Chez Fabrice

Endereço: Rua Mourato Coelho, 1140 , São Paulo , SP - Brasil

Telefone:

(11) 3032-...

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Categoria:

Restaurantes Francês

  | Rank: 24º de 88
Preço por pessoa
$$$$ (De R$51 até R$100)

Primeira opinião
Mario Roberto Schick
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Ter.
12h - 15h e 20h - 23:59
Qua.
12h - 15h e 20h - 23:59
Qui.
12h - 15h e 20h - 23:59
Sex.
12h - 15h e 20h - 23:59
Sáb.
12h - 17h e 20h - 23:59
Dom.
12h - 17h


Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Aceita reservas
  • Mesas ao ar livre
  • Couvert: 7,00
  • Menu executivo: 29,90
  • Estacionamento: valet 18,00


Como chegar
Favorito
Sou dono
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http://br.kekanto.com/como-chegar/chez-fabrice
Notas específicas:
Comida
(13)
Atendimento
(13)
Bebida
(12)
Custo-benefício
(12)
Ambiente
(12)
Dicas Ver mais
Opiniões
Fomos jantar num sabado e pedimos a sopa de cebola como entrada, e o raviolini de lagostim. A sopa estava razoável, não era o que eu esperava. Em compensação, o raviolini, nota 10. O entrecote com fritas chegou no ponto certo, nota 9. De sobremesa, pedimos o crepe suzete com sorbet de tangerina, esse deixou a desejar, só o sorbet salvou. O petit gateau, com sorvete de pistache, nota 6. Local agradável, serviço atencioso porém os garçons um pouco sérios. O local é realmente meio apertado, não tem como não ouvir as mesas ao lado. Mesmo assim, vale a pena conhecer.
Aproveitamos a semana Restaurante Week para conhecer o espaço.

Chegamos e prontamente a garçonete nos levou à mesa reservada (às vezes a reserva é feita, mas sacomé... Não tem mesa disponível). O que incomodou um pouco foi a proximidade com a porta, toda hora aberta para o "entra e sai"... Fiquei um pouco incomodada com o vento frio e o cheiro de cigarro, mas... Rsrsrs...

A mesa (a primeira à direita logo após a porta) tinha pouca iluminação em comparação com as demais mesas, mas deu todo um clima ao jantar...

Das opções de entrada do cardápio, pedi o brandade de bacalhau (MARAVILHOSO), minha amiga e meu marido, o crepe de abobrinha (igualmente saboroso).

Eu pedi o Saint Peter com Röesti de batatas ao molho de manteiga e alecrim e, minha amiga e meu marido, o risoto de cogumelos e aspargos... Tudo muito gostoso, mesmo com o alecrim, que é muito forte ao meu paladar. Acho bacana ter sempre uma opção totalmente sem carne, assim os vegetarianos podem nos acompanhar sem aquele ar "desanimado e decepcionado" ao olhar o cardápio.

A sobremesa foi um dos pontos altos: a rabanada com creme inglês e sorvete de canela estava SURREAL de tão gostosa! Meus acompanhantes pediram petit gateau com sorvete de pistache e também estava sensacional...

Não sei se era o proprietário do local, mas um rapaz muito educado e simpático (com sotaque francês) veio à nossa mesa algumas vezes, para nos servir e também retirar os pratos. As garçonetes foram igualmente educadas...

Curti bastante pelo clima aconchegante que o lugar tem, acho que pelas poucas mesas e o atendimento à altura da quantidade de clientes que cabem lá... Super aprovei!
Lá na Vila Madalena tem um bistrô que já paqueramos muitas vezes. Mas o affair nunca se consumou. Até que em um dos últimos dias desta São Paulo Restaurant Week finalmente fomos ao Chez Fabrice, em funcionamento num pequeno imóvel da movimentada rua Mourato Coelho.

O atendimento ao telefone, no momento da reserva, foi excelente. Uma simpática funcionária fez questão, inclusive, de lembrar da feira que acontece na rua aos sábados e de explicar o melhor caminho para acessar o local sem dar de cara com algum quarteirão interditado. Muito bacana.
Pegamos uma das quatro mesas do agradável jardim e logo nos serviram o couvert opcional, com patê de ervas, manteiga, berinjela com pimentão, além da cesta de pães fresquinhos, como brioches e massa choux. Tudo muito bom. Sem dúvida, valeu os R$ 7 por pessoa.

Para beber a escolha foi o vinho chileno El Descanso, patrocinador do evento. O Sauvignon Blanc (R$ 12 a taça) foi uma boa surpresa: leve, frutado e bem gostoso.
Alguns minutos depois chegaram as entradas. Com acidez além da conta, o gaspacho (de tomate e pepino) passou longe de empolgar. Sem contar que o garçom quase derrubou o prato na hora de servir! Por isso, na foto abaixo, a sopa invade a borda do prato.

Diferente da Terrine de patê de campagne, muito bem temperada e com sabor predominante da carne de porco (pelo menos foi essa a percepção). Terrines, aliás, agradam nosso paladar desde uma viagem sobre a qual temos muito o que postar.

Os pratos principais demoraram um pouco a chegar, mas nada que incomodasse. Destaque para o Gnocchi de rúcula com Ratatouille. Foi servido, é bem verdade, com quantidade de sal inferior àquela que nós, brasileiros, estamos acostumados. Pra gente, porém, não foi problema.

Muito bom também o Saint Peter com batata rosti, molho de manteiga e alecrim com tomates confitados. Menção especial para o molho – nada como o sabor da manteiga! Pelo que vimos, esse prato faz parte do cardápio regular.

Entre as sobremesas, se deu bem quem optou pelo básico. Leia-se um delicioso Crepe Suzette, cuja calda deixou saudades. Também integra a carta regular de sobremesas.

Já os ovos nevados fizeram um belo efeito visual. O problema é que o sentido mais importante na ocasião era, claro, o paladar. E, nesse quesito, nada de tão relevante foi notado.

Terminados os doces, concoradamos ter sido um almoço muito bom. Aí foi só chamar o garçom e pedir para ele encerrar nossa curta participação nesta Restaurant Week, resumida a duas casas francesas: “l’addition, s’il vous plaît.”

Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Simpático e discreto bistrô, inaugurado em 2008 pelo chefe francês Fabrice Delassus. Tem um ambiente muito aconchegante, com capacidade para aproximadamente 40 pessoas. O atendimento é feito pelo próprio dono!

Enquanto esperávamos nossos pedidos, ficávamos com água na boca de ver os pratos das mesas ao lado. Era um mais delicioso que o outro e a apresentação é incrível!!! Na verdade, tudo ali parece ser uma delícia, até mesmo o couvert! Os pãezinhos vêm quentinhos e são muito gostosos.

De entrada, pedimos uma caliente Soupe a l oignon gratinee (sopa de cebola gratinada – R$ 18,50) e um saborosíssimo Vol-au-vent aux fruits de mer (ninho de massa folhada com frutos do mar – R$ 17,50). Ambos estavam impecáveis!

De prato principal, fomos de Risotto aux courgettes et au gorgonzola (risoto de abobrinhas ao molho gorgonzola – R$34,50), que estava excelente. Nota-se o sabor do gorgonzola em cada garfada, perfeito!

O outro pedido foi o Loup de mer en briques et fricassees de champignons (robalo em massa fillo com fricassee de cogumelos – R$44,50). A apresentação desse prato é fenomenal, dá vontade de não tocar na comida de tão bonito! Além disso, o sabor é maravilhoso e a combinação deliciosa! Só achamos que ficaria melhor se fosse acompanhado por um risoto, mas isso não desvaloriza o prato, de forma alguma.

Um ponto que não podemos deixar de comentar é que os pratos são muito bem servidos, diferente do que costumamos ver em outros restaurantes franceses.

Fonte: http://temperourbano.blog.br/site/chez-fabrice-gastronomia-francesa-de-primeira
Se você não está acostumado com a "alta gastronomia", como dizem e, não subestimando ninguém, Cuidado! Se voce pedir o: "Magret de canard aux fruits rouges pommes sautees" (PATO - iscas/laminas de filet de pato com molho de frutas vermelhas e batatas saute - foto), pode ter uma decepção ou não gostar no minímo.
Apesar de o prato ser uma das opções premiada da casa, o pato vem (veio) praticamente crú, com gosto estranho, que o garçom falou que era servido a carne levemente "rosada", que seria o normal do prato do pato, mas ele reconheceu que teria que passar um pouco mais e levou o prato para tal. A combinação na minha opnião, do molho de frutas, tipo de amora com as batatas saute em formatos de cubinhos nesse prato, estariam perfeitos, se não fosse isso. Aceitei a sugestão no intuito de degustar algo diferente, mas não foi muito agradável, nem apetitoso. Achei que fosse melhor.
Quanto ao: ENTRECOTE aux frites sauce gorgonzola (CONTRAFILÉ com fritas no molho gorgonzola), estava perfeito - nota 10. Muito saboroso, muito gostoso, tenro. Dica, se não gosta de carne "mal passada" como eu; peça "mais ao ponto", pois a tendência dos pratos desse restaurante, segundo a garçonete, é virem sangrando. Para quem gosta, um prato cheio.
A entrada, o Ravióli de langoustines ao molho de tomates, também estava muito bom, nota 9 - porção de uma unidade.
Quanto a sobremesa, um comportado PETIT GATEAU com sorvete de tangerina - foto (não tinha o de pistache oferecido), que faz jus a nota 6, já mencionada aqui por uma comensal boa de crítica.
O bristô tem também, sugestões tipo combo - "La formule " para uma pessoa: com entrada, prato principal e sobremesa por R$50,00 (o pato, salmão ou massa) ou R$75,00, dependendo do prato.
Não achei a carta de vinho tão "honesta" assim não! ...mais ou menos. Pedi opção de vinho em taça, não tinham e no cardapio constava.
O local é pequeno mesmo, mas agradável, idem o atendimento e não chega a se acotovelar com as outras mesas.
Muito ruim de se estacionar no local, só valet mesmo -18,00. Mas dei sorte de encontrar uma vaga na rua, próximo.
Não sei se voltaria..., vou pensar e esperar outra ocasião por voucher.
Vale a pena conferir, se não conhecer e tiver curiosidade pela culinária... e aventura.
O Chez Fabrice é um bistrô escondido em meio à agitação da Vila Madalena. Mesmo estando bem próximo ao burburinho do quadrilátero da Aspicuelta (Posto 6, São Bento, Patriarca e José Menino), o restaurante é super tranquilo e nada barulhento. Fica até difícil encontrá-lo em meio a tanto agito! Lá dentro é super aconchegante e intimista, um clássico bistrô. Logo na chegada, fomos recepcionados pelo simpático proprietário Fabrice Delassus, que parece fazer questão de dar as boas-vindas - com o devido sotaque - a todo visitante.

Acompanhados de outro casal, começamos a debulhar o cardápio. Todos as opções estão em francês, com tradução e explicações em português. Se ainda restar dúvida, consulte os garçons - que são muito bem instruídos, sabem com propriedade do que estão falando.

De entrada, pedimos trouxinhas de queijo Boursin, um queijo de cabra pasteurizado acrescido com creme de leite. Ele é bem cremoso e saboroso, mas a trouxinha deixou a desejar. Criamos uma grande expectativa pela entrada, que demorou mais de 30 minutos para chegar à mesa e cuja massa, bem fininha e pouco saborosa, não chegou a surpreender.

De prato principal, Gabriel pediu Confit de Pato com risoto de cogumelos. A apresentação é muito bonita, e o prato também estava delicioso. A carne estava limpinha, muito bem temperada (confit bem preparado!), e tinha uma casquinha muito saborosa. O risoto de cogumelos também estava super gostoso, tinha vários shitakes e harmonizou bem com a carne de pato. Mas é bom deixar claro: o prato não é abundante, vem pouco risoto.

Mariana pediu Bouef Bourguignon porque, desde que assistiu ao filme "Julie & Julia", criou simpatia pelo grande desafio da vida de Julie Powell, a Julia Child moderna. Cheia de expectativa, ela ficou um pouco decepcionada. Não que tenha achado o prato ruim, mas disse esperar mais. O Bouef Bourguignon é uma carne cozida em vinho de Borgonha, daí o nome. O ensopado ainda leva cenoura, bacon, cebolinha e cogumelos. É um prato marcante, em que prevalece o sabor do vinho. A carne estava macia.

Para finalizar, ainda emprestamos algumas colheradas de um Petit Gatêau com sorvete de pistache do nosso amigo, que havia pedido um menu fechado por R$ 50. Essa opção vale a pena, pois oferece uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. E a sobremesa, como não poderia deixar de ser, estava bem boa.

A experiência foi ótima. Um ambiente agradabilíssimo, atendimento ótimo e comida muito bem preparada. Pagamos algo em torno de R$ 70 por pessoa e valeu muito a pena. O ponto baixo é a demora dos pratos, mas isso não chegou a incomodar porque o papo e o couvert estavam ótimos!

Um ponto positivo do restaurante é o site dele, que oferece o cardápio completo com preços. Ou seja: deixa claro o que oferece e quanto cobra por isso. Quer qualidade maior do que a honestidade?
Bistrô típico, com ambiente intimista, muito agradável. Os preços são menores que os usuais neste tipo de restaurante. O dono fabrice está sempre presente, com muita simpatia. Todos os pratos que provei estavam deliciosos, com destaque para o crepe de abobrinha da entrada. Há opções de cardápio completo(entrada+principal+sobremesa) a partir de r$ 55,00. Recomendo.
Já fui ao Chez Fabrice umas 3 vezes...
O atendimento é bom, o ambiente agradável (apesar de apertado) e a comida tipicamente francesa: saborosa, bem apresentada e em porções pequenas.

Para não ficar me alongando muito na descrição dos pratos, segue a lista dos que achei mais saborosos:
- carre de cordeiro com batata gratain
- steak tartare de salmão (entrada)
- bouef bourguignon

Para a sobremesa, trio brullet!!. São 3 potinho de creme brullet, cada um saborizado de uma forma: com limão, baunilha e alecrim. O de alecrim na minha opinião é o melhor, mas meu namorado preferiu o de limão.

Para ter um experiência completa, vale a pena seguir a tradição francesa e optar pelo formule.
O formule na França é assim como o teishoku no Japão, todo restaurante serve um.
Lá no Chez a Fabrice exitem 2 opções de formule, um a 50 reais com pratos mais simples e outro 75 reais com opções mais elaboradas.

Evite os sucos, são geralmente aguados... :(

Diferente do que disseram em uma resenha anterior, o Fabrice já não recebe mais os clientes na porta, mas os garçons são realmente bem treinados e sabem explicar os pratos com perfeição.

É uma excelente opção para um jantar romântico.
Colocarei a resenha como bom, mas para regular está em pendência, devo voltar mais uma vez neste estabelecimento para ver se volta a melhorar ou se está em decadência.
Estive nesta casa a uns 6 meses e havia gostado bastante, acreditava que havia feito a resenha, mas a mesma não aparece, quando estive a primeira vez comi o famoso steak tartare que estava muito bom.
Desta vez fui de formule 75 e fui de vieiras com massa folhada como entrada e linguado aos frutos do mar como prato principal que estavam muito bons, minha esposa foi de soufle de abobrinha que achei um pouco sem gosto e como prato principal filet mignon ao molho Béarnaise com ratatouile que estava gostoso, quanto as sobremesas fomos de confit de maça era o único disponível já que os sorvetes estavam em falta por problemas na geladeira.
Acredito que a casa está um pouco deteriorada em relação a passagem anterior, no salão principal tem várias infiltrações na parede, e o atendimento na primeira vez foi muito superior a esta visita, dava-se para perceber o Fabrice se atritando com a garçonete e isto cliente atento consegue sentir o clima da casa.
Quanto as bebidas fomos de cerveja pois os vinhos mais baratos começam em 80 reais.
Quanto a conta foi de 130 reais mais 100 de cupons adquiridos anteriormente sendo que pagamos na verdade 50, sendo assim 90 reais por pessoa, que poderiam ter sido gastos de forma mais prazerosa em outro lugar
Música francesa alta, mesas grudadas e toalhas brancas cheias de taças. É assim que me recordo do Chez Fabrice – um dos participantes do São Paulo Restaurant Week. O pequeno bistrô especializado em comida francesa tem excelente comida. Adorei tudo que provei – o tartare de salmão, o risoto de cogumelo com legumes e o petit gâteau com sorvete de pistache.
Fui hoje a esse Bistrô, infelizmente tive uma experiência desagradável. Solicitei entradas, pratos principais e sobremesas às 21h ou menos. Às 21h30 chegou o pedido das entradas. Comida sem graça, faltava temperos, insossa, sem sabor. O que salvou foi o molho da salada que estava muito bom. Até aí, ficamos decepcionados pelo tempo, mas eu e minha namorada acreditávamos que prato principal e sobremesa viriam logo em seguida um do outro. Infelizmente, não foi isso que ocorreu. Cansados pelo cansaço, cancelamos a sobremesa e quase fizemos o mesmo com o prato principal que chegou 22:20 (40 min após de terminar a entrada). O chef Fabrice insistiu para que não cancelássemos a sobremesa, mas não teve jeito. A comida do prato principal: batatas murchas, sem algum toque especial, truta seca, sentíamos mais o gosto da manteiga do que do peixe que não tinha um tempero consistente e o purê de batata, um dos piores, sentimos pedaços de batatas, estava insosso e tempero, novamente, sem graça. O que salvou foi o filé mignon cru que estava muito bem feito e temperado deliciosamente. De resto, sem elogios. Pedimos a conta, só sei que ela veio duas vezes: uma com R$ 6,00 a mais e a outra, corretamente, porém após o pagamento, saímos bem tarde, 23:20, esperamos pelas contas 20min. Sorte que fizemos amizades com o casal simpático da mesa ao lado, que não passava pelo mesmo problema da demora exagerada, contudo, o salmão gratinado deles veio cru e gelado. Na segunda vez, pois eles devolveram o prato, veio normal, porém não saboroso. Assim como eles que já FORAM fregueses assíduos, não voltaremos nunca mais.
Em uma dessas nossas saídas para comer, decidimos variar o cardápio e optamos pelo Chez Fabrice, aqui perto, na Vila Madalena.

O espaço é pequeno (como são os bistrôs), mas tão pequeno que ficamos até intimidados para conversar. As mesas que ficam do lado esquerdo dividem o mesmo sofá e eram tão próximas que parecíamos uma grande família reunida (ex: neste dia acompanhei toda a viagem para Italia, do casal do meu lado direito e toda a estratégia de investimento do grupo Camargo correia, contada pelo casal do lado esquerdo).

O cardápio é compacto (como são os cardápios de bistrôs), mas trazia o principal (ou mais conhecido) da culinária francesa.

De couvert nos trouxeram brioches e alguns outros tipos de pães, mas que estava frio e duro – uma decepção já que minha referencia de franceses são os pães deliciosos (R$8 por pessoa).

De entrada pedi uma saborosa “Soupe a l´oignon gratinée” – sopa de cebola gratinada (R$16), que muito me lembrou a sopa de cebola do Ceasa – SP (pode até parecer uma comparação esdrúxula mas a sopa do Ceasa é a mais gostosa que já comi).

Meu namorado pediu um “Aumonière au boursin avec un coulis de poivrous rouges” – Trouxinhas com queijo boursin e molho vermelho com pimentão (R$13,50) – simples, gostoso e com forte pico de boursin.

Como prato principal, pedi um delicioso e equilibrado “risotto de chanoif” – aspargos e funghi (R$33,50), super no ponto.

E meu namorado pediu um “Saumon au tian de courgettes sauce maltaise au citron” (R$34,00), que poderia estar melhor se tivessem acertado o ponto do salmão – no caso, muito passado e seco.

Como nesse dia não tinha creme brulée (grrrr!), optamos pelas opções disponíveis: ópera gateau com sorvete de pistache (R$13). O bolo estava sensacional mas o sorvete de pistache tinha uma textura bastante cristalizada (sabe quando se faz sorvete em casa?).

E “tarte au citron au coulis de fruits rouges” (R$14) – torta de limão com frutas vermelhas.

Enfim, valeu ter conhecido um novo restaurante e se não fosse o ambiente, provavelmente eu voltaria porque para comida francesa, o restaurante é até acessível.
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