Como chegar - Traçar rota


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Notas específicas:
Ambiente
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Comida
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Atendimento
(3)
Bebida
(3)
Custo-benefício
(2)
Público
(2)
Dicas
Vá sem pressa.
Augusto R.
Pastel de queijo e prosear com xumba e paulinho
lilia f.
Opiniões
Primeira opinião do lugar
Pronto. Fui no Bar do Xumba (Rua Salinas 1.173, Santa Tereza- telefone 3481-3128) aproveitando o fato de ser um dos poucos butecos clássicos que abrem aos domingos, acompanhado de dois novos santateresenses – Dani e Tetê – que chegaram de bicicleta. Se apenas algumas mesas internas estavam ocupadas, o balcão dos fregueses solitários não deixava espaço pra ninguém.
- Pois não meu jovem! – exclamou o Xumba logo que me aproximei do balcão. Percebi que esse tratamento, além de muito cordial para os meus quase sessenta anos, refletia que eu era realmente o mais jovem entre os quinze homens que estavam no estabelecimento. O barulho interno de vozes estava bem alto comandado pela forte voz do proprietário. 
As cores amarelo e vermelho da fachada, patrocínio da Skol, contrastando com o verde interno, mostravam que o Xumba não quis gastar dinheiro com decoradora. E as mais de duzentas fotos penduradas nas paredes – algumas atrapalhadas dos dois ventiladores utilizados no verão – não deixam quase mais nenhum espaço para futuras homenagens.
A primeira aposta foi nos pastéis. Preparados e fritos na hora com um recheio de carne, xuxu e salsinha. Um a zero pro Xumba. Quem nao tem língua come carne de panela com pãezinhos. Dois a zero pro Xumba e ainda não tinha terminado o primeiro tempo. Nós três estávamos almoçados para uma conta que fechou em R$70,00.
Uma blitz da polícia que se instalou quase em frente, para pegar a turma que sai do Santa Tereza, assustando todos nós, interrompeu o jogo, cuja balaiada se prenunciava.  Juntei-me, corporativamente, ao coro dos que xingavam a polícia. Dani e Tetê, sem saber se bafômetro é exigido para quem está de bicicleta, evitaram os homens.
Tive vontade de passar pra ele a receita que estou usando para acabar com a micose que se instalou sob as unhas dos meus dois dedões do pé para ele utilizar na micose que está se alastrando sob algumas das unhas das mãos dele. Não é muito necessário pois ele apenas no balcão, serve as mesas e recebe o pagamento.
Mas vai que o Paulinho falta ao serviço e ele resolve cozinha!
Pelo jeito o bar do Xumba é clássico, mas ainda assim eu não conhecia!! Tive o prazer de ir lá com o namorado e experimentar o pé de porco, que é realmente uma delicia, além dos pasteizinhos, que são maravilhosos e fritos na hora.
O atendimento é uma delícia. Isso mesmo. Você se sente em casa e é um prazer ser recebido pelo pessoal de lá.
O bar em si não tem nada demais, parece mais um butecão mesmo, tem algumas fotos pelas paredes e o próprio xumba faz as vezes de garçom, caixa e atendente. Mas é super simpático e conversado. rs
Se eu morasse por aqueles lados, provavelmente seria um lugar onde eu frequentaria constantemente.
Simples, mas cheio de carinho.
Fica a dica.
Clássico boteco que existe a pelo menos, trinta anos. Ao que sei, era inicialmente em frente à esquina que ocupa hoje.
A cerveja sempre, mas sempre mesmo, é estupidamente gelada. Os tira-gostos são bem preparados e saborosos, com preço camarada. O que já experimentei gostei demais: carne de porco 'de lata', pimentão recheado (enoooorme) e os pastéis, deliciosos, sobretudo o de queijo minas.
É bastante barulhento no interior e não tem mesas na calçada. Melhor evitar dias de jogos de futebol, quem não curte uma discussão na mesa ao lado.
O próprio Xumba faz as vezes de caixa, garçom e rende uma otima prosa no balcão. Que, alias, a meu ver, é o melhor lugar para se ficar.
Exibindo de 1 a 8
Total de opiniões: 8

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