Estação da Luz

Endereço: Praça da Luz, 01 , São Paulo , SP - Brasil - 05547-090

Telefone:

0800 055 0...

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Categoria:

Estações de Trem

  | Rank: 1º de 28

Inaugurada em 16/Fev/1867 

Site oficial
cptm.sp.gov.br
Primeira opinião
Natália Porto
Detalhes
  • Acesso para deficientes


Como chegar
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Como chegar - Traçar rota

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http://br.kekanto.com/como-chegar/estacao-da-luz-2
Notas específicas:
Limpeza
(19)
Produto/Serviço
(16)
Ambiente
(33)
Atendimento
(24)
Custo-benefício
(22)
Dicas
Atente-se aos detalhes, mas não descuide da segurança.
Andreia V.
Se for conhecer, não se esqueça do Museu da Língua Portuguesa e da Pinacoteca, bem do lado.
Giovanna D.
Dê uma parada para apreciar a arquitetura da estação. É linda!!
Nalva A.
Muito cuidado para andar nas proximidades devido a ser uma zona de grande concentração de usuários de crack onde os assaltos são frequentes.
Geralda M.
Uma coisa que não posso deixar de comentar é sobre o Expresso Turístico que oferece passeios turistico para Paranapiacaba/Jundiai/Mogi das Cruzes. É um passeio adaptado a deficientes fisicos tambem. http://www.cptm.sp.gov.br/E_OPERACAO/ExprTur/
Lilian S.
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Opiniões
Projetada na estética vitoriana, a Estação da Luz foi construída com matéria-prima trazida da Inglaterra sob a supervisão do engenheiro inglês James Ford. A construção foi inspirada na estação australiana Flinders Street Station, em Melbourne.

Em 1946, um incêndio quase destruiu tudo, mas pequenos ajustes foram feitos e a construção foi reerguida e passou, inclusive, a abrigar o Museu da Língua Portuguesa. Do outro lado da rua, fica o Parque da Luz e a Pinacoteca do Estado de São Paulo, que também vale muito a pena conhecer.

Não só aqui, mas em todos os locais muito movimentados da cidade, fique atendo aos seus pertences, pois não é raro haver furtos.
Em meados de 1993 escrevi uma de minhas músicas preferidas: "Expresso Paranapiacaba".
Preferida sim, não por ser algo complexo ou elaborado, nem por dizer coisas a se pensar e sim pela simplicidade e por conta de uma época inesquecível na qual eu ainda tentava esticar mais um pouquinho minha adolescência. De volta das cachoeiras de Rio Grande da Serra, descemos alguns amigos e eu na Estação da Luz e o refrão não parava de martelar em minha cabeça e eu, desinibido por conta de algumas "canelinhas" cantava alto: "Eu vou pegar esse trem, que acaba em paranapiacaba em paranapiacaba em...". Quando a escrevi por completo, fiz uma reflexão sobre a estação da luz e decidi recitá-la antes da parte cantada. As observações eram das piores, segue o texto:

Expresso Paranapiacaba (introdução)

Estação da luz, por trás de sua bela e a antiga arquitetura sua verdadeira face cotidiana, trevas. A luz que seu nome carrega talvez se esconda no passado e hoje o que reflete é a miséria resultante de injustiças sociais e a brutalidade de seus transeuntes que correm apressados atrás da sobrevivência. Educação respeito ou um simples sorriso de nada valem, talvez alguns até desconhecem essas virtudes. Da ferrovia chegam e saem trens precários lotados e o que se vê o retrato do abandono. Dali um trem parte para o posto cruzando os municípios SP, ABC, M de Mauá. Após algumas estações já não se vê tanta pressa, sobram assentos livres e o ar mais puro da janela se vê belas paisagens de pequenas cidades industriais. Finalmente destino, Rio Grande da Serra Campo Grande Paranapiacaba pequenas e fascinantes, escondem tão lindas paisagens e tudo tão belo e torna-se difícil acreditar que é um vizinho tão próximo à capital.

Gravação !

Mais de dez anos se passaram e na gravação de meu primeiro CD incluí essa música com alguma tristeza. O trem não chegava mais em Paranapiacaba, ia somente até Rio Grande da Serra e a música, desatualizada falava do passado no tempo presente e não havia como modificar, "que acabava em paranapiacaba" ficaria horrível além de matar o trocadilho do refrão que deu origem à música utilizando-se de uma licença poética já que o que se acaba é o percurso.

Dupla alegria !

Alegria 1) Há muito tempo eu não visitava a Estação da Luz e quando estive lá tive uma agradável surpresa ! Minha reflexão (introdução) sobre a Estação da Luz estava totalmente desatualizada. A estação está restaurada, linda por dentro e por fora, um piano foi colocado no saguão para quem quiser tocar e alegrar os ouvidos dos transeuntes que param por um tempo para apreciar a música de um desconhecido qualquer que se aventure a sentar e tocar o que quiser. Até um flash mob em homenagem aos 100 anos de Adoniran rolou lá e ficou lindo ! (confira no vídeo abaixo). Fiquei impressionado ao ver uma foto da Estação no ano de 1903 em um bar que toco e notar que a arquitetura permanece intacta. Igualzinha depois de mais de um século !

https://www.youtube.com/watch?v=LW9-nirDQXY


Alegria 2) Meu refrão não está mais desatualizado !!! A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos e a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) inauguraram o roteiro do Expresso Turístico que é um serviço ferroviário inaugurado em 18 de abril de 2009 e pelo menos uma vez por mês um trem de passageiros volta a chegar na vila histórica.

Música: Introdução + Expresso Paranapiacaba: http://www.danielnavarro.com.br/audio.html


Mais informações: www.cptm.sp.gov.br/E_OPERACAO/ExprTur

A Estação da Luz está entre as minhas lembranças mais antigas de São Paulo. E, também, um dos locais onde necessariamente passo quando estou na Cidade.
A Estação é de uma riqueza histórica e social indescritível. Às vezes, gosto de passar por ali e ficar apenas observando os tipos sociais, como as pessoas se comportam, enfim... Outras, analiso a arquitetura e o movimento.
É isso, a Estação da Luz é de uma riqueza só.... Então, porque as três estrelas? Porque no que se refere ao fim a que se destina (integração) a Estação é confusa, mal sinalizada, suja e muito insegura. Além da cena triste do pessoal que usa droga, ainda é uma zona de baixo meretrício.
Todavia, tem um piano velho por lá que um artista ou outro louco se arrisca a dedilhar....
Relendo a resenha, ela me pareceu um pouco confusa... Mas, enfim, não tem como descrever a Estação da Luz sem refletir a confusão que ela nos provoca.

Posso considerar-me um privilegiado ex-passageiro do Santa Cruz, o Expresso de Prata que encerrou suas atividades no início da década de 1990. Era uma viagem muito gostosa, podia fazer refeições no carro restaurante beber umas brejas e depois deitar e dormir até chegar na estação da Luz por volta de 08:30 horas da manhã, quando não atrasava. Um ótimo horário, porque você dormia em camas mesmo e aquele balanço gostoso de um vagaroso trem.
Por volta de 06:30 hs todos eram acordados para tomar o café da manhã, então fazia sua toalete, trocava de roupa, e já de roupa arrumada para o seu trabalho, tomava o café da manhã no vagão restaurante, e quando retornava a sua cabine, as camas estavam arrumadas e transformadas em sofá ou poltronas para apreciar o final da viagem. A concorrência com a ponte aérea com a queda dos preços das passagens aéreas, determinaram seu fim.
A degradação dessa região aconteceu lentamente, primeiro com a perda da importância do café na economia do estado, depois o sucateamento da indústria ferroviária após os acordos de JK para implantação das montadoras de veículos terrestres e depois os custos de manutenção não eram mais possíveis de serem absorvidas mantendo os preços nos níveis necessários para sua sustentação.
O prédio foi trazido da Inglaterra e teve seu auge nas décadas de 1920 e 1930 com todo glamour e pompa a que se tinha direito.
Um importante ponto turístico de SP e também um dos mais bonitos, com certeza, a Estação da Luz é toda inspirada nas estações inglesas. Inclusive boa parte do material utilizado na sua construção foi trazido da Inglaterra. Sua arquitetura é uma beleza. Linda de doer, ainda mais depois de uma boa reforma a qual a mesma foi submetida.
Era essa estação a responsável pelo escoamento de café até o Porto de Santos na época de ouro do grão.
Além de abrigar uma estação de trem e metrô, hoje em dia ela conta com o Museu da Língua Portuguesa, que fica em anexo.
Só acho uma pena a região ser tão marginalizada, o que acho que compromete um pouco a ida da pessoa até o local. Eu mesma tenho um certo receio em andar pelos arredores.
Não é só uma estação de metrô ou trem, é um dos lugares mais lindos de São Paulo, com certeza!
Toda a arquitetura cheia de detalhes, torres colossais e ferros entrelaçados dá a estação outro ar, e como fica no centro, de fora você olha e fica admirando, de dentro parece que em apenas um passo você viajou para outro lugar.

O lugar é tão lindo que é até sugestão pra ensaios fotográficos, claro que com autorização. E o que me chama tanta atenção e com certeza pra outras pessoas, é a semelhança que tem com o Expresso para Hogwarts, um cenário muito conhecido pelos fãs de Harry Potter.
Que linda construção!!!

Que linda história!!!

Simplesmente perfeita a Estação da Luz!!!

Claro, o bairro paulistano leva seu nome!!!

Faz parte da linha férrea da cidade, com integração gratuita com outras diversas linhas... Acredito que ainda seja a segunda estação mais movimentada da rede metro-ferroviária de Sampa, perdendo para a Estação Brás.

Mas isso é apenas um detalhe curioso! O magnífico é a cultura histórica do lugar!!!

Você vai se deparar com um mar de cultura e arte em todos os seus mais intrínsecos aspectos... O momento histórico de sua construção deu-se em meio ao império do café no país, que esteve diretamente ligado ao crescimento da cidade.

Em meio ao Centro de São Paulo, o prédio chama a atenção desde longe. Com um jardim, também intitulado da Luz, e um relógio no topo da torre (curiosidade: já fora destruído num incêndio).

O conjunto arquitetônico, ainda nos dias de hoje, é referencial urbano em meio à contemporaneidade paulistana, ainda sendo parte da imagem da cidade!

Fora todo esse imenso patrimônio histórico-arquitetônico, a Estação da Luz possui o que chamamos de Expresso Turístico! Como o nome explica, é uma linha turística que faz viagens da Estação da Luz a Paranapiacaba e Jundiaí.

Chamamos de turístico pela rota que passa: Circuito das Frutas, grandes cidades da Grande São Paulo e sucessivamente ao distrito de Paranapiacaba, na Serra do Mar, em Santo André, também na Grande São Paulo.

Ao lado tem a Pinacoteca e o Museu da Língua Portuguesa!!! Paradas obrigatórias!!!
Um símbolo de modernidade e nostalgia, a Estação da Luz, uma mistura de Antiguidade com Modernidade, a estação em si e muito bonita e elegante... centenas de pessoas utilizam suas plataformas para acessar vários pontos de São Paulo, o Museu da Língua Portuguesa fica em anexo com a estação, também tem ligação com a linha azul e amarela do metro, tudo isso no subterrâneo da estação, o que estraga são as ruas ao redor da estação....
Estação que interliga a linha amarela/azul e a rubi oque traz maior movimento de pessoas em horarios de picos.Possue varias saidas proximas.
Em volta da estação tem varias opções de lazer como Pinacoteca/Sesc Bom retiro/Sala São Paulo além da Santa Efigencia pra que procura chig ling/eletronicos/informatica e Poupa tempo e etc.Mas ao redor sempre tem que ter cuidado pois sempre tem moradores de ruas e pessoas mal intencionadas é uma pena como nessa região tem tanta opçãos para os paulistas e muito pouca segurança com a crackolandia tão proxima.(quando vão valorizar mais o lazer e segurança no nosso país?)

A estação em si é bem bonita, mas é muito cheia, principalmente em horários de pico. Pra embarcar no trem é uma violência danada. A galera empurra mesmo, não está nem aí. É que não tem tanto trem quanto metrô, então a plataforma enche bastante.

Depois que escurece, é um lugar assustador. Não recomendo andar por ali sem companhia, principalmente do lado da Rua Mauá. Mas até dentro da estação dá medo, porque tem uns cara que param na passarela e ficam encarando quem passa. Eu acho que é preciso investir massivamente em segurança por ali, porque é um lugar muito interessante. É uma pena que a criminalidade intimide em um espaço público.
A estação é linda! Mas nem tudo são flores...
Dá acesso as linhas 11 Expresso Leste e 7 Rubi da CPTM e às linhas 1 Azul e 4 amarela do Metrô. Ao realizar a transferência da CPTM para a Linha Amarela se vai do inferno ao céu em 2 minutos e vice versa. (Em 2 minutos se for fora do horário de pico) Se for no horário de pico a transferência para o metrô é uma procissão. o fluxo de gente é muito grande e desorganizado. A transferência pra linha azul é desorganizada também!
Andar nos arredores da estação é uma aventura é medonha a região. Mas para visitar o Museu da Língua Portuguesa e Pinacoteca vale a pena!
Eu utilizava esta estação somente para ir à agência da Eletropaulo ali próxima quando eu era "office girl", mas com a integração da linha amarela passei a usar frequentemente: é mais rápido descer na estação Consolação e pegar a linha amarela, do que seguir em frente para descer na Paraíso e fazer a transferência, mesmo com toda aquela distância a ser percorrida a pé com inúmeras rampas / escadas rolantes e tradicionais da estação Paulista.

O acesso da linha amarela à estação Luz também é razoável e um pouco confuso, dividido em dois por grades, mas no fim todo mundo chega às escadas para a plataforma da linha azul.

Para quem quer ir às compras na Rua José Paulino esta estação é a mais próxima, mas o entorno é bem complicado: tem muita gente "estranha", por assim dizer, circulando nas imediações... acredito eu que pela proximidade da Cracolândia... nem a proximidade da ROTA minimiza a insegurança.

Por ali também dá para acessar um monte de pontos interessantes: a Pinacoteca do Estado, o Parque da Luz, o Museu da Língua Portuguesa e o Museu de Arte Sacra, além da FATEC, posto da Receita Federal (para quem cai na "malha fina") e também a Rua São Caetano, famosa rua das noivas.

Eu nunca tive tempo de descer lá e apreciar a antiga arquitetura da estação, mas pretendo reservar um dia inteiro para observá-la logo mais.
Aberta ao público em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo. Todas as personalidades ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar no local. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedirem.

A estação tornou-se porta de entrada também para imigrantes, promovendo a pequena vila de tropeiros a uma importante metrópole. Esta importância, concedida à São Paulo Railway Station, como era oficialmente conhecida, durou até o fim da Segunda Guerra Mundial. Após este período, o transporte ferroviário foi sendo substituído por aviões, ônibus e carros, muito mais rápidos que os trens.

Em 1946, o prédio da Luz foi parcialmente destruído por um incêndio. A reconstrução da estação foi bancada pelo governo e se estendeu até 1951, quando foi reinaugurada. Ela ainda passou por outras reformas e restaurações. Já em 1982 o complexo arquitetônico da Estação da Luz foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat).
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