Bar Bracarense

Endereço: Rua José Linhares, 85 B , Leblon - Rio de Janeiro , RJ - Brasil - 22430-220

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(21) 2294-...

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Categoria:

Bares e Pubs

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Preço por pessoa

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bracarense.com.br
Bom para
Happy hour

Primeira opinião
Pedro Paulo de Ol...
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http://br.kekanto.com/como-chegar/bar-bracarense
Notas específicas:
Ambiente
(12)
Comida
(12)
Público
(11)
Atendimento
(12)
Bebida
(12)
Custo-benefício
(13)
Dicas
Depois da praia no Leblon, não tem programa melhor!
Wagner A.
Aceita TR só até as 15h de segunda à sexta.
Fernanda N.
"Happy hour" profissional em dias mais nublados.
Diego
Um dos clássicos botecos do Rio
Augusto R.
Chopp e empadinhas
Pedro P.
Ver mais
Opiniões
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Tradicionalíssimo bar do inconfundível Leblon. Excelente chopp Brahma gelado e petiscos gostosos e famosos, embora, talvez, com a saída do Chico e da Alaíde, tenha caído um pouco, mas não tenho certeza, continuam muito bons para mim.
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Ideal para "happy hour", principalmente em dias de profissionais, de 2a. a 5a. feira. Sábado e domingo para almoçar em dia de sol, praia, é loucura para filafóbicos. Passei da fase de ficar em pé para beber e comer.
O "Braca" para os íntimos é o mais famoso do Rio pelo melhor bolinho de bacalhau e as clássicas empadinhas que a gente gosta pra acompanhar com um bom chopp gelado. Pra quem não sabe, foi da cozinha do Bracarense que saiu o bar Chico & Alaíde (nome do bar e obviamente dos Chefs). Mesmo com a mudança, o Braca continua mandando bem nos petiscos e não é atoa que está sempre lotado! Sem dúvidas uma das melhores opções pós praia. Vá sem frescura pois você vai comer e beber em pé!

Só não do nota máxima pois o atendimento deixou a desejar, se enrolou um pouco e demorou com a conta mesmo com o bar vazio no almoço (era por volta das 15h de uma sexta-feira). Além disso, me decepcionou também quando pedi um Risoto de Camarão (R$ 34) que servia 2 pessoas muito bem e não foi informado. No cardápio dizia executivo, ou seja, individual. Logo, pedimos 2 pratos e o garçom ficou quietinho. Na boa, trairagem né? A realidade é que dava até pra 3 pessoas dependendo da fome (veja foto). Sobrou praticamente tudo e acabei trazendo pra casa. E sobre o sabor não achei nada demais, esperava bem mais!
Muito bom !!! Excelente atendimento, Durante a semana é mais tranquilo pra beber e degustar um tira-gosto apreciando a brisa vinda do mar. Já que a praia fica a apenas 2 quadras.
Sábados e domingos, o bar fica muito cheio, se for dia de praia mais ainda. Mas mesmo assim o chopp é servido bem gelado.
Comida e tira gosto muito bons.
Para almoço, cada dia da semana tem em média de 3 a 4 tipos diferentes de prato.
Na sexta tem o tradicional Bracarioca, com contra-filé acebolado, acompanhado de arros, feijão, fritas e dois ovos fritos, acompanhado de chopp garotinho estupidamente gelado.
A cultura de buteco é tão carioca quanto o samba. Tão carioca, mas tão carioca, que seja qual for a hora do dia ou da noite, seu buteco favorito já terá gente de pé na calçada, provavelmente com areia nas canelas e água do mar na bermuda. É por isso que a cariocada tá sempre sorrindo. Nada como ir ao buteco do coração depois de um banho de mar.Pior que esse lance de “buteco do coração” é levado super a sério. Assim como malandro é Mengão, Vascão, Tricolor ou Fogão, ele também é Jobi, Braca, Chico, Belmonte e etc. Mas nós, que não temos a sorte de morar numa cidade maravilhosa como essa não precisamos nos envolver e podemos curtir todos, com a mesma intensidade!

A coisa que eu mais gosto no Rio é justamente isso, de poder chegar, sentar num buteco pré-selecionado, pedir um chopp falando chiado, seguir o chiado mas agora puxando um papo sobre futebol… tudo isso só pra poder, pelo menos por uns minutinhos, me sentir um carioca da gema.E ó, posso falar? Desato falando carioquês e neguinho não me ganha não, valeu?! Mando benzaço. Só não me peçam pra escolher um buteco do coração. Aí em fico em cima do muro.

Por isso que não nos acanhamos e fomos visitar o Bracarense, um buteco no Rio que é praticamente uma experiência antropológica, tamanha a sua importância na disseminação da cultura de buteco.A Rê e eu estávamos como Cristo manda: água do mar, bermuda úmida, areia nas canelas, pele ardida, fome e sede. Até pensamos em sentar no balcão, o famoso pára-raio de malucos, mas como o carioquês da Rê não tá tão afiado quanto o meu, resolvemos não arriscar e sentamos numa mesinha mesmo.Salta dois bolinhos de aipim com camarão e catupiry no capricho.

E vê também o azeitezinho de oliva esperto por favor, parceiro! Esse bolinho de camarão com catupiry é bem polêmico, porque quando o Chico e a Alaíde saíram daqui para abrir uma nova casa, essa receita foi junto.Nós, como não conhecíamos o Braca nessa época não podemos falar muito. Mas adoramos, estava realmente bem feitinho. Serviu pra abrir alas para mais dois bolinhos. Dessa vez, de bacalhau. Amigão, consegue aí por gentileza aquela pimentinha esperta?! Valeuzão.Os de bacalhau ganharam dos de camarão com catupiry. Pelo menos aqui no Braca (já que, até então, ainda não tinhamos ido ao Chico & Alaíde).

E pra não dizer que ficamos somente nos bolinhos, também mandamos ver umas empadinhas. À começar por uma de camarão, nota dez.Mas manja aquele maluco tarado por empada, que não pode ver uma que já quer a segunda? Prazer, Diogo. Por melhor que estivesse essa de camarão, a curiosidade de provar a de frango era incontrolável. Posso falar? Graças a Deus que não consigo controlar alguns impulsos, porque essa empadinha de frango tava um negócio.

Em seguida, começamos a discutir como é que faríamos para ter fome logo mais à noite. Sim, porque esse foi um late happy hour depois de pegar praia até altas horas. Então faz o seguinte, manda mais dois chopps bem tirados, que além de ajudar a descer tudo isso, ainda nos dá um pouco mais de tempo pra pensar nesse “problema”.Aos 32 reais de jogo, encerramos essa partida. Agora, vamos dar uma caminhada um pouco maior até o hotel, porque talvez dê fome e não prejudique tanto assim nosso compromisso pro jantar. Sede eu sei que vai dar, mas a idéia é despertar a fome mesmo.
Eleito duas vezes o melhor bar do Brasil pelo jornal The New York Times, e apontado em quatro ocasiões como o melhor do Rio de Janeiro pela prefeitura local, o Bracarense é um orgulho para os cariocas.

Localizado no charmoso bairro do Leblon, o bar ficou conhecido por seus deliciosos bolinhos, pela sua empadinha de camarão, pelo chope gelado e por seus freqüentadores famosos, como Chico Buarque e o pessoal do Pasquim.

Do minuto em que pisei no Braca até o momento em que paguei a conta, passei por intensas sensações.

A decepção bateu logo na entrada, ao experimentar o outrora sublime bolinho de aipim com camarão e Catupiry (R$3 a unidade), que já não é mais o mesmo. A receita original foi levada pelo garçom Chico e pela cozinheira Alaíde para o bar que abriram a alguns metros dali e que leva o nome deles. Hoje só restou uma massa um pouco grossa e pesada. Ainda assim, é um bolinho acima da média, mas é apenas sombra do que já foi.

O bolinho de bacalhau (R$3 a unidade) continua muito bom e faz par perfeito com o leve e gelado chope Brahma, a R$4,25 o copo com 300ml.

Sempre cheio, e lotado nos finais de semana, o Bracarense é um boteco de alma carioca, barulhento e caótico, com pessoas espalhadas pelas mesas nas calçadas e pelos banquinhos altos no balcão. Isso sem contar os inúmeros clientes que ficam em pé na rua ou dentro do bar. E nada de tulipa especial para o chope, que vem em um copo longo e de espessura fina.

Além dos famosos bolinhos, o cardápio oferece a clássica empada de camarão (R$3,20 a unidade), que me fez recordar com emoção as primeiras vezes em que estive em tão sagrado solo.

Recheada com camarões médios em meio a um denso creme e a uma azeitona preta, a empada, tão copiada Brasil afora, continua imbatível. Ela sai da cozinha em pequenas fôrmas individuais de alumínio e deve ser apreciada com uma colherzinha.

Como os salgados ficam na estufa, a dica é pedir para o garçom avisar quando saírem novas fornadas. Assim, os bolinhos e empadinhas poderão ser degustados em seu auge.

Perdi todo o receio de que o Bracarense não fosse o mesmo dos velhos tempos quando coloquei na boca o delicioso e suculento pernil. Macio, tenro e muito bem temperado, este nobre corte do porco é servido tanto em porções como em sanduíches. É um dos petiscos mais vendidos do bar.

Mas a felicidade plena só foi alcançada ao experimentar o curioso bolinho de feijoada (R$3,20 a unidade). A casquinha crocante e sequinha de fubá tem como recheio uma temperada pasta de feijão preto, bons pedaços de bacon e couve. É uma verdadeira feijoada frita. Uma maravilha!

Quem quiser cerveja não vai encontrar no Bracarense, e quem tiver a petulância de não pedir um chope pode relaxar, pois a caipivodka de maracujá do local (R$11,50) sai às centenas durante todo o dia.

O caos organizado, a falta de espaço e as paredes repletas de quadros com diplomas e premiações não deixam de ser um charme à parte deste, que é o mais famoso bar do Rio.

O Bracarense não possui franquias ou filias, e não aceita cartões de crédito. Cheques e cartões de débito Visa são aceitos. Os 10%, referentes ao serviço de garçom, são cobrados, apesar do cardápio afirmar o contrário.

Funciona de segunda a sexta, de 8h a 0h, e aos sábados e feriados, de 9h:30 a 0h. Aos domingos atende das 10h às 22h.

No caminho entre a decepção e a emoção estavam algumas horas, boas conversas, empadinhas de camarão e um curioso bolinho. Quanto ao chope, só ele já vale a visita.

Definitivamente, eu poderia morar no Bracarense.

*Preços referentes à data de 7de junho de 2011, quando esta matéria foi postada no blog "Baixa Gastronomia por Nenel"
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