Elidio Bar

Endereço: Rua Isabel Dias, 57 , São Paulo , SP - Brasil - 03119-030

Telefone:

(11) 2966-...

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Categoria:

Bares e Pubs

  | Rank: 57º de 1312

Inaugurado em 1959, o Elídio Bar é a combinação perfeita entre tradição, bons petiscos e futebol. Possui um balcão com mais ou menos 100 tipos de petiscos, entre eles o tremoço e ovos de codorno empanados. Um outro atrativo do bar é decoração com camisas, bolas e quadros de times. 

Preço por pessoa

Site oficial
elidiobar.com.br
Bom para
Happy hour, Cerveja, Drinques, Relaxar

Primeira opinião
Daniel (mancuise)
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Ter.
16:30 - 23:59
Qua.
11:30 - 23:59
Qui.
16:30 - 23:59
Sex.
16h - 1h
Sáb.
11:30 - 1:30
Dom.
11h - 18h


Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Estacionamento


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http://br.kekanto.com/como-chegar/elidio-bar
Notas específicas:
Ambiente
(13)
Comida
(11)
Público
(11)
Atendimento
(12)
Bebida
(12)
Custo-benefício
(9)
Dicas
Peça também o cajuzinho amigo. Uma batida show.
Daniel (.
Peça a batida de amendoim. É bacana mesmo!
Daniel (.
Acepipes, muitos acepipes.
Pedro S.
Chopp bem tirado Brahma
Edgard J.
Frango a passarinho e chopp (geladissimo)
thais g.
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Opiniões
Visitar o clássico ELÍDIO BAR na Mooca é sempre uma satisfação enorme para nós. Motivo? O bar continua impecável tanto no ambiente "chique" quanto no atendimento pra lá de eficiente de garçons como o Sr. Antônio com mais de 33 anos de casa e que nos atendeu tão bem.

Chegamos no Elídio Bar em um período de transição entre os clientes que comeram a famosa Feijoada Premium do Elídio com o pessoal que chegava mais a noitinha para curtir os petiscos e principalmente o chopp brahma cremoso do bar.

Começamos com heineken long neck e Chopp Brahma, ambos na temperatura perfeita... Não tinha como dar uma nota abaixo de 10 nesse quesito no concurso Comida di Buteco SP 2013. Opa...desculpa, o voto é secreto! E para acompanhar, nada melhor do que provar o petisco que tenta o título do Comida di Buteco: o CHIP ALEMÃO.

O tira gosto era um CHIP crocante de mandioca com patê de linguiça Blumenau muito bem temperada. Na verdade um canapé, mas ao invés do pão preto, a mandioca ao estilo chips. Conforme conversamos com a simpática Solange, uma das proprietárias e filha do Sr. Elídio, o petisco elaborado tinha como premissa ser uma entrada, um tira gosto simples para beliscar, se comer com a mão, enfim, um verdadeiro petisco de boteco, bem do jeito que o Sr. Elídio gostava...

O Elídio Bar é um dos bares mais famosos de São Paulo, na verdade quando se pensa em um boteco na capital paulista lembramos sempre do Elídio. Inaugurado em 1959, o boteco (hoje bem mais chique) ainda é referencia para os bares que surgem todos os dias na cidade.

Enfim, sempre que vamos ao Elídio Bar, o tempo voa. A vontade que dá é de ficar horas ali petiscando e botecando, não necessariamente nessa ordem. E você já foi no Elídio Bar hoje? Não esqueça de convidar a gente.

Data da Visita: 13/04/2013

Simulação de gastos para 2 Pessoas:
R$ 20,00 (Tira Gosto: CHIP ALEMÃO)
R$ 6,00 (Long Neck HEINEKEN)
R$ 6,00 (Chopp Brahma)
R$ 3,20 (10%)
TOTAL R$ 35,20
Em minha visita ao bairro da Mooca,resolvi conhecer o lendário Elidio Bar com o seu tradicional balcão de acecipes e antepastos e chopp Brahma cremosissimo! Realmente o bar tem a sua especialidade,eu e minha amiga fomos muito bem atendidas e provamos o "Bolinho do Elidio": bolo frito de carne com parmesão em cima,muito delicioso!

Mas confesso que eu mais gostei foi do pastel de bacalhau deles, servido individualmente,vem super recheado e bem temperado.

Para acompanhar chopp Brahma claro e escuro. Fiquei com vontade de provar os itens do balcão de acecipes,mas achei caro R$9,00 cada 100 gramas.

Em resumo o Elidio vale uma visita pela sua história dentro da Mooca,funcionando desde 1959,pelo excelente atendimento e por tudo ali ser bom e gostoso!
Bar tradicional na Mooca, com balcão cheio de petiscos que fazem a alegria dos frequentadores boêmios da Mooca, junto com o chopp Brahma sempre gelado e bem tirado. O bar em si é perfeito para quem gosta de história sobre futebol, decorado com camisas de diversos times e das mais diversas épocas. O única tristeza fica por conta do Sr. Elídio, dono e proprietário do bar ter falecido em 2011, porém o bar está sendo gerenciado pela filha dele, que está fazendo um bom trabalho à frente do bar.
A Mooca é o bairro mais bairrista que existe e carrega no sotaque o cantado dos primeiros imigrantes italianos e a ginga de Adoniran. Quem mora lá, antes de ser paulistano, é mooquense. E nunca se muda. No máximo, troca de quarteirão.
Todo mooquense tem um segundo time (o primeiro é o Juventus) e se orgulha até mesmo do gol sofrido pelo moleque travesso, considerado o mais belo da carreira de Pelé.
Exageros à parte, é nesse ambiente que vamos encontrar o Elídio Bar, o mais tradicional do bairro e um daqueles lugarzinhos muito especiais, que nos surpreendem e nos encantam.
Quem dá nome ao bar é Elídio Raimondi, um simpático senhor nascido e criado numa das tantas tradicionais famílias italianas da região, de onde herdou três características facilmente observáveis: a vocação para o comércio, o talento para a cozinha e a paixão pelo futebol.
O bar surgiu de uma mercearia, criada no final dos anos 50 pelo pai do ‘seu’ Elídio no mesmo imóvel que está até hoje, na qual ele ajudou desde menino e acabou por se tornar um dos maiores inovadores dessa botecolândia em que São Paulo se transformou.
Foi nessa mercearia que ele resolveu criar seu próprio modo de cortar a mortadela, de preparar as alheiras, de misturar frutas nas batidas e, principalmente, de servir os petiscos: tudo à vontade, por quilo e no balcão, como ninguém fazia até então e como nos habituamos a ver hoje em tantos “botecos chiques” por aí.
A inovação caiu imediatamente nas graças da clientela e a casa da família Raimondi foi se tornando mais bar e menos mercearia até que, nos anos 70, aquele que já era conhecido na Mooca como “bar do Elídio” se tornou oficialmente o Elidio Bar.
De lá para cá, o tal balcão só fez se guarnecer ainda mais, oferecendo hoje mais de cem diferentes delícias da chamada “comida de botequim”, onde além da grande variedade de queijos e embutidos encontramos clássicos dessa “baixa gastronomia”, como roll-mops (sardinha curtida enrolada), morcilla, jiló frito, moela de frango e polvo ao vinagrete.
Mas as atrações do bar não param no balcão de acepipes. Há o chopp (brahma, excelente, tirado de uma chopeira alemã), os coquetéis clássicos (destaque para o caju amigo) e, principalmente, as homenagens ao futebol.
Ocorre que Elídio é, desde pequenino, fanático por futebol. Palmeirense mas amante do futebol-arte de modo geral, ele ostenta um infinito acervo de fotos, publicações, souvenires, bolas, chuteiras, camisetas autografadas e outras relíquias.
Como as recordações já não cabiam nas forradas paredes do bar, a casa ganhou há alguns anos um segundo andar, que se transformou em uma espécie de “museu do futebol” particular, onde repousa uma coleção histórica sobre ídolos do esporte e onde cada objeto guarda uma história para contar.
E o que ainda não couber no acervo do bar, cabe nas lembranças do ‘seu’ Elídio. Grande conhecedor da história do esporte bretão, dono de um estilo narrativo todo especial, de uma simpatia ímpar e de uma memória de elefante, ele é, para muitos, a maior atração da casa.
“Faz tempo eu vinha procurando uma desculpa para não vir até aqui. Sabia que eu ia gostar. Alguma coisa em mim sabia. A briga agora vai ser para me tirarem daqui”. (Charles Bukowski)
Bolinho alemão e chope no replay

O Elídio Bar, no coração da Mooca, é daqueles botecos para se virar freguês. Só de olhar o vasto balcão de acepipes e a considerável galeria de fotos de futebol-arte refletindo a luz fluorescente você já sabe que está no lugar certo.

Como estava visitando ‘a sede’ fui dar um alô ao boleiro Sr. Elídio e perguntar de um tal bolinho de carne que tinham me indicado. No cardápio havia porções de bolinhos de carne, polpetta e bolinho alemão. Esse último, segundo ele, era o concorrente do Boteco Bohemia 2006, mas tinha também um bolinho recheado de carne e a polpetta era empanada e… agradeci sorridente e perguntei tudo de novo ao garçom.

A pedida foi o bolinho alemão, uma porção de pequeninas e apetitosas bolinhas de carne (só carne) bem temperadas, servidas sobre um pouco de molho shoyo e decoradas com um toque de mostarda e maionese. O chope Brahma, que as acompanhou, estava à altura. As bolinhas podiam até ser maiores, mas aí não sobrava espaço para explorar o resto do cardápio.

Difícil foi escolher a segunda porção entre tantas opções brazucas, alemãs e portuguesas. Para variar um pouco, a decisão foi costelinha de porco defumada na chapa com cebolas. A porção (para dois) vem acompanhada de torradinhas com alho. Não decepcionou, embora um pãozinho francês seja um companheiro mais adequado.

Creio que já encontrei o velho Elídio no mezanino do Mercado Municipal, onde está a filial do bar, com seus acepipes sortidos e uma vitrine com irresistíveis pastéis de Belém. No ano passado levei meus pais para um passeio e até hoje eles falam com gosto da sardinha grelhada do lugar. Isso porque eles ainda não sabem da versão crocante, sem espinha.

Gostoso é sair de um boteco já querendo voltar. Melhor ainda é poder fazer isso em dois endereços. O da Mooca tem mais charme, mas a filial do Mercadão também é bacana, apesar da lotação no final de semana. Recentemente passou por uma reforma e “reabre na próxima terça (27/03)”, disse o garçom.

Quem quiser virar freguês do Elídio já pode preparar o cara ou coroa para decidir o local e a porção da vez. O chope fica só no replay.

(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 25 de março de 2007)
Elídio e o time do coração

Conforme anunciado no toast anterior, o projeto de virar freguesa do Elídio Bar está de pé. Nesta segunda rodada fui direto ao balcão de acepipes. Sardinha enrolada em azeitona, cebolinhas curtidas no vinho tinto – achei que era pinhão -, gorgonzola, linguiça curada, moela em azeite e temperos, batatinha escabeche e até um mini chuchu bem temperado estavam deliciosos. O pão italiano que acompanhou a porção podia estar mais fresco, mas não atrapalhou. Já o ‘pão líquido’ da Brahma estava perfeito.

Os pastéis do Elídio, vendidos individualmente (2,50 reais) – exceto sabores especiais como o de bacalhau (4 reais) – são bem mais baratos que os do vizinho. O tamanho é pequeno em relação ao da feira. Por outro lado, o recheio é farto. Adorei a solução para a eterna dúvida dos botequeiros sobre o sabor dos pastéis na porção. No Elídio, o saquinho que acomoda o pastel já vem com carimbo: “Carne”, “Queijo” e por aí vai.

Ao fim dos acepipes logo chegou o ‘Mooquinha’ fazendo presença na mesa. A versão do Elídio para o famoso ‘buraco quente’ vem no pão francês quentinho com parmesão gratinado no topo. O delicioso sanduba é generosamente recheado com carne moída, pedaços de tomate seco e azeitonas verdes.

E por falar em verdes, impossível deixar de notar o símbolo do Palmeiras e o “Verdão” entalhados em um quadro de madeira ao lado do caixa. Sim, o dono é palmeirense, embora alguns reviews na rede citem o “são-paulino Elídio Raimondi”.

Fui tirar a dúvida e a filha, Solange, confirmou. “Ah! Ele diz que é são-paulino às vezes, brincando… diz que gosta de ver o São Paulo jogar, mas o time de coração dele é o Palmeiras mesmo”, contou sorrindo. Aêêê Elídio… Primeiro de abril né?!

(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 01 de abril de 2007)
Primeira opinião do lugar
Taí um bar que você que curte tem que conhecer.
O lugar teve uma reforma em 2008 ampliando o boteco. Confesso que a antiga decoração era mais interessante, mas as camisas e fotos de futebol (algumas assinadas por Pelé) continuam. O balcão é de mármore travertino onde ficam expostos diversos tipos de petiscos que você mesmo escolhe.
Diversos itens estão expostos: sardinha enrolada com cebola ou azeitona e presa por um palito de dente, jiló amrgo, morcela macia, roll-mops e diversos queijos. Para beber, sempre um excelente chope Brahma, com três dedos de colarinho.
O Sr Elidio, mesmo apesar de tantos anos de bons serviços prestados, continua por lá dando seu toque pessoal ao lugar e com um atendimento sempre exemplar.
Vale conhecer.
Horário: de seg a sex das 16h30 ao último cliente. Sáb a partir das 10h. Dom das 11h às 18h.
Exibindo de 1 a 14
Total de opiniões: 31

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