Brasserie Victória

Endereço: Av Presidente Juscelino Kubitschek, 545 , Itaim Bibi - São Paulo , SP - Brasil

Telefone:

(11) 3040-...

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Categoria:

Restaurantes

  | Rank: 161º de 5340
Preço por pessoa
$$$$ (De R$51 até R$100)

Bom para
Famílias, Experiências gastronômicas, Relaxar, Comer muito

Primeira opinião
Carlos H. Nassar
Formas de pagamento
Crédito:
Débito:

cash, credit card, debit card
Horário de funcionamento
Seg.
11:30 - 16:30
Ter.
11:30 - 23h
Qua.
11:30 - 23h
Qui.
11:30 - 23h
Sex.
11:30 - 23h
Sáb.
11:30 - 23h
Dom.
12h - 22h


Detalhes
  • Acesso para deficientes
  • Aceita reservas
  • Inaugurado em 1947
  • 180 lugares
  • Wi-fi: Acesso grátis
  • Faz entregas
  • Estacionamento: manobrista


Como chegar
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http://br.kekanto.com/como-chegar/brasserie-victoria
Notas específicas:
Ambiente
(12)
Comida
(12)
Atendimento
(12)
Custo-benefício
(12)
Bebida
(10)
Dicas Ver mais
Opiniões
Restaurante tradicionalíssimo de comida árabe em São Paulo, fundado há mais de seis décadas e ainda tocado pela família que a inaugurou.

Ambiente austero, mas simples, com uma espécie de rotisserie na entrada, do lado esquerdo, onde pode-se comprar diversos produtos (desde azeites até chancliches) e pratos para viagem, e indo reto (passando pelo hall de espera), chega-se ao salão principal.

Percebe-se que é bastante frequentado por famílias de origem árabe - o que é um bom sinal, em se tratando de um restaurante árabe. Pode-se pedir pratos a la carte ou do rodízio, onde servem-se de tudo um pouco, sempre bem elaborados pratos, com sabores bem dosados.

Para mim, um dos melhores restaurantes de comida árabe de São Paulo. Sempre fui muito bem atendido e, apesar de ter um preço um pouco salgado, tem um bom custo-benefício.
Restaurante tradicional da culinária árabe, familiar, muito famoso no Itaim e com ampla divulgação pela mídia especializada.

Já tinha frequentado na década de 80 e me pareceu que era melhor naquela época. Na última visita fui num domingo à noite e confesso que esperava mais. O ambiente me pareceu mais simples, o atendimento foi mediano. As esfihas estavam boas mas os kibes eram quase ocos. Estranho porque a mídia sempre elogiou a qualidade dos produtos. Acho que não dei sorte.

Tem vagas com manobrista na porta.
Experiência boa. Fui em um domingo no almoço.

Não havia espera e foi fácil estacionar em uma rua adjacente (há valet se preferir). O ambiente é agradável com bom espaço entre as mesas e iluminação natural. Há um balcão onde se retira pratos para viagem e doces.

A comida é tipicamente árabe e o restaurante é um dos mais tradicionais de São Paulo, fundado em 1947. Boas pedidas: kibe cru, kibe libanie, arroz com amêndoas e os michui. As sobremesas árabes também são uma boa, sobretudo o doce de damasco com amêndoas.

via iPhone

Qual nao foi a minha surpresa quando adentrei e vi que era restaurante arabe!!
Apesar do nome e fachada nao ter nenhuma relaçao com o interior e o cardapio, confesso que a surpresa foi surpreendente!
Comida arabe tradicional e saborosa, em um ambiente bastante simples e familiar.
Nao sou muito fã de coalhada, mas precisei provar para tirar a limpo. Continuo nao gostando.
Mas o quibe cru (carne de primeira), os enrolados de folha de uva, pão quentinho feito na hora, homus, entre outras porçoes me fidelizaram.
Vou voltar com certeza!
É meio caro, mas compensa!
Fui almoçar lá num domingo, num sistema de rodízio.. o atendimento foi ótimo apesar de estar lotado.. demoramos um pouco para conseguir uma mesa, mas havia lugares para sentar na espera..
O ambiente é agradável e bem iluminado.. o restaurante é gostoso para ir com a família..
Tudo o que foi servido no rodízio estava muito bem preparado, mas destaco o quibe cru: patinho moído temperado e trigo na medida, além de hortelã e cebolinha..
O arroz com lentilhas e cebola frita também merece ser provado..
As saladas também estavam ótimas, só achei estranho vir tomates inteiros, nunca vi coisa igual..
Apesar de comer muito consegui guardar em espaço para a sobremesa rsrsrs, pedi um doce diferente de queijo, estava muito gostoso!
Fundado pela libanesa Victória Feres em 1947 na Rua 25 de Março, acabou sendo transferido na década de 1980 para o Itaim. À primeira vista a casa impressiona pela fachada chique e imponente, e por muito tempo passamos em frente mas nunca fomos atraídos exatamente por isso. Parecia um restaurante chique e pelo nome achávamos que era um restaurante francês. Descobrimos que a parte interna é mais simples que imaginávamos e nos acomodamos em um sofá confortável.

Entre tantas opções, resolvemos pedir as esfihas de entrada. Começamos com a fechada de ricota, que nos surpreendeu. Macia, com recheio úmido e cremoso e um sabor bem suave, e o melhor de tudo, muito bem recheada.

Pedimos também algumas esfihas fechadas de carne e também estavam muito boas. A massa é tão fina quanto as do Almanara. Mas o sabor do recheio é mais forte.

Logo em seguida experimentamos a esfiha aberta esticada de carne. Ela é maior que a normal e a cobertura de carne estava bem temperada, combinando perfeitamente com a massa fininha e crocante.

A esfiha de massa folhada também estava ótima, crocante e leve.

Arriscamos uma esfiha chamada Manaich com a cobertura de zatar e queijo. Estava ótima com um sabor ácido no final típico do zatar.

Terminada as entradas pedimos alguns complementos. Iniciamos com a berinjela recheada, que apesar da apresentação simples, nos agradou por estar bem suave porém saborosa. O recheio era de carne moída e arroz com um pouco de molho de tomate bem ralo acompanhando a mesma.

Pedimos também o Kibe Labanie (kibe na coalhada), e que nos intrigou pelo fato dos kibes estarem ocos por dentro...parecia um Kinder Ovo sem surpresa. Mas o sabor estava muito bom, completando com a coalhada azedinha levemente temperada. Só achamos que poderia ter mais kibes pois eles acabaram rápido demais e comemos a maior parte da coalhada sozinha.

Finalizamos a refeição com as sobremesas. Escolhi o doce folhado de pistache e a Denise um Malabie de damasco.

A consistência do Malabie é mais mole que o do Almanara, lembrando quase um creme. O sabor também é mais suave. Já a cobertura de damasco estava normal.

A impressão geral foi ótima e certamente vale a pena voltar. Em nossa opinião, vale a pena ir ao Brasserie pelas esfihas de ricota e zatar e pelo Kibe Labanie. Mas preferimos a esfiha de carne e o Malabie do Almanara.
Exibindo de 1 a 14
Total de opiniões: 23

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