Preço por pessoa:
$$ (De R$26 até R$50)
Horário de funcionamento:
Seg.: Fechado
Ter. a Qui.: 19h às 2h
Sex. e Sab.: 19h às 3h
Dom.: 19h às 2h
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O Bar do Amigo Giannotti é um autêntico e verdadeiro boteco. Sim, daqueles típicos botecões. Mas o que vem a ser Boteco? Ou seria Buteco? Ou Botequim? Segundo o dicionário, o termo boteco é oriundo do português de Portugal botica e do espanhol bodega, que por sua vez derivam do grego apotéke, que significa depósito, casa de bebidas. Então é isso que é o Bar do Amgio Giannotti é e ponto final.
Achar esse bar na região italiana do bixiga (Bela Vista) é quase como achar uma agulha no palheiro. Deixando o exagero de lado, é possível dizer que a fachada do Gannotti é tão pequena que não custa passar reto sem observá-lo. Além da fachada ser pequena, ela é quase que apagada, com uma pintura desbotada e totalmente sem vida.
Porém ao entrar no Bar do Amigo Giannotti, se vê muita vida e muita atitude do Sr. Giannotti que está com mais de 80 anos e segue firme e forte no comando da casa, juntamente com praticamente toda a família que vive do estabelecimento. É uma lição de vida, de amor ao trabalho e de muita dedicação. Esses são alguns dos adjetivos que explicam o sucesso do bar e do seu Giannoti.
Mas além de tudo isso, está a cozinha e a cultura italiana que a casa ""prega"" e propaga por todos que ali estão. Na frente da cozinha está o filho do seu Giannotti, o Savério, um cozinheiro de mão cheia. É dali que saem as famosíssimas fogazzas que são de tirar o folego de qualquer um. Experimente qualquer uma, mas experimente para você se esbaldar de comer. É um oásis da culinária italiana. E tem até fogazzas de chocolate que são maravilhosas. Essas fogazzas já foram reconhecidas como sendo a melhor de São Paulo. O preço base delas é de R$13,90, mas vale lembrar que são enormes.
O preço dos petiscos são R$30,00, mas pode considerá-los barato, analisando a qualidade, atendimento e o paladar. Uma dica: Bolinnotti. Nota 10! Com relação as cervejas, nada de novidade. Seria interessante o bar contar com uma cerveja italiana no cardápio, isso daria mais autenticidade ao local, além do que já tem.
O Bar do Amigo Giannotti está no mesmo local há mais de 35 anos e hoje já coleciona uma série de prolemas, como goteiras, paredes emboloradas e remendos nas paredes. Porém agora chegou a hora de uma revitalização, mas por enquanto está faltando verba para se concretizar mais esse sonho do Sr. Giannotti e de toda a sua família.
O "Botecos de Sampa" torce para que esse tradicionalíssimo boteco da região central de São Paulo retome a sua força e consiga passar por cima dessas dificuldades "estruturais" que com certeza são passageiras e que o bar continue seguindo no rumo certo, no qual sempre esteve.
BOTECOS DE SAMPA - www.botecodesampa.com.br
CIA DOS BOTECOS - www.ciadosbotecos.com
Achar esse bar na região italiana do bixiga (Bela Vista) é quase como achar uma agulha no palheiro. Deixando o exagero de lado, é possível dizer que a fachada do Gannotti é tão pequena que não custa passar reto sem observá-lo. Além da fachada ser pequena, ela é quase que apagada, com uma pintura desbotada e totalmente sem vida.
Porém ao entrar no Bar do Amigo Giannotti, se vê muita vida e muita atitude do Sr. Giannotti que está com mais de 80 anos e segue firme e forte no comando da casa, juntamente com praticamente toda a família que vive do estabelecimento. É uma lição de vida, de amor ao trabalho e de muita dedicação. Esses são alguns dos adjetivos que explicam o sucesso do bar e do seu Giannoti.
Mas além de tudo isso, está a cozinha e a cultura italiana que a casa ""prega"" e propaga por todos que ali estão. Na frente da cozinha está o filho do seu Giannotti, o Savério, um cozinheiro de mão cheia. É dali que saem as famosíssimas fogazzas que são de tirar o folego de qualquer um. Experimente qualquer uma, mas experimente para você se esbaldar de comer. É um oásis da culinária italiana. E tem até fogazzas de chocolate que são maravilhosas. Essas fogazzas já foram reconhecidas como sendo a melhor de São Paulo. O preço base delas é de R$13,90, mas vale lembrar que são enormes.
O preço dos petiscos são R$30,00, mas pode considerá-los barato, analisando a qualidade, atendimento e o paladar. Uma dica: Bolinnotti. Nota 10! Com relação as cervejas, nada de novidade. Seria interessante o bar contar com uma cerveja italiana no cardápio, isso daria mais autenticidade ao local, além do que já tem.
O Bar do Amigo Giannotti está no mesmo local há mais de 35 anos e hoje já coleciona uma série de prolemas, como goteiras, paredes emboloradas e remendos nas paredes. Porém agora chegou a hora de uma revitalização, mas por enquanto está faltando verba para se concretizar mais esse sonho do Sr. Giannotti e de toda a sua família.
O "Botecos de Sampa" torce para que esse tradicionalíssimo boteco da região central de São Paulo retome a sua força e consiga passar por cima dessas dificuldades "estruturais" que com certeza são passageiras e que o bar continue seguindo no rumo certo, no qual sempre esteve.
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Dica: Fogazza de calabresa
Bom para: Ir com amigos, Casais, Happy hour, Gastar pouco
Ambiente
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Atendimento
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23/07/2011
Vanessa E., DIÁGORAS M., Vânia M. e mais 2 pessoas gostaram
rafael assad luz:
garimpar boteco é comigo mesmo, kkkk até prefiro viu!
Luís Gustavo Botelho Verdelone:
Então Rafael....o Amigo Gianotti é boteco dos bãooo
É com grande alegria que venho aqui contar que voltei no Amigo Gianotti esse final de semana e com uma ilustre companhia....o Gabú do Blog "Soy loco por ti coxinha" e a experiência foi incrível e portanto irei fazer outra resenha mais completa a respeito!
Pra quem pensa que o famoso bairro italiano em São Paulo tem apenas Cantinas, se engana feio. Ali na Rua Santo Antônio já próxima a Rua 13 de Maio está uma versão bar/boteco das clássicas cantinas: é o Bar do Amigo Gianotti.
Ao passar pela rua, a simplória fachada até assusta com o seu minúsculo tamanho e sua pouca iluminação, mas isso faz dele um dos melhores exemplos do verdadeiro conceito de Boteco.
Ao passar pela porta, o cliente recebe um emaranhado e overdose de imagens que chegam a ser confusas. São camisetas de outros bares clássicos em SP, como o tradicional Bar do Luiz Fernandes, antiguidades como o santinhos do Getúlio Vargas e Ademar de Barros, broches da vassoura que Jânio Quadros distribuiu em sua eleição até um enorme jacaré pendurado na parede.
Tudo isso mostra como o clássico bar, fundado na década de 70 pela família Gianotti é realmente antigo e velho! Isso porque o imóvel já existia desde 1910.
Tamanha verdade é constatada pela inclusão do Bar na pré seleção em um Projeto da credenciadora de cartões CIELO, chamado "Sucesso na Certa", onde a empresa irá escolher 8 estabelecimentos que serão totalmente reformados no intuíto de ajudar o logista a vender mais. E acreditem..... quem mandou a história para cocorrer à tudo isso foi uma cliente.
Todos que vão até lá presenciam a impagável simpatia do Sr. Gianotti, fundador do Bar e do seu filho Savério, que é o chef de cozinha. Isso prova que o Bar tem toda a família envolvida.
O bar realmente é muito pequeno. Não existe separação entre banheiro masculino e feminino. Existem sim dois banheiros, mas ambos unissex! Já ali próximo à cozinha há uma escada caracol apertadinha que leva o cliente para um andar superior bem pequenino também. Uma grande parte dos clientes preferem carregar cadeiras para a calçada e apreciar o bom e velho bixiga.
Mas além do atendimento nota 10, o que mais faz esse bar (que precisa passar por uma ampliação e reforma urgente) dar tão certo?
Acontece que é nesse bar que é servida melhor fogazza da cidade! Elas são gigantescas, recheadíssimas e feitas ali na hora para o cliente. Tem de vários sabores com variações entre R$ 13,90 à R$ 19,90. São individuais, mas dá pra servir duas pessoas sem stress de tão gigantes que elas são.
Provamos a de calabresa e a de pepperoni.
Qual estava melhor? Impossível responder......... o único problema é que devido ao fato de tudo ser fresquinho, alguns recheios vão acabando ao desenrolar da noite.
Isso porque depois ainda pedimos de sobremesa uma fogazza de chocolate!! PERFEITO!
Além das famosas fogazzas, a casa oferece petiscos de alta qualidade, como os concorrentes e um deles até premiado, do extinto Boteco Bohemia: Croquenotti, Bolinotti e Bolinho da Nona. Todos na casa dos R$ 30,00.
Inclusive a nossa primeira visita ao bar foi na época do evento, em 2008, onde provamos o Bolinho da Nona. Outro destaque são as massas. Estamos desesperados para provar o famoso NHOQUE do dia 29, que segundo a tradição traz muita sorte!
A cerveja vem geladinha, com pouca variedade, mas o suficiente para acompanhar os belos quitutes, na casa dos R$ 6,00.
O Bar funciona apenas à noite, abre às 19 horas e principalmente em finais de semana vai até quase ao amanhacer, sendo assim o seu público varia desde pessoas da pré-balada, pós balada ou até mesmo a própria noitada por ali mesmo!
Só um detalhe: Eles não aceitam cartão de crédito!
CIA DOS BOTECOS -
Pra quem pensa que o famoso bairro italiano em São Paulo tem apenas Cantinas, se engana feio. Ali na Rua Santo Antônio já próxima a Rua 13 de Maio está uma versão bar/boteco das clássicas cantinas: é o Bar do Amigo Gianotti.
Ao passar pela rua, a simplória fachada até assusta com o seu minúsculo tamanho e sua pouca iluminação, mas isso faz dele um dos melhores exemplos do verdadeiro conceito de Boteco.
Ao passar pela porta, o cliente recebe um emaranhado e overdose de imagens que chegam a ser confusas. São camisetas de outros bares clássicos em SP, como o tradicional Bar do Luiz Fernandes, antiguidades como o santinhos do Getúlio Vargas e Ademar de Barros, broches da vassoura que Jânio Quadros distribuiu em sua eleição até um enorme jacaré pendurado na parede.
Tudo isso mostra como o clássico bar, fundado na década de 70 pela família Gianotti é realmente antigo e velho! Isso porque o imóvel já existia desde 1910.
Tamanha verdade é constatada pela inclusão do Bar na pré seleção em um Projeto da credenciadora de cartões CIELO, chamado "Sucesso na Certa", onde a empresa irá escolher 8 estabelecimentos que serão totalmente reformados no intuíto de ajudar o logista a vender mais. E acreditem..... quem mandou a história para cocorrer à tudo isso foi uma cliente.
Todos que vão até lá presenciam a impagável simpatia do Sr. Gianotti, fundador do Bar e do seu filho Savério, que é o chef de cozinha. Isso prova que o Bar tem toda a família envolvida.
O bar realmente é muito pequeno. Não existe separação entre banheiro masculino e feminino. Existem sim dois banheiros, mas ambos unissex! Já ali próximo à cozinha há uma escada caracol apertadinha que leva o cliente para um andar superior bem pequenino também. Uma grande parte dos clientes preferem carregar cadeiras para a calçada e apreciar o bom e velho bixiga.
Mas além do atendimento nota 10, o que mais faz esse bar (que precisa passar por uma ampliação e reforma urgente) dar tão certo?
Acontece que é nesse bar que é servida melhor fogazza da cidade! Elas são gigantescas, recheadíssimas e feitas ali na hora para o cliente. Tem de vários sabores com variações entre R$ 13,90 à R$ 19,90. São individuais, mas dá pra servir duas pessoas sem stress de tão gigantes que elas são.
Provamos a de calabresa e a de pepperoni.
Qual estava melhor? Impossível responder......... o único problema é que devido ao fato de tudo ser fresquinho, alguns recheios vão acabando ao desenrolar da noite.
Isso porque depois ainda pedimos de sobremesa uma fogazza de chocolate!! PERFEITO!
Além das famosas fogazzas, a casa oferece petiscos de alta qualidade, como os concorrentes e um deles até premiado, do extinto Boteco Bohemia: Croquenotti, Bolinotti e Bolinho da Nona. Todos na casa dos R$ 30,00.
Inclusive a nossa primeira visita ao bar foi na época do evento, em 2008, onde provamos o Bolinho da Nona. Outro destaque são as massas. Estamos desesperados para provar o famoso NHOQUE do dia 29, que segundo a tradição traz muita sorte!
A cerveja vem geladinha, com pouca variedade, mas o suficiente para acompanhar os belos quitutes, na casa dos R$ 6,00.
O Bar funciona apenas à noite, abre às 19 horas e principalmente em finais de semana vai até quase ao amanhacer, sendo assim o seu público varia desde pessoas da pré-balada, pós balada ou até mesmo a própria noitada por ali mesmo!
Só um detalhe: Eles não aceitam cartão de crédito!
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Dica: Fogazzas!
Bom para: Ir com amigos, Cerveja
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17/07/2011
Sheila A.:
Gente! Amei este lugar!!!
Karla Pierri:
Vou ter que conhecer este bar!
André Comber:
Boteco fantástico. Foi uma ótima dica.
Léo Lopes:
Vou conhecer hj!!!
Conheci o bar em meio ao Boteco Bohemia 2008! Mas na verdade, tive a oportunidade também de conhecer o petisco que ele concorreu em outro ano, chamado "bolinotti", em um bar em Tatuí que vendia uma porção com a receita deste...
No dia em que visitamos o Gianotti, estava tudo muito corrido em meio à vários bares que já tínhamos ido no dia, devido ao evento...
Como era domingo e de eleição ainda, o bar estava abrindo as portas e nós chegamos.. tivemos a super oportunidade de conversarmos bastante com o Seu Gianotti, conhecemos também o filho dele, o Tony que são gente finíssimas e garanto que o atendimento é ótimo.
O espaço é bem pequeno, simples mas vale muito a pena!
Como era Boteco Bohemia, eu não provei o que eles tem de mais famoso: fogazza! Não pode deixar de provar!... Eu não vejo a hora de voltar e conhecer essas famosas delícias e especialidade da casa.
CIA DOS BOTECOS -
No dia em que visitamos o Gianotti, estava tudo muito corrido em meio à vários bares que já tínhamos ido no dia, devido ao evento...
Como era domingo e de eleição ainda, o bar estava abrindo as portas e nós chegamos.. tivemos a super oportunidade de conversarmos bastante com o Seu Gianotti, conhecemos também o filho dele, o Tony que são gente finíssimas e garanto que o atendimento é ótimo.
O espaço é bem pequeno, simples mas vale muito a pena!
Como era Boteco Bohemia, eu não provei o que eles tem de mais famoso: fogazza! Não pode deixar de provar!... Eu não vejo a hora de voltar e conhecer essas famosas delícias e especialidade da casa.
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Dica: Peça fogazza!
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16/07/2011
rafael assad luz:
realmente fogazza é 10, vale a pena, eu gosto!
Vânia M.G.:
Rafael.. mas as de lá são anormais.. gigantonas, recheadíssimas.. nunca vi igual na vida... recomendo muito!
Ni Wasure:
Adoro Fogazza!
Falar do Amigo Gianotti é realmente falar de Amigos.
Faz tempo que frequento a casa, ou melhor, o Buteco. Afinal é um misto de cantina napolitana com buteco. A mesma bagunça, a mesma gentileza de ambos lugares.
Se você não conhece o lugar é fácil passar na frente da pequena e estreita casa sem se dar conta da sua presença, mas quando encontra-la, entre.
O lugar é surreal, diversos iténs decoram as paredes, coisas bem inusitadas, como um jacaré empalhado, santinho do ex-presidente Getúlio Vargas, camisa de diversos bares da nossa querida pauliceia desvairada, fotos antigas e por aí vai.
Quando se chega logo de cara você encontra um Senhor agitadíssimo, é o Gianotti, proprietário da casa. Figura rara de bom coração que trata todos como amigos de infância, não sabendo o que fazer para agradar. Na cozinha seu filho, Savério, responsável pelos esplendorosos quitutes da casa. Ve-se que é uma casa de familia, familia napolitana, que briga, grita mas agrada a todos.
Das mãos do Savério saem fogazzas espetaculares (R$ 13,90 à R$ 19,90), com tamanhos enormes, que satisfazem duas pessoas facilmente. Na ultima vez que estive lá provamos (em 3) uma de Peperoni com catupiri e uma de Calabreza com queijo. Ambas, como sempre, impecaveis, quentinhas, recheadas com esmero.
Depois provamos a de Chocolate, sim existem fogazzas doces também! Essa de Chocolate é divina, de comer de joelhos agradecendo a deus.
Além das fogazzas, vale dizer que é receita de família, a casa oferece algumas opções de massa, como lazanha e fuzili, com molho de calabresa ou ao sugo. Tudo feito ali mesmo. E todo dia 29 de cada mês eles fazem o Nhoque da Sorte, antiga tradição italiana. Esse nhoque é feto de mandioquinha, super leve e super saboroso.
Para beber, o de sempre, refrigerantes e cervejas (Bohemia, Bhrama, Original e Serra Malte) bem geladas.
É um lugar que necessáriamente deve ser visitado.
Gentileza, Ambiente Failiar, Gostosuras da Cozinha.... Tudo alí e com gosto de quero mais...
Faz tempo que frequento a casa, ou melhor, o Buteco. Afinal é um misto de cantina napolitana com buteco. A mesma bagunça, a mesma gentileza de ambos lugares.
Se você não conhece o lugar é fácil passar na frente da pequena e estreita casa sem se dar conta da sua presença, mas quando encontra-la, entre.
O lugar é surreal, diversos iténs decoram as paredes, coisas bem inusitadas, como um jacaré empalhado, santinho do ex-presidente Getúlio Vargas, camisa de diversos bares da nossa querida pauliceia desvairada, fotos antigas e por aí vai.
Quando se chega logo de cara você encontra um Senhor agitadíssimo, é o Gianotti, proprietário da casa. Figura rara de bom coração que trata todos como amigos de infância, não sabendo o que fazer para agradar. Na cozinha seu filho, Savério, responsável pelos esplendorosos quitutes da casa. Ve-se que é uma casa de familia, familia napolitana, que briga, grita mas agrada a todos.
Das mãos do Savério saem fogazzas espetaculares (R$ 13,90 à R$ 19,90), com tamanhos enormes, que satisfazem duas pessoas facilmente. Na ultima vez que estive lá provamos (em 3) uma de Peperoni com catupiri e uma de Calabreza com queijo. Ambas, como sempre, impecaveis, quentinhas, recheadas com esmero.
Depois provamos a de Chocolate, sim existem fogazzas doces também! Essa de Chocolate é divina, de comer de joelhos agradecendo a deus.
Além das fogazzas, vale dizer que é receita de família, a casa oferece algumas opções de massa, como lazanha e fuzili, com molho de calabresa ou ao sugo. Tudo feito ali mesmo. E todo dia 29 de cada mês eles fazem o Nhoque da Sorte, antiga tradição italiana. Esse nhoque é feto de mandioquinha, super leve e super saboroso.
Para beber, o de sempre, refrigerantes e cervejas (Bohemia, Bhrama, Original e Serra Malte) bem geladas.
É um lugar que necessáriamente deve ser visitado.
Gentileza, Ambiente Failiar, Gostosuras da Cozinha.... Tudo alí e com gosto de quero mais...
Dica: Fogazzas e Lasanha
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Cerveja, Gastar pouco
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Encontrei a dica sobre este clássico boteco italiano no blog Cia dos Botecos, do casal de amigos Vânia Maria e Luís Gustavo. Fiquei fascinado pela imagem da fachada do pequeno e antigo sobrado dos baixios do Bixiga, pintada de verde e vermelho – cores da bandeira da Itália. “Tenho de ir lá”. Pensei alto e já ansioso por conhecer a casa.
O dono faz questão de dizer, com orgulho, que seu bar já tem mais de quarenta anos (comprou o ponto no início dos anos 70), mas que aquele sobrado histórico abrigava antes uma mercearia a qual o próprio Giannotti frequentava desde criança.
O boteco fica numa rua pouco iluminada e é quase imperceptível, não fosse à sua fachada pintada. A área é menos assustadora do que as impressões iniciais poderiam nos forçar a supor. No dia em que estivemos por lá o ambiente interno passava por uma reforma. Repintaram as paredes e estão expandindo o espaço para um anexo.
O Amigo Giannotti é famoso por servir uma das melhores fogazzas da cidade. Eu confesso que até eu me mudar para São Paulo não fazia a menor ideia da existência de tal iguaria, mas vim a descobrir que se trata de um prato de origem italiana muito tradicional em terras paulistanas.
Por sugestão do próprio Giannotti solicitamos a recheada de Brócolis com Alho e Mussarela (R$ 15,90). Uma mistura inusitada e que se revelou um verdadeiro acerto por não ser muito pesada. A massa da fogazza igualmente nos surpreendeu pela leveza. O tamanho assusta, mas logo se vê que duas pessoas dão conta com tranquilidade da iguaria.
Para acompanhar a fogazza, algumas garrafas de cerveja Bohemia servida estupidamente gelada. O clima família, animado e aconchegante do Amigo Giannotti nos fez sentir vontade de ficar por ali mesmo e quem sabe até repetir a dose do petisco, mas tínhamos programado passar por outros bares, seguindo em direção à noite da Rua Augusta.
Conhecido pelos muitos objetos curiosos presos a parede, como um jacaré empalhado, com a reforma preferi não fazer muitas fotos da área interna, já que a família tinha retirado tudo para dar uma geral. Prometi um retorno para uma nova sessão de imagens, logo que a arrumação termine – o que farei com enorme prazer.
O dono faz questão de dizer, com orgulho, que seu bar já tem mais de quarenta anos (comprou o ponto no início dos anos 70), mas que aquele sobrado histórico abrigava antes uma mercearia a qual o próprio Giannotti frequentava desde criança.
O boteco fica numa rua pouco iluminada e é quase imperceptível, não fosse à sua fachada pintada. A área é menos assustadora do que as impressões iniciais poderiam nos forçar a supor. No dia em que estivemos por lá o ambiente interno passava por uma reforma. Repintaram as paredes e estão expandindo o espaço para um anexo.
O Amigo Giannotti é famoso por servir uma das melhores fogazzas da cidade. Eu confesso que até eu me mudar para São Paulo não fazia a menor ideia da existência de tal iguaria, mas vim a descobrir que se trata de um prato de origem italiana muito tradicional em terras paulistanas.
Por sugestão do próprio Giannotti solicitamos a recheada de Brócolis com Alho e Mussarela (R$ 15,90). Uma mistura inusitada e que se revelou um verdadeiro acerto por não ser muito pesada. A massa da fogazza igualmente nos surpreendeu pela leveza. O tamanho assusta, mas logo se vê que duas pessoas dão conta com tranquilidade da iguaria.
Para acompanhar a fogazza, algumas garrafas de cerveja Bohemia servida estupidamente gelada. O clima família, animado e aconchegante do Amigo Giannotti nos fez sentir vontade de ficar por ali mesmo e quem sabe até repetir a dose do petisco, mas tínhamos programado passar por outros bares, seguindo em direção à noite da Rua Augusta.
Conhecido pelos muitos objetos curiosos presos a parede, como um jacaré empalhado, com a reforma preferi não fazer muitas fotos da área interna, já que a família tinha retirado tudo para dar uma geral. Prometi um retorno para uma nova sessão de imagens, logo que a arrumação termine – o que farei com enorme prazer.
Dica: fogazza de Brócolis com Alho e Mussarela
Bom para: Ir com amigos, Casais, Happy hour, Cerveja
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Bar amigo
O Bar Amigo Gianotti, no Bixiga, vem fazendo amizade com os paulistanos há 40 anos. Sua especialidade é a fogazza crocante e generosamente recheada com diversos sabores listados verbalmente pelos garçons (calabresa, atum, muzzarela, provole, frango, cheddar etc.) e que ainda podem ser combinados.
Estive no bar do palmeirense Toninho Gianotti recentemente por conta do Boteco Bohemia 2008, mas já tinha ouvido falar muito bem do lugar também conhecido como Magrão – apelido do corintiano que atendeu a freguezia por muitos anos e nunca engordou com as deliciosas fogazzas e massas caseiras (recebi boas recomendações do fuzilli e do nhoque de mandioquinha servido todo dia 29).
O quitute concorrente deste ano foi caprichado: bolinho de carne cozida na cerveja preta envolto em uma camada fina de massa e empenado com mix de castanhas. Como o cardápio está no gogó não tive como saber que o preço da porção era um pouco salgado (25 reais), mas pagaria novamente pelos dez bolinhos divinos, que derretiam na boca. O molho de pimenta biquinho, que é zero ardido e 100% saboroso, deu um toque especial ao bolinho.
Ponto de partida ou fim de noite para os baladeiros da 13 de Maio, o pequeno bar não costuma lotar tão cedo, mas não se importe de pegar uma mesa na calçada, especialmente no calor, e pedir várias geladas ao simpático Toni, neto do Gianotti. Na parte de dentro, onde é proibido fumar, você pode se divertir com a decoração do velho imóvel, que inclui um jacaré de plástico, camisas de futebol, um biotônico fontoura de gesso gigante, capacetes de exército e outras relíquias como uma pilha de latinhas de Brahma de ferro (alguém se lembra delas?), estocadas nos tempos de inflação e descobertas recentemente.
Nas mesas animadas, o que não falta é fogazza (9 reais). Alê Scaglia apostou na de muzzarela com provolone e muitos pedaços de tomate para dar uma quebrada no sabor. Bem crocante e robusta por fora, a massa aberta despejava o recheio saboroso.
Pena que choveu e tivemos de nos acomodar no pequeno mezanino, que não é nada recomendável. Se você não quer chegar em casa impregnado por um inesquecível aroma de fritura, evite subir a cruel escadinha em caracol. Em um quadro, o Toninho (na foto acima à direita) faz piada com a situação: se candidata pelo PPM (Partido da Pinga com Mel) e promete instalar um exaustor. Bom que seja logo. Tirando meu perfume de fogazza, o simpático Gianotti ganhou meu voto e minha amizade.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 15 de outubro de 2008)
O Bar Amigo Gianotti, no Bixiga, vem fazendo amizade com os paulistanos há 40 anos. Sua especialidade é a fogazza crocante e generosamente recheada com diversos sabores listados verbalmente pelos garçons (calabresa, atum, muzzarela, provole, frango, cheddar etc.) e que ainda podem ser combinados.
Estive no bar do palmeirense Toninho Gianotti recentemente por conta do Boteco Bohemia 2008, mas já tinha ouvido falar muito bem do lugar também conhecido como Magrão – apelido do corintiano que atendeu a freguezia por muitos anos e nunca engordou com as deliciosas fogazzas e massas caseiras (recebi boas recomendações do fuzilli e do nhoque de mandioquinha servido todo dia 29).
O quitute concorrente deste ano foi caprichado: bolinho de carne cozida na cerveja preta envolto em uma camada fina de massa e empenado com mix de castanhas. Como o cardápio está no gogó não tive como saber que o preço da porção era um pouco salgado (25 reais), mas pagaria novamente pelos dez bolinhos divinos, que derretiam na boca. O molho de pimenta biquinho, que é zero ardido e 100% saboroso, deu um toque especial ao bolinho.
Ponto de partida ou fim de noite para os baladeiros da 13 de Maio, o pequeno bar não costuma lotar tão cedo, mas não se importe de pegar uma mesa na calçada, especialmente no calor, e pedir várias geladas ao simpático Toni, neto do Gianotti. Na parte de dentro, onde é proibido fumar, você pode se divertir com a decoração do velho imóvel, que inclui um jacaré de plástico, camisas de futebol, um biotônico fontoura de gesso gigante, capacetes de exército e outras relíquias como uma pilha de latinhas de Brahma de ferro (alguém se lembra delas?), estocadas nos tempos de inflação e descobertas recentemente.
Nas mesas animadas, o que não falta é fogazza (9 reais). Alê Scaglia apostou na de muzzarela com provolone e muitos pedaços de tomate para dar uma quebrada no sabor. Bem crocante e robusta por fora, a massa aberta despejava o recheio saboroso.
Pena que choveu e tivemos de nos acomodar no pequeno mezanino, que não é nada recomendável. Se você não quer chegar em casa impregnado por um inesquecível aroma de fritura, evite subir a cruel escadinha em caracol. Em um quadro, o Toninho (na foto acima à direita) faz piada com a situação: se candidata pelo PPM (Partido da Pinga com Mel) e promete instalar um exaustor. Bom que seja logo. Tirando meu perfume de fogazza, o simpático Gianotti ganhou meu voto e minha amizade.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 15 de outubro de 2008)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Cerveja, Gastar pouco
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10/10/2011
rafael a. gostou
rafael assad luz:
esse bar parece ótimo , preciso conhecer, andava muito pela Bela Vista qdo trabalhei por lá, mas nunca tive a oportunidade de conhecer este bar, mas quem sabe agora. valew a dica!
Dani Braun:
Legal Rafael! O bar é bem simples e pequeno, mas a fogazza é sensacional. Só não recomendo ficar no mezzanino porque você vai sair cheirando fritura. Abs!
Um provérbio italiano afirma que “felicidade é: pão, amor e vinho”. Deve ser verdade. Para os italianos, principalmente, pois não há como negar que se trata de um povo simpático, festeiro e que gosta muito de comida.
Exemplo maior disso tudo é o senhor Antonio Gianotti, imigrante da “Velha Bota” que há mais de 40 anos resolveu montar no Bexiga um boteco com jeito de cantina, onde pudesse atender e conversar pessoalmente com a freguesia enquanto a empanturrava de cerveja gelada e boa comida. O nome do bar não poderia ser mais apropriado: Amigo Gianotti.
Para montar o bar, o hoje octagenário senhor escolheu aquela que provavelmente foi a menor casa que encontrou, e que já devia estar por lá antes mesmo de inventarem o Bexiga, embora o gesso da fachada com as cores italianas indique que sua construção seja de 1910.
E para completar decorou-o do modo mais confuso que se pode imaginar, misturando coisas como santinhos do Getúlio Vargas e broches da “vassourinha” de Jânio Quadros com camisetas de outros bares, a camisa da “Squadra Azurra” campeã de 2006 e um enorme jacaré empalhado.
Nada disso, nem o fato de o bar abrir bem depois da maioria dos outros, impediu que o minúsculo boteco se tornasse ponto de partida, de passagem ou de chegada para baladeiros ou para a moçada da região, que o lota madrugada adentro, espalhando mesas pela calçada para curtir a Bela Vista. O motivo? Simpatia, cerveja gelada e comida boa, muito boa…
O boteco andou participando (e sendo premiado) de alguns concursos graças a petiscos como o Croquenotti – um croquete feito com massa de nhoque recheado com provole e parmesão – o Bolinotti – bolinho de lingüiça calabresa curada com ricota, empanado com macarrão cabelo-de-anjo – e o Bolinho da Nona – um bolinho de carne cozido na cerveja preta envolto empanado em uma massa com um mix de castanhas.
Mas as estrelas da casa são mesmo as fogazzas. Não confunda com a focaccia, espécie de pão recheado assado, originário da Ligúria. A napolitana fogazza é uma espécie de pizza frita, na forma de um imenso pastel, que ali podem ser devoradas em tamanho gigantesco, com 12 recheios diferentes, que misturam ingredientes como mussarela, calabresa, atum, frango, provolone, pepperoni e outros, todas fartamente recheadas, listadas verbalmente pelo próprio Gianotti e seus descendentes, já que tudo é tão pessoal que, além de não aceitar cartão de crédito e ficar aberta quase até de manhã, a casa não tem um cardápio escrito.
Luís Fernando Veríssimo diz que a cozinha italiana é, no fundo, um pretexto para reunir a família à mesa o maior tempo possível, o que explica um pouco a constante fartura e a visível felicidade no rosto das pessoas.
Neste boteco de alma italiana ela é motivo para passar horas muito agradáveis batendo papo com os amigos, tomando cerveja geladíssima e ouvindo as deliciosas histórias do sr. Antonio, seu filho Savério e seu neto Toni Gianotti, que passam a noite de mesa em mesa distribuindo simpatia e bom humor.
Exemplo maior disso tudo é o senhor Antonio Gianotti, imigrante da “Velha Bota” que há mais de 40 anos resolveu montar no Bexiga um boteco com jeito de cantina, onde pudesse atender e conversar pessoalmente com a freguesia enquanto a empanturrava de cerveja gelada e boa comida. O nome do bar não poderia ser mais apropriado: Amigo Gianotti.
Para montar o bar, o hoje octagenário senhor escolheu aquela que provavelmente foi a menor casa que encontrou, e que já devia estar por lá antes mesmo de inventarem o Bexiga, embora o gesso da fachada com as cores italianas indique que sua construção seja de 1910.
E para completar decorou-o do modo mais confuso que se pode imaginar, misturando coisas como santinhos do Getúlio Vargas e broches da “vassourinha” de Jânio Quadros com camisetas de outros bares, a camisa da “Squadra Azurra” campeã de 2006 e um enorme jacaré empalhado.
Nada disso, nem o fato de o bar abrir bem depois da maioria dos outros, impediu que o minúsculo boteco se tornasse ponto de partida, de passagem ou de chegada para baladeiros ou para a moçada da região, que o lota madrugada adentro, espalhando mesas pela calçada para curtir a Bela Vista. O motivo? Simpatia, cerveja gelada e comida boa, muito boa…
O boteco andou participando (e sendo premiado) de alguns concursos graças a petiscos como o Croquenotti – um croquete feito com massa de nhoque recheado com provole e parmesão – o Bolinotti – bolinho de lingüiça calabresa curada com ricota, empanado com macarrão cabelo-de-anjo – e o Bolinho da Nona – um bolinho de carne cozido na cerveja preta envolto empanado em uma massa com um mix de castanhas.
Mas as estrelas da casa são mesmo as fogazzas. Não confunda com a focaccia, espécie de pão recheado assado, originário da Ligúria. A napolitana fogazza é uma espécie de pizza frita, na forma de um imenso pastel, que ali podem ser devoradas em tamanho gigantesco, com 12 recheios diferentes, que misturam ingredientes como mussarela, calabresa, atum, frango, provolone, pepperoni e outros, todas fartamente recheadas, listadas verbalmente pelo próprio Gianotti e seus descendentes, já que tudo é tão pessoal que, além de não aceitar cartão de crédito e ficar aberta quase até de manhã, a casa não tem um cardápio escrito.
Luís Fernando Veríssimo diz que a cozinha italiana é, no fundo, um pretexto para reunir a família à mesa o maior tempo possível, o que explica um pouco a constante fartura e a visível felicidade no rosto das pessoas.
Neste boteco de alma italiana ela é motivo para passar horas muito agradáveis batendo papo com os amigos, tomando cerveja geladíssima e ouvindo as deliciosas histórias do sr. Antonio, seu filho Savério e seu neto Toni Gianotti, que passam a noite de mesa em mesa distribuindo simpatia e bom humor.
Dica: As porções são ainda melhores que as fogazzas.
Bom para: Ir com amigos, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Quer um lugar bacana e alternativo, onde a família dona do bar ainda te atende e é simpática? Dá uma chegada no Amigo Gianotti. O Sr. Gianotti também ainda te atende, e ocasionalmente até confia em vc pra ficar no bar enquanto ele vai "ali no Extra" buscar a filha. Coisa mais bacana. As fogazzas são monstras, de tão grandes. Sou especialmente ligada à de brócolis com alho. Muito alho. Muito brócolis. E faz favor, coloca mussarela pra deixar mais gostosa ainda. Não inventa muito não, até porque não tem tanta opção assim.
Vai lá. Você sai satisfeito e feliz!
Vai lá. Você sai satisfeito e feliz!
Bom para: Ir com amigos, Jantar, Ir de madrugada, Cerveja
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
Versão boteco das cantinas do Bixiga. O lugar é uma atração turística - instalado numa casa datada de 1910, decorada com capacetes antigos, santinhos de Getúlio Vargas, camisa da Azurra da Copa de 2006 e até um jacaré empalhado.
Faz a melhor fogazza da cidade, frita na hora, fartamente recheada e com 12 sabores (entre R$ 13,90 e R$ 19,90), que pode ser servida como petisco, cortada em pequenos pedaços.Valem a visita: mussarela com pepperoni, brócolis com alho e mussarela, frango com catupiry e mussarela com provolone e tomates. Entre as porções italianas, croquenotti (croquete com massa de nhoque e recheado com provole e parmesão) e bolinotti (bolinho de lingüiça calabresa curada com ricota, empanado com macarrão cabelo-de-anjo).
Para beber, cervejas de garrafa - Skol, Brahma, Bohemia, Original, Serra Malte e a italiana Birra Moretti.
Não aceita cartão de crédito.
O Viajante Comilão - http://oviajantecomilao.blogspot.com
Texto extraído do post "São Paulo - 10 lugares imperdíveis para happy-hour"
Faz a melhor fogazza da cidade, frita na hora, fartamente recheada e com 12 sabores (entre R$ 13,90 e R$ 19,90), que pode ser servida como petisco, cortada em pequenos pedaços.Valem a visita: mussarela com pepperoni, brócolis com alho e mussarela, frango com catupiry e mussarela com provolone e tomates. Entre as porções italianas, croquenotti (croquete com massa de nhoque e recheado com provole e parmesão) e bolinotti (bolinho de lingüiça calabresa curada com ricota, empanado com macarrão cabelo-de-anjo).
Para beber, cervejas de garrafa - Skol, Brahma, Bohemia, Original, Serra Malte e a italiana Birra Moretti.
Não aceita cartão de crédito.
O Viajante Comilão - http://oviajantecomilao.blogspot.com
Texto extraído do post "São Paulo - 10 lugares imperdíveis para happy-hour"
Bom para: Happy hour
Excelente bar, tradição que minha família tem há anos, frequentamos o bar quase todo mês. Desde que vistamos o Sr. Giannotti o mesmo já nos atendi com grande sorriso, todo sua família já nos conhece, sem falar na gratidão,pois sempre indicamos e levamos amigos para conhecer o local. Nunca encontrei fogazza igual ao do giannotti, crocante, apetitosa, deliciosa, no ponto certo! Sem falar na tradição em se tomar cerveja bem gelada (BOHEMIA) com a fogazza.No qual o gosto ganha um realce mais forte.
O espaço não é muito grande, tipico de bar, então dependendo do dia, ou você chega mais cedo para garantir mesa dentro do bar, ou se diverte do lado de fora mesmo!
O espaço não é muito grande, tipico de bar, então dependendo do dia, ou você chega mais cedo para garantir mesa dentro do bar, ou se diverte do lado de fora mesmo!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Happy hour, Cerveja, Drinques, Gastar pouco
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
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Total de opiniões: 15
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