Armazém Medeiros

Endereço: Rua Rio de Janeiro, 2221 - 2221 , Belo Horizonte , MG - Brasil

Telefone:

(31) 3275-...

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Categoria:

Bares e Pubs

  | Rank: 172º de 869

De olho na rede, Bacalhau da Mama para 2 pessoas de R$ 98,00 reais por R$ 49,00 reais. Imprima seu voucher em www.redegourmetbh.com.br 

Preço por pessoa
$$$$ (De R$51 até R$100)

Primeira opinião
Marcela Luz
Horário de funcionamento
Seg.
18h - 0h
Ter.
18h - 0h
Qua.
18h - 0h
Qui.
18h - 0h
Sex.
18h - 0h
Sáb.
18h - 0h
Dom.
18h - 0h


Detalhes
  • Aceita reservas
  • Mesas ao ar livre
  • 160 lugares
  • Área para fumantes
  • Música


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http://br.kekanto.com/como-chegar/armazem-medeiros
Notas específicas:
Ambiente
(11)
Comida
(9)
Público
(8)
Atendimento
(11)
Bebida
(10)
Custo-benefício
(7)
Dicas
Escolher uma mesa na calcada!
Sofia G.
Fica a dica para o estabelecimento, melhorar o atendimento, para que possa consumir e assim colocar uma crítica sobre os produtos oferecidos e não somente do atendimento.
Estefania S.
Ambiente e atendimento de primeira.
Pedrão C.
As mesas de dentro são muito ventiladas, não há calor!!
Franciane D.
Opiniões
Cardápio farto, com opções saborosíssimas e pratos tentadores! As porções não são grandes! A Casa tem na decoração outro ponto fortíssimo, pois tudo é pensado nos detalhes! Um diferencial, muito importante, é que na mesa há um flyer questionando sobre a qualidade do atendimento e dos pratos. A Cerveja não decepciona, mas em tempos de Lei seca, a casa estes dias não se preparou a contento, não tinha cervejas sem álcool para todos os clientes que as queriam. Mas normalmente, a casa tem muito a oferecer! Importante é ressaltar que o ambiente interno é extremamente bem ventilado, não há calor ali dentro! Experimentem!
Funcionando no ponto que abrigou até o ano de 2009 a Padaria Trigais, a inspiração para o nome surgiu justamente do primeiro comércio que existiu naquele imóvel, o qual manteve portas abertas por quase meio século antes da inauguração da Panificadora, em 1986. Apesar dos mais de três anos de inauguração deste bar, ainda não havíamos estado por ali, o que finalmente aconteceu no último mês de agosto.

Era um sábado e, como um milagre, conseguimos uma vaga bem ao lado, na Rua Antônio Aleixo. Do outro lado da Rua Rio de Janeiro já seria possível observar o quão chamativo é o projeto do Armazém Medeiros. Escolhido o nosso lugar, concluímos que nem apenas aos olhos são reservadas as boas sensações, já que as mesas de tamanho razoável e as cadeiras acolchoadas proporcionam um conforto nem sempre encontrado nos bares do segmento.

Dentre as cervejas, os principais rótulos “premium” da AMBEV, inclusive a Original (R$ 6,50), que foi a escolhida da noite. Já a Vivian experimentou alguns dos bons sucos naturais disponíveis do cardápio, que por ali custam na faixa de R$ 5,00. Há ainda opções de cachaças e drinks.

Falando dos petiscos, as sugestões da casa para aquele dia, expostas a giz em alguns dos quadros espalhados pelo bar, eram o bacalhau assado na brasa servido com batatas ao murro (R$ 49,00), e também a fraldinha grelhada com parrillada de legumes (R$ 28,80). Todavia negamos ambas em prol do bom lombo grelhado com palmitos (R$ 28,80), que como a maior parte dos tira-gostos, chega à mesa acompanhado por quatro diferentes molhos: molho chimi churri, molho picante de pimentões, molho de alho e molho oriental. Todos dispostos ao redor da chapa, em recipiente elaborado para tal função.

Mesmo com o Armazém Medeiros pertencendo a um dos grandes grupos de atuação na Zona Sul, no caso a Rede Gourmet, o seu atendimento é dos melhores. Ainda não estive em nenhuma das outras casas do grupo, quais sejam Olegário, Germano, Santa Fé, Vila Madalena e Udon, mas no bar em pauta o atendimento é próximo e eficiente. Tanto que, por não terem naquele dia o folder explicativo sobre o almoço executivo, nos ofereceram um desconto de R$ 5,00 em cada prato para quando formos experimentá-los.

Com as expectativas supridas, pagamos a conta com o cartão, já que recebem tanto o crédito quanto o débito. Na saída ainda passaram por nós, sobre a bandeja do garçom, algumas caprichadas batatas recheadas, e entendemos que motivos para voltar não faltam.
Rei morto, rei posto. Fechou a Padaria Trigais e abriu o Armazém Medeiros na mesma esquina da rua Rio de Janeiro 2.221 com Antonio Aleixo, no Lourdes. Se você está pensando que agora terá a facilidade de comprar arroz ou feijão está enganado; terá sim mais uma oportunidade para tomar uma cerveja.
A emenda ficou muito melhor que o soneto. Era um ambiente fechado com apenas uma porta em cada um dos lados e a solução encontrada, toda aberta e bastante iluminada, atrai todas as mariposas quem passam por perto.
O nome não é uma forma de atrair incautas velhinhas e sim uma forma de homenagear a primeira ocupação do espaço. O cardápio traz esta história com fotos de documento antigo assinado por JK autorizando o funcionamento do Armazém Medeiros em 1944. Os arquitetos foram muitos felizes e fizeram uma decoração bem simples que lembrasse as antigas instalações com Cera Parquetina e Óleo de Peroba nas prateleiras. Os lustres feitos com garrafas vazias situam-se entre o chique e o simples.
O fato de servirem cerveja em garrafas de 600 ml (Skol a R$4,80 e Original a R$5,20) e destinarem duas páginas do seu cardápio a cachaças mostra que optaram por um modelo mais popular de bar e que estão decididos a competirem com o Lopes que está do outro lado da rua.
Experimentamos uma costelinha assada (R$6,90 100 gr) que estava melhor que o bife ancho (R$8,50 100 gr), ambos acompanhados de quatro molhos e servidos em um cuidadosos recipientes.  Resolvemos conhecer ainda o que era um Tomate Verde Frito (R$9,90 a porção) e vimos que era simplesmente um tomate verde à milanesa.
Enfim, é um bar que os arquitetos ganharam dos cozinheiros.
Primeira opinião do lugar
Mineiro que se preze não perde tempo quando recebe indicação para comer um bom feijão tropeiro. Foi essa expectativa positiva que levou o 2byFOOD ao Armazém Medeiros. Aliás, aquele barzinho na esquina sempre nos atraiu.

A mesa escolhida foi no salão, já que o ambiente é muito bonito. A decoração remete aos antigos armazéns, assim como o uniforme dos garçons. A distração fica por conta de identificar os diversos rótulos (novos e antigos) de produtos de cozinha e limpeza.

Como as chapas e a grelha são abertas e ficam no fundo do salão, o primeiro receio era sair com cheiro de churrasco. Porém, o sistema de exaustão, o pé direito alto e as várias portas abertas para as ruas Rio de Janeiro e Antônio Aleixo ajudam o ar circular, e você continua com o cheiro que chegou.

Antes de aventurar no feijão tropeiro, chegou à mesa a Linguiça Medeiros (100g – R$ 5,90), que também foi bem recomendada. Bem gostosa, não muito condimentada. Pelo que já foi publicado no Blog do Eduardo Girão a receita é secreta. E acreditem, se ele escreveu isso é porque o dono de lá não conta nem sob tortura. O embutido veio acompanhado de quatro molhos básicos, que são servidos também com outros pedidos de carne: chimichurri, pimenta, vinho e oriental (catchup, shoyo e gengibre) – este último, o nosso preferido.

Logo depois chegou a vez do pedido principal: feijão tropeiro, acompanhado de lombo (100g – R$6,50) e batata frita (R$ 14,80). Foi aí que uma nuvem negra estacionou sobre a nossa mesa. O garçom nos interrompe para um comunicado:
- Aqui, só me avisaram agora que não tem tropeiro, mas a boa notícia é que o lombo e a batata já estão prontos. Não quer um arrozinho? Que tal um arroz com brócolis?

A resposta foi imediata: Claro que não! Fomos lá atrás do tropeiro, não do arroz com brócolis. Enfim, desce só o lombo e a batata frita. Com quase tudo pronto para ser devorado, percebemos que faltava a cumbuca do molho de vinho. Pedimos ao garçom, que respondeu:
- Acabou também!

A fome é negra e o jeito era ir com o que tinha. O lombo estava uma delícia, bem temperado, alto e muito suculento. Já a batata era congelada, o que não carece mais explicações.

http://2byfood.wordpress.com/
Depois de algumas idas ao Medeiros me sinto confortável para dizer que se trata de um ótimo restaurante. Com atendimento muito bom, e comida deliciosa, está em uma esquina movimentada, mas consegue manter um ambiente muito agradável de se ficar.
O restaurante em si não é muito grande e as mesas de dentro ficam um pouco apertadas, mas em compensação conta com um charmoso mesanino que aumenta sua capacidade para receber os clientes. As mesas de fora são boas, com o único inconveniente de que a calçada é bastante irregular, e por isso pode haver uma falseada nos pés das mesas e cadeiras.
A decoração é peculiar, com uma iluminação bem amarelada e prateleiras com fileiras de produtos reproduzindo mesmo um antigo armazém, ou uma pequena mercearia, daquelas que anotavam na caderneta pra se pagar no final do mês.
Mas nem pense em pendurar lá, e os preços não são os mais acessíveis. Mas com certeza vale pagar pela qualidade do atendimento e da comida. Aliás, o atendimento é coisa que sempre me chama atenção quando vou lá, porque, mesmo sendo um pouco demorado às vezes, é super atencioso e educado.
Sobre a comida então fica difícil dar uma opinião. Das últimas vezes em que estive lá experimentei o "bacalhau da mama", e da última a costelinha. Muito saborosos os dois pratos, em uma porção que serve muito bem duas pessoas que comam bem.
A cerveja não é a mais gelada da cidade, mas é servida em uma temperatura aceitável.
A crítica que tenho é em relação ao banheiro, cujo acesso passa pelo mesmo corredor que leva à cozinha e ao que me pareceu ser uma sala da administração, o que poderia ter sido evitado com um melhor projeto para um resturante desse nível e porte.
Se eu pudesse definir o Armazém com uma só frase, seria: Um lugar em que os arquitetos ganham dos cozinheiros. Fui ontem ao lugar, o ambiente é agradável, com uma decoração inusitada (garrafas e embalagens de produtos antigos, tipo Óleo de Peroba), e bonita.
Quanto ao cardápio, pedi, linguiça com queijo, quando chegou, me perguntei onde estavam o restante da linguiça e por onde tinha passado o queijo. A porção é bem pequena, no máximo 150gr de linguiça, que atende meia-boca um casal.
Não satisfeita, pedi uma porção de bolinho de bacalhau, que não tinha cheiro de bacalhau, nem gosto de bacalhau. É um simples bolinho de peixe, temperado com uma erva que não consegui identificar (manjericão, talvez).
De bebida, pedi uma Bohemia Confraria, long neck, que custa absurdos R$6,80.
Não voltarei ao Armazém, prefiro parar no Albano´s que está localizado antes.
Sem dúvida, um excelente bar! Tem um visual bem charmoso e aconchegante. A atenção e a educação dos garçons dão gosto de ver! A cerveja está sempre gelada, a comida simplesmente deliciosa. As duas porções que já tive oportunidade de experimentar, divinas! A primeira foi o bacalhau c batata assada e a segunda, costelinha c batata frita, ambas com 4 tipos de molhos, cada um mais gostoso que o outro (alho, pimenta, ervas, shoyo).
Os pontos fracos, na minha opinião, são: dificuldade em encontrar vaga, seja a hora que for e o banheiro. Não tão limpinho e fica "encostado" no local onde os garçons buscam os pratos na cozinha, quase sempre rola uma esbarrada em um deles. E, ainda, apesar de disponibilizar fio dental no banheiro, a caixinha sempre está emperrada.
A inusitada decoração é o charme do lugar: prateleiras de madeira que expõem produtos característicos dos antigos armazéns e luminárias de garrafas de cerveja dão um toque especial.
O Armazém Medeiros oferece delícias de cabo a rabo do cardápio! Entre os destaques estão os petiscos finos e as carnes na brasa (picanha, bife de chorizo e outras). A polenta frita eh para mim o melhor acompanhamento. Para beber, escolha entre chopps, cervejas, drinks, vinhos, espumantes, e como não poderia faltar, uma respeitável seleção de cachaças!
Muito agradavel e bem localizado!
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Total de opiniões: 16

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