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Casa da Li

Casa da Li

Rua Aspicuelta, 23
Vila Madalena - São Paulo , SP

Telefone: (11) 3871-1002

Categoria:
Armazéns e Mercados
Ranking: #271 de 1150
Site oficial:
casadali.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Horário de funcionamento:
Seg.: Fechado
Ter. a Sex.: 12h às 15h e 17:30 às 19h
Sab.: 12h às 19h
Dom.: 12h às 16h
Primeira opinião por:
Dandara N.
Detalhes:

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Publicidade
Notas:
2 estrelas
0
1 estrela
0
Notas específicas:
Ambiente
(4)
Comida
(4)
Atendimento
(4)
Bebida
(4)
Custo-benefício
(4)
Dicas  (1)
Classificar por:
Opiniões   (4)
 
São Paulo, sua linda! Te odeio e te amo, tudo ao mesmo tempo. Não dá mais pra chegar e tentar cumprir uma agenda, ver amigos e visitar lugares pré-determinados. Maldita cidade detentora dos restaurantes mais desejados por mim.

O segredo é pensar onde precisamos ir, e perto disso, quais lugares CASUALMENTE estavam na nossa listinha. Resolvemos o problema de escolher onde almoçariamos quando o Floriano, um cara que conhece meio mundo e se orgulha de dizer que já viajou por TODAS as cias aéreas, deixou escapar que nunca havia pisado na Vila Madalena.

Shame on you, Floriano Spiess. Mete aí no teu GPS “rua aspicuelta” que daí a gente já pára na Casa da Li, porque to há horas querendo provar uma tal lasanha à bolonhesa que ela tanto fala no twitter.
Chegamos lá e fazia um calor porto-alegrense (alô você que costumava usar a expressão “calor senegalês”, favor substituir por “calor porto-alegrense” em função dos novos tempos. Grato.), e como não somos fumantes, resolvemos prestigiar o ar-condicionado, uma das invenções mais geniais dos tempos modernos.

Cozinha à vista, equipe enxuta, um pouquinho de cheiro de comida vazando para o salão, patati patatá. No geral, uma rotisserie bem daquelas que a gente poderia adotar como o restaurante do dia-a-dia, caso morasse/trabalhasse na redondeza. Tudo dentro do previsto.
O menu começa com o franguinho assado, mais conhecido como “televisão de cachorro”, um dos maiores ícones da comfort food.

Durante muito tempo chamei isso de “frango se virando”. Culpa do meu pai, que volta e meia, em momentos decisivos enquanto discutimos o que teremos pro jantar, larga a cartada mágica do “que tal um franguinho se virando com polenta frita?”. Sempre cola.

Em seguida, aterrisa na mesa a tal da lasanha à bolonhesa, a culpada por esta food experience estar sendo (gerúndio, abração meu velho!) descrita aqui e agora.

Acontece que ela foi absurdamente ofuscada pela Porchetta. Primeiro, questão de justiça já que a Porchetta estava maravilhosa, crocante nas extremidades e temperada à perfeição. E segundo, porque talvez a lasanha tenha passado um tantinho assim do ponto.

Fechando em grande estilo, a maior das sobremesas: pudim de laranja. Nada mais “sobremesa de casa de vó”, vai dizer?!

Valeu por uma viagem ao passado esse almoço. Primeiro, porque voltei à Vila Madalena depois de alguns anos; segundo, porque comi pudim de laranja e lembrei da minha avó; e terceiro, porque pude chegar em casa e dizer pro meu pai que comi “frango se virando” e NÃO foi por sugestão dele. 35 reais por pessoa pra ter tudo isso na memória afetiva não é nada!
 
O menu quase completo (R$ 24,90). A saladinha é um show a parte com folhas, legumes, grãos, sementes e frutas em um bowl farto. E que é apenas a entrada! Para coroar, um molho super simples e muito gostoso, que nem precisa de azeite para complementar.
Bom para: Almoçar
 
A Casa da Li é o lugar ideal para irmos quando sentimos falta de comida de mãe. Tempero na medida e preços justos. Se for almoçar, comece com as torradinhas, depois peça a salada e, finalmente, o prato principal. Por menos de 30 reais, o almoço do dia também inclui uma sobremesa.
Bom para: Almoçar
 
São Paulo, sua linda! Te odeio e te amo, tudo ao mesmo tempo. Não dá mais pra chegar e tentar cumprir uma agenda, ver amigos e visitar lugares pré-determinados. Maldita cidade detentora dos restaurantes mais desejados por mim.

O segredo é pensar onde precisamos ir, e perto disso, quais lugares CASUALMENTE estavam na nossa listinha. Resolvemos o problema de escolher onde almoçariamos quando o Floriano, um cara que conhece meio mundo e se orgulha de dizer que já viajou por TODAS as cias aéreas, deixou escapar que nunca havia pisado na Vila Madalena.

Shame on you, Floriano Spiess. Mete aí no teu GPS “rua aspicuelta” que daí a gente já pára na Casa da Li, porque to há horas querendo provar uma tal lasanha à bolonhesa que ela tanto fala no twitter.
Chegamos lá e fazia um calor porto-alegrense (alô você que costumava usar a expressão “calor senegalês”, favor substituir por “calor porto-alegrense” em função dos novos tempos. Grato.), e como não somos fumantes, resolvemos prestigiar o ar-condicionado, uma das invenções mais geniais dos tempos modernos.

Cozinha à vista, equipe enxuta, um pouquinho de cheiro de comida vazando para o salão, patati patatá. No geral, uma rotisserie bem daquelas que a gente poderia adotar como o restaurante do dia-a-dia, caso morasse/trabalhasse na redondeza. Tudo dentro do previsto.
O menu começa com o franguinho assado, mais conhecido como “televisão de cachorro”, um dos maiores ícones da comfort food.

Durante muito tempo chamei isso de “frango se virando”. Culpa do meu pai, que volta e meia, em momentos decisivos enquanto discutimos o que teremos pro jantar, larga a cartada mágica do “que tal um franguinho se virando com polenta frita?”. Sempre cola.

Em seguida, aterrisa na mesa a tal da lasanha à bolonhesa, a culpada por esta food experience estar sendo (gerúndio, abração meu velho!) descrita aqui e agora.

Acontece que ela foi absurdamente ofuscada pela Porchetta. Primeiro, questão de justiça já que a Porchetta estava maravilhosa, crocante nas extremidades e temperada à perfeição. E segundo, porque talvez a lasanha tenha passado um tantinho assim do ponto.

Fechando em grande estilo, a maior das sobremesas: pudim de laranja. Nada mais “sobremesa de casa de vó”, vai dizer?!

Valeu por uma viagem ao passado esse almoço. Primeiro, porque voltei à Vila Madalena depois de alguns anos; segundo, porque comi pudim de laranja e lembrei da minha avó; e terceiro, porque pude chegar em casa e dizer pro meu pai que comi “frango se virando” e NÃO foi por sugestão dele. 35 reais por pessoa pra ter tudo isso na memória afetiva não é nada!

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