Bar Bracarense

Endereço: Rua José Linhares, 85 B , Leblon - Rio de Janeiro , RJ - Brasil - 22430-220

Telefone:

(21) 2294-...

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Categoria:

Bares e Botecos

  | Rank: 23º de 622
Preço por pessoa
$$$$ (De R$26 até R$50)

Site oficial
bracarense.com.br
Bom para
Happy hour

Primeira opinião
Pedro Paulo de Ol...
Formas de pagamento
Débito:

cash, debit card
Detalhes
  • Acesso para deficientes


Como chegar
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Como chegar - Traçar rota


http://br.kekanto.com/como-chegar/bar-bracarense
Notas específicas:
Ambiente
(14)
Comida
(14)
Público
(13)
Atendimento
(14)
Bebida
(14)
Custo-benefício
(15)
Dicas Ver mais
Opiniões
Ótimo lugar para tomar uma cervejinha gelada, degustar delicias e bater um bom papo, independente se saiu direto da praia, se está esquentando para night ou apenas se divertindo.
Gente bonita e ótima comida.
Adorei o bolinho de bacalhau, rissole de camarão, pastéis de queijo e camarão....difícil dizer o que não é bom.
Muito bem atendida, tudo fresco, feito na hora, rápido e com qualidade. O único inconveniente é que são poucos lugares e está sempre lotado. Então vá animado.
O bar Bracarense foi apontado duas vezes pelo jornal The New York Times como o melhor do Brasil e eleito, em votação popular pela Prefeitura do Rio, quatro vezes como o melhor da cidade. A casa é considerada bar e restaurante e conta com espaço ao ar livre.

O estabelecimento traz no menu receitas antigas, como os tradicionais bolinho de aipim com camarão e requeijão do tipo catupiri. Também oferece opções para o almoço. No cardápio, diversas saladas e carnes ( filé mignon, contrafilé, filé de frango, linguiça, pernil e carne assada). Outros sucessos do estabelecimento fogem do menu tradicional, como a Cremosa, caipirosca de maracujá com lima-da-pérsia batida.
Capitaneada pelos mesmos dois funcionários há 26 anos, a chopeira a gelo do bar garante o sucesso da bebida.
Goza de um status quase legendário em meio aos cariocas bons de copo, graças à cerveja e aos petiscos. O chopp é cremoso e refrescante; com justiça, é considerado um dos melhores do Rio.
Preço Chopp R$4,90; Caipirinha R$9,50.
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Tradicionalíssimo bar do inconfundível Leblon. Excelente chopp Brahma gelado e petiscos gostosos e famosos, embora, talvez, com a saída do Chico e da Alaíde, tenha caído um pouco, mas não tenho certeza, continuam muito bons para mim.
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Ideal para "happy hour", principalmente em dias de profissionais, de 2a. a 5a. feira. Sábado e domingo para almoçar em dia de sol, praia, é loucura para filafóbicos. Passei da fase de ficar em pé para beber e comer.
O "Braca" para os íntimos é o mais famoso do Rio pelo melhor bolinho de bacalhau e as clássicas empadinhas que a gente gosta pra acompanhar com um bom chopp gelado. Pra quem não sabe, foi da cozinha do Bracarense que saiu o bar Chico & Alaíde (nome do bar e obviamente dos Chefs). Mesmo com a mudança, o Braca continua mandando bem nos petiscos e não é atoa que está sempre lotado! Sem dúvidas uma das melhores opções pós praia. Vá sem frescura pois você vai comer e beber em pé!

Só não do nota máxima pois o atendimento deixou a desejar, se enrolou um pouco e demorou com a conta mesmo com o bar vazio no almoço (era por volta das 15h de uma sexta-feira). Além disso, me decepcionou também quando pedi um Risoto de Camarão (R$ 34) que servia 2 pessoas muito bem e não foi informado. No cardápio dizia executivo, ou seja, individual. Logo, pedimos 2 pratos e o garçom ficou quietinho. Na boa, trairagem né? A realidade é que dava até pra 3 pessoas dependendo da fome (veja foto). Sobrou praticamente tudo e acabei trazendo pra casa. E sobre o sabor não achei nada demais, esperava bem mais!
Muito bom !!! Excelente atendimento, Durante a semana é mais tranquilo pra beber e degustar um tira-gosto apreciando a brisa vinda do mar. Já que a praia fica a apenas 2 quadras.
Sábados e domingos, o bar fica muito cheio, se for dia de praia mais ainda. Mas mesmo assim o chopp é servido bem gelado.
Comida e tira gosto muito bons.
Para almoço, cada dia da semana tem em média de 3 a 4 tipos diferentes de prato.
Na sexta tem o tradicional Bracarioca, com contra-filé acebolado, acompanhado de arros, feijão, fritas e dois ovos fritos, acompanhado de chopp garotinho estupidamente gelado.
A cultura de buteco é tão carioca quanto o samba. Tão carioca, mas tão carioca, que seja qual for a hora do dia ou da noite, seu buteco favorito já terá gente de pé na calçada, provavelmente com areia nas canelas e água do mar na bermuda. É por isso que a cariocada tá sempre sorrindo. Nada como ir ao buteco do coração depois de um banho de mar.Pior que esse lance de “buteco do coração” é levado super a sério. Assim como malandro é Mengão, Vascão, Tricolor ou Fogão, ele também é Jobi, Braca, Chico, Belmonte e etc. Mas nós, que não temos a sorte de morar numa cidade maravilhosa como essa não precisamos nos envolver e podemos curtir todos, com a mesma intensidade!

A coisa que eu mais gosto no Rio é justamente isso, de poder chegar, sentar num buteco pré-selecionado, pedir um chopp falando chiado, seguir o chiado mas agora puxando um papo sobre futebol… tudo isso só pra poder, pelo menos por uns minutinhos, me sentir um carioca da gema.E ó, posso falar? Desato falando carioquês e neguinho não me ganha não, valeu?! Mando benzaço. Só não me peçam pra escolher um buteco do coração. Aí em fico em cima do muro.

Por isso que não nos acanhamos e fomos visitar o Bracarense, um buteco no Rio que é praticamente uma experiência antropológica, tamanha a sua importância na disseminação da cultura de buteco.A Rê e eu estávamos como Cristo manda: água do mar, bermuda úmida, areia nas canelas, pele ardida, fome e sede. Até pensamos em sentar no balcão, o famoso pára-raio de malucos, mas como o carioquês da Rê não tá tão afiado quanto o meu, resolvemos não arriscar e sentamos numa mesinha mesmo.Salta dois bolinhos de aipim com camarão e catupiry no capricho.

E vê também o azeitezinho de oliva esperto por favor, parceiro! Esse bolinho de camarão com catupiry é bem polêmico, porque quando o Chico e a Alaíde saíram daqui para abrir uma nova casa, essa receita foi junto.Nós, como não conhecíamos o Braca nessa época não podemos falar muito. Mas adoramos, estava realmente bem feitinho. Serviu pra abrir alas para mais dois bolinhos. Dessa vez, de bacalhau. Amigão, consegue aí por gentileza aquela pimentinha esperta?! Valeuzão.Os de bacalhau ganharam dos de camarão com catupiry. Pelo menos aqui no Braca (já que, até então, ainda não tinhamos ido ao Chico & Alaíde).

E pra não dizer que ficamos somente nos bolinhos, também mandamos ver umas empadinhas. À começar por uma de camarão, nota dez.Mas manja aquele maluco tarado por empada, que não pode ver uma que já quer a segunda? Prazer, Diogo. Por melhor que estivesse essa de camarão, a curiosidade de provar a de frango era incontrolável. Posso falar? Graças a Deus que não consigo controlar alguns impulsos, porque essa empadinha de frango tava um negócio.

Em seguida, começamos a discutir como é que faríamos para ter fome logo mais à noite. Sim, porque esse foi um late happy hour depois de pegar praia até altas horas. Então faz o seguinte, manda mais dois chopps bem tirados, que além de ajudar a descer tudo isso, ainda nos dá um pouco mais de tempo pra pensar nesse “problema”.Aos 32 reais de jogo, encerramos essa partida. Agora, vamos dar uma caminhada um pouco maior até o hotel, porque talvez dê fome e não prejudique tanto assim nosso compromisso pro jantar. Sede eu sei que vai dar, mas a idéia é despertar a fome mesmo.
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