Capim Santo

Endereço: Al Min. Rocha Azevedo, 471 , Jardim Paulista - São Paulo , SP - Brasil - 01410-001

Telefone:

11 3068-84...

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Categoria:

Restaurantes Contemporâneo

  | Rank: 8º de 127

A la carte, Buffet, Massas, Sobremesas 

Preço por pessoa

Site oficial
capimsanto.com.br
Bom para
Encontros românticos

Primeira opinião
Fernando O.
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Ter.
12h - 15h e 19:30 - 23:59
Qua.
12h - 15h e 19:30 - 23:59
Qui.
12h - 15h e 19:30 - 23:59
Sex.
12h - 15h e 19:30 - 23:59
Sáb.
12:30 - 16:30 e 20h - 23:59
Dom.
12:30 - 17h

Fechado nos feriados.

Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Aceita reservas
  • Mesas ao ar livre
  • Wi-fi
  • Couvert
  • Música
  • Estacionamento: Valet por R$16,00


Como chegar
Favorito
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http://br.kekanto.com/como-chegar/capim-santo
Notas específicas:
Ambiente
(25)
Comida
(25)
Atendimento
(27)
Bebida
(24)
Custo-benefício
(24)
Dicas
Ir com a família
Tatiana N.
Veja os dias e horários em que são servidos pratos à la carte ou buffet.
Lúcio H.
Ir para o almoço e comer em meio ao jardim do fundo do restaurante, um verdadeiro oásis e provar o suco de capim santo. Divino!
Milton F.
A chef Morena Leite tem um currículo respeitável!!
Pedro R.
Chegue antes das 12h20 ou depois das 14h para evitar ficar de pé.
Mauricio K.
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Opiniões
Aproveitei o Restaurant Week para conhecer esse tão falado restaurante!

O local é muito bonito, cheio de coqueiros e plantas, com ar bem "natureza". E como todo local com muitas plantas, tinham uns pernilongos para completar o cenário.

O segurança na porta foi extremamente simpático e a hostess idem!

Os garçons, um era super simpático e atencioso e o outro parecia que só queria se livrar o mais rápido possível da gente, e olha que a noite só estava começando!

De entrada tinha Mix de folhas ou Pastel de catupiry. Com medo de o pastel ser enjoativo, acabei optando pela salada e foi uma péssima escolha! Parecia aquelas saladas que vc lava em casa e não coloca nada para temperar. Totalmente sem sabor, sem molho nenhum: sem graça. Arrependimento bateu forte.
Experimentei um pastel da minha amiga e estava super suave, pequeninho e fino, sem muito recheio. Na medida certa para não se tornar enjoativo.

Pedi um suco de abacaxi com capim santo. Veio quente, sem gelo. O sabor, nada demais.

Para o prato principal, escolhi o Tucunaré com vinagrete de pupunha. O tempero do Tucunaré estava bem suave e a carne bem macia. O vinagrete de pupunha estava espetacular! Nunca comi algo com esse sabor! Tinha pedacinhos de pupunha, tomate, cebola roxa, abacaxi e sagu (juro!).
Mas eu gosto de um tempero mais forte, então pedi uma pimentinha para colocar no peixe.

De sobremesa: brigadeiro de capim santo ou queijadinha de abacaxi com sorbet de abacaxi.
Escolhi a segunda opção e degustei cada colherada! Que doce gostoso!
O sorbet quebrava o doce da queijadinha, que era super cremosa.

Meu amigo pediu um café e veio acompanhado de 3 mini brigadeiros. Muito legal!

O público da casa é mais arrumado (leia-se ryco). Me senti meio pobre e com medo que as pessoas escondessem a bolsa quando eu passasse. Mas faz parte! =P

Gostei muito e voltaria mais vezes para experimentar outros pratos!
Fui no Capim Santo por conta do Restaurant Week, o ambiente é impecável, o atendimento achei bom. Mas nem todos estavam muito dispostos a atender como se deve.

Como fui pelo Restaurant Week, tínhamos algumas opções especificas, e confesso que o que mais gostei foi o ceviche e sorbet de cajá =). Meu Deus que delicia... O Prato em si achei ok escolhi a costela desfiada e a sobremesa pra finalizar um brigadeiro de Capim Santo hummmmmmmmm

Em geral o lugar tem um ótimo atendimento, e o espaço é super legal para quem vai acompanhado.

Vale a pena uma boa opção a dois...
Fui com o meu marido e como compartilhamos da mesma opinião, falarei na primeira pessoa do plural! :)

Primeira vez que fomos ao Capim Santo e ao evento Restaurant Week. O famoso restaurante de comida brasileira da Chef Morena Leite fazia parte do Restaurant Week, então resolvemos conhecê-lo e fizemos uma reserva.

Vou contar primeiro as coisas boas! Chegamos com 30 minutos de antecedência e fomos encaminhados diretamente para a mesa. Pedimos 2 drinques muito bons, um feito com capim santo e o outro com maracujá.O couvert da casa com pães de mandioquinha e capim santo estavam ótimos! Acompanhava um potinho com requeijão, um potinho com manteiga, duas colheres com ceviche e duas conheres com sorbet de cajá. Achei o ceviche um pouco forte.

O cardápio do jantar a R$ 47,90 por pessoa era o seguinte:

Entrada: salada de trigo com castanhas brasileiras ou bolinho de aipim com queijo Canastra da Serra.

Prato principal: Saint Pierre ao molho de limão cravo acompanhado de ratatouille brasileiro ou costela desfiada na cia de canjiquinha com requeijão do norte ou nhoque de banana da terra com carne seca ao molho de ervas.

Sobremesa: galette de tapioca com coco servida em sorvete de cupuaçu ou brigadeiro de capim santo.

Escolhemos pratos diferentes para poder experimentar um do outro. As entradas estavam gostosas, mas achamos que veio muita salada de trigo, não comemos tudo pois o trigo começou a nos dar sensação de saciedade. O Alvaro pediu o Saint Pierre de prato principal e eu o nhoque de banana da terra. Também estavam bons, achamos a posta de peixe bem pequena, já o prato de nhoque veio com uma boa porção, acabamos não comendo tudo. Consideramos as sobremesas a melhor parte da refeição! Sorvete muito saboroso e o brigadeiro uma delícia!

Nossa conta: R$ 178,00, já com o serviço.

Agora vamos para a parte ruim!

Infelizmente nos colocaram em uma mesa que estava em um lugar horrível, na porta do estabelecimento, junto com a espera de todos os clientes, parecia ter sido colocada ali para suprir a demanda do evento. Todo mundo que chegava ao estabelecimento passava por nossa mesa, muitas vezes esbarravam nas cadeiras e o barulho estava muito alto, não conseguimos ter um jantar agradável. O local em que estávamos estava tão escuro que nem deu para tirar fotos! Pedi para trocar de mesa, mas me disseram que não era possível.

Os garçons estavam morrendo de pressa em servir as refeições e te mandar embora para o próximo cliente sentar. Nunca comi tão rápido, fomos embora em 1 hora! Assim que sentamos, o garçom perguntou o que queríamos beber sem nem mesmo apresentar o cardápio e quando perguntamos por ele, fez uma cara de poucos amigos e foi buscar. Escolhemos 2 drinques, água e os pratos que seriam servidos. Nesse momento chegou o couvert de pães que prontamente aceitamos e para a nossa surpresa a entrada foi servida 1 minuto depois! Como assim? Pedimos para atrasar os pedidos, pois nem os drinques e água haviam chegado à mesa e já estavam nos servindo a entrada!?

Ficamos decepcionados. A idéia era aproveitar o evento Restaurant Week para conhecer o Capim Santo e parece que foi a pior coisa que fizemos. Se Restaurant Week é sinônimo de desprezo ao cliente, é melhor o restaurante Capim Santo não fazer parte dele. Se o restaurante está lotado, não faça mais reservas e não crie mesas em lugares absurdos deixando os seus clientes sem graça e insatisfeitos.

Ao sair, fiz uma reclamação para a hostess e chegando em casa fiz uma reclamação no site do restaurante, vamos ver se retornam.
Esse restaurante, além de famoso, é indicado por varias pessoas que eu conheço quando digo que vou jantar fora com alguem.

Quando fui, pedimos uma entrada que eu não vou lembrar qual era. Mais eu lembro que era tão boa que pedimos mais uma vez. Rsrs.

O prato foi um filé mignon com queijo coalho derretido por cima e um spaguetti feito de palmito de pupunha que estava delicioso. Eu sou apaixonada por palmito e essa foi a primeira vez que vi um spaguetti feito de palmito. A combinação estava deliciosas. Tudo muito bom e o filé mignon estava quentinho no ponto sabe?

Pedimos uma garrafa de um vinho espanhol, cabernet, suave e que equilibrava a refeição.

Pra finalizar, comi um brigadeiro de capim santo que todos falavam pra eu provar. E realmente muito bom.

Sentamos na parte de fora, que é preenchido com uma área verde, com varias flores e folhas. Um ambinete super agradável, principalmente porque fomos em um dia de muito calor. Uma delicia de lugar.

O atendimento muito bom, não tenho do que reclamar. Foram muito rápidos na hora de trazer as bebidas e os pratos. Adorei e com muita certeza vou voltar.
A casa é uma delicia, com uma decoração clean e muito bem arborizada !!

O paisagismo do lugar ficou show de bola, o atendimento também é o máximo !!


No almoço eles servem o estilo buffet na média de $55 a $80, estamos novamente falando de um restaurante mais de luxo. Mas a comida é divina, muito bem preparada e com tempero de grandes chefs. Quando passei por lá era a Chef Morena Leite

De noite a casa funciona no sistema a la carte, com pratos em média $60 também barbaros !! O lugar é uma boa pedida para casais, por tem uma clima mais aconhegante.
Fui ao Capim Santo durante o horário de almoço no sábado e fiquei muito satisfeita com a experiência. É servido um buffet com enorme variedade de pratos brasileiros e ainda há a um buffet de tapiocas que são feitas na hora.

É possível escolher entre se sentar no jardim da frente, no salão ou no jardim dos fundos, que faz parecer que você está completamente longe de São Paulo, almoçando em um sítio.

Ambiente e serviço impecáveis!
Em uma visita ao Brasil, o pai de um amigo meu que vive no Canadá disse que "o brasileiro não tem noção dos preços das coisas". Hoje concordo com ele porque essa falta de noção é até mesmo para distinguir o que é "caro" e "barato". Eu nunca havia pisado no Capim Santo que é pertíssimo da minha casa porque sempre ouvia falar que era "os olhos cara".

Tendo como referência a perda de bom senso que a precificação de produtos e serviços anda em Sampa, não considero o valor cobrado neste restaurante fora do padrão não. Já vi lugares bem mais simples com comida bem mais irregular cobrar mais do que este estabelecimento.

Se você é do tipo que paga o que for para comer bem, recomendo que vá ALMOÇAR aqui no esquema buffet com estômago vazio. É livre! Aqui se classifica como "cozinha contemporânea", que eu não sei até hoje o que é porque é tudo que é tipo de comida junto e misturado.

Aos sábados o buffet é baseado em saladas, feijoada, carnes, aves, peixes, frutos do mar, guarnições e sobremesas (que não provei por falta de espaço estomacal) É guacamole (Mexicano) ao lado de banaganush (árabe) sendo servido perto de paella (espanhola) e tapioca (brasileira). Valor: R$67,00 por pessoa.

De terça a sexta-feira as opções são baseadas em saladas, carnes, aves, peixes e acompanhamentos. Nas quartas-feiras, é servido tudo isso e mais uma feijoada completa que pelo ambiente dá para deduzir que tem de tudo, menos um pagodinho para acompanhar. Isso sai pela bagatela der R$49,00 (mesmo valor nas quartas, quando é dia de feijoada). Aos domingos o valor aumenta para R$73,00 (mesma coisa de sábado, porém sem feijoada. Mais caro? Vai entender!).

Desconheço como é o serviço à la carte pela noite, no jantar.

Em todo lugar a taxa de 10% é opcional, mas aqui há um aviso na porta alertando os clientes disso. Crianças de 0 a 5 anos não pagam e as de 6 a 10 anos ganham um desconto de 50%. O maior escorregão aconteceu no início conosco quando demoraram um tanto para nos entregar as cervejas pedidas, mas depois as coisas se ajeitaram.

Achei muito bacana e aconchegante a parte da frente e os fundos do restaurante. Mas tivemos que nos mudar para dentro do estabelecimento por causa de um vento frio que batia na nossa mesa colocada em um piso cheio de pedrinhas bem legal conforme vocês podem ver nas fotos. Me chamou a atenção os quadros com fotos muito bem escolhidas.

Banheiros no andar superior (sem acessibilidade) OK, limpos e bem conservados, com disponibilidade de fio dental e enxaguatório bucal gratuito para clientes. Na saída do banheiro, uma surpresa: uma portinha pequena e você chega em uma ESCOLA DE CULINÁRIA! Sério, fiquei amarradão no ambiente que até eu queria fazer algum curso. Até fotografei para trazer aqui ao Kekanto.

Vamos para a parte tensa da minha avaliação: as bebidas! O suco de capim santo é delicioso e vale a pena. Mas estranhamos na minha mesa que não apareciam as opções e muito menos os preços das cervejas. Fazendo o raciocínio lógico - que depois se mostrou sem a menor lógica -, deduzimos que uma cerveja Paulistânia em garrafa padrão para três pessoas não custaria tanto tendo em vista que o buffet livre estava na faixa dos R$67,00. Na hora de prestar contas, o susto: cada uma custava pornográficos R$17,00!!!!

Depois de sairmos vitoriosos no "Troféu Joinha 2012", uma lição: perguntar preço quando não está no cardápio não é deselegante! É, vou lembrar do pai do meu amigo com mais frequência antes de cair de cabeça em alguma experiência gastronômica. Pelo bem do meu bolso! ;)
O Capim Santo é um daqueles restaurantes "point". Localizado em uma área nobre da região do Jardins, é frequentado pelos endinheirados. O local possui rotina movimentada e é constantemente citado nas revistas especializadas. A sócia e chef de cozinha Morena Leite costuma ser figurinha carimbada em entrevistas na televisão e nos eventos gastrônomicos.

Sinceramente, tenho o hábito de olhar com desconfiança esses lugares caros que estão sempre no burburinho paulistano. Mas, certa vez, vi uma entrevista da Morena no programa do Jô Soares e achei sua proposta bastante interessante. Os pais criaram a Pousada e Restaurante Capim Santo na cidade de Trancoso (Bahia) em 1985. Consequentemente, ela cresceu no meio das panelas e se interessou cada vez mais pela culinária. Formou-se pela renomada escola Le Cordon Bleu (Paris) e dedicou-se a desenvolver uma refinada cozinha brasileira.

Em 2009, conheci o Capim Santo e fiquei fascinada pela comida (na ocasião, comi um frango recheado de provolone com molho de espinafre que estava divino). Inclusive foi, depois dessa visita, que comecei a tomar café. Tive curiosidade em experimentar os acompanhamentos (o famoso trio de brigadeiros: tradicional, capim santo e amêndoas) e acabei encantada com o saboroso café servido.

Ensaio uma volta há muito tempo e, graças ao 10º São Paulo Restaurant Week e na companhia deliciosa do casal querido de amigos Carlos e Denise, estive em mais uma experiência gastrônomica que, para minha surpresa, não foi tão agradável quanto a primeira (quando sentei na bela área externa e fui bem atendida).

O ambiente é rusticamente bonito e lembra até uma casa de praia com tantas plantas ao redor. Já o atendimento foi simplesmente terrível. Primeiramente, houve uma confusão na reserva que havíamos feito há muito tempo e acabaram nos colocando em qualquer mesa. O garçom que nos atendeu era extremamente rude e pareceu fazer certa diferença conosco por pedirmos o Menu Week (almoço: R$31,90 por entrada, prato principal e sobremesa).

Haviam 3 opções de entrada, 3 de prato principal e 2 de sobremesas. De entrada, escolhi Ceviche de Peixe com Palmito Pupunha e Sorbet de Cajá. Gostosinho (pena que o peixe passou longe), mas a porção diminuta me irritou.

Os pratos principais estavam bons, porém nada excepcional. Fiquei com o Linguine ao molho de Limão Cravo e achei que foi o melhor prato de todos. Na sobremesa, optei pelo Brigadeiro na Colher que apresentou-se saboroso. Só não gostei que haviam aqueles grumos duros nada apetitosos.

Tomei o Suco de Capim Santo e o sabor dele assemelhava-se com abacaxi e hortelã. E outra observação muito bem colocada pelo Carlos é sobre a salsinha picada presente em todas preparações.

Por fim, deixo aqui 2 sugestões:
1) Se não é pra atender bem as pessoas participantes do SPRW que não faça parte do evento nunca mais;
2) Trocar o nome de Capim Santo para "Salsinha Abençoada" (sugestão minha) ou "Santa Salsinha" (sugestão dos meus amigos), que tal?!? hehehehe
Exibindo de 1 a 14
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