Colette Brasserie

Estabelecimento fechado

Endereço: Al Jaú, 1372 , Jardim Paulista - São Paulo , SP - Brasil

Categoria:

Restaurantes Francês

 

O Colette Brasserie buscou inspiração na escritora francesa Sidonie Colette. Tanto o ambiente quanto o cardápio são uma mescla do clássico e do moderno. A cozinha tem influências brasileira, estadunidense e francesa. 

Preço por pessoa

Redes sociais
ColetteBrass

Primeira opinião
Fernando O.
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Seg.
12h - 23:59
Ter.
12h - 23:59
Qua.
12h - 23:59
Qui.
12h - 23:59
Sex.
12h - 23:59
Sáb.
13h - 23:59

Fechado entre 15:30 e 20:00

Detalhes
  • Estacionamento


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http://br.kekanto.com/como-chegar/colette-brasserie
Notas específicas:
Ambiente
(10)
Comida
(10)
Atendimento
(10)
Bebida
(9)
Custo-benefício
(9)
Dicas
Pule a entrada e peça um Creme Bruleé de sobremesa
Allan P.
Não siga instruções do GoogleMaps; se for para um jantar romântico, sente nas mesas de cima
Victor T.
Casais, segundo andar.
Wiliam K.
Evitem o restaurante.
Alexandre
Torta de maçã com sorvete de creme!!!
Claudio K.
Ver mais
Opiniões
Fui convidado para o jantar de comemoração do aniversário do Kekanto, no dia 21 de março. O local escolhido foi a Brasserie Colette, um fino restaurante francês localizado na Alameda Jaú, com a participação da maioria dos Elites.

Conheci pessoas bem bacanas, algumas muito diferentes das fotos de seus perfis e com características que eu jamais reconheceria com contato apenas virtual.

Cheguei às 20:45 e saímos de lá quase às 1 da manhã. Além dos sócios do Kekanto, a Nathália, jornalista do Kekanto, também estava presente. Eu era o caçulinha da turma, mas fiquei realmente feliz em poder reunir o pessoal e conversar sobre assuntos tão diversificados (falamos de economia, investimentos, Japão... dá pra acreditar?)

Pra não dizer que não falei das comidas, começo pela entrada, um Tartar de Salmão ($27,50), talvez um pouco insosso, mas que abriu o apetite (bem leve por sinal). Os garçons foram bem atenciosos e a todo momento estavam dispostos a solucionar as dúvidas dos pratos, bem como dizer o que era mais pedido e acrescentar as opiniões próprias. Muitas conversas paralelas surgiram, com vinho servido (muito bom) e no intervalo de uma taça e outra, boas gargalhadas e fotos. Por falar de bebidas, a carta de vinhos é bem extensa, com exemplares de diversas safras, gostos e origens.

Em seguida, pedi um escondidinho de pato($40) com a garantia de que não me arrependeria. E de fato não me arrependi. Demorou um pouquinho, mas veio no ponto e com um sabor sem igual. A carne estava macia e escondidinho sempre é uma delícia.

Para fechar com chave de ouro, nada como uma bela sobremesa. Pedi o crème brûleé ($15,40, um creme gratinado, suave), resultado das minhas aulas de francês, para poder comparar com o que comi no La Tartine.

Realmente, a baunilha de Madagascar que estava especificada no cardápio faz toda a diferença, de sabor e de textura.
Falei da comida, não me esqueci do ambiente. Indico a Brasserie Colette para casais, pois o lugar exala romantismo nas decorações, nas luzes, nos pratos. Gostei dos efeitos de penumbra, que contribuem para o clima e o segundo andar (sim, todo mundo descobriu isso quando foi ao banheiro!) é o mais adequado para jantares à dois, com um sofázinho aconchegante e as luzes amarelas, além dos efeitos de tijolinho das paredes.

O preço é alto para os meus padrões universitários, mas para quem quer provar a "arte" de um bom gourmet, vale a pena. E o próprio chef Ricardo Fittipaldi veio nos saldar e ver se tudo estava bem. Sou muito grato ao Kekanto por proporcionar um evento desses.

Como disse acima, o evento terminou à 1 e nesse horário não há mais ônibus circulando. Nada como uma carona do Allan para salvar minha pele!

Minhas fotos não são tão boas como as da Tati (fiquei impressionado com a multi-focal que ela usava e todos os ângulos), mas espero dar um gostinho do que provei.
Fui conhecer ontem o Colette Brasserie com o pessoal do Kekanto. Para comemorar o seu primeiro aniversário, os sócios do Kekanto convidaram seus participantes mais ativos para fazer uma crítica coletiva do recém inaugurado bistrô nos jardins (Adorei a iniciativa!)

A cozinha teve consultoria da chef Ana Soares, e é comandada pelo simpático Ricardo Fittipaldi, que ao final do jantar veio até nossa mesa para saber se tínhamos gostado dos pratos

Localizado em uma casa da década de 40, o restaurante leva o nome de sua musa, Sidonie Colette, escritora francesa que alia o clássico ao moderno. Essa é a proposta do restaurante, o menu tem influências brasileiras, americanas e francesas

Gostei bastante da decoração. Ares de bistrô, mas com um toque moderno

O couvert, um polvilho comprido e saboroso

Algumas entradas foram, tartines (chèvre-tomate, patê de “fois”-pera e cogumelos-parmesão)
Pasteizinhos assados (cogumelos com queijo Brie/à Lorraine). Aqui um apelo para o saudável, o pastel é assado, mas não por isso menos saboroso. Experimentei o à Lorraine e adorei
Eu pedi tartar de salmão (saladinha, avocado, tostadas de brioche). Estava ok, mas acho que o tartar de salmão poderia estar mais temperadinho

Os pratos principais foram, tournedos à Bistrô-Poivre sobre tostadas, manteiga de pimenta preta, batatas rústicas, bacon chips. Experimentei e estava bom
Escalope à Nicolas (de vitela com sálvia e presunto cru, tomates e gruyère ao forno, arroz branco) também gostei
Pasta fresca ao “foie” (fidelini, creme delicado ao fois, uvas frescas rosadas). Sempre espero um sabor forte e marcante em um prato com fois, mas esse decepcionou, o sabor não se destacou e estava meio frio
Mila-Poulet (milanesa de frango, ratatouille e rúcula). Frango crocante e saboroso, gostei
Eu pedi escondidinho de pato, mandioquinha e cogumelos. Ótimo sabor, o pato estava perfeito, a mandioquinha crocante por fora e de textura cremosa por dentro, adorei!!

As sobremesas, cheese cake (Nutella)
O crème brûlée estava fraquinho, o creme poderia estar mais consistente e mais frio
Tarte aux pommes com sorvete (torta de maça caseira) estava uma delícia! A massa crocante e saborosa

O atendimento também foi muito bom, mas a casa estava vazia, então espero que mantenham o mesmo padrão quando estiver cheia. Também é possível pedir pratos no balcão para levar para casa

Vim dar + um up sobre o Colette!
A convite do kekanto staff, compareci ao evento também.

Difícil achar brechas de detalhes "inexplorados" pelos outros usuários elite, rs!
Dou uma ressalva p/ o SITE do estabelecimento, que é bem completo em relação ao cardápio (porém sem os preços). De certa forma nos gera um certo conforto antes de ir ao estabelecimento em si, pois já sabemos o que vamos encontrar! - e principalmente dar um google no que não sabemos o que é, ainda mais p/ cozinha francesa :)

No demais, resumindo um + pouco: um atendimento ótimo, pratos bons/muito bons, ambiente agradável, boa localização. Minha primeira impressão foi de um local p/ jantar romântico.
Uma dica que gostaria de dar p/ o restaurante são as cadeiras, me deixaram um pouco inconfortável, a proporção altura da mesa e altura da cadeira e a almofada ficava sambando de lá p/ cá toda hora.

De prato principal: Entrecôte a Colette, bem caprichado e saboroso. O entrecôte em si não estava tão macio como esperava. Batatas muito bem assadas e de ótima qualidade. Cebolas bem adocicadas (Acredito eu que são deixadas no congelador p/ perder o aroma "ardido", segredos culinários rs). Alguma erva deu um toque especial porém estava muito forte ao meu paladar, sobressaiu demais.

Tive que deixar a sobremesa p/ provar em uma próxima visita :(

+ uma vez, agradeco ao Kekanto staff pelo convite e espero poder comparecer nos próximos eventos!
Assim como os outros Kekanto Elites que já postaram suas resenhas aqui, estive na Brasserie Colette a convite do Kekanto em comemoração pelo seu primeiro aniversário.
Fomos numa segunda-feira à noite (chegamos lá pelas 21h) e a casa estava vazia, acho que em parte por ser segunda, e em parte por o lugar ser novo e ainda estar pouco movimentado.
Sentamos numa mesa comprida numa espécia de varanda, que era fechada. Achei o lugar charmoso, com cadeiras diferentes, porém um pouco apertado: as pessoas que estavam sentadas junto à parede ficavam "presas" e tinham que pedir para as outras saírem se precisassem ir ao banheiro. A casa de modo geral é bonita, antiga, agradável, com iluminação leve. O que mais gostei da decoração foi o banheiro, que fugia do clichê todo branco e clean. Tinha pastilhas verdes, pia de madeira e um quadro legal. Não era nada mega diferente, mas original. Também gostei mais do andar de cima, que era mais aconhegante e escurinho.
Como couver, veio um biscoito de polvilho bem comprido. Achei engraçado e super a cara da chef Ana Soares (by the way minha tia, mas juro que os elogios que eu sempre faço à comida dela não são por causa dos laços sanguíneos), que foi quem preparou o cardápio de lá. Como definiu uma vez a revista da Folha, ela é uma "fantástica fábrica de menus", e realmente o que ela mais faz bem é fugir do óbvio.
De entrada, dividi com a Alice uma porção de pasteis assados, de cogumelos com queijo brie ou Lorraine. Gostei muito dos dois, especialmente do de cogumelos com brie.
Como prato principal pedi um milanesa de frango com ratatouille e rúcula. O frango estava bem bom, o ratatouille (que eu pedi mais por curiosidade, pois nunca tinha comido) estava médio (acho que porque eu não gosto muito de pimentão) e a rúcula estava rúcula. Dos pratos que provei da mesa, o que mais gostei foi o escondidinho de pato (pelo que os garçons falaram, esse era mesmo o prato mais pedido da casa).
De sobremesa, rachei com a Alice e a Tati um creme brulée (concordo que estava meio mole, mas gostei muito da casquinha) e uma torta de maçã (demais!!!).
O atendimento foi ótimo, vários garçons nos serviram e foram muito solícitos, porém prato principal demorou um pouco pra chegar.
Primeira opinião do lugar
Restaurante bacana. Localizado em o que era uma antiga casa, o restaurante é pequeno e aconchegante (sobretudo o 2o piso) com uma decoração meio nostalgica a francesa. Há placas de automóveis na parede, livros e móveis antigos, e uma iluminação a 1/2 luz que deixa o ambiente ideal para 2. O piso térreo é menos aconchegante porém mais espaçoso e, como estávamos em uma mesa para 14, foi lá mesmo que ficamos.

O atendimento foi bom. Fomos atendidos com atenção e o garçon, Felipe, foi bastante prestativo e preocupou-se em atender bem. O chef Ricardo também veio a mesa falar conosco, o que foi simpático. Fizemos reserva de antemão e, ao chegar, a mesa já estava preparada, outro ponto positivo. Um ponto a melhorar é a atenção com o WC masculino, que estava com tampo sujo em 2 ocasiões. O WC é espaçoso e um mictório poderia facilitar a manutenção.

O cardápio é variado com porções para dividir (ex pastéis assados, croquettes, tartines, escargot, e uma espécie de mezze com queijos e terrines), um menu de pratos leves (saladas, tartar de salmão, a tradicional sopa de cebola, etc), os pratos principais (carnes, massas e frutos do mar) e sobremesas. Como entrada, experimentamos o tartine - 3 fatias bem pequenas de pão com queijo de cabra (chévre) e tomate, foie e pêra, e cogumelos e parmesão -; bom, mas o pão não estava 100% crocante e as fatias eram realmente muito pequenas (~5cm). Para prato principal, fomos de Escalope de vitela ao forno com gruyere, tomates, e presuntro cru; estava muito bom, mas o arroz veio com um "side dish" em uma tijelinha, o que ficou um pouco estranho para comer. Finalmente, para sobremes, pedimos o brownie com sorvete, que estava OK, mas não impressionou.

Para beber, provamos o vinho tinto Uxmal, que caiu super bem com a carne que pedimos.

O valor da conta ficou em R$83/pessoa (não inclui estacionamento e 2 das 3 garrafas de vinho, que foram cortesia), um preço justo para um jantar completo no Jardins.
Um restaurante numa localização diferenciada e ambiente agradável. Gosto muito de comida francesa e apesar do evento ter sido excelente para conhecer as pessoas e ter uma boa conversa, acho que os pratos podem dar um 'up grade'. Como o restaurante não estava cheio, fomos muito bem atendidos e não deixou a desejar em nada com relação à este quesito. Experimentei os tartines que o Fernando tinha pedido que estava bom, mas que com os ingredientes que tinha, poderia estar melhor. A sopa de cebola estava muito boa, quente, mas não fervendo. De prato principal, pasta fresca ao foie, a massa estava boa mas não senti sabor de foie gras, que deixou um pouco a desejar pois o prato poderia ser excelente. Tomamos um vinho tinto, Uxmal, este realmente muito bom para um jantar!!! De sobremesa, uma torta de maçã caseira com sorvete de creme, diferente das tortas que alguns restaurantes oferecem que parecem artificiais, muito boa!!! Preço razoável. Le Jazz ainda está entre meus preferidos, mas lá não conseguimos reunir tanta gente, pois o local é pequeno.
Também estive no evento do Kekanto Elite no local e vou deixar um breve relato com fotos, pois o pessoal já fez excelentes posts.

Gostei bastante do ambiente e do atendimento. Pedi a salada Caprese Maison (mussarela de bufala, salada verde, tomates, presunto cru) e o escondidinho de pato com mandioquinha e cogumelos. Para finalizar, pedi o Gateau Mami (torta de amêndoas e creme de cafe). Os pratos estavam bons, mas eu ainda prefiro o tradicional escondidinho de carne seca.

A minha nota só não é maior por causa do custo benefício (um pouco caro).
Apesar de nunca ter ouvido falar no Collette (até porque é recém-inaugurado), fiquei feliz de saber que iria jantar lá, pois de acordo com a minha namorada, quem elaborou o cardápio do restaurante foi a tia dela, uma chef de ponta que tem seu carimbo em restaurantes como Lanchonete da Cidade, Pirajá e Galeto's.

Apesar de estar localizado nos Jardins e ser de fácil acesso, errei um pouco o caminho por ter seguido as instruções do GoogleMaps. Portanto, se for usá-las, saiba que o restaurante fica um quarteirão antes do que ele mostra.

O valet na porta (acho que por R$12) nem foi necessário: consegui uma vaga na porta - talvez por ser um dia mais tranquilo (segunda-feira). Se procura tranquilidade, recomendo este dia, pois acredito que em pouco tempo a casa ficará bem conhecida e será difícil uma vaga em dias mais concorridos sem que se faça uma reserva.

A primeira impressão foi muito boa. Decoração meio rústica, com luz mais baixa e funcionários simpáticos que nos cumprimentaram ao entrar. A mesa em que sentamos era no andar de baixo, com cadeiras confortáveis em ambiente descontraído, em uma espécie de varanda. Aqui vale uma dica: em dias de frio, este lugar não deve ser tão agradável (a menos que eles deem um jeito de fechá-lo).

O andar superior (que só fui descobrir ao ir no banheiro, na hora de ir embora), é bastante agradável e me parece ser mais romântico, para jantares a dois, com alguns sofazinhos em algo parecido com uma sala de casa.

Como não conheço nada de vinhos, nem olhei para a carta, mas a garrafa que escolheram estava bem gostosa. Aparentemente há uma boa variedade de rótulos.

Ao abrir o cardápio, fiquei um pouco confuso com a disposição das informações (e, confesso, um pouco pelos nomes dos pratos que não estavam em português). Isto, porém, não chegou a ser um problema, pois os garçons que nos atendiam não só esclareciam os pratos, como davam sugestões. Achei legal que no cardápio tem várias frases relacionadas à gastronomia, dando um tom ainda mais informal.

De entrada, pedi um Deli que continha, segundo o cardápio, "champignon trufado, parmesão lascado, presunto crú e rúcula". Quando pedi, achei que fosse um mix de aperitivos em um prato e, mesmo quando o garçon esclareceu que se tratava de um sanduíche, não imaginei que seria algo tão grande para uma entrada. Por sorte, tinha com quem dividir, senão acho que não aguentaria o prato principal inteiro, apesar de estar muito bom (destaque para o parmesão e presunto cru). Pelo que vi de outras entradas, todas são muito bem servidas (vale experimentar também os pasteizinhos assados).

Dentre tantas opções menos comuns para o prato principal, acabei sendo mais conservador e fui de gnocchi zuccini-parmesão (com abobrinha refogada, creme branco, parmesão e manjericão). Leve e muito saboroso. Em uma próxima oportunidade devo pedir o escondidinho de pato, que estava com uma cara muito boa! Novamente, todos os pratos que vi estavam bem servidos (em termos de quantidade) e muito bem apresentados - infelizmente as fotos que tirei ficaram ruins e não merecem ser postadas.

Para mim, o ponto alto (além do atendimento, que foi de primeira), foi a sobremesa. Pedi um cheesecake de nutella que estava sensacional e bem servido, o que quase me fez explodir. Mas imperdível mesmo era a torta de maçã (não sei o nome), da qual provei uma colherada e não me recordo de outra parecida (e o engraçado é que vi a mesma reação que tive em outras pessoas).

De forma geral, ao que a casa se propõe, acho que os preços são bem justos (por volta de R$70 come-se muito bem). Definitivamente pretendo voltar.
O ambiente e o atendimento do Colette foram os dois itens que mais gostei no restaurante. O lugar é aconchegante o os garçons muito prestativos. Quando fui, a casa estava vazia o que pode ter ajudado em um atendimento mais personalizado e atencioso.

De entrada eu pedi um Tartar de Salmão (R$19,00) que estava OK, não destacava mas não estava ruim. De prato principal, pedi um Tournedos à Bistrô-Poivre (R$39,00) que nada mais era do que um corte de carne grosso com batatas. Também achei OK.

O ponto alto foi a Sobremesa, pedi um Creme Brulee (R$19,00) que estava excelente.
Fui ontem jantar no restaurante, pelo Restaurant Week. Jantar por R$ 43,90.
O lugar é bem agradável, charmoso, o frio foi bem esquentado por um aquecedor bem grande.
Funcionários educados e simpáticos.

Parecia uma boa forma de conhecer o restaurante, mas a experiência foi bem desagradável.

Chegando no restaurante, havia a placa para estacionar e o quiosque, mas não tinha o preço. Fui informada que o voucher deveria ser entregue no restaurante e pago junto com a conta.

Estávamos numa mesa com 8 pessoas e assim que todas pessoas chegaram, o garçom veio entregar o cardápio do restaurant week. Mas não vieram anotar os pedidos.... depois de muito tempo esperando (cerca de 25 minutos), resolvemos chamar o garçom.

A entrada que escolhi foi o Tartar de atum, com abacate e ovas de salmão. Devo confessar que achei delicioso!! Saboroso, a combinação estava ótima.

O prato principal escolhido foi o medalhão de vitela com lentilha e porcini (cogumelo). Mas não posso opinar sobre esse, já que o garçom trouxe os pedidos errados, e não quis trocar... então resolvi comer o papelote de pescada com mini legumes. O prato foi uma decepção, uma posta de peixe sem tempero ou gosto nenhum. Com 2 couves de bruxelas, 2 cenouras baby, e abobrinha.

Além de errarem nos pratos, esqueceram de um...

A sobremesa estava gostosa, era um manjar de amêndoas com calda de frutas vermelhas, sem grandes emoções.

Então, quase que nos expulsando do estabelecimento, o garçom pegou as comandas do estacionamento e voltou com a conta. Surpresa: O estacionamento custou R$ 17,00!!!!!

Poderia ter sido uma ótima oportunidade de conhecer o restaurante, ter adorado, e querer voltar outras vezes, mas depois de todo o ocorrido, não volto. E espero que isso que aconteceu tenha sido um "azar" e que não aconteça com outros clientes
Depois de tantas resenhas super completas, só tenho a dizer que gostei muito do restaurante (e principalmente do evento promovido pelo Kekanto). Eu, que não sou nada chegada à cozinha francesa, gostei muito do meu pedido, o escondidinho de pato. Minha entrada, como muitos descreveram, foi o tartar de salmão. Realmente não estava nada espetacular, mas gostoso e serviu bem para abrir o apetite.

Minha sobremesa foi o cheesecake de Nutella, que estava bem leve e saboroso. A pedida do vinho também me agradou bastante (apesar de que nesse quesito não tenho nenhum grande conhecimento).

Se era em virtude do evento ou não, fiquei bastante impressionada com o atendimento. Garçons super atentos, solícitos, que foram decisivos nas minhas escolhas. Com certeza é um lugar que voltaria para provar outros pratos.
Fui apenas uma vez ao Brasserie Colette, mas o restaurante já virou o meu "Le Jazz" dos Jardins. Pequeno e charmoso, com cardápio reduzido, o Colette é um aconchegante bistrô francês. O restaurante estava vazio na minha visita (que foi numa segunda feira a noite) e o atendimento foi perfeito: garçons atenciosos e muito bem treinados - sabiam descrever os pratos com precisão além de sugerir opções para os mais indecisos. No jantar, tivemos o prazer de conhecer o chef Ricardo, que veio se apresentar e perguntar se os pratos estavam bons.

Achei o cardápio um pouco confuso, demorei para entender até onde iam as entradas e onde começavam os sanduíches, mas ao mesmo tempo achei interessante ver no cardápio que o restaurante tem twitter e facebook!

Para minha grande alegria, o cardápio tem apenas um prato preparado com fritura por imersão: O croquete de vitela. Pedi os pasteizinhos assados de entrada: crocantes e com recheio de cogumelo e queijo brie ou Lorraine (bacon, ovos e gruyere) vieram acompanhados de geléia natural de pimenta.

Como prato principal, provei o Tournedos à Poivre com batatas rústicas, como sempre, pedi que viesse muito mal-passado, e incrivelmente a carne veio perfeita: ultra-macia, sangrando e muito bem temperada (o que nem sempre ocorre com cortes altos). A pimenta era discreta e as batatinhas (pré-cozidas e finalizadas no forno) estavam apetitosas.

Provei a Torta de maçã e o creme-brule de sobremesa. A torta estava divina, sai de la com vontade de pedir a receita! O creme-brule deixou a desejar. Achei o creme ralo demais e não muito saboroso.

O restaurante tem outras opções como quiche com salada, sanduíches, e pratos como o escondidinho de pato, que estava delicioso e chegou à mesa muito bem apresentado!

Os preços são bem razoáveis, mas ainda acho o Le Jazz mais justo. Recomendo, vale a pena!
Realmente, respeito as opiniões de muitos dos "opinadores" acima. Oriento-me muito por eles, contudo, acho que estavam encantados pelo convite deste site.
Fui com minha mulher ao Colette, 24/03, uma quinta-feira.
TUDO ESTAVA RUIM !!!!!!!!!!
Ao chegarmos fomos alocados em uma mesa ao lado de um "suporte" de alvenaria (provavelmente o registro do restaurante) que estava MOLHADO, e por pouco não molhou minha mulher.
Pedimos o pastel de queijo brie e fomos surpreendidos com a seguinte resposta do garçom: "Irá demorar pois uma outra mesa fez um pedido grande." Lamentável, completamente lamentável. Depois, gentilmente, o mesmo garçon falou que falou com cozinha e que conseguiria o pedido em 10 minutos (que chegou em 20 min.).
Os pratos pedidos foram o ovo poché, que estava apenas honesto. Nada de mais e nada de menos.
Minha mulher pediu uma "fritada" - que estava PAVOROSA !!!! Nem há comentários sobre este prato. FUJAM, FUJAM DELE !!!!!!!!!!
O crème brûlée além de pequeno, MUITO PEQUENO, estava aceitável. Evitem !!!
O vinho e a água estavam bons. :)

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