BAR DO BETINHO, FUNDADO EM 1952 PELO TIO CARLOS, EM 1961 ASSUMIU MEU PAI SR HUMBERTO QUE TRABALHA ATÉ HOJE, EM 1988 EU BETINHO E AGORA A 4º GERAÇÃO COM RICARDO. BAR DO BETINHO SERVE ALMOÇO DE SEGUNDA A SABADO, DAS 11:30H AS 15:00H
Preço por pessoa:
$$ (De R$26 até R$50)
Categoria:
Bares e Botecos
Site oficial:
bardobetinho.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Débito:
Outras formas:
Horário de funcionamento:
Seg. a Sex.: 11:30 às 15h
Sab.: 12:30 às 17h
Dom.: Fechado
Primeira opinião por:
Alexandre
Alexandre
Detalhes:
Mesas ao ar livre
Inaugurado em 1952
56 lugares
Wi-fi: Gratuito
Estacionamento: COM DESCONTO RUA GIRASSOL 375
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Notas específicas:
Custo-benefício
(7)
Ambiente
(6)
Comida
(6)
Público
(6)
Atendimento
(6)
Bebida
(6)
Classificar por:
Opiniões
(9)
Numa região em constante mudança como a Vila Madalena, os bares mais antigos tem grande valor. Afinal conseguiram resistir a especulação imobiliária, que detona as antigas casas para a subida de mais e mais edifícios. E, em segundo lugar, também se adaptaram a mudança do perfil de público do bairro, já que muitos velhos moradores fugiram do aumento do custo de vida no bairro.
Na verdade, no meio de tantos bares sem personalidade, os restaurantes simples e tradicionais, com um quê meio orgânico e familiar, acabam por se destacar e conquistar uma clientela fiel, pelo atendimento mais íntimo e, por isto mesmo, um clima incomparavelmente aconchegante. Além da comida feita com um tempero de carinho, sem modismos.
Na esquina da Rua Wizard com a Rua Girassol fica o Bar do Betinho, que está lá desde 1952! Isto é muita coisa. Como não poderia deixar de ser, acabou por ganhar naturalmente o nome do dono, o Betinho, que herdou o negócio da família. Interessante que eu só ouvi falar desde lugar no boca a boca e depois de começar a frequentar mais a Vila. A propaganda se restringe mesmo a galera do dia-a-dia e ao povo que já conhece a famosa feijoada de sábado de lá.
Não é de hoje que eu anseio por provar esta feijoada que, dizem, escapa do be-a-bá das feijucas básicas de Sampa – que se restringem a partes nobres do porco. No Bar do Betinho é possível pedir com rabo, pé de porco e língua de boi, o que sempre da um gostinho a mais. Pois afinal, a nobreza mesmo está no rabo. Enfim, parece até que vou falar da feijoada, mas não. Acabei indo almoçar no bar numa sexta, ou seja, não era dia…
Eu a imaginar, quem sabe, que o lugar pudesse ao menos aquele dia, no feriado de aniversário de São Paulo, quebrar a regra de servir feijoadas as quartas e sábados. Puro engano. Mas não fiquei decepcionado, muito ao contrário. A falta da feijuca me deu a oportunidade de explorar outros itens do cardápio. Foi assim que acabei na alheira, para minha felicidade.
Na companhia meu amigo Cascabulho, eu me refresquei com garrafas geladíssimas de Original curtindo o astral agradável do lugar – sentado na varanda a observar o vai e vem da ladeira da Rua Girassol. Abrimos os comes com uma porção fantástica de uns cubos de aipim crocantes por fora e muito macios por dentro. Causaram ótima impressão a mim e a meu amigo.
Depois eu parti para um dos pratos especiais sugeridos no cardápio: Alheira Portuguesa com arroz, feijão (carioquinha), ovo e salada. A Alheira é frita, do tipo croquete, que fica bem crocante e com recheio mais pastoso. Apesar de eu ser mais fã das alheiras assadas, esta do Bar do Betinho me conquistou. Estava muito boa. A combinação com o ovo estrelado foi perfeita!
Fiz apenas uma troca na composição: optei por batatas fritas no lugar de arroz e me arrependi. As fritas estavam murchas e sem graça. Melhor era manter mesmo o arroz, ou trocá-lo pelos deliciosos cubos de aipim. Farei em uma próxima vez. Quer dizer, da próxima vez que for ao Betinho aí vai ser com dia e objetivo certo: sábado, feijoada.
Gostei bastante de nossa passagem pelo bar. Uma pena que só funcione para o almoço, mas, sendo um negócio familiar, dá para compreender a opção pela restrição do horário.
Na verdade, no meio de tantos bares sem personalidade, os restaurantes simples e tradicionais, com um quê meio orgânico e familiar, acabam por se destacar e conquistar uma clientela fiel, pelo atendimento mais íntimo e, por isto mesmo, um clima incomparavelmente aconchegante. Além da comida feita com um tempero de carinho, sem modismos.
Na esquina da Rua Wizard com a Rua Girassol fica o Bar do Betinho, que está lá desde 1952! Isto é muita coisa. Como não poderia deixar de ser, acabou por ganhar naturalmente o nome do dono, o Betinho, que herdou o negócio da família. Interessante que eu só ouvi falar desde lugar no boca a boca e depois de começar a frequentar mais a Vila. A propaganda se restringe mesmo a galera do dia-a-dia e ao povo que já conhece a famosa feijoada de sábado de lá.
Não é de hoje que eu anseio por provar esta feijoada que, dizem, escapa do be-a-bá das feijucas básicas de Sampa – que se restringem a partes nobres do porco. No Bar do Betinho é possível pedir com rabo, pé de porco e língua de boi, o que sempre da um gostinho a mais. Pois afinal, a nobreza mesmo está no rabo. Enfim, parece até que vou falar da feijoada, mas não. Acabei indo almoçar no bar numa sexta, ou seja, não era dia…
Eu a imaginar, quem sabe, que o lugar pudesse ao menos aquele dia, no feriado de aniversário de São Paulo, quebrar a regra de servir feijoadas as quartas e sábados. Puro engano. Mas não fiquei decepcionado, muito ao contrário. A falta da feijuca me deu a oportunidade de explorar outros itens do cardápio. Foi assim que acabei na alheira, para minha felicidade.
Na companhia meu amigo Cascabulho, eu me refresquei com garrafas geladíssimas de Original curtindo o astral agradável do lugar – sentado na varanda a observar o vai e vem da ladeira da Rua Girassol. Abrimos os comes com uma porção fantástica de uns cubos de aipim crocantes por fora e muito macios por dentro. Causaram ótima impressão a mim e a meu amigo.
Depois eu parti para um dos pratos especiais sugeridos no cardápio: Alheira Portuguesa com arroz, feijão (carioquinha), ovo e salada. A Alheira é frita, do tipo croquete, que fica bem crocante e com recheio mais pastoso. Apesar de eu ser mais fã das alheiras assadas, esta do Bar do Betinho me conquistou. Estava muito boa. A combinação com o ovo estrelado foi perfeita!
Fiz apenas uma troca na composição: optei por batatas fritas no lugar de arroz e me arrependi. As fritas estavam murchas e sem graça. Melhor era manter mesmo o arroz, ou trocá-lo pelos deliciosos cubos de aipim. Farei em uma próxima vez. Quer dizer, da próxima vez que for ao Betinho aí vai ser com dia e objetivo certo: sábado, feijoada.
Gostei bastante de nossa passagem pelo bar. Uma pena que só funcione para o almoço, mas, sendo um negócio familiar, dá para compreender a opção pela restrição do horário.
Dica: Alheira e cubos de aipim
Custo-benefício
Gostei
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05/03/2013
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Sheila A., Borbas A., Viviane A. e mais 1 pessoa gostaram
Borbas Azarite:
Olha só! Um bar que não conheço!! Tenho que levar minha mineirinha pra ver se as cachaças prestam hehehe, bora Jeanine Oliveira?
Sheila A.:
Eu conheci!!!E O Betinho é uma figuraça!
Como bar, não posso opinar muito sobre o Bar do Betinho, mas como restaurante, posso dizer que sou profunda conhecedora. Trabalhei por quase dois anos na mesma rua do Bar do Betinho, onde eu almoçava com alguma frequencia.
O motivo era bem simples: quando você passa na frente do Betinho, não tem como não se sentir inebriado pelo cheiro de churrasco. Lá, você almoça em mesinhas acima do nível da calçada, olhando aquelas pessoas típicas da Vila Madalena, enquanto saboreia um delicioso bife de picanha com arroz, feijão e farofa. Se o dia estiver quente, você vê jovens descolados tomando uma cervejinha, mas eu confesso que vou mais pela picanha, que era suculenta e GIGANTE.
São dois bifes de picanha que vêm ao gosto do freguês, com bastante acompanhamento. Mesmo que você coma muito, vai sair de lá bem satisfeito, seja pela quantidade, mas principalmente pela qualidade.
Uma ressalva: dizem que a feijoada dele é a melhor da Vila Madalena, mas eu nunca experimentei. Quem provou diz que vale a pena.
E como a Vila Madá não deixa de ser um ponto turístico de São Paulo, pode indicar para os amigos gringos, pois o atendimento é bilingue (os garçons falam inglês com desenvoltura com os estrangeiros da região).
Não recomendo para ir com a galera, pois o bar é pequenininho e provavelmente não vai conseguir acomodar todo mundo na mesma mesa. Acho que 4 pessoas é o ideal, se você quiser sentar com conforto.
Não deixem de visitar o Betinho: uma casa de iguarias brasileiras, num bairro moderninho e cheio de pessoas bonitas passando tem que valer a pena.
O motivo era bem simples: quando você passa na frente do Betinho, não tem como não se sentir inebriado pelo cheiro de churrasco. Lá, você almoça em mesinhas acima do nível da calçada, olhando aquelas pessoas típicas da Vila Madalena, enquanto saboreia um delicioso bife de picanha com arroz, feijão e farofa. Se o dia estiver quente, você vê jovens descolados tomando uma cervejinha, mas eu confesso que vou mais pela picanha, que era suculenta e GIGANTE.
São dois bifes de picanha que vêm ao gosto do freguês, com bastante acompanhamento. Mesmo que você coma muito, vai sair de lá bem satisfeito, seja pela quantidade, mas principalmente pela qualidade.
Uma ressalva: dizem que a feijoada dele é a melhor da Vila Madalena, mas eu nunca experimentei. Quem provou diz que vale a pena.
E como a Vila Madá não deixa de ser um ponto turístico de São Paulo, pode indicar para os amigos gringos, pois o atendimento é bilingue (os garçons falam inglês com desenvoltura com os estrangeiros da região).
Não recomendo para ir com a galera, pois o bar é pequenininho e provavelmente não vai conseguir acomodar todo mundo na mesma mesa. Acho que 4 pessoas é o ideal, se você quiser sentar com conforto.
Não deixem de visitar o Betinho: uma casa de iguarias brasileiras, num bairro moderninho e cheio de pessoas bonitas passando tem que valer a pena.
Dica: Evite os horários de pico do almoço, ou vai enfrentar uma pequena espera.
Bom para: Ir com amigos, Cerveja
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Adoro feijoada. A mistura que nasceu nas senzalas, do feijão preto com arroz branco, das carnes menos nobres do porco, da farofa com couve e o indispensável molho de pimenta se tornou o mais brasileiro dos pratos e, provavelmente, o mais amado e aguardado durante a semana por todos nós.
Adoro as tardes de sábado na Vila Madalena. É nesse horário que o cortejado bairro mais se parece com a vila que sempre foi, com famílias circulando a pé com seus cachorros, vizinhos colocando o assunto em dia e os pequenos comércios recebendo antigos clientes para o almoço.
Adoro também lugares simples e tradicionais, desses com a cara do bairro, que existem há décadas, sempre no mesmo endereço e cuidados pela mesma família, com inabalável despojamento e evidente intimidade com sua clientela, que não se submetem a modismos e não têm pretensões de buscar uma nova freguesia.
Tudo isso, no fundo, costuma ser uma série de desculpas para um único propósito: encontrar os amigos e passar uma tarde agradável, jogando conversa fora, bebericando alguma coisa e se fartando de comer. Propósito que se encaixa, perfeita e harmonicamente, com o Bar do Betinho.
O Bar do Betinho está na esquina da Wisard com a Girassol desde 1952, sem grandes alterações. Começou como um simples botequim, pertencente a tios-avós de Humberto da Costa, o hoje já famoso Betinho, e nem nome tinha. E seguiu assim durante décadas, até o próprio assumi-lo e, aos poucos, começar a servir almoço para os trabalhadores da região.
A comida fez sucesso e lá pelos anos 80, começo dos 90, ainda sem nome, o local começou a ser conhecido pelo nome do seu proprietário, que acrescentou pratos saborosos e que, a pedido dos clientes, os mantém no cardápio até hoje. São os casos da picanha com arroz, feijão e farofa, do bacalhau à moda da casa e do procuradíssimo filet à parmegiana.
Mas a campeã dos pedidos é mesmo a feijoada, feita com esmero e servida em cumbuca de barro, com opções fartas para uma ou duas pessoas. Acompanhada de arroz, bisteca, couve, torresmo, farofa, laranja e molho, ela pode ser servida com ou sem pé e língua, conforme o gosto do freguês. E chega à mesa com caldo grosso e fumegante, com um cheiro e, claro, gosto simplesmente irresistíveis.
Betinho cuida pessoalmente da cozinha e não deixa que ninguém interfira em seu trabalho. É ele quem controla cada passo de seus ajudantes, escolhendo produtos, ajustando receitas e zelando pela qualidade de cada prato.
O restante da casa fica a cargo da família. Humberto Costa, pai do homônimo Betinho, é quem toca o balcão do bar com o mesmo ciúme que o filho tem da cozinha. É ele quem prepara os drinques da casa, fazendo pessoalmente cada caipirinha ou coquetel, impedindo qualquer interferência de parentes ou funcionários.
Ricardo Pagano da Costa, o filho, é o homem de frente da casa. É ele quem cuida de toda a parte que envolve o atendimento direto aos fregueses, a fornecedores e a quem mais aparecer. Ele é formado em gastronomia, mas evita entrar na cozinha para não contrariar o pai, limitando-se a aconselhá-lo na criação e elaboração de alguns pratos.
E como tudo isso serve mesmo como ótimos motivos para reunir os amigos, Betinho aproveita ainda seu grande hobby – o ciclismo – para reunir a turma. É ele quem organiza os passeios ciclísticos que saem duas ou três vezes por semana, normalmente à noite, da Vila Madalena.
Essa “onda” – que descobri através do Carlos e da Débora – começou há alguns anos e não parou mais. A turma se encontra na própria Wisard, mas a alguns quarteirões do bar, já que este costuma estar fechado na hora do passeio, e circula por toda a cidade sempre que possível.
E mesmo com tudo isso, aí vem uma novidade: depois de 60 anos no mesmo endereço, o Bar do Betinho vai se mudar. Mas que não se preocupem os fiéis clientes, pois a mudança é apenas para o outro lado da rua, para uma casa um pouquinho mais espaçosa e confortável, que promete abrigar melhor a freguesia e alojar também os encontros ciclísticos, sem perder nenhuma das características do lugarzinho especial que sempre foi.
Adoro as tardes de sábado na Vila Madalena. É nesse horário que o cortejado bairro mais se parece com a vila que sempre foi, com famílias circulando a pé com seus cachorros, vizinhos colocando o assunto em dia e os pequenos comércios recebendo antigos clientes para o almoço.
Adoro também lugares simples e tradicionais, desses com a cara do bairro, que existem há décadas, sempre no mesmo endereço e cuidados pela mesma família, com inabalável despojamento e evidente intimidade com sua clientela, que não se submetem a modismos e não têm pretensões de buscar uma nova freguesia.
Tudo isso, no fundo, costuma ser uma série de desculpas para um único propósito: encontrar os amigos e passar uma tarde agradável, jogando conversa fora, bebericando alguma coisa e se fartando de comer. Propósito que se encaixa, perfeita e harmonicamente, com o Bar do Betinho.
O Bar do Betinho está na esquina da Wisard com a Girassol desde 1952, sem grandes alterações. Começou como um simples botequim, pertencente a tios-avós de Humberto da Costa, o hoje já famoso Betinho, e nem nome tinha. E seguiu assim durante décadas, até o próprio assumi-lo e, aos poucos, começar a servir almoço para os trabalhadores da região.
A comida fez sucesso e lá pelos anos 80, começo dos 90, ainda sem nome, o local começou a ser conhecido pelo nome do seu proprietário, que acrescentou pratos saborosos e que, a pedido dos clientes, os mantém no cardápio até hoje. São os casos da picanha com arroz, feijão e farofa, do bacalhau à moda da casa e do procuradíssimo filet à parmegiana.
Mas a campeã dos pedidos é mesmo a feijoada, feita com esmero e servida em cumbuca de barro, com opções fartas para uma ou duas pessoas. Acompanhada de arroz, bisteca, couve, torresmo, farofa, laranja e molho, ela pode ser servida com ou sem pé e língua, conforme o gosto do freguês. E chega à mesa com caldo grosso e fumegante, com um cheiro e, claro, gosto simplesmente irresistíveis.
Betinho cuida pessoalmente da cozinha e não deixa que ninguém interfira em seu trabalho. É ele quem controla cada passo de seus ajudantes, escolhendo produtos, ajustando receitas e zelando pela qualidade de cada prato.
O restante da casa fica a cargo da família. Humberto Costa, pai do homônimo Betinho, é quem toca o balcão do bar com o mesmo ciúme que o filho tem da cozinha. É ele quem prepara os drinques da casa, fazendo pessoalmente cada caipirinha ou coquetel, impedindo qualquer interferência de parentes ou funcionários.
Ricardo Pagano da Costa, o filho, é o homem de frente da casa. É ele quem cuida de toda a parte que envolve o atendimento direto aos fregueses, a fornecedores e a quem mais aparecer. Ele é formado em gastronomia, mas evita entrar na cozinha para não contrariar o pai, limitando-se a aconselhá-lo na criação e elaboração de alguns pratos.
E como tudo isso serve mesmo como ótimos motivos para reunir os amigos, Betinho aproveita ainda seu grande hobby – o ciclismo – para reunir a turma. É ele quem organiza os passeios ciclísticos que saem duas ou três vezes por semana, normalmente à noite, da Vila Madalena.
Essa “onda” – que descobri através do Carlos e da Débora – começou há alguns anos e não parou mais. A turma se encontra na própria Wisard, mas a alguns quarteirões do bar, já que este costuma estar fechado na hora do passeio, e circula por toda a cidade sempre que possível.
E mesmo com tudo isso, aí vem uma novidade: depois de 60 anos no mesmo endereço, o Bar do Betinho vai se mudar. Mas que não se preocupem os fiéis clientes, pois a mudança é apenas para o outro lado da rua, para uma casa um pouquinho mais espaçosa e confortável, que promete abrigar melhor a freguesia e alojar também os encontros ciclísticos, sem perder nenhuma das características do lugarzinho especial que sempre foi.
Dica: O prato certo no lugar certo na hora certa. Aproveite.
Bom para: Ir com amigos, Almoçar, Famílias
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Tivemos o prazer de conhecer a feijoada dali e amamos!
O atendimento é bom, na hora de pegar o caixa se preocupou em perguntar se gostamos, se estava tudo certo.. e é possível ver o próprio Betinho andando pelas mesas, verificando a qualidade de tudo.
Cerveja geladérrrimaaaa...lugar com localização ótima, que poderia ser melhor explorada, abrindo à noite, por exemplo!
CIA DOS BOTECOS - www.ciadosbotecos.blogspot.com
O atendimento é bom, na hora de pegar o caixa se preocupou em perguntar se gostamos, se estava tudo certo.. e é possível ver o próprio Betinho andando pelas mesas, verificando a qualidade de tudo.
Cerveja geladérrrimaaaa...lugar com localização ótima, que poderia ser melhor explorada, abrindo à noite, por exemplo!
CIA DOS BOTECOS - www.ciadosbotecos.blogspot.com
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
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30/04/2011
•
Alexandre:
Oi Luís. O Betinho, well, o dono do "Betinho", está construindo um "boteco / restaurante", literalmente em frente ao boteco, que funcionará à noite e se chamará adivinhe?. BETINHO !!! :) []s
Vânia M.G.:
Poxa Alexandre...Que bacana... Queremos ir na inauguração desse novo bar...rs Abraços
Comida para "ogro", "troglodita", "visigodos" e afins. :) (e isto é um ELOGIO)
Lugar extremamente simples a preços MUITO acessíveis e isto é o seu diferencial.
Pratos básicos: PFs e sempre um prato do dia. NÃo espere nenhum tipo de refinamento ou elegância. Pratos servidos em travessas de inox, mas são gostosos e apresentam ótima relação custo-benefício.
Frequentado geralmente pela fauna local ou "descolados" do gênero.
Atendimento simples e atencioso.
Aos sábados serve uma feijoada na cumbuca ( há espera ) (Não avaliarei a feijoada pois NÃO GOSTO de feijuca na cumbuca, assim, nunca pedi este prato, mas é "famoso")
Cerveja gelada.
Além disso a localização é privilegiada. (Wizard esquina com a Girassol)
Lugar extremamente simples a preços MUITO acessíveis e isto é o seu diferencial.
Pratos básicos: PFs e sempre um prato do dia. NÃo espere nenhum tipo de refinamento ou elegância. Pratos servidos em travessas de inox, mas são gostosos e apresentam ótima relação custo-benefício.
Frequentado geralmente pela fauna local ou "descolados" do gênero.
Atendimento simples e atencioso.
Aos sábados serve uma feijoada na cumbuca ( há espera ) (Não avaliarei a feijoada pois NÃO GOSTO de feijuca na cumbuca, assim, nunca pedi este prato, mas é "famoso")
Cerveja gelada.
Além disso a localização é privilegiada. (Wizard esquina com a Girassol)
Dica: NÃO É UM LOCAL DE ENCONTROS. NÃO FUNCIONA À NOITE.
Bom para: Vale cada centavo para um almoço rápido e descompromissado.
Ambiente
Comida
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Atendimento
Bebida
Custo-benefício
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06/04/2011
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Allan P.:
Opa! Se o custo-benefício é bom, eu quero conhecer!
Um Bar simples, tocado pelo proprietário e pelo filho, mas que serve boas refeiçoes caseiras, numa quantidade mais do que suficiente.
São PFs servidos em cumbucas e travessas de inox e, nas quartas feiras, a melhor feijoada da Vila Madalena. Realmente muito bem feita, saborosa, com ingredientes frescos e sem rabo, orelha e pata. Acompanham couve, torresmo, bisteca, laranja e farofa.
As cervejas são Heineken, Bohemia, Original e Serramalte, e ainda possuem opções de cachaça.
O atendimento é informal e descontraído. Não espere conforto, mas será sempre muito bem recebido. Durante a tarde o sol bate direto na varanda, portanto assegure-se de pegar uma mesa com guarda sol.
São PFs servidos em cumbucas e travessas de inox e, nas quartas feiras, a melhor feijoada da Vila Madalena. Realmente muito bem feita, saborosa, com ingredientes frescos e sem rabo, orelha e pata. Acompanham couve, torresmo, bisteca, laranja e farofa.
As cervejas são Heineken, Bohemia, Original e Serramalte, e ainda possuem opções de cachaça.
O atendimento é informal e descontraído. Não espere conforto, mas será sempre muito bem recebido. Durante a tarde o sol bate direto na varanda, portanto assegure-se de pegar uma mesa com guarda sol.
Dica: Funciona apenas no almoço e a feijoada às 4as e sábados é das melhores
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Cerveja, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Opção boa na Vila Madalena para comer um belo PF. Tem muitas opções, é no estilo boteco, sem frescuras e muito bem servido.
O quindim de sobremesa é uma boa pedida também.
O quindim de sobremesa é uma boa pedida também.
Dica: Peça o Filé Suíno ao molho barbecue. Não está no cardápio.
Bom para: Ir com amigos
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
o lugar simples e agradavel...caipirinha honesta e o bolinho de mandioca junto aos acompanhamentos da feijoada é imperdível...vale o sábado. ainda nao esperimetei durante a semana...em breve...
Costelinha de porco imperdível na sexta feira.
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