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Centro Cultural Banco do Brasil

Centro Cultural Banco do Brasil

Rua Álvaro Penteado, 112
- São Paulo , SP - 01012-000

Telefone: 11 3113-3651

Preço por pessoa:

$ (Até R$15)

Categoria:
Museu
Ranking: #6 de 70
Horário de funcionamento:
Seg.: Fechado
Ter. a Dom.: 9h às 21h
Primeira opinião por:
Wiliam Kiyoshi Ue...
Detalhes:
Acesso para deficientes
Ar condicionado
Inaugurado em 2001
Proibido fumar
Local para comer
Visita monitorada
Metrô/trem próximo: Sé (378 m)

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Publicidade
Notas:
1 estrela
0
Notas específicas:
Ambiente
(51)
Atendimento
(47)
Custo-benefício
(24)
Dicas  (50)
Allan Gonçalves
Apesar de ser um museu, não é só isso, é: museu, galeria, café, restaurante, teatro, ponto de encontro, cinema, livraria e um dos meus lugares em São Paulo :)
Allan G.
Maria Odete Pereira
Você pode solicitar a van que faz o translado dos visitantes do estacionamento Zarvos, na Rua da Consolação, nº 222 ao CCBB e vice-versa. Isto faz com que a visita ao CCBB seja muito prática e segura.
Maria O.
katia sanchez duarte
O centro de SP está mais urbanizado e seguro , com bares para happy hour bem proximos e o policiamento está mais presente, mas ainda assim, vale a pena ter um pouco de atenção ao circular pela região noperiodo da noite.
katia s.
João Paulo Gagliardi Costa
Não deixe de conferir. Pegue o metrô, caminhe pelo centro e vá até o CCBB
João P.
Classificar por:
Opiniões   (75)
 
Como meus amigos disseram o Centro Cultural Banco do Brasil é uma lugar deveras incrível, lá sempre rola várias exposições interessantes e mostras de filmes super bacanas !

A última exposição que eu fui foi do artista chinês Cai Quo-Qiang chamada "Nunca Aprendi a Pousar" Eles fizeram um esquema super legal e deixaram parte da exposição do lado de fora! Eu curti muito, parecia que o Centro de SP tinha sido invadido por umas naves espaciais ou algo do tipo.
No mesmo dia fui a uma mostra de cinema russo, eu não curti o filme que eu vi, chamava-se Elegia á Russia mas valeu a pena para conhecer! Foi um dia agradável apesar de uma mulher ter cismado com o meu celular na salas de cinema, eu tinha esquecido de desligar, mas ele estava no silencioso, de qualquer forma ela se incomodou com a luz do meu celular e começou a encrencar comigo, ela estava certa, mas não precisava fazer tanto escândalo e a cada movimento na cadeira que eu fazia ela me olhava, foi irritante.

No mais lá tem uma exposição fixa de xilogravura que é excelente, que fica no último andar, tem um café ótimo, que se chama Cafezal! E é um lugar que DEVE ser vistado e revisitado, sem falar que ele é lindo tanto na parte externa com aquele estilão colonial quanto na parte interna.

Agora está rolando a 8ª Mostra Mundo Árabe com os filmes árabes que bombaram nos festivais. - De 21 de agosto a 1º de setembro de 2013. Em seguida terá a mostra com filmes do Azerbaijão. Com produções premiadas azerbaijanesas inéditas no Brasil. Nos dias - 4 a 8/9.
Dica: Visite e Revisite !
Bom para: Famílias, Ir com amigos, Ir sozinho, Ir com crianças, Casais, Ponto turístico
 
O CCBB virou meu Top Lugares Favoritos de Sampa! =) É um prédio histórico lindo, com museu, galeria de arte, um café super charmoso, uma lojinha de conveniências, livraria, cinema. Enfim, um espaço cultural completo e que todo paulistano tem que conhecer.

Eu fui na mostra de Mestres Renascentistas e realmente fiquei abismada com a organização do staff. Esta mostra gerou filas e filas (foram 2-3h para entrar), mas não por falta de estrutura do lugar e da exposição e sim pela procura maior que esperada (tanto que a mostra foi prorrogada , com direito a ficar aberta 24h, duranto todo o último final de semana, se não me engano). Além disso, as pessoas que trabalham lá realmente entendem do assunto: se você tem qualquer dúvida, explicam os detalhes com simpatia!

Mas qualquer mostra que você visite no CCBB não fica restrita somente à exposição. Lá você fica boquiaberta com a arquitetura do prédio, com as pinturas, afrescos, enfim, tudo!

Uma dica: depois de ficar algumas horas visitando o Centro Cultural, exposições, etc, não deixe de experimentar os lanches e cafés da cafeteria localizada hall de entrada,e dar um visu na lojinha e livraria. Se conseguir, pegue uma das sessões de cinema que oferecem gratuitamente - com filmes fora do circuito comercial.
Bom para: Famílias, Ir com amigos, Ir sozinho, Ir com crianças, Casais, Ponto turístico
 
Só o prédio já é um espetáculo de ser visto, e sempre tem exposições, festivais de cinema e peças de teatro muito interessantes acontecendo. Vale a pena a visita!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Ir sozinho, Ponto turístico
 
Como meus amigos disseram o Centro Cultural Banco do Brasil é uma lugar deveras incrível, lá sempre rola várias exposições interessantes e mostras de filmes super bacanas !

A última exposição que eu fui foi do artista chinês Cai Quo-Qiang chamada "Nunca Aprendi a Pousar" Eles fizeram um esquema super legal e deixaram parte da exposição do lado de fora! Eu curti muito, parecia que o Centro de SP tinha sido invadido por umas naves espaciais ou algo do tipo.
No mesmo dia fui a uma mostra de cinema russo, eu não curti o filme que eu vi, chamava-se Elegia á Russia mas valeu a pena para conhecer! Foi um dia agradável apesar de uma mulher ter cismado com o meu celular na salas de cinema, eu tinha esquecido de desligar, mas ele estava no silencioso, de qualquer forma ela se incomodou com a luz do meu celular e começou a encrencar comigo, ela estava certa, mas não precisava fazer tanto escândalo e a cada movimento na cadeira que eu fazia ela me olhava, foi irritante.

No mais lá tem uma exposição fixa de xilogravura que é excelente, que fica no último andar, tem um café ótimo, que se chama Cafezal! E é um lugar que DEVE ser vistado e revisitado, sem falar que ele é lindo tanto na parte externa com aquele estilão colonial quanto na parte interna.

Agora está rolando a 8ª Mostra Mundo Árabe com os filmes árabes que bombaram nos festivais. - De 21 de agosto a 1º de setembro de 2013. Em seguida terá a mostra com filmes do Azerbaijão. Com produções premiadas azerbaijanesas inéditas no Brasil. Nos dias - 4 a 8/9.
Dica: Visite e Revisite !
Bom para: Famílias, Ir com amigos, Ir sozinho, Ir com crianças, Casais, Ponto turístico
 
Fui neste Centro Cultural apenas 1 vez, para assistir ao musical sobre o Legião Urbana e achei sensacional.
A fachada é bem conservada, mantendo o estilo dos prédios do centro. O interior é lindo, extremamente limpo e bem cuidado.
A sala onde assistimos à peça possuía 2 andares (parte em frente ao palco e o mezanino, onde ficamos). Tudo novinho, bem conservado e com ótimo sistema de som.
Adorei e recomendo a visita!
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Famílias, Ir sozinho, Ponto turístico
Myung Hwa:
Adoro o CCBB, fui em algumas exposições, nunca para assistir espetáculos. A programação deles é sempre bacana, e nas exposições a entrada é gratuita. Como funciona nos espetáculos?
Conteúdo inválido
Luciana R:
Eu só fui 1x (há uns 6 anos, na peça do Renato Russo) e tive que comprar os ingressos pela internet, logo que lançou a peça... Lembro que foi bem concorrida.
Conteúdo inválido
 
O Centro Cultural Banco do Brasil no centro paulistano, foi outrora a primeira sede bancária do Banco do Brasil no Estado de São Paulo, com prédio próprio eregido ainda nos tempos do Império sob a regência de D. Pedro II, tendo sido fundado por Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá.

A história do banco se confunde um pouco com a história de alguns brasileiros. O conhecido Barão de Mauá, nascido no Estado do Rio Grande do Sul em uma família muito humilde, foi morar na cidade do Rio de Janeiro mandado por sua mãe que, viúva, precisando casar-se novamente, via nele um "estorvo" para a realização deste novo matrimônio, mandando-o então para viver com seu tio, ajudando-o em um armazém de "secos e molhados". Após aprender bem matemática, mostrar-se um bom administrador e cobrador, foi convidado a trabalhar no Loyd Bank após mostrar habilidade em negociar a dívida de seu tio com o banco.

Muitos anos após, convencido que o Brasil tinha de ter o seu próprio banco e diminuir a dependência do capital inglês, fundou o Banco do Brasil, que posteriormente foi assumido pelo império.

Atualmente, no prédio da antiga sede da Agência 001 do Banco do Brasil, abriga o CCBB, que até o dia 06 de janeiro de 2014 abriga a exposição idealizada pelo Instituto Wladimir Herzog para contar, através da linha do tempo de 1960 a 1985 a história da resistência à ditadura militar no Brasil.

É preciso conhecer o passado para não permitir que os erros se repitam e prejudiquem nosso futuro. Conhecer a história é uma forma de resistência. O conhecimento combate a ignorância, combate o preconceito e edifica o futuro.

O ambiente é riquíssimo, digno de receber grandes obras de arte, como por exemplo, a exposição realizada no ano passado com os pintores impressionistas, como Van Gogh.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Famílias, Ir sozinho, Ponto turístico
 
Apesar de ser um museu, não é só isso, é: museu, galeria, café, restaurante, teatro, ponto de encontro, cinema, livraria e um dos meus lugares em São Paulo :)

Tudo aqui funciona maravilhosamente bem, das expos até ao café (que é um caso especial, cuja minha opinião encontra-se no estabelecimento do local, cafezal), a alegria e maior se vivida aqui.

Desnecessário falar sobre as exposições encantadoras que acontecem, sobre a excelente curadoria, sobre a programação cultural impecável etc. Afinal sempre tem novidades e mudanças, mas vamos ao prédio. Uma das construções mais bonitas do velho centro, talvez por estra em boas condições e sempre reformada, os vitrais são amazing, as portas, os cofres (era um antigo banco), o piso...impecável. O teatro é pequeno, ideal para monólogos, o cinema também funciona com poucas cadeiras, mas vale a pena brigar pelos ingressos, sempre mostras muito boas.

O atendimento é sempre gentil até por parte dos seguranças, acho que é uma palavra constante ao se falar CCBB, jé que afinal espero que o Centro Cultural Banco do Brasil dure para sempre ou ao menos até eu morrer.
Dica: café, restaurante, loja, cinema, teatro, exposições, mostras, fachada, vitrais.
 
Meu local preferido para eventos culturais. Nota 10 para os seguranças que sempre são muito educados, até em situações "extremas" (digo aqui "extremas" pois minha namorada quase tocou num quadro - exposição grandes mestres da Itália, se não me engano - e o segurança p-a-c-i-e-n-t-e-m-e-n-t-e explicou que poderia ativar o alarme geral de roubo, imagine o sangue frio... brrrrrr)!

Único problema é que em exposições muito requisitadas a fila é um grande inconveniente: na mesma exposição de mestres italianos eu fiquei 3 HORAS na fila. Pelo menos o interessante é saber que o nível cultural dos visitantes indica também a oportunidade de conhecer pessoas interessantes.

Mas a fila é uma consequência da organização interna do local, que não quer exceder o número de visitantes para não causar tumulto, roubo, empurra-empurra... etc...

Local bonito, organizado, ar condicionado operando bem, possibilidade de pegar panfletos explicativos, lanchonete e segurança.

Único problema do lugar são os banheiros que parecem escondidos e a posição das luzes para exibir os quadros, que interfere na visão do apreciador. Ademais... muito bom.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Famílias, Ir sozinho, Ponto turístico
 
Vim nessa sexta conhecer o Centro Cultural do Banco do Brasil., junto com meus amigos Rafael e Camila O lugar estava cheio de visitantes, uma multidão de alunos trazidos pelas escolas em excursão.

Fomos direto à bilheteria para comprar o ingresso para a peça e recebemos a notícia de que a peça estava esgotada até o final da temporada, mas que poderíamos esperar até às 17h30 por desistências. Quem não pagaria 3$ para assistir Rosi Campos (sim, a Morgana do Castelo Rá-Tim-Bum) numa peça com nome de puteiro? Resolvemos ver a exposição de Escher que era no mesmo lugar e cuja entrada é franca, e esperar.

Na entrada, há um jogo de perspectiva que muda a impressão de tamanho das pessoas e algumas ilusões de ótica divertidas. A Camila não podia olhar para a maioria elas porque dava vertigem, tudo começava a girar. Subimos os andares - são três ao todo - e começamos pelo último andar. Lá, um pouco mais da história de Escher era contada: nem sabia que ele era holandês, arquiteto e tampouco conhecia as obras menos famosas dele; o cara era genial! Assistimos alguns documentários e vimos cada esboço e obra desse artista fantástico. O mais legal foi saber que, no começo, ele tentava reproduzir em suas obras o mundo como ele é; com a Segunda Guerra e sendo privado de retratar paisagens belas, procurou criar o seu mundo, distorcido e infinito.

Gostei do prédio e da arquitetura, bem como a iluminação e o ambiente confortável que apresentava: mesmo com o frio que fazia lá fora, estávamos bem abrigados dentro dele. Todos os andares estava decorados de acordo com a exposição e havia muitos seguranças e funcionárias dispostas a ajudar na visita. Há banheiros e bebdouros na maioria dos andares e o acesso aos superiores é feito tanto por escadas quanto por elevadores. Acredito que as escadas poderiam ser mais largas, eis um ponto a melhorar.

No andar térreo há um caixa eletrônico do Banco do Brasil, uma lojinha com souvenires e livros e uma lanchonete para uma pausa no meio da visita. No último andar está o teatro, onde pudemos assistir a peça depois de esperar pelas desistências. Não é tão grande, mas tem uma boa iluminação e é confortável.

Rosi Campos era a Lilith, o demônio que tocava o Cabaret Luxúria, antro das perdições mundanas e destino dos que se entregaram à tentação da carne. Segundo sua personagem, é melhor "reinar no inferno à servir no céu". A peça retratava inúmeras passagens de luxúria de personagens ilustres da história e trabalhava em vários aspectos a dualidade de opiniões de homens e mulheres sobre o sexo, enquanto mantinha em seu roteiro principal a tentativa de Mephisto (Bruno Perillo) em conquistar o amor verdadeiro da recém chegada Justine (Rachel Ripani) e ganhar a aposta feita com Lilith. Lembra muito o filme "Como perder um homem em 10 dias", mas garanto que é pecado fazer tal comparação.
Com um tom hilário e musical, a peça arrancou muitas gargalhadas e fez uso de uma gama de melodias famosas e inclui no seu repertório até Sidney Magal. Fiquei pasmo com a personagem Justine (Rachel Ripani) que cantou em francês, dançou tango e atuou como ninguém. Isso sem falar numa belíssima composição de instrumentos musicais que incluiu piano, violoncelo, violino, bateria, trompete... esqueci de algo? É de tirar o fôlego!
Dica: Se os ingressos estiverem esgotados, espere até 1h30 antes da peça. Sempre surge desistências.
Bom para: Apreciar uma boa exposição e assistir espetáculos de teatro.
 
Domingo à tarde fui conferir a mostra "Impressionismo: Paris e a Modernidade – Obras-Primas do Museu d’Orsay," no Centro Cultural Bando do Brasil.
Faltando uma semana para o encerramento, e levando em conta que no último dia da exposição ainda teremos as eleições municipais, a fila estava bem grande. Mas valeu a pena. É a primeira vez que uma seleção de 85 obras-primas do acervo do Museu d’Orsay, de Paris, vem ao Brasil, assinadas por Camille Pissaro, Claude Monet, Edgar Degas, Edouard Manet, Henri Toulosse-Lautrec, Paul Cézanne, Paul Gauguin, Pierre-Auguste Renoir e Vincent Van Gogh, entre outros mestres.
É muito legal quando você fica frente a frente com alguns quadros famosos, que até então só tinham sido observados em revistas, jornais, sites, TV, etc.... como "Duas jovens ao piano" de Auguste Renoir. Ou “O tocador de Pífaro”, de Edouard Manet. E até algumas molduras impressionam.
Na saída tem um café que funciona dentro do próprio edifício. Um pão de queijo e um expresso a R$ 8,25. Lá fora tudo fechado nas imediações, pois já passavam da 20h, não havia outra alternativa. A entrada é franca. O edifício é um espetáculo. Curiosidade: O Museu d’Orsay fica na margem esquerda do rio Sena em Paris. Foi uma estação ferroviária até meados da década de 70, quando foi transformado num museu e inaugurado por François Mitterrand, em 1986. Características originais e marcantes do edifício foram preservadas, como a cobertura transparente e o grande relógio, uma atração à parte.
Dica: Antes de visitar, vale conferir os horários no site: http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoEvento=4840
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
 
Esta exposição, Impressionismo: Paris e a Modernidade, acontece até o dia 07/10/12. As obras vieram do Museu D' Orsay, na França. Obras de Camille Pissaro, Claude Monet, Edgar Degas, Edouard Manet, Henri Toulosse-Lautrec, Paul Cézanne, Paul Gauguin, Pierre-Auguste Renoir e Vincent Van Gogh, entre outros mestres. As filas tem sido enormes, melhor chegar cedo, ou nos finais de semana, chegando na parte da manhã antes das 9h, é certo de não ter fila longa. Nos dias de semana, tem as escolas que visitam o CCBB, tornando as filas bem compridas.
Esta exposição conta também com o quarto andar.
O prédio tem uma fachada estilo clássico, com um pé direito no térreo de mais de 5 m, um patrimônio arquitetônico.
Há um café muito simpático no térreo.
Dica: metrô Sé
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
 
O CCBB é um lugar obrigatório de visita.

Nele, há exposições, mostras, filmes e passeios guiados de vários artisitas importantes.

O ambiente é imponente, o prédio, daqueles bem antigos do centro de São Paulo, conta com uma decoração grandiosa e original.

A localização é privilegiada (bem no centro velho, com inúmeros ônibus e metrôs próximos.

A região é perigosa de noite.

Dentro há uma cafeteria com cara de "café gourmet" (há vários grãos, torras, modos de preparo, etc.).

Há um restaurante/café em cima, no andar do cinema.
 
Irretocável!!! Gratuito, com excelentes exposições... acessível, tudo de bom. Ainda dá pra sair de lá e dar uma volta pelo centro de SP. A ultima foi a exposição Visões, com obras do Andy Warhol, Picasso, Roy Lichtenstein e tantos outros, com obras até para deficientes visuais... enfim...tudo de bom! Recomendo e Recomendo!
Dica: vá em todas as exposições!
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Famílias, Ir sozinho, Ponto turístico
 
Sempre ouvi falar deste lugar, porém, acabava sempre em uma desculpa para deixar para a próxima vez. No ínicio de agosto resolvi comprar ingressos para a peça "Quanto custa?", para o dia 30.08, e fiquei me perguntando porque demorei tanto. Achei o lugar lindo, com atendentes ótimos, pois são educados, atenciosos...
O local, como o próprio nome já diz, possui uma programação cultural que vale a pena, sem contar que muita coisa é de graça ou com preço simbólico (R$ 6,00 a inteira). Vacilei de não perguntar sobre correntista do BB, pois tinha desconto, mas não me preocupei muito porque 6 reais não é uma fortuna, né? Na próxima eu fico mais ligada :-)
E tem pra todos os gostos: cinema, exposição, teatro, etc. Vale acompanhar a programação pelo site, ou pegar um encarte na recepção.
Fica localizado bem no centro velho de São Paulo, próximo à Sé. Embora ali não passe carro, o local tem convênio com um estacionamento que fica na R. Consolação, nº 228. Você carimba o papel do estacionamento na recepção e fica em R$ 15,00 o período de 5 horas, sendo que o local disponibiliza van que leva e busca durante o período em que o teatro estiver aberto. Após às 19 horas há a opção de pegar a van e descer na estação República, caso opte pelo transporte público.
No térreo há um café charmosinho e com salgados DELICIOSOS! Comi um salgado assado de queijo e cebola e adorei! Vale ressaltar que o café não segue a linha baixo custo do CCBB, ficando na média dos locais da região.
Resumindo: Conheça!
Bom para: Famílias, Ir com amigos, Ir sozinho, Ir com crianças, Casais, Ponto turístico
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Total de opiniões: 75

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