Preço por pessoa:
$ (Até R$15)
Categoria:
Museu
Site oficial:
bb.com.br
Horário de funcionamento:
Seg.: Fechado
Ter. a Dom.: 9h às 21h
Primeira opinião por:
Wiliam Kiyoshi Ue...
Wiliam Kiyoshi Ue...
Detalhes:
Acesso para deficientes
Ar condicionado
Inaugurado em 2001
Proibido fumar
Local para comer
Visita monitorada
Metrô/trem próximo:
Sé (378 m)
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Notas específicas:
Atendimento
(19)
Custo-benefício
(19)
Ambiente
(19)
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Opiniões
(33)
Vim nessa sexta conhecer o Centro Cultural do Banco do Brasil., junto com meus amigos Rafael e Camila O lugar estava cheio de visitantes, uma multidão de alunos trazidos pelas escolas em excursão.
Fomos direto à bilheteria para comprar o ingresso para a peça e recebemos a notícia de que a peça estava esgotada até o final da temporada, mas que poderíamos esperar até às 17h30 por desistências. Quem não pagaria 3$ para assistir Rosi Campos (sim, a Morgana do Castelo Rá-Tim-Bum) numa peça com nome de puteiro? Resolvemos ver a exposição de Escher que era no mesmo lugar e cuja entrada é franca, e esperar.
Na entrada, há um jogo de perspectiva que muda a impressão de tamanho das pessoas e algumas ilusões de ótica divertidas. A Camila não podia olhar para a maioria elas porque dava vertigem, tudo começava a girar. Subimos os andares - são três ao todo - e começamos pelo último andar. Lá, um pouco mais da história de Escher era contada: nem sabia que ele era holandês, arquiteto e tampouco conhecia as obras menos famosas dele; o cara era genial! Assistimos alguns documentários e vimos cada esboço e obra desse artista fantástico. O mais legal foi saber que, no começo, ele tentava reproduzir em suas obras o mundo como ele é; com a Segunda Guerra e sendo privado de retratar paisagens belas, procurou criar o seu mundo, distorcido e infinito.
Gostei do prédio e da arquitetura, bem como a iluminação e o ambiente confortável que apresentava: mesmo com o frio que fazia lá fora, estávamos bem abrigados dentro dele. Todos os andares estava decorados de acordo com a exposição e havia muitos seguranças e funcionárias dispostas a ajudar na visita. Há banheiros e bebdouros na maioria dos andares e o acesso aos superiores é feito tanto por escadas quanto por elevadores. Acredito que as escadas poderiam ser mais largas, eis um ponto a melhorar.
No andar térreo há um caixa eletrônico do Banco do Brasil, uma lojinha com souvenires e livros e uma lanchonete para uma pausa no meio da visita. No último andar está o teatro, onde pudemos assistir a peça depois de esperar pelas desistências. Não é tão grande, mas tem uma boa iluminação e é confortável.
Rosi Campos era a Lilith, o demônio que tocava o Cabaret Luxúria, antro das perdições mundanas e destino dos que se entregaram à tentação da carne. Segundo sua personagem, é melhor "reinar no inferno à servir no céu". A peça retratava inúmeras passagens de luxúria de personagens ilustres da história e trabalhava em vários aspectos a dualidade de opiniões de homens e mulheres sobre o sexo, enquanto mantinha em seu roteiro principal a tentativa de Mephisto (Bruno Perillo) em conquistar o amor verdadeiro da recém chegada Justine (Rachel Ripani) e ganhar a aposta feita com Lilith. Lembra muito o filme "Como perder um homem em 10 dias", mas garanto que é pecado fazer tal comparação.
Com um tom hilário e musical, a peça arrancou muitas gargalhadas e fez uso de uma gama de melodias famosas e inclui no seu repertório até Sidney Magal. Fiquei pasmo com a personagem Justine (Rachel Ripani) que cantou em francês, dançou tango e atuou como ninguém. Isso sem falar numa belíssima composição de instrumentos musicais que incluiu piano, violoncelo, violino, bateria, trompete... esqueci de algo? É de tirar o fôlego!
Fomos direto à bilheteria para comprar o ingresso para a peça e recebemos a notícia de que a peça estava esgotada até o final da temporada, mas que poderíamos esperar até às 17h30 por desistências. Quem não pagaria 3$ para assistir Rosi Campos (sim, a Morgana do Castelo Rá-Tim-Bum) numa peça com nome de puteiro? Resolvemos ver a exposição de Escher que era no mesmo lugar e cuja entrada é franca, e esperar.
Na entrada, há um jogo de perspectiva que muda a impressão de tamanho das pessoas e algumas ilusões de ótica divertidas. A Camila não podia olhar para a maioria elas porque dava vertigem, tudo começava a girar. Subimos os andares - são três ao todo - e começamos pelo último andar. Lá, um pouco mais da história de Escher era contada: nem sabia que ele era holandês, arquiteto e tampouco conhecia as obras menos famosas dele; o cara era genial! Assistimos alguns documentários e vimos cada esboço e obra desse artista fantástico. O mais legal foi saber que, no começo, ele tentava reproduzir em suas obras o mundo como ele é; com a Segunda Guerra e sendo privado de retratar paisagens belas, procurou criar o seu mundo, distorcido e infinito.
Gostei do prédio e da arquitetura, bem como a iluminação e o ambiente confortável que apresentava: mesmo com o frio que fazia lá fora, estávamos bem abrigados dentro dele. Todos os andares estava decorados de acordo com a exposição e havia muitos seguranças e funcionárias dispostas a ajudar na visita. Há banheiros e bebdouros na maioria dos andares e o acesso aos superiores é feito tanto por escadas quanto por elevadores. Acredito que as escadas poderiam ser mais largas, eis um ponto a melhorar.
No andar térreo há um caixa eletrônico do Banco do Brasil, uma lojinha com souvenires e livros e uma lanchonete para uma pausa no meio da visita. No último andar está o teatro, onde pudemos assistir a peça depois de esperar pelas desistências. Não é tão grande, mas tem uma boa iluminação e é confortável.
Rosi Campos era a Lilith, o demônio que tocava o Cabaret Luxúria, antro das perdições mundanas e destino dos que se entregaram à tentação da carne. Segundo sua personagem, é melhor "reinar no inferno à servir no céu". A peça retratava inúmeras passagens de luxúria de personagens ilustres da história e trabalhava em vários aspectos a dualidade de opiniões de homens e mulheres sobre o sexo, enquanto mantinha em seu roteiro principal a tentativa de Mephisto (Bruno Perillo) em conquistar o amor verdadeiro da recém chegada Justine (Rachel Ripani) e ganhar a aposta feita com Lilith. Lembra muito o filme "Como perder um homem em 10 dias", mas garanto que é pecado fazer tal comparação.
Com um tom hilário e musical, a peça arrancou muitas gargalhadas e fez uso de uma gama de melodias famosas e inclui no seu repertório até Sidney Magal. Fiquei pasmo com a personagem Justine (Rachel Ripani) que cantou em francês, dançou tango e atuou como ninguém. Isso sem falar numa belíssima composição de instrumentos musicais que incluiu piano, violoncelo, violino, bateria, trompete... esqueci de algo? É de tirar o fôlego!
Dica: Se os ingressos estiverem esgotados, espere até 1h30 antes da peça. Sempre surge desistências.
Bom para: Apreciar uma boa exposição e assistir espetáculos de teatro.
Atendimento
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20/05/2011
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Fernanda S., Thais G., Gloritcha e mais 6 pessoas gostaram
Sheila A.:
AMEI a sua resenha, William! Parabéns!
Wiliam Kiyoshi Uemura Matsubara:
Obrigado Sheila!
Gloritcha:
Adorei a do Escher tb. Parabéns pela resenha, muito boa!
MILTON DE ABREU CAVALCANTE:
É ISSO MESMO SR WILIAN , O CENTRO CULTURA BANCO DO BRASIL É EXCELENTE , SEMPRE TRAZ NOVIDADES , TRABALHO ALI PERTO E INDICO , QUEM TIVER OPORTUNIDADE DE VISITAR VÁ LÁ.VALE A PENA
Pessoal sábado estive no Centro Cultural Banco do Brasil, o local é muito bonito, um prédio antigo no coração da capital, próximo as estações São Bento e Sé do metrô, no local sempre acontecem exposições, shows, apresentações de peças de teatro, este mês estão acontecendo por lá vários eventos legais, a casa está com a exposição de arte do americano Escher, aliás, uma dica para quem quiser ver a exposição, vá na semana, pois aos finais de semana a fila está dobrando o prédio, ou seja, horas e horas de espera para poder prestigiar as obras do artista, aliás até agora não consegui ver, kkkk e á exposição só irá até 17/07, portanto quem quiser tem que correr, e a exposição é gratuita, as terças está acontecendo o projeto Soy Loko por ti America, com a apresentação de nomes consagrados da MPB e artistas da America Latina, este evento tem custo acho que é R$20,00, mas o que eu assisti no sábado, foi a peça infantil " Birili e o pote vazio", aliás uma peça muito legal, não só para as crianças, pois passa uma bela mensagem de vida, a peça conta com atores, bocos de marioneta e com uma técnica de teatro de sombra, aliás o que vale assistir o espetáculo, a peça se passa na China do século passado e conta a história de um menininho que tem o poder de conversar com as plantas, a peça passa o tempo todo os valores da verdade e honestidade, bem legal e divertida, vale a pena, a peça é gratuita, todos os sábados, com seções as 11 h e 15 h e domingos às 15 h, o ingresso deve ser retirado 01 hora antes do ínicio do espetáculo.
Dica: Para quem for de carro o CCBB conta com um estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228, com transporte gratuito até as proximidades.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Gastar pouco
Ambiente
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13/07/2011
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Sheila A.:
Nessas horas queria morar em São Paulo!
rafael assad luz:
ah é sampa realmente tem de tudo, 24 horas por dia, kkkkk, mas quando puder vir a cidade, visite este centro cultural, é um dos melhores
oppa com br:
Visitei o CCBB várias vezes e adorei sempre. Aconselho a todo o mundo.
Lindo e imperdível.
A arquitetura já é uma atração por si só. A ela integra-se uma programação cultural intensa e de excelente qualidade.
Há também um restaurante no segundo andar e um charmoso café no térreo.
Programa obrigatório para quem visita o Centro de São Paulos
A arquitetura já é uma atração por si só. A ela integra-se uma programação cultural intensa e de excelente qualidade.
Há também um restaurante no segundo andar e um charmoso café no térreo.
Programa obrigatório para quem visita o Centro de São Paulos
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Famílias, Ir sozinho, Ponto turístico
Ambiente
Atendimento
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29/04/2013
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Allan Gonçalves:
já reabriu a parte gastronômica? Estava em reforme das últimas vezes que fui
Apesar de ser um museu, não é só isso, é: museu, galeria, café, restaurante, teatro, ponto de encontro, cinema, livraria e um dos meus lugares em São Paulo :)
Tudo aqui funciona maravilhosamente bem, das expos até ao café (que é um caso especial, cuja minha opinião encontra-se no estabelecimento do local, cafezal), a alegria e maior se vivida aqui.
Desnecessário falar sobre as exposições encantadoras que acontecem, sobre a excelente curadoria, sobre a programação cultural impecável etc. Afinal sempre tem novidades e mudanças, mas vamos ao prédio. Uma das construções mais bonitas do velho centro, talvez por estra em boas condições e sempre reformada, os vitrais são amazing, as portas, os cofres (era um antigo banco), o piso...impecável. O teatro é pequeno, ideal para monólogos, o cinema também funciona com poucas cadeiras, mas vale a pena brigar pelos ingressos, sempre mostras muito boas.
O atendimento é sempre gentil até por parte dos seguranças, acho que é uma palavra constante ao se falar CCBB, jé que afinal espero que o Centro Cultural Banco do Brasil dure para sempre ou ao menos até eu morrer.
Tudo aqui funciona maravilhosamente bem, das expos até ao café (que é um caso especial, cuja minha opinião encontra-se no estabelecimento do local, cafezal), a alegria e maior se vivida aqui.
Desnecessário falar sobre as exposições encantadoras que acontecem, sobre a excelente curadoria, sobre a programação cultural impecável etc. Afinal sempre tem novidades e mudanças, mas vamos ao prédio. Uma das construções mais bonitas do velho centro, talvez por estra em boas condições e sempre reformada, os vitrais são amazing, as portas, os cofres (era um antigo banco), o piso...impecável. O teatro é pequeno, ideal para monólogos, o cinema também funciona com poucas cadeiras, mas vale a pena brigar pelos ingressos, sempre mostras muito boas.
O atendimento é sempre gentil até por parte dos seguranças, acho que é uma palavra constante ao se falar CCBB, jé que afinal espero que o Centro Cultural Banco do Brasil dure para sempre ou ao menos até eu morrer.
Dica: café, restaurante, loja, cinema, teatro, exposições, mostras, fachada, vitrais.
Ambiente
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30/01/2013
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rafael assad luz:
Esse é um dos lugano mais belos e bacanas da cidade
Allan Gonçalves:
concordo
Pra quem gosta de arquitetura com certeza vai amar este lugar. A arquitetura é no mínimo belíssima, como diz uma colega minha.
Se você se interessa por música, dança, literatura, artes visuais e todo tipo de discussão sócio-educativa, seu endereço é esse. Por ser um centro cultural aqui você encontra palestras sobre cultura, diversidade, urbanidade, história conteporânea; seminários, debates, além de apresentações de teatro e cinema enfim! É bacana ficar de olho na programação do centro cultural.
o CCBB fica localizado no centro velho de São Paulo, na Sé; Então ir de carro pode ser um pouco complicado. A localização pode se tornar um ponto negativo dado que essa região à noite não é muito, digamos assim, amigável.
Mas vale a pena conhecer, pode ser um bom programa de fim de semana.
Se você se interessa por música, dança, literatura, artes visuais e todo tipo de discussão sócio-educativa, seu endereço é esse. Por ser um centro cultural aqui você encontra palestras sobre cultura, diversidade, urbanidade, história conteporânea; seminários, debates, além de apresentações de teatro e cinema enfim! É bacana ficar de olho na programação do centro cultural.
o CCBB fica localizado no centro velho de São Paulo, na Sé; Então ir de carro pode ser um pouco complicado. A localização pode se tornar um ponto negativo dado que essa região à noite não é muito, digamos assim, amigável.
Mas vale a pena conhecer, pode ser um bom programa de fim de semana.
Bom para: Ir com amigos
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10/02/2012
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rafael assad luz:
Gosto muito deste local, pena ser pouco divulgado na mídia
Esta exposição, Impressionismo: Paris e a Modernidade, acontece até o dia 07/10/12. As obras vieram do Museu D' Orsay, na França. Obras de Camille Pissaro, Claude Monet, Edgar Degas, Edouard Manet, Henri Toulosse-Lautrec, Paul Cézanne, Paul Gauguin, Pierre-Auguste Renoir e Vincent Van Gogh, entre outros mestres. As filas tem sido enormes, melhor chegar cedo, ou nos finais de semana, chegando na parte da manhã antes das 9h, é certo de não ter fila longa. Nos dias de semana, tem as escolas que visitam o CCBB, tornando as filas bem compridas.
Esta exposição conta também com o quarto andar.
O prédio tem uma fachada estilo clássico, com um pé direito no térreo de mais de 5 m, um patrimônio arquitetônico.
Há um café muito simpático no térreo.
Esta exposição conta também com o quarto andar.
O prédio tem uma fachada estilo clássico, com um pé direito no térreo de mais de 5 m, um patrimônio arquitetônico.
Há um café muito simpático no térreo.
Dica: metrô Sé
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
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26/09/2012
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rafael assad luz:
Esse lugar é muito bonito, e há ótimas exposições msmo
Nunca tinha ido ao CCBB e tive uma experiência maravilhosa,tanto pelo lugar de uma arquitetura muito bonita e bem conservada,quanto pela exposição India! que fui ver ontem. O local é de fácil acesso,por metrô ou ônibus,e também para quem quer ir de carro tem um convênio com estacionamento no edifício Zarvos na Consolação,onde tem um sistema leva e trás gratuito com vans até o CCBB.
Tem uma lojinha,onde pode-se comprar lembranças do Centro,ou relativas a exposição,um café onde experimentei as bebidas indianas Chai e Lassi (adoro experimentar coisas novas...rsrsr),tem um teatro para exibição de peças e vídeos.Os seguranças são muito educados e prestativos.
Uma boa dica de passeio quando a gente está de bobeira num fim de semana.
Tem uma lojinha,onde pode-se comprar lembranças do Centro,ou relativas a exposição,um café onde experimentei as bebidas indianas Chai e Lassi (adoro experimentar coisas novas...rsrsr),tem um teatro para exibição de peças e vídeos.Os seguranças são muito educados e prestativos.
Uma boa dica de passeio quando a gente está de bobeira num fim de semana.
Dica: Fique atento a programação,sempre tem eventos gratuitos.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
Ambiente
Atendimento
Custo-benefício
Fui ao CCBB neste final de semana para ver uma exposição. O CCBB é um prédio bastante antigo que fica próximo à Catedral da Sé e do Largo São Francisco.
O CCBB possui 4 andares (incluindo o térreo) e o subsolo que podem abrigar exposições. Além de espaço para quadros e esculturas, também possui local para exibição de vídeo e apresentação de peças de teatro. O local ainda possui uma pequena lanchote e livraria temática (que oferece livros relacionados à exposição).
O CCBB também oferece ajuda a visitantes com deficiência mental ou física mediante agendamento.
O CCBB possui 4 andares (incluindo o térreo) e o subsolo que podem abrigar exposições. Além de espaço para quadros e esculturas, também possui local para exibição de vídeo e apresentação de peças de teatro. O local ainda possui uma pequena lanchote e livraria temática (que oferece livros relacionados à exposição).
O CCBB também oferece ajuda a visitantes com deficiência mental ou física mediante agendamento.
Dica: Nos últimos dias de exposição, chegue MUITO cedo para não pegar fila ou leve uma revista.
Bom para: Gastar pouco
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18/07/2011
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Vânia M.G.:
Eu n visito nada em Sampa....
Vânia M.G.:
Preciso começar a fazer passeios turísticos em Sampa :)
Sheila A.:
Vixi, Vania...é mal de quem mora em Sampa.. Tenho amigos que moram aí e acabam não conhecendo nada também. Aliás, acho que é mal de qualquer cidade. O negócio é ser turista, hehee... Se bem que de boteco vc é expert!!! (risos)
Glauce Pedrosa Barros:
Na vdd o prédio tem um andar que não conseguimos ver por dentro, pois é depois do vitral do teto ;)
Na sua visita, aproveite para conhecer também um pedaço do centro antigo de São Paulo.
Como a região só é permitada acesso por pedestres, há serviço especial de van partindo de um estacionamento no começo da Rua da Consolação.
A arquitetura do edificio é bastante interessante, propiciando um ambiente de encanto marcado por uma bela escadaria. Há sempre exposições bem programadas, normalmente com entrada gratuita.
Como a região só é permitada acesso por pedestres, há serviço especial de van partindo de um estacionamento no começo da Rua da Consolação.
A arquitetura do edificio é bastante interessante, propiciando um ambiente de encanto marcado por uma bela escadaria. Há sempre exposições bem programadas, normalmente com entrada gratuita.
Domingo à tarde fui conferir a mostra "Impressionismo: Paris e a Modernidade – Obras-Primas do Museu d’Orsay," no Centro Cultural Bando do Brasil.
Faltando uma semana para o encerramento, e levando em conta que no último dia da exposição ainda teremos as eleições municipais, a fila estava bem grande. Mas valeu a pena. É a primeira vez que uma seleção de 85 obras-primas do acervo do Museu d’Orsay, de Paris, vem ao Brasil, assinadas por Camille Pissaro, Claude Monet, Edgar Degas, Edouard Manet, Henri Toulosse-Lautrec, Paul Cézanne, Paul Gauguin, Pierre-Auguste Renoir e Vincent Van Gogh, entre outros mestres.
É muito legal quando você fica frente a frente com alguns quadros famosos, que até então só tinham sido observados em revistas, jornais, sites, TV, etc.... como "Duas jovens ao piano" de Auguste Renoir. Ou “O tocador de Pífaro”, de Edouard Manet. E até algumas molduras impressionam.
Na saída tem um café que funciona dentro do próprio edifício. Um pão de queijo e um expresso a R$ 8,25. Lá fora tudo fechado nas imediações, pois já passavam da 20h, não havia outra alternativa. A entrada é franca. O edifício é um espetáculo. Curiosidade: O Museu d’Orsay fica na margem esquerda do rio Sena em Paris. Foi uma estação ferroviária até meados da década de 70, quando foi transformado num museu e inaugurado por François Mitterrand, em 1986. Características originais e marcantes do edifício foram preservadas, como a cobertura transparente e o grande relógio, uma atração à parte.
Faltando uma semana para o encerramento, e levando em conta que no último dia da exposição ainda teremos as eleições municipais, a fila estava bem grande. Mas valeu a pena. É a primeira vez que uma seleção de 85 obras-primas do acervo do Museu d’Orsay, de Paris, vem ao Brasil, assinadas por Camille Pissaro, Claude Monet, Edgar Degas, Edouard Manet, Henri Toulosse-Lautrec, Paul Cézanne, Paul Gauguin, Pierre-Auguste Renoir e Vincent Van Gogh, entre outros mestres.
É muito legal quando você fica frente a frente com alguns quadros famosos, que até então só tinham sido observados em revistas, jornais, sites, TV, etc.... como "Duas jovens ao piano" de Auguste Renoir. Ou “O tocador de Pífaro”, de Edouard Manet. E até algumas molduras impressionam.
Na saída tem um café que funciona dentro do próprio edifício. Um pão de queijo e um expresso a R$ 8,25. Lá fora tudo fechado nas imediações, pois já passavam da 20h, não havia outra alternativa. A entrada é franca. O edifício é um espetáculo. Curiosidade: O Museu d’Orsay fica na margem esquerda do rio Sena em Paris. Foi uma estação ferroviária até meados da década de 70, quando foi transformado num museu e inaugurado por François Mitterrand, em 1986. Características originais e marcantes do edifício foram preservadas, como a cobertura transparente e o grande relógio, uma atração à parte.
Dica: Antes de visitar, vale conferir os horários no site: http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoEvento=4840
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
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01/10/2012
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Nobu Tateoka:
Dica boa. já fui visitar em dia q estava fechado...
Allan Gonçalves:
Gostei muito de ter visto o "Impressionistas", valeu a fila.
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