Dom Restaurante

Endereço: Rua Barão de Capanema, 549 , Jardim Paulista - São Paulo , SP - Brasil - 01411-011

Telefone:

11 3088-07...

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Localizado no jardins, um dos bairros nobres de São Paulo, o Dom une ambiente agradável e luxuoso a comida contemporânea e sofisticada. Recentemente foi considerado pelo S. Pellegrino World\'s 50 Best Restaurants como o 7° melhor restaurante do mundo. 

Preço por pessoa
$$$$ (Mais que R$100)

Primeira opinião
Claudio Kawano
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Seg.
12h - 15h e 19h - 23:59
Ter.
12h - 15h e 19h - 23:59
Qua.
12h - 15h e 19h - 23:59
Qui.
12h - 15h e 19h - 23:59
Sex.
12h - 15h e 19h - 1h
Sáb.
19h - 1h


Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Ar condicionado
  • Aceita reservas
  • Inaugurado em 1999
  • 50 lugares
  • Estacionamento: R$15,00 com valet


Como chegar
Favorito
Sou dono
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http://br.kekanto.com/como-chegar/dom-restaurante
Notas específicas:
Ambiente
(14)
Comida
(14)
Atendimento
(14)
Bebida
(12)
Custo-benefício
(12)
Dicas Ver mais
Opiniões
O D.O.M. é um restaurante de gastronomia brasileiro cujo chefe, Alex Atala, valoriza e pesquisa frutos, frutas e alimentos em geral oriundos do Brasil.
O restaurante está entre os melhores do Brasil em relação à gastronomia nacional, é reconhecido internacionalmente e está entre os dez melhores no mundo, segundo um guia especializado. Seus pratos são diversos e a experiência é única! Atala valoriza os ingredientes que estão adequados para o preparo daquele dia e realiza uma profunda seleção deles.
No almoço, há a opção de pratos executivos e à la carte. No jantar, destaque para o menu degustação (com quatro ou oito pratos). Pude experimentar quatro pratos (mais queijo e sobremesa inclusos) e ficar satisfeitos. O cardápio está em uma das fotos dessa opinião.
Um dos pratos que experimentei e estava fora do menu é um produto experimental da casa e in natura, que é formiga saúva (norte-amazônica) com abacaxi, pétala de calêndula e salsinha. Delicioso e com sabor cítrico somado com erva cidreira (não foi cobrado).
O atendimento é ponto bem forte, pois os garçons e o maitre são muito atenciosos. Eles fazem excelentes sugestões de vinhos - que por sinal, o D.O.M. possui uma adega riquíssima e muito bem selecionada - e suas harmonizações, além de explicarem cada prato que chega à mesa de forma requintada e delicada.
O preço é exorbitante e a comida é tratada como arte no mais alto nível. Mas diferente de locais supervalorizados cuja refeição não transmite o mesmo prazer pelo preço pago, o D.O.M. vale cada centavo de sua experiência!!!
Muito bom ... Experimentei o cardápio com 8 pratos porem nos enviaram mais um por se tratar de um prato novo.

Eu e minha namorada tomamos 3 ótimos vinhos, 2 de nossa escolha sendo um na fila do bar e outro na mesa, o outro vinho foi escolha da casa...

Os pratos são excelentes .. Achei tudo novidade porém para minha namorada os pratos eram típicos da terra dela, Manaus - Amazônia..

O atendimento é super especial .. Não tenho do que reclamar.

Somando o menu com 8 pratos mais 1, 3 vinhos e uma bebida a parte fechamos em 1.773 reais.

Preço justo pela qualidade e atendimento.
Pesquisando os melhores restaurantes, vi que o D.O.M ficou no 4* lugar dentre os 50 melhores restaurantes do mundo! Detalhe, único brasileiro. Decidi então conhecer os pratos do chef Alex Atala, tão famosos!
Chegamos por volta das 22 horas e tivemos que aguardar no bar uma mesa desocupar. Esperamos cerca de 30 minutos.
No bar, pedimos as bebidas e fomos servidos de Mini bruschetas, deliciosas, onde o manjericão predomina.
O ambiente é requintado, com um lustre negro ao centro do salão principal, acima de uma mesa/ aparador redondo.
Um Restaurante bem parecido com o Kaá e com o Bela Sintra, porém, nada me chamou atenção.
A cozinha fica ao fundo, toda de vidro, onde os clientes podem observar o preparo dos alimentos.
Na parte superior, onde tem os toaletes, há duas mesas apenas. Uma para 6 pessoas e outra para 4 pessoas.
O melhor lugar para se sentar, são nas mesinhas do salão principal, redondas, para 4 pessoas.
Sentamos na segunda mesa do lado esquerdo, encostada à parede. O encosto é fofinho, com almofadas soltas laterais para melhor conforto.
Ao sentar, já fiquei incomodada. O espaço entre as mesas é de mais ou menos um palmo ou dois. O tamanho das mesinhas Tb chega a ser desproporcional, inviabilizando e dificultando você conversar com sua cia.
Levar criança nesse restaurante está fora de cogitação.
O cardápio tem poucas opções. De prato principal, por exemplo, são apenas sete opções e nada mais.
Pedi logo o prato principal, pois já estava querendo ir embora no mesmo minuto em que sentamos. Nesse restaurante, nos diálogos das mesas vizinhas, vc é o ouvinte principal e vice-e-versa.
Escolhi o filé alto com purê de queijo brie e coalho. O garçon vem fazendo quase que um malabarismo com o queijo entre duas colheres até o seu prato. Parece até um marshmellow! Esse purê é como um fondue de queijo liguento e enjoativo. A carne é deliciosa. Pedi bem passada e veio ao ponto.Meu noivo pediu o frango com arroz, que na minha opinião, estava muito bom!
Não pedi sobremesa, tampouco café, pois queria sair logo.
Um restaurante que tem tudo para ser romântico, porém não há sequer uma estrutura para que possamos conversar sem que as pessoas escutem.
Pedimos um suco de limão,mas tivemos que pedir para trocar por outro sabor, visto que é batido com o sumo e é amargo demais.
O café é gracioso, vem com quitutes pequeninos de acompanhamento( vi na mesa ao lado), porém não façam jamais o que presenciei! Rsrs A mulher ao lado pegou todos os quitutes e colocou na bolsa! Kkk Aff! # morri
Acabamos fazendo amizade com outro casal da mesa ao lado, marcando outro jantar em outro restaurante , devido as mesas estarem próximas demais. Parece que todos estão juntos!
Esse casal nos disse: esse Restsurante é bom para fazer amizades, pois compartilhamos sempre de todo dialogo das mesas ao lado! Rsrs #fato
Resumindo, não gostei. Paga-se muito para o que oferece.
Vai por mim, é só nome! O Bela Sintra, e o Kaá que tem o mesmo propósito, "dão de 10"!
A média do prato individual é de R$163. Gastamos R$420,00 sem sobremesa e café.
Não recomendo! Discordo totalmente da avaliação. Conheço mais de 300 restaurantes, no Brasil e em mais 13 países e confesso que esse foi um dos poucos que me decepcionaram quanto a expectativa e destaque já adquirido.
O D.O.M. em horário de almoço é um BAU (Business As Usual). Ambiente muito diferente do jantar. Pede-se pelo menu executivo (R$ 85,00).
Quem escolhe pratos avulsos, paga pela fama, por mais primorosas que sejam as combinações do menu.
Prendeu o meu interesse a batata doce com bernaise de chimarrão e sal vulcânico. O contraste de sabores fez valer a experiência.
Poupem a seda. Não há tanto motivo assim para rasgá-la.
Promessa feita, promessa cumprida. Como falei, fui ao D.O.M. conferir de perto as mudanças visuais e culinárias da nave mãe. Primeiro, ao entrar no restô, ao lado da porta está o troféu em forma quadrinho indicando a premiação do 50 Best Restaurants. Chique. Minha primeira impressão foi que pouca coisa mudou, porém olhando com mais calma, não reconheci os dois imensos tigres de pedra que dão as boas vindas, o deslumbrante lustre de cristal black Philippe Starck coroando uma mesa redonda cheia de apetrechos “Atalaianos” como diz a Alexandra Forbes do Boa Vida, os sofás de espaldar alto, a estante dos fundos com monte de souvenirs “Atalaianos” e o mezanino fechado por persianas, que agora tem carão de private room. Com todas essas mudanças, a capacidade reduziu para 50 pessoas. Ou seja, quando eu achei que pouco havia mudado, percebi que estava errada. E acredite, quando você acha que um lugar é elegante, ele sempre pode ficar melhor.

O maitre explicou sobre o novo menu em comemoração aos dez anos do D.O.M.. Fora o menu degustação tradicional e o Reino Vegetal (quase vegan, pois usam ovos e derivados da proteína), agora o cardápio contempla pratos de diversas fases do Atala, até mesmo antes do D.O.M., que acabam por contar um pouco a história do Chef e relembrar antigos sucessos. Ao lado da descrição de cada prato, está a data da criação. O nhoque com rabada de 1999 estava magnífico, beirando a perfeição. O mignon alto com aligot continua imbatível, merecendo todos os adjetivos que eu conheço e também fez presença à mesa, como vocês podem ver na foto. O vinho escolhido foi um Don Melchor 2001, pedida mais que perfeita para brindar à vida! Momentos assim me fazem pulsar e não me deixam esquecer que viver intensamente transborda minha vida de sentido, amor e gratidão. Esse é o meu dom.
A sigla D.O.M. vem do latim Deo Optimo Maximo, que significa: “Deus é ótimo e máximo: ótimo na sabedoria e máximo na bondade”. Na versão de Alata, a palavra “Deo” é substituída por “Domus”, que quer dizer “casa”. Ou seja, D.O.M. é a casa ótima e máxima, e eu, honestamente, JAMAIS ousaria discordar.  
Ahhhh..finalmente fomos conhecer o D.O.M…  o restaurante do Alex Atala,  antes entre os 50 e agora ocupando o décimo oitavo melhor restaurante do mundo. Que ansiedade, não?  Fomos ao restaurante para comemorar uma data super especial. Pra começar, o bom foi que nós não conseguimos fazer uma reserva, pois tentamos fazê-la apenas 1 semana antes. Por essa justa razão, resolvemos encarar na espera de “quem não fez reserva espera na ordem de chegada”. Nada nos iria impedir de comer lá aquela noite. Nos recomendaram chegar às 22:00 e por isso chegamos às 21:00.  Esperamos sentados no bar do salão, nos aproveitando dos drinks já muito excitantes. Eu escolhi o SpicyAppletini, um martini de maçã com geléia de pimenta.. doce, mas forte. Adoro isso. o João ficou na célebre escolha de um drink à base de whisky, gelo, limão e laranja e açúcar. Uma hora depois, chegou a nossa vez. E é claro, fomos de menu degustação. Não sei se eu poderia entrar em tantos detalhes… simplesmente porque não lembro de absolutamente todos os nomes e composições detalhadas dos 12 pratos que degustei aquela noite. Uma coisa que consigo lembrar é do gosto de cada prato que já me ficou gustativamente arquivado. Então vamos lá.. 

Começamos com mini-lulas cozidas a frio com creme de beterraba e algas marinhas e vinagrete de priprioca. Eu não cheguei a ver como se usa (se usa) a máquina de fazer sorvete para cozinhar a lula, pelo que eu havia lido há um tempão sobre essa reportagem que o Alex Atala deu para uma revista. Gostosinhas, só a última lulinha que comi estava meio diferente…hum….Depois, pupunhas laminadas com vieiras e molho de coral (bem clean) seguido de ostra empanada em farinha de brioche gratinada com sagu e tapioca (imagina o trabalho pra fazer isso?).. tinha o sabor acentuado das ovas suavizadas com a ostra cremosa… O quarto prato foi o arroz negro levemente tostado com leite de castanhas e legumes verdes.. crocante, bom, tranquilo. Tudo isso obedecendo a sequência dos sabores mais suaves para gradativamente ir seguindo com sabores mais intensos. =D Gostei bastantão das vieiras com pupunhas.

Depois foi o consommé de cogumelos com ervas da floresta…divino…o caldo tinha muito sabor.. além da charmosa apresentação do prato.
Continuando o nosso passeio, seguiu-se então a raia com mandioca defumada, brócolis e espuma de amendoim..um sabor que antes não imaginava conhecer. Gostosa…. mas nos lembramos da super macia raia que havíamos comido no Rufino´s umas semanas atrás. Ainda desconheço a diferença de sabor entre a raia marinha com a raia de água doce e não sei se foram usadas raias diferentes em cada restaurante.
O próximo prato foi o fettuccine de palmito pupunha à carbonara… simples, mas me parecia enjoativo se tivéssemos pedido como um prato inteiro… e nessa hora eu já estava ficando um pouco cheia.
Depois, chegou a hora da carne.. um prato de filet mignon de javali com shiitake ao molho roti e canjiquinha…. macia e saborosa… o ponto estava ótimo. Esse prato me levou a pensar que eu poderia ter comido algo semelhante em outros restaurantes além deste.

Depois nos trouxeram o famoso aligot, com um jeitinho único de preparo e apresentação. Na foto só parece um totoquinho. Ufaaa…hora da sobremesa…. ravioli de limão recheado com banana (espantoso no bom sentido, tanto no sabor, quanto na aparência), espuma de manga com sorvete de coco…..que suave!!! e..pra finalizar, a melhor e mais bem bolada combinação que achei: pudim de castanhas com sorvete de whisky, rúcula, e chocolate amargo com pimenta, sal e curry. Carácoles, não é que ficou bom mesmo? Em uma lição breve e rude e grosseira, aprendi que combinando cores, combinava o prato. Admito que não saberia dizer qual conceito que Alex pensou para combinar tão bem essa sobremesa.

Tanta criatividade e genialidade tem um custo de RS350,00 por pessoa, sendo que o menu degustação só é servido apenas se todos da mesa forem com a mesma opção. Foi uma noite e tanto.. consegui me sentir cheia até o almoço do dia seguinte. Admito que esperava uma sequência de pratos inventivos que fizessem a comida brincar mais dentro da minha boca; que talvez me surpreendessem mais.. mas acredito na individualidade do gosto, das diferentes preferências.. apesar de tudo, gostamos da experiência.  Ah.. importante também dizer que o atendimento foi dez… o barman, o garçom…. gostamos muito deles. =)
Estive no DOM em uma 3f a noite (~21:00). Tinhamos reservado; não houve espera.

O ambiente é bacana (pé direito alto, móveis de bom gosto, bem decorado, cozinha aparente, limpo, etc), mas não impressionou. Diria que esta dentro da média dos restaurantes mais sofisticados da cidade. O Kaa, por exemplo, tem uma ambiente mais legal ao meu ver.

Fomos muito bem atendidos. Dá para notar que o número de garçons por mesa é acima do normal. Como o local não é muito grande, fica fácil solicitá-los.

Pedimos o menu de 8 pratos para provamos a "experiencia gastronomica"

1) O primeiro prato foi um creme gelado de beterraba, mandarina e priprioca (uma planta aromática e medicinal da Amazônia cujas raízes tem uma fragrância incomum, leve, amadeirada e picante, da familia do junco e do papiro) com lulas cozidas a frio. Era um prato bonito, mas sem muito sabor; não memorável.

2) Pupunha fresca com vieiras e molho de coral. Muito bom; palmito cortado em fatias bem finas (parecia um carpaccio) e o molho estava saboroso.

3) Ostras empanadas com tapioca marinada

4) Arroz levemente tostado com legume s verdes e leite de castanha do Para. O arroz preto estava crocante e o leite de castanha tinha um sabor unico. Experiencia nova com certeza.

5) Consomme de cogumelos com ervas da horta de da floresta. O consomee é uma espécie de sopa clara feita com caldo de carnes, cenoura, cebola, tomates e clara de ovos. As ervas da floresta eram folhas e flores pequenas de diferentes cores e sabores (sim era possível sentir os diferentes gostos; bacana).

6) Trilha com molho roti e com sautee de palmito fresco e cogumelos. Trilha é um peixe (salmonete). Estava delicioso. Foi um dos meus pratos prediletos.

7) Creme de funghi com caldo de vitela. Muito bom; o creme de funghi é servido morno e colocado no prato pelo garçon através de um dispenser de confeitaria (similar a aqueles utilizados para espalhar chantilly sobre bolos).

8) Filet migon de javali ao roti e shitake com canjiquinha. Excelente; foi o meu predileto da série. Pena que a prato é pequeno (2 pedaços do tamanho de um sushi pequeno)

9) Aligot. Uma mistura de queijos (tinha gruyere e outros de que não me lembro o nome) com alho

10) Creme de graviola, gelo moído e água com gás. Bom; uma mistura gostosa de sabores. Vale a pena dar uma misturada para espalhar o gelo e misturar a água com gás.

11) Torta de castanha do Pará com sorvete de whisky, curry, chocolate, sal, rúcula e pimenta. A melhor sobremesa; o chef acertou na combinação de sabores. Em uma bocada, você sente diversos gostos diferentes, muito bom.

A série foi realmente uma experiencia gastronomica. O que me chamou a atenção foi sentir diversos sabores diferentes em uma unica colherada/garfada em muitos dos pratos servidos.

Não fiquei satisfeito com o volume de comida servido (abusei dos pães de queijo e das especiarias do couvert, que são ótimas, sobretudo a espécie de purê com alho) pois as porções eram muito pequenas.

Não tomamos vinho. A conta ficou em R$500/pessoa. Valeu conhecer, mas não estou certo de que seria uma opção frequente.
Exibindo de 1 a 14
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