Bar do Baiano

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Endereço: Rua Iara, 912 , Paraíso - Belo Horizonte , MG - Brasil - 30280-370

Telefone:

31 3467-29...

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Categoria:

Bares e Pubs

  | Rank: 416º de 797
Primeira opinião
Augusto Rodrigues...

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Notas específicas:
Ambiente
(2)
Comida
(2)
Público
(2)
Atendimento
(2)
Bebida
(2)
Dicas
Prepare seu coração e vá visitar o Baiano.
Augusto R.
Pagamento somente em dinheiro
lilia f.
Opiniões
Já há algum tempo eu estava curiosa pra conhecer o tal Baiano e seu bar. Embora a cozinha seja famosa entre alguns amigos, é igualmente famoso e folclórico entre eles também o mau humor do dono.
Já pensando nisso, quando chegamos e não havia mesa ao lado de fora, na calçada, fui perguntar até meio cheia de dedos. Ele respondeu que não podia por causa da fiscalização. Bem, não sei como e se a prefeitura conseguiria flexibilizar, mas fato é que a rua naquele trecho é absolutamente de transito local e o movimento é quase nulo.

Chegamos cedo, imagino, para um domingão, e só havia uma mesa ocupada. Na vitrine, torresmo com uma cara ótima, pé de porco ensopado e carne de sol frita. Os rótulos de cerveja até me surpreenderam: Devassa loura, heineken, original, eco (nunca sequer tinha ouvido falar), serra malte, entre outras.

O lugar é realmente bem simples, me pareceu mesmo boteco de interior. São poucas mesas e o espaço não é muito grande. Perguntei ao dono se desde 1967 (data que consta por lá como da inauguração) funcionava no mesmo lugar. Ele respondeu que não, que antes era na Niquelina, mas não rendeu prosa. Bom, entendi o seguinte quanto a ele: não posso dizer que seja uma pessoa deseducada (não é mesmo) e nem mau humorada, mas também não é de muita conversa. Talvez com o tempo até se torne, mas o Baiano é muito mais mineiro que outra coisa!

Ao lado de fora havia a assadeira ligada, com um tabuleiro de pequenas batatas assando em um caldo que deveria ser da carne, que já não estava mais lá e sim sobre o balcão, numa espécie de boleira gigante. Havia as asinhas (que depois de ler a opinião do Augusto me arrependi de não ter experimentado), costela suína e carne de sol. Escolhemos experimentar as duas últimas opções. Putz, excelente escolha! A carne de sol veio acompanhada com as batatas, que estavam lá na assadeira. A carne, que pedi mais assadinha, estava muito saborosa, macia e suculenta. As batatas acompanharam super bem. Porção aprovadíssima (20,00 reais). Depois vieram as costelas, sem acompanhento, exceto limão. Mas tava também deliciosa!!! Tempero caseiro, assadas ao ponto e gordurinha crocante. Também excelente pedida por 12,00 reais.

É uma ótima pedida pra se comer bem, sem frescura, num boteco típico. Quero voltar brevemente!
Primeira opinião do lugar
Se da última vez foi uma varada n’água, nesse domingo foi um tiro no coração. A ida ao Bar do Baiano, com toda a família, na Rua Iara 912, no Bairro Saudade, instalado no que foi construido para ser uma garagem, escolhido por acaso sem nenhuma indicação, superou todas as expectativas.
Como não existe cardápio, fomos pedindo os pratos conforme íamos lendo as sugestões escritas em papéis, afixadas no balcão, nas imediações do caixa.
Serviços abertos com a Salada de Bacalhau com Feijão de Corda, pimentão e azeitona, acompanhada de farofa de pequi (R$14,00) que desmontou qualquer resquício crítico que poderia restar dentro de mim e indicou estarmos sentados em uma mesa na calçada de um bar diferenciado.
Os avisos indicavam Paçoca de Carne de Sol feita no pilão (R$14,00). Indicavam também pastéis de carne a R$2,00 a unidade, feitos no estilo antigo de pequenos e bem recheados que provocaram uma quase ovação dos presentes quando chegaram ao bar vindos da cozinha que, certamente, funciona na casa do proprietário, no andar superior. A dobradinha (R$8,00) servida em um recipente fundo confirmava a genialidade da cozinheira, mas lamentei a falta de pãezinhos no acompanhamento.
Como era domingo, dia em que a assadeira fica ligada, aproveitamos para degustar as asinhas de frango assadas (R$2,00 a unidade) e temperadas com alguma coisa que lembrava a Índia. E para não faltar nada decidimos provar de uma legítima carne que, se não era a “melhor carne de sol do mundo” como dizia a camiseta afixada na parede – não é possível comparar com as lembranças das carne de sol comidas em Salinas – estava de muito bom tamanho.
Posso considerar uma sorte o Baiano ter participado apenas um ano do Comida di Buteco, em 2006, e se dizer satisfeito em dividir os seus calmos domingos conosco, sem o agito de um público que, conforme conversa que rolou lá, está tentando vender, por uma garrafa de cerveja, o voto no Comida di Buteco.
Êta povo barato!

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