Forte de Copacabana

Endereço: Praça Coronel Eugênio Franco, 1 , Copacabana - Rio de Janeiro , RJ - Brasil - 22070-020

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Museu de História

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Douglas
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10h - 20h
Sex.
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Notas específicas:
Ambiente
(14)
Atendimento
(13)
Custo-benefício
(22)
Dicas
Não esquecer a máquina fotográfica em casa
Jackilene F.
Participe dos eventos semanais, com músicas, corais, exposições etc
Célia F.
Ir em casal para aprovetar a vista e uma boa sobremesa da Colombo.
Karina S.
Tomar um bom café na Confeitaria Colombo sentada numa daquelas mesinhas de frente para o mar é uma boa!
Ana B.
Não deixe de conhecer o Museu Histórico do Exército e a filial da Confeitaria Colombo, que funcionam no interior do forte.
André N.
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Opiniões
Pôxa, esse forte traz lembranças bem bacanas de um período mágico que residi na Cidade Maravilhosa, a vista tanto do amanhecer como o entardecer são deslumbrantes, de tirar o fôlego, e ainda podia praticar a pesca, com acesso restrito. Como todo bom local nesta cidade tem um forte ou fortaleza ocupado pelo Exército Brasileiro, esse era o primeiro para proteger a cidade do Rio, foi ordenada sua construção por D. João VI, mas o principal acontecimento foi em 1922, os chamados 18 do forte.
E pensar que existia apenas um pequena e solitária igrejinha, que deu nome ao bairro.
O Forte tornou-se museu em 1987, pelo ministro do Exército, o general Leônidas Pires Gonçalves, e assim permanece até hoje, e houve avanço com a instalação da confeitaria Colombo e o café 18 do forte.

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O Forte de Copacabana é mais um dos recantos maravilhosos de nossa cidade.
Para entrar é preciso pagar um ingresso de R$ 6, 00, estudantes e melhor idade pagam meia.
Além da vista deslumbrante, podemos visitar partes do forte.
Existe lá um pequeno museu com uniformes, chapéus, armas antigas.
Estão instalados lá dois cafés, a Colombo e o Café 18.
Também estão expostos vários canhões.
E quando estiver cansado sente num dos branquinhos e curta a vista da praia mais famosa do mundo, de dia com seu colorido ou de noite com seu colar de pérolas, a Princesinha do Mar dá um show de beleza.
Local de arquitetura refinada que conta um pouco da história do exército brasileiro e ainda há espaço destinado a exposições de temas variados, inclusive há um encontro anaul de automóveis antigos no mês de semtembro que vale a pena dar uma olhada. Para completar há uma confeitaria Colombo com mesas ao ar livre e vista para toda a orla de Copacabana.

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Ótimo lugar para conhecer a nossa história. Os fatos da ditadura. o projeto arquitetônico do forte. Todo o acervo de fotos. Ver as prisões onde ficavam presos políticos . Contraste com a vista deslumbrante. E quem sabe poder visitar a praia Brava exclusiva do Forte.
Hoje conta com a Confeitaria Colombo. Famosa por ser antiga e tradicional em seus doces e salgados. Também começou a realizar cerimônias e shows , no momento estão reformulando e pararam de fazer os eventos. Será uma visita cultural inesquecível!
O Forte de Copacabana localiza-se na ponta de Copacabana, ao final da praia e bairro de mesmo nome, na cidade do Rio de Janeiro.

O Museu Histórico do Exército / Forte de Copacabana, recebe aproximadamente dez mil visitantes mês, um dos mais belos cartões-postais da cidade. O turista pode escolher entre a visita restrita (apenas às áreas externas) e a completa (incluindo o interior do forte e o Museu histórico militar.


O grupo gerador do forte fornecia energia elétrica ao bairro de Copacabana;

Os tiros da artilharia do Forte eram anunciados pelo toque de uma sirene, para que os moradores das vizinhanças pudessem abrir as janelas de suas casas, para que as vidraças não quebrassem.

Alguns soldados da atual guarnição, envergam o uniforme histórico da época da inauguração, em 1914.
O museu preserva em acervo itens curiosos, como uma mecha dos cabelos de Napoleão Bonaparte e fragmentos da bandeira do Brasil, portados pelos revoltosos de 1922.
Eduardo Gomes, um dos sobreviventes da revolta de 1922, teve a genitália atingida por um tiro. Posteriormente, fez da bala que o castrou um chaveiro (porta-chaves).
Um monumento em bronze em homenagem a Siqueira Campos, de autoria de H. Bertazoni com baixos relevos de José Rangel e I. Paraná foi inaugurado em 1936. Constitui-se em uma herma sobre um pedestal revestido em granito, atrás da qual, numa placa de mármore está afixado um alto relevo, também em bronze.
Durante muito tempo, no espaço do Museu reservado à Força Expedicionária Brasileira, o destaque foi a figura da oficial Major-enfermeira Elza Cansanção Medeiros.


O projeto para construção de uma fortificação na ponta da Igrejinha (Igreja de Nossa Senhora de Copacabana), ao final da então praia de Sacopenapã, remonta à época da transferência da capital do Brasil, do Salvador para o Rio de Janeiro (1763). Sob o governo do Vice-rei D. Luís de Almeida Portugal (1769-1779), foram iniciadas obras para esse fim, em 1776, na iminência de uma invasão espanhola que se materializou no ano seguinte (1777) contra a Colônia do Sacramento e a ilha de Santa Catarina, no sul do Brasil. Talvez por essa razão, as obras desse pequeno forte jamais foram concluídas.

À época da transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), D. João VI determinou para o local o projeto de um novo forte, que principiado em data ignorada, somente foi artilhado em 1823, na conjuntura da Guerra da Independência do Brasil, quando se receava um ataque da Armada Portuguesa à capital da nação recém-emancipada. Posteriormente, à época do Período regencial brasileiro, juntamente com as demais fortificações do país, foi desarmado em 1834.

À época do Segundo Reinado, no contexto da Questão Christie, encontra-se relacionado entre as defesas do setor Sul (Fortificações de Copacabana) no Mapa das Fortificações e Fortins do Município Neutro e Província do Rio de Janeiro de 1863, no Arquivo Nacional (CASADEI, 1994/1995:70-71).

No período republicano, quando da Revolta da Armada, a antiga posição voltou a ser artilhada em 1893, embora fosse patente a sua incapacidade para impedir a saída das belonaves da Armada pela barra da baía de Guanabara. Alguns anos mais tarde, um contencioso diplomático com a República Argentina, em função de demarcação de fronteiras - a Questão de Palmas -, levou a que o Estado Maior do Exército encomendasse o projeto de uma nova fortificação para o local. O encarregado foi o Major Engenheiro Augusto Tasso Fragoso, que esboçou uma moderna fortificação, dotada de seis canhões de longo alcance. Tendo a questão chegado a bom termo por arbitramento à época (1895), o projeto da nova fortificação foi engavetado.

Em 1902 jaziam abandonadas no local, quase soterradas pela areia, sete peças remanescentes da sua antiga artilharia (Museu Histórico Forte de Copacabana).

A fortificação definitiva do local só viria a se materializar quando o Marechal Hermes da Fonseca (1855-1923) ocupou a pasta de Ministro da Guerra no governo do Presidente Afonso Pena (1906-1909) (BARRETO, 1958:244).

Um ótimo passeio, com vários restaurantes e museu para curtir
Localizado próximo ao Posto 6 e ocupando uma área de aproximadamente 115.000 m², é um ponto turístico bastante visitado para quem passa por Copacabana.

Além da famosa unidade da confeitaria Colombo, para quem gosta de museus, há o Museu Histórico do Exército, Fortificação e Exposições, que abre de terça a domingo das 10h às 18h e é cobrada entrada de R$6 (inteira).

Dentro do museu não é permitido registro de imagens (fotos), mas vale a pena a visitação.

Para quem não gosta de museus, vale a pena conhecer apenas a área externa, que tem entrada franca e possibilita excelente vista do Rio de Janeiro.
O Forte de Copacabana é muito legal para passear. Tem belíssimas vistas!
Vale a pena explorar os recantos e subir pelas pedras para ver o outro lado: vista para o Arpoador.
Além disso, há duas lanchonetes charmosas, com comidinhas deliciosas e bebidas. O preço é salgado, mas de vez em quando vale a pena!
Uma ideia é assistir o por do sol lá.
Há horário de funcionamento.Lugar super seguro.
Há sempre alguma exposição.
Fui ver o Projeto das Ilhas Cagarras e foi sensacional!
Lugar histórico ! Ótimas opções para café da manhã e lanches. Uma vista linda para a praia de Copacabana. Excelente local para ver o anoitecer com a esposa ou namorada e depois comer umas delicias nas opções gastronômicas como a Confeitaria Colombo! Fui com a minha esposa e adoramos a visita e a forma da exposição. Sugiro maior divulgação para que as pessoas conheçam a história do exército e da participação do Brasil nas guerras .
O Forte de Copacabana é um dos pontos obrigatórios para o turista que visita o Rio de Janeiro.
Como já pode ser percebido, fica no bairro de Copacabana e é administrado pelo Exército Brasileiro.
A entrada não é livre. Adultos pagam R$ 6,00, crianças, idosos e militares e seus dependentes (mediante apresentação de carteira funcional) pagam meia - R$ 3,00.
O Forte somente abre às 10:00 horas, mas logo antes já formam-se filas na frente da entrada.
Como o prédio é histórico, boa parte do piso é de pedras no estilo portuguesa, então, fica a dica para as moçoilas, para irem com calçados confortáveis e com boa aderência.
Sabidamente, a administração do forte permitiu a instalação de um café-restaurante (chamado 18 do forte) e uma filial da conhecidíssima cafeteria Colombo. Há, ainda, uma lojinha com souvenir`s, mas com preços bastante salgados, por exemplo, um bonequinho pequeno, retratando um soldado, custa cerca de R$ 30,00 - 35,00.
Existem bancos e binóculos (R$ 1,00) que permitem a apreciação da bela vista de Copacabana, em especial, dos bondinhos do Pão de Açúcar.
Há, logo na entrada, uma sala de vídeo que conta a história do forte e da antiga linha de defesa do Rio.
Também existem salas de exposição - no dia em que visitei o forte, por exemplo, havia a exposição de artistas locais, de pinturas relacionadas a história da mulher.
A parte visitável do forte se resume, basicamente, em duas partes: a cúpula de canhões e o museu propriamente dito, na parte interna.
A cúpula de canhões, situada na parte extrema externa do forte, é onde ficam as "bocas" dos canhões, um maior e outro menor.
Esses canhões eram responsáveis por boa parte da defesa da enseada carioca e, em minha humilde opinião, poderiam ser reativados para demostrações de tiro, em que até poderiam ser cobrados valores mais elevados de ingresso para compensarem a manutenção e gasto com equipamentos. certamente, muitos turistas gostariam de ter a oportunidade de ver os canhões em funcionamento - eu mesmo sou um deles!
No que se refere ao museu, o mesmo fica na parte interna do forte propriamente dito.
Possui uma entrada imponente, perfeitamente mantida, em que se pode ter uma breve noção de como era a vida dos soldados antigamente.
Paredes grossas e porta de ferro são as primeiras impressões de quem adentra o museu.
Na parte interna, tem-se um verdadeiro labirinto de corredores e salas.
mas não é preciso desespero, pois todas as áreas de visitação são muito bem sinalizadas e demarcadas.
Existem diversas ante-salas em que cada uma conta uma história e retrata uma situação do cotidiano dos soldados. Por exemplo, existem salas em que são contadas a história de construção do Forte, em que são relatadas as histórias de outros fortes do Rio, bem como, salas em que se retratam ambientes e situações da rotina militar, como sala de comando, sala de tiro, enfermaria, alojamentos, banheiros, sala de armas, em que se retrata alguns projéteis que eram utilizados e é possível visualizar uma parte da estrutura dos canhões, com a explicação e equipamentos que eram utilizados no armamento e disparo daquelas armas.
O único problema que constatei fica no quesito circulação do ar.
Evidente que, por ser um prédio histórico, ainda mais se tratando do tipo de prédio, não haveria, na construção em si, muitas entradas e saídas de ar.
Mas a administração poderia ter instalado alguns "respiradores" e exaustores que certamente ajudariam na troca de gases na parte mais interna do forte. Isso porque, em áreas mais afastadas da entrada, o ar é extremamente pesado e o odor de mofo é bastante desagradável.
Minha alergia, assim que visitei determinados pontos, logo atacou e espirrei muito, pois só existem alguns ventiladores!
Fica a dica!
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