Frevo - Oscar Freire

Endereço: R. Oscar Freire, 603 , Jardim Paulista - São Paulo , SP - Brasil - 01426-001

Telefone:

11 3082-34...

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Categoria:

Restaurantes

  | Rank: 588º de 7362

Sanduíches, Bebidas 

Preço por pessoa

Site oficial
frevinho.com.br
Bom para
Experiências gastronômicas, Famílias, Ir sozinho

Primeira opinião
Mario Leite
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Seg.
10h - 1h
Ter.
10h - 1h
Qua.
10h - 1h
Qui.
10h - 2h
Sex.
10h - 2h
Sáb.
10h - 2h
Dom.
10h - 1h


Detalhes
  • Ar condicionado
  • Mesas ao ar livre
  • Fast Food
  • Comanda individual
  • Entrada
  • Faz entregas: 11 4003-2665
  • Estacionamento


Como chegar
Favorito
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http://br.kekanto.com/como-chegar/frevo-oscar-freire
Notas específicas:
Ambiente
(10)
Comida
(8)
Atendimento
(9)
Bebida
(9)
Custo-benefício
(10)
Público
(3)
Dicas
Comida diliciosa e simples....
Antonio C.
É o lugar que tem o melhor beirute, é ótimo, eu prefiro o de rosbife, eu recomendo.
Luciana
Legal é sentar-se junto ao balcão e curtir o vai-vem frenético dos garçons e a rotatividade a jato do público.
André C.
Oi eu gosto do beirute do Frevinho de rosbife, com porção de batatas fritas, é uma delícia.
Luciana
10
maria
Opiniões
Essa lanchonete na Oscar Freire quase na esquina com a Rua Augusta é muito antiga, tem mais de 60 anos, com decoração simples e um grande balcão bem ao estilo de lanchonetes mais retrôs, o beirute da casa é ótimo e o melhor é que vem em dois tamanhos, o tradicional e o mini, cortadinho em quatro pedaços, o pão sírio é crocante e fresquinho, assim como os legumes que compõe o lanche, gostei porque vem palmito também que eu adoro e nunca tinha comido um beirute com palmito.
O suco de laranja feito na hora também é muito gostoso. O atendimento é feito por garçons simpáticos e que vc nota que trabalham a muitos e muitos anos na casa. É um bom lugar para recarregar as energias antes da baladas ou após o teatro ou cinema.
aos 37 anos,consagrou-se como tradicional ponto de encontro, para um público diversificado. e a casa ficou pequena, diante tanta frequência. o motivo desse duradouro sucesso, é a boa qualidade dos beirutes, preparados com rosbife caseiro, os mais pedidos são : simples. rosbife queijo e tomate, á moda rosbife,presunto, queijo e tomate, . e o especial, contra-filé, presunto, queijo e tomate,, são umas verdadeiras delícias...

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O Frevo é um desses restaurantes / bares que já são patrimônio da cidade. Com mais de 50 anos (a casa mais antiga, essa da Oscar Freire, está lá desde 1956), continua atraindo gente – tanto os mais jovens quanto os que já iam lá na época da inauguração.
Conheci o Frevinho (nome usado pelos íntimos, tipo a minha mãe) numa noite de quinta-feira: enquanto esperávamos o horário do espetáculo no teatro Procópio Ferreira, jantamos lá. O local estava bem tranquilo quando chegamos (lá pelas 19h), mas encheu dentro de uns vinte minutos.
Como já dito, o carro-chefe da casa são os beirutes, em suas versões “totais” ou minis. Minha mãe foi de mini-beirute de atum, com cebola e azeitonas (mini, R$ 16,20; “total”, R$ 28,80). Quando o garçom disse o tamanho do beirute, julgamos que era pequeno – e realmente acho que era, pois minha não estava com muita fome e não ficou cheia (mas sim, satisfeita).
Eu e minha amiga pedimos o mesmo lanche: sanduíche de filet à milanesa na baguete, contendo maionese, tomate, queijo, alface e bacon, R$ 24,20. (Ok, confesso que a gorda sou eu –ela pediu sem bacon.) Adoramos! E tivemos muito trabalho para comer... esse, sim, se mostrou maior do que pensávamos!
Para beber, só pedimos refrigerantes, apesar da casa ter uma boa variedade de sucos e vitaminas (e, claro, chopp!). Quando servido, achamos de uma delicadeza muito simpática o limão vir sem casca.
O banheiro possui apenas duas cabines, mas o tamanho da casa não requer muito mais. Tudo bem limpinho; o problema foi o pedal do lixo estar quebrado.
O sanduíche alimentou tão bem que não conseguimos pedir a sobremesa que é o carro-chefe da casa, o Capricho. É um sorvete com calda quente, marshmallow e farofa doce com castanhas, por R$ 9,70 –bem simples, mas bem famoso. Segundo a minha mãe, essa sobremesa foi a resposta da casa ao Chocolamour do Flamingo, outro point da época.
Os garçons são bem-humorados, mas não são as pessoas mais delicadas do mundo. E acaba sendo um pouco difícil conferir a conta, já que vêm só os preços escritos num papel (sem dizer o quê é o quê) e às vezes a letra do garçom não é muito compreensível .
Enfim: gostei muito de conhecer esse estabelecimento tão famoso, que não achei um lugar barato, mas voltaria lá sem problemas. Afinal, faltou experimentar os carros-chefes da casa!
Realmente não sei qual é o primeiro Frevo, se é o da Oscar Freire ou o da Augusta. Só sei que ambos servem um beirute que na minha opinião é um dos melhores e mais tradicionais da cidade.

A decoração é bem minimalistas com cadeiras no balcão, que pra mim é o que mais caracteriza uma lanchonete tradicional. O serviço atende a proposta e é extremamente simpático com garçons que estão na casa a mais de 20 anos. O preço é meio salgado, mas dentro dos padrões das lanchonetes.

Volto sempre que possivel e Recomendo;)
O estabelecimento é conhecido por ter popularizado o sanduíche Beirute. Há vários sabores no cardápio, entre eles o que leva o nome da casa: uma potente combinação de rosbife, provolone, maionese, alface e tomate no pão sírio bem fininho. Era quase uma sacanagem ir conhecer a lanchonete e não provar o sanduíche. No entanto, a passagem para apenas o chope já valeu muito a pena. Além de muito bom, a bebida é servida numa taça distinta que os fregueses chamam de Rabo de peixe. O lanche vai ficar para outra oportunidade, que virá com a minha mudança definitiva para São Paulo.

A marca virou uma rede, com endereços na Rua Augusta e no Shopping Iguatemi. Bacana mesmo, porém, é ir ao Frevo original e curtir a decoração antiga com esculturas em arame representando figuras na dança do frevo, o belo balcão em madeira com banquinhos em couro vinho, a elegância dos garçons e, principalmente, a charmosa chopeira da brahma – uma peça de museu. A casa, hoje, é uma instituição paulistana e atrai o mais variado público, de todas as tribos e idades.

Legal é sentar-se junto ao balcão e curtir o vai-vem frenético dos garçons e a rotatividade a jato do público. Em um minuto a casa pode simplesmente lotar, para no minuto seguinte, esvaziar-se novamente. Gostei tanto do ambiente que repeti a saideira várias vezes com a Silvia antes de assumirmos que o sono batia e nos mandarmos de vez ao hotel.
Estive no Frevo em uma 5f por volta das 14:00 e tive uma experiência ok. O ambiente é um salão único de pé direito alto com decoração simples (apenas algumas esculturas de arame na parede). O serviço é rápido. O carro chefe da casa são os beiruths e os shakes, mas o cardápio contem burgers também (se você estiver atrás de Burgers, o St. Louis ou mesmo o Fifties são opções preferíveis na minha opinião). Vejo o Frevo como um local bom para um lanche rápido de Beiruth e para ir com amigos.
A fachada e o ambiente não lembram que você está na rua Oscar Freire entre lojas com produtos caros e gente abonada. Está na mesma rua que outras lanchonetes mais pops e caras, como o Almanara o General Prime Burger.

Para começar, umas fritas (R$ 7,70) e um 1/2 beirute de parmegiana (adoro esse tipo de carne) por R$ 14,70, que veio quentinho e saboroso na medida certa. Para quem não sabe, a estrela da casa é o beirute, muito farto e delicioso!

Se não quiser um beirute, peça um hamburguer simples com queijo que sai por menos de 15 reais. Valores bem abaixo do que você vai encontrar nas outras duas lanchonetes na mesma rua.
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