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Comida
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Atendimento
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Bebida
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Custo-benefício
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Bom para: Ir com amigos
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Encare a coisa da seguinte maneira: você não faz parte da multidão que vai passar horas na estrada no Carnaval. Também não está entre os que gostam de pular com marchinhas e axés nos clubes por aí. E nem entre os que querem ficar no sofá vendo desfile na televisão.
Comemore. Você está entre os poucos que podem aproveitar um dos melhores carnavais que existem: o do Astronete, com muito rock, soul, indie, punk, new wave e nenhuma – absolutamente nenhuma – música de Carnaval.
O Astronete é um dos clubes mais descolados da badalada região da Consolação / Baixo Augusta. E não por pouco. Ali, uma discreta portinha com cortinas vermelhas dá passagem a um mundo fantástico (e estranho), onde esconde-se um espaço dividido entre bar, lounge e uma pista com palco, onde costumam se amontoar um pouco mais de 200 pessoas. Tudo decorado de um jeito meio retrô e com diversos cartazes de filmes um pouco cult, um pouco trash, um muito diferentes.
Em alguns dias é mais balada, em outros é mais bar, com eventos variados e um cardápio incomum aos clubes da região, incluindo aí até opções como os chopes Braumeister e Guiness.
Sobre os eventos, é difícil dar uma noção exata, ou mesmo próxima, do que rola por lá. Mas vou tentar dar alguns exemplos:
Quase toda semana tem “Cinetrash Astronete”, com projeção de filmes de diretores meio “marginais” como Dario Argento ou Zé do Caixão, que fazem parte de um acervo monumental de 1.200 filmes pra lá de alternativos dos donos da casa. É provável que você não conheça o que estará passando. É bem possível que você nunca tenha nem ouvido falar. Mas é certeza que você nunca esquecerá.
De vez em quando tem o “Super Bazar de Discos”, feito em conjunto com a Big Papa Records, com dezenas de expositores de discos de vinil, troca de LPs, discotecagem rolando e tudo mais, ou a “Astronete Boutique”, que vende roupas novas e usadas de marcas modernosas como À Dor Amores, By Boogie e Bella & Me.
E tem o “Neuman’s Cocktail”, um evento mensal inspirado simplesmente na revista MAD(!!), com camisetas, revistas antigas, chaveiros e até músicas ligadas ao tema!
Isso sem falar das festas como a Monster Club, com de rock, eletro e indie e talvez a mais cheia de todas, a Ácido Plástico, que homenageia a piradíssima casa dos anos 80, ou ainda uma festa calcada num rock mais eletrônico e que leva o singelo nome “P#rra!!!”.
Esse insano caldeirão de idéias sai das mentes borbulhantes de Cláudio Medusa e Noemi Santana, sua esposa.
Medusa é um DJ de rock daqueles que não encontramos mais por aí. Ele curte o gênero desde garoto a ponto de se tornar um grande colecionador, com cerca de 5 mil LPs, quase todos de rock. É ele quem seleciona das catacumbas as “pérolas esquecidas” que tanto animam os fiéis frequentadores da casa.
Noemi é bartender, hostess e, principalmente, animadora do bar. Com seus vestidos sessentistas e muitas plumas, ela recebe os clientes lembrando que estão dentro de um universo diferente. Ali o clima é de pin ups dançando sensualmente no palco, vitrolas analógicas, groove, rock n’roll e diversão.
Se você já se animou, grave a programação de Carnaval:
Sexta é noite de Shakesville SP!, com soul music, boogaloo e rock ‘n roll vindo direto dos vinis.
No sábado tem Discotexxx, festa com hits e novidades do rock, punk e disco.
No domingo, uma edição especial de Viva El Roque, festa itinerante que já passou por Jive, CB e Inferno e que lota a casa com muitos rocks, punks e grooves das décadas de 60 as 90.
Segundona é vez da Veneno, com muito groove, soul, funk, latin, brasa, disco e hip-hop, além de alguns filmes malucos rolando no telão.
Na terça o inferninho da Mathias Ayres fecha as portas. Lá não é Carnaval, esqueceu? É dia, então, de tirar a fantasia e curtir as últimas horas de sossego na cidade.
Bom para: Ir com amigos
 
Com as paredes repletas de quadros de filmes "trash" antigos e alguns retoques kitsch na decoração, a pequena balada na região da baixa augusta lota os seus dois andares todo fim de semana. O som é quase sempre indie e rock dos anos 80 e 90, misturado com as tendências eletrônicas. O público é alternativo e, apesar de não expressivamente, atrai simpatizantes GLS também. Os preços variam entre R$10 (com nome na lista) e R$20, consumação e chapelaria (R$5) à parte. Durante a semana há exibição de filmes lado B. Uma boa opção para quem quer fugir das tradicionais baladas eletrônicas ou black e curtir algo mais despojado.

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