Hermengarda

Endereço: Rua Outono, 314 - Carmo Sion , Carmo - Belo Horizonte , MG - Brasil

Telefone:

31 3225-32...

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Uma assinatura. Um nome. Um trabalho com as mãos. Um bordado, uma linha que, como uma narrativa, parte do passado até o infinito. Memória reinventada a partir de um traço: uma assinatura. D. Hermengarda, avó mineira, filha de portugueses, matriarca, transmitiu à família o gosto em receber, em ...  Ver mais

Preço por pessoa
$$$$ (De R$51 até R$100)

Redes sociais
HermengardaBH

Bom para
Vinho

Primeira opinião
Clau VB
Formas de pagamento
Crédito:

cash, credit card
Horário de funcionamento
Ter.
19h - 0:30
Qua.
19h - 0:30
Qui.
19h - 1:30
Sex.
19h - 1:30
Sáb.
19h - 1:30
Dom.
12h - 17:30


Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Ar condicionado
  • Aceita reservas
  • Inaugurado em 2007
  • 70 lugares
  • Wi-fi: (Acesso Grátis)


Como chegar
Favorito
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Como chegar - Traçar rota


http://br.kekanto.com/como-chegar/hermengarda
Notas específicas:
Ambiente
(11)
Comida
(11)
Atendimento
(11)
Bebida
(11)
Custo-benefício
(11)
Dicas
Opiniões
Bom para ir a dois
Estive no restaurante há alguns meses no Restaurant Week, e vale muito a pena conhecê-lo, principalmente se for em uma ocasião especial, como noivado, comemoração de bodas de casamento, ou algum evento familiar. O restaurante tem um ambiente intimista em um casarão antigo do Sion e luzes baixas que deixam o lugar com um clima bem romântico. O atendimento é excelente, com o dono e chef do restaurante indo em cada uma das mesas para cumprimentar os clientes. A comida é muito boa, bem elaborada e mais focada na culinária contemporânea. Na casa, acredito ser melhor pedir vinhos, pois eles tem uma carta extensa da bebida e que combina com o ambiente agradável.
Penso que um bebedor de vinho, desses acostumados com Sangue de Boi ou Canção, perceberá que bebeu coisa melhor a que está acostumado quando beber um vinho mais caro. O que penso, ainda, é que esta pessoa não alcançará toda a qualidade do vinho melhor e estaria jogando qualidade, ou parte do dinheiro, fora quando bebesse este vinho.
Essa mudança de patamar que damos nos nossos paladares é lenta e precisa de um constante contato com o produto de melhor qualidade para que esta característica fique marcada na memória e sirva de referência nos contatos futuros. No caso dos vinhos pode-se perguntar para alguém “Qual é o preço do vinho que você bebe?” o que equivale a perguntar “Qual é a qualidade que você consegue reconhecer?”.
Acredito que com as comidas também funciona da mesma forma. Comigo, principalmente. Não adianta ir a um restaurante de qualidade superior à minha capacidade de percebê-lo, pois estarei jogando fora uma qualidade que não consigo alcançar. Percebo que estou comendo algo melhor, mas não consigo evitar a sensação de que estou perdendo dinheiro.
Não acontece, entretanto, comigo, com as cervejas. Pagamos, no Hermengarda (Rua Outono, 316 – 3225-3268) R$18,00 pelas garrafas de 600 ml da Índia Pale Ale da Cervejaria Colorado de Ribeirão Preto ou R$16,00 pela Appia, de trigo com mel, da mesma marca e não me senti lesado, pois tive o prazer de sentir novos sabores com qualidade. Não arrisquei, entretanto, a ver o que tinha dentro das garrafas da La Trappe que custavam mais R$50,00.
O Hermengarda funciona em uma casa da década de 40 e seu nome é uma homenagem á avó do chef proprietário, Guilherme Melo, que nos recebeu pedindo desculpas pela trapalhada do funcionário que tinha dito não ser necessário fazer reserva e estava cheio quando chegamos. O Guilherme com muita honestidade e humildade admitiu o erro, não tentando justificar nada.
Da entrada composta de pães, manteiga de ervas, sardela e berinjela em conserva (R$12,00), posso dizer que me chamou atenção a qualidade do pão e que o preço é muito justo. Do petisco de Lingüiça de vitelo ao molho de mostarda com cogumelos de Paris, a R$25,00, devo dizer que ainda demorarei para saber a procedência dos cogumelos e que o meu paladar aceita da mesma maneira este prato que aquele que fazemos em casa com lingüiça feita com vinho, quando se cozinha a lingüiça até secar o vinho.
O “Filé alto de badejo com moquequinha de caju, mandioca e caju cozidos” a R$46,00 estava perfeito e o caju cozido desafiava a memória a descobrir que fruta era essa. A mandioca? Teria preferido outra coisa no lugar dela, não sei o que seria, pois sumiu no meio dos sabores.
Gera se deu mal com seu “Lombo grelhado com molho de cupuaçu e farofa de azeitona e damascos – R$32,00”, pois queria um prato “molhadinho” e ficou com o mais seco de todos.  Vou deixar para a Juliana e Cristina falarem de seus “Risoto de cogumelos frescos e castanha do Pará”, R$29,00 e “Steak de filé com crosta de manjericão e risoto de parmesão e manteiga”, R$41,00.
As jabuticabas colhidas na hora e servidas na mesa compensaram a falha do funcionário e sinto que estou pertinho da hora de gastar R$75,00 em um almoço e sair sem a sensação de estar deixando algo pra trás.
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