebrar esse momento então.

Velho, só digo uma coisa: sashimi de Kobe Beef. Tá? Sério, não vou dizer mais nada. O Diego e o Geraldo talvez entendam a minha posição. Sashimi de Kobe Beef.

Tá, veio um ravióli de manga com sorvete de yuzu bom. Nada mais do que isso. Poderia ter ficado no sashimi de Kobe Beef. Ou em mais um sashimi de Kobe Beef.

Foi um show. Daqueles à la Cirque du Soleil. Sincronia, respeito, sensibilidade, timing, surpresas, emoções e suspiros. Custa caro (290 reais por pessoa), mas poderia ter sido beeem mais barato se não tivéssemos tomado sakê e se tivéssemos optado pelo menu degustação de 5 passos. Vocês teriam coragem? Nem nós!
 
Fui apenas uma vez e experimentei uma das degustações que eles oferecem. Como não provei tudo que eles têm, não coloquei mais uma estrelinha, mas provavelmente caberia aqui. Diferente dos outros japoneses que já experimentei. Degustação muito delicada com mistura inusitada de sabores! Ótimo!
Bom para: Casais, Jantar
Nilani Goettems da Silveira:
Olá! Olha, não sei quanto custou pq não fui eu que paguei, então não tenho como te responder. O menu degustação que escolhemos foi o menor (eles têm 2, um é maior). Para quem gosta de comer muito, não serve, pois são porções pequenas e de um sabor mais requintado. Diria que vale pelo diferencial oferecido normalmente, nos restaurantes japoneses! ;)
Conteúdo inválido
Bruno Yoshimura:
Faz sentido, não é para comer muito, é para comer bem e diferente =)
Tenho vontade de fazer o degustação, eu acabei fazendo no jun e achei interessante. Agora para uma segunda vez, eu já sei o que pedir e iria no a la carte. Obrigado pelas dicas!
Conteúdo inválido
 
Restaurante lindo, bem localizado, atendimento excelente. Ao chegar já recebemos os cumprimentos de todo o grupo chefs, todos bem animados.

Mesmo sem ter reservado uma mesa, fomos cedo para garantir o jantar.

Cardápio bem variado, comida exóticas, todas com excelente apresentação.

O Chef Murakami é muito simpático, ao chegar, ele cumprimenta os clientes, vai às mesas e conversa, para ver se está tudo indo bem. Conversamos um pouco e pedimos algumas sugestões. Entre elas aceitamos o maguro nuta que é o atum selado com molho de missô preparado na casa com toque picante. Adorei.

Os niguiris também estavam muito bonitos e gostosos. Niguiri de enguia é como um skin, com molho adocicado.
Pedi ainda um robalo com molho de cogumelos que estava bem suave e gostoso.

Possui também o menu degustação, mas acho a alternativa de escolher vários pratos a la carte bem mais proveitosa. Niguiris custam cerca de 20 reais e o prato de robalo foi 30 reais. Os drinks são caros, mas muito bons, tomei um mojito de ciroc que continha algumas frutas e estava bem suave (adorei!!)
Dica: estacionar na rua
Bom para: Casais
 
Fui 4 vezes ao Kinoshita, em uma delas jurei não voltar mais, por causa do atendimento, mas o tempo passou e lá fui com os mesmos amigos novamente, sempre reservando o balcão para a degustação de sushis, nesta ultima foi o paraiso, espetacular tanto o atendimento como o preparo dos sushis, não foi o Murakami que nos atendeu na ultima vez, mas o seu 2.chef, que agora está na china, aprendendo culinaria lá, é uma pena. Da mesma maneira que a qualidade está nas alturas, assím tambem esta a conta final, principalmente se você se deixar levar pela carta de sake, que só perdia, para a do antigo Original Shundi. Como me disseram uma vez, "não existe restaurante japones bom e barato, se é barato não é bom", é verdade. O melhor do restaurante é fazer a degustação de sushi no balcão, principalmente quando o Murakami, de deixa levar e começa a inventar coisas, aí você não quer parar.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Famílias
 
Quem lê jornal deve ter visto por esses dias que o Kinoshita foi multado por encontrarem dentro dele alimentos com a validade vencida.

Acho difícil de isso ser verdade pois eles realmente não trabalham com grande estoque. então, antes de acusarmos temos que saber o que realmente aconteceu para isso ter ocorrido.
 
Excelente para ir com amigos ou casais!!! Uma casa sofisticada da culinária tradicional japonesa com toques franceses!!! Vários ambientes com balcão para ver a preparação dos pratos, salas com tatames, mesas para reuniões...Pratos deliciosos e entradas diferentes cada uma melhor que a outra!!! Experimentem o Hamaguri (marisco com manteiga de trufa e ovas de salmão), o Atum com Foie Gras e o Kaki Wakame Su (ostras marinadas, wakame, shissô e gema de codorna)!!!
Dica: Podem escolher o menu degustação também!!!
Bom para: Amigos e casais!!!
 
Comi o Menú Degustação, a cada prato uma supresa, seja na apresentação quanto nos sabores. Combinação e qualidade dos ingredientes irretocáveis, vale a pena conferir.
Um dos restaurantes com melhor atendimento de que já tive o prazer de experimentar. Garçon e maître muito atenciosos, o garçon explicava os detalhes de cada prato e ingredientes.
Tive também a oportunidade de conhecer Tsuyoshi Murakami que fez questão de passar em todas as mesas e bater um papo rápido com os clientes.
Dica: Não vá com muita fome!
Bom para: Casais, Jantar, Almoçar, Reuniões de negócios
 
Sem duvida, o melhor restaurante japones que visitamos em Sao Paulo. Excelente localizacao, atendimento primoroso, ambiente acolhedor e uma culinaria irretocavel. Para alguns, pode ser caro, mas vale a pena. Recomendamos.
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Total de opiniões: 19

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