Rua Haddock Lobo, 1738 - Jardim Paulista - São Paulo , SP
11 3087-1399
Ranking: #2 de 140 em
Churrascaria -
São Paulo
Com dois endereços em São Paulo, o restaurante Rubaiyat serve carnes selecionadas da Fazenda Rubaiyat, no Rio Grande do Sul. O Baby Beef já foi eleito oito vezes a melhor churrascaria de São Paulo pela revista Gula e possui uma ótima carta de vinhos, com marcas nacionais e imp... Ver mais
Preço por pessoa:
$$$$ (Exclusivo)
Categoria:
Churrascaria
Site oficial:
rubaiyat.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Horário de funcionamento:
Seg. a Qui.: 12h às 0:30
Sex. e Sab.: 12h às 1h
Dom.: 12h às 0h
Primeira opinião por:
Fernando O.
Fernando O.
Detalhes:
Acesso para deficientes
Ar condicionado
Aceita reservas
Mesas ao ar livre
Wi-fi
Couvert
Estacionamento: manobrista
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Notas específicas:
Ambiente
(20)
Comida
(20)
Atendimento
(20)
Bebida
(19)
Custo-benefício
(19)
Classificar por:
Opiniões
(36)
Seu menino, esse ano resolvi ir passar o carnaval em São Paulo. Nordestino véio, fui pra fugir da zoeira do carnaval baiano. Eu e minha muié.
Um dia, a danada invocou que queria conhecer o tal do Figueira Rubaiyat. Coisa chique. Fomos lá, prá inchê o bucho na hora do almoço.
Quando o táxi deixou a gente na porta do restaurante, tomei inté um susto: Parecia mais uma loja de carro importado. Só tinha aqueles bichos pretos, com uma estrela na testa. E os caras de preto na porta? Pensei que eram os donos!!! Que nada!!! Eram os tal de “manobristas”... nada a ver com os flanelinhas de minha terra...
Entramos no restaurante, ô lugar bunito, seu menino.
Não é que tem mermo uma figueira do tamanho do mundo lá dentro? Sei lá como eles conseguiram botar ela ali, mas que tava lá, tava...
Ficamos com medo de cair uns figos (figueira é pé de figo, num é?) na cabeça da gente, ou até dentro da nossa comida e pedimos pro garçom uma mesa num lugar coberto.
Garçom educado, aquele!!! Disse que a gente era bem-vindo, e até puxou a cadeira pra minha muié sentar!!!
Não deu nem tempo de esquentar a cadeira e já trouxeram uma cesta com um bocado de pão e umas pastinhas gostosas que só a gôta. Nem perguntaram se a gente queria!!! E olha só, mal acabava o que estava nos potinhos e eles traziam mais!!! Depois descobri que o nome daquilo é “couvert”... que bacana!!!
Depois descobri também que cada um de nós ia ter que pagar vinte e sete contos pelo tal do “couvert”... meio carinho, né? Eu achei...
Aí, eu, esperto, pensei: se a gente ficar comendo isso aqui nem precisa almoçar...
Pois parece que o garçom leu meu pensamento: de repente, pararam de trazer mais pão e pastinha... acho que foi pra gente num perder o apetite!!!
Minha muié, então, quis pedir um vinho... ai, meu Deus!!!
Veio logo um outro cara, que chamaram de “maitre”. Trouxe o cardápio de vinho e eu nem olhei pro nomes dos danados: fui logo pra coluna do lado direito. O mais barato era uns sessenta contos. Foi o jeito: fiquei tão chocado que apontei pro preço ao invés de apontar pro nome do vinho: “traz esse”.
Demorou um pouquinho, chega o garçom com o vinho. Fez um bocado de pose, rodou pra lá, rodou pra cá e me mostrou o vinho pra confirmar se era aquele. E eu ia lá saber??? eu nem olhei pro nome do vinho, no cardápio!!! Depois colocou uns dois pinguinhos em minha taça... eu pensei "enche logo essa danada, pois pelo preço eu vou é espremer essa garrafa até sair a última gota".
Bom, servido o vinho e pra encurtar a história, fomos pedir o almoço.
Engraçado, foi só pedir o cardápio que eles esqueceram que a gente podia perder o apetite e começaram a trazer mais pão e pastinha!!! Que curioso!!!
Bom, o cardápio chegou. Vixe Maria!!! Eles deviam ter uma ambulância da SAMU na porta!!! Eu quase tenho um troço no coração quando vi os preços!!! E minha muié nem aí pra me dar apoio!!! Chique igual ao restaurante, parecia que ia lá toda semana.
Resolvemos pedir um peixe. Eu tava tão abalado que nem lembro qual era o nome do danado. Só sei que ele vinha inteiro pra mesa e o garçom tirava as espinhas lá mermo, pra gente ver.
Tirado o espinhaço do bicho, ficou um tantinho assim de carne, ó!!!
E o pior é que tava gostoso, o danado. Só que acabou em cinco garfadas. Nessa hora, meu estômago começou a esmurrar meu pensamento, como quem diz “quem mandou comer pouco pão, infeliz???” e eu me arrependi de não ter sentado embaixo da figueira... vai que caía um figo no prato e completava o almoço...
Finalmente, hora da conta. Tomei logo outro comprimido pra minha pressão não subir (com vinho, mermo, pois cada água mineral era o preço do táxi que levou a gente pro restaurante).
Rapaaaaaaaaaz... de novo senti a necessidade de ter uma ambulância na porta.
Tossi, me engasguei, acho que inté fiquei branco... e minha muié, nem aí... ainda teve a coragem de perguntar: “a gorjeta do rapaz já tá incluída?”. Eu nem respondi.
Bom, aí não tinha mais jeito: saquei do meu cartão de crédito PLATINUM (pra fazer bunito) e mandei ver.
Óia, seu menino, o lugar é mermo muito bunito, agradável e o atendimento é bom de verdade.
A comida é boa, mas quando você tá começando a gostar, ela acaba!!!
Pra resumir, eu digo o seguinte: “Figueira Rubaiyat: é caro, mas em compensação... a comida é pouca.”.
Um dia, a danada invocou que queria conhecer o tal do Figueira Rubaiyat. Coisa chique. Fomos lá, prá inchê o bucho na hora do almoço.
Quando o táxi deixou a gente na porta do restaurante, tomei inté um susto: Parecia mais uma loja de carro importado. Só tinha aqueles bichos pretos, com uma estrela na testa. E os caras de preto na porta? Pensei que eram os donos!!! Que nada!!! Eram os tal de “manobristas”... nada a ver com os flanelinhas de minha terra...
Entramos no restaurante, ô lugar bunito, seu menino.
Não é que tem mermo uma figueira do tamanho do mundo lá dentro? Sei lá como eles conseguiram botar ela ali, mas que tava lá, tava...
Ficamos com medo de cair uns figos (figueira é pé de figo, num é?) na cabeça da gente, ou até dentro da nossa comida e pedimos pro garçom uma mesa num lugar coberto.
Garçom educado, aquele!!! Disse que a gente era bem-vindo, e até puxou a cadeira pra minha muié sentar!!!
Não deu nem tempo de esquentar a cadeira e já trouxeram uma cesta com um bocado de pão e umas pastinhas gostosas que só a gôta. Nem perguntaram se a gente queria!!! E olha só, mal acabava o que estava nos potinhos e eles traziam mais!!! Depois descobri que o nome daquilo é “couvert”... que bacana!!!
Depois descobri também que cada um de nós ia ter que pagar vinte e sete contos pelo tal do “couvert”... meio carinho, né? Eu achei...
Aí, eu, esperto, pensei: se a gente ficar comendo isso aqui nem precisa almoçar...
Pois parece que o garçom leu meu pensamento: de repente, pararam de trazer mais pão e pastinha... acho que foi pra gente num perder o apetite!!!
Minha muié, então, quis pedir um vinho... ai, meu Deus!!!
Veio logo um outro cara, que chamaram de “maitre”. Trouxe o cardápio de vinho e eu nem olhei pro nomes dos danados: fui logo pra coluna do lado direito. O mais barato era uns sessenta contos. Foi o jeito: fiquei tão chocado que apontei pro preço ao invés de apontar pro nome do vinho: “traz esse”.
Demorou um pouquinho, chega o garçom com o vinho. Fez um bocado de pose, rodou pra lá, rodou pra cá e me mostrou o vinho pra confirmar se era aquele. E eu ia lá saber??? eu nem olhei pro nome do vinho, no cardápio!!! Depois colocou uns dois pinguinhos em minha taça... eu pensei "enche logo essa danada, pois pelo preço eu vou é espremer essa garrafa até sair a última gota".
Bom, servido o vinho e pra encurtar a história, fomos pedir o almoço.
Engraçado, foi só pedir o cardápio que eles esqueceram que a gente podia perder o apetite e começaram a trazer mais pão e pastinha!!! Que curioso!!!
Bom, o cardápio chegou. Vixe Maria!!! Eles deviam ter uma ambulância da SAMU na porta!!! Eu quase tenho um troço no coração quando vi os preços!!! E minha muié nem aí pra me dar apoio!!! Chique igual ao restaurante, parecia que ia lá toda semana.
Resolvemos pedir um peixe. Eu tava tão abalado que nem lembro qual era o nome do danado. Só sei que ele vinha inteiro pra mesa e o garçom tirava as espinhas lá mermo, pra gente ver.
Tirado o espinhaço do bicho, ficou um tantinho assim de carne, ó!!!
E o pior é que tava gostoso, o danado. Só que acabou em cinco garfadas. Nessa hora, meu estômago começou a esmurrar meu pensamento, como quem diz “quem mandou comer pouco pão, infeliz???” e eu me arrependi de não ter sentado embaixo da figueira... vai que caía um figo no prato e completava o almoço...
Finalmente, hora da conta. Tomei logo outro comprimido pra minha pressão não subir (com vinho, mermo, pois cada água mineral era o preço do táxi que levou a gente pro restaurante).
Rapaaaaaaaaaz... de novo senti a necessidade de ter uma ambulância na porta.
Tossi, me engasguei, acho que inté fiquei branco... e minha muié, nem aí... ainda teve a coragem de perguntar: “a gorjeta do rapaz já tá incluída?”. Eu nem respondi.
Bom, aí não tinha mais jeito: saquei do meu cartão de crédito PLATINUM (pra fazer bunito) e mandei ver.
Óia, seu menino, o lugar é mermo muito bunito, agradável e o atendimento é bom de verdade.
A comida é boa, mas quando você tá começando a gostar, ela acaba!!!
Pra resumir, eu digo o seguinte: “Figueira Rubaiyat: é caro, mas em compensação... a comida é pouca.”.
Dica: Vá disposto a gastar dinheiro!!!
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Gostei
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12/03/2012
•
Laysla H., Anne M., Gláucia P. e mais 9 pessoas gostaram
Ver todos 14 comentários
Eduardo Sepúlveda Anconi:
Antonio, pela sua opinião fiz questão de passar na porta.
Bruna I. Souza:
Kkkk...Ri muito!!!Realmente é bem isso mesmo.Mas,vale apena é um hambiente muito agradável!!!
Gláucia Prodocimo:
Excelente!!! Adorei tua opinião. Apesar do $$$$$$$$$, vale a pena!
É engraçado como opiniões possam ser tão divergentes.
Procurei saber do local após uma colega me falar sobre ele, falar bem, por sinal. Como curto coisas diferentes e marcantes, logo de cara curti por saber da figueira que tem lá no restaurante e que dá o nome a este local e também curti muito as fotos dos ambientes e pratos oferecidos lá. Outra coisa que arregalou meus olhos, foi o tal buffet de sobremesas que tem lá, olho gordo já viu né.
Pesquisando mais sobre, vimos a qualidade dos cortes de carne e seus diferenciais, assim, o Tiago de cara curtiu um prato específico e ele queria esse. Fizemos a reserva enquanto estávamos em Curitiba ainda, bem rápido e fácil, sendo que fiz tudo por e-mail. No mesmo e-mail fiz questão de deixar claro que queríamos nos sentar abaixo da figueira, afinal, somos turistas e queremos as coisas mais privilegiadas.
Chegou o grande dia, para ajudar tempo bom, sol forte e céu azul, mesmo no inverno.
O restaurante é lindo, não podemos negar. Parece que estamos num jardim, pois o teto é de vidro e o local não tem portas. A figueira realmente é enorme e exuberante e dá o toque especial ao ambiente. As mesas são bem dispostas e curti o design delas.
Mas, ao chegarmos, começou meio mal. Nos colocaram na mesa de fundo, isso que eu havia pedido uma mesa de baixo da árvore. Ao questionar sobre, a recepcionista falou que aquelas mesas abaixo da figueira já estavam reservadas, tá né, isso que era só a gente dentro de lá. Depois foram chegando uns gatos pingados, mas não lotou a casa. Logo, poderíamos ter sentado onde queríamos.
Tá, vamos ao couvert. Eles levam a mesa um tipo de pão com alecrim, orégano e azeite, que vem bem quente e é posto num suporte. Vem uma cesta de pães, incluindo pão de queijo e também uma travessa com tomate seco, abobrinha grelhada, salame, manteiga e salmão. Nada de muito espetacular. Isso que foi premiado como o melhor couvert de SP, não sei daonde. Os pães eram quentinhos sim, mas nada de muito diferente. A travessa era boa, mas as coisas mal tinham gosto. Parecia que estavam há horas paradas e realmente estavam. Vimos que não é preparado na hora. Eles já deixam prontos. O que salvou foram os pães de queijo.
O cardápio? Tudo absurdamente caro e com pouca variedade. Não tinha prato algum por menos de R$ 90,00. Eu fui de mignon (não lembro bem como era o corte) e o Tiago pediu outra carne, que não estou lembrada. Ambos pedimos acompanhamento de cogumelos feitos no forno a lenha em um recipiente próprio que mantinha a temperatura. Olha, o que me surpreendeu foi este acompanhamento, que estava delicioso, mas a carne... Deixa pra lá. Era apenas carne e não vi diferença com outras churrascarias que como normalmente, até achei com uma qualidade inferior. Tá né, para sabermos como o restaurante é, tínhamos que passar por essa experiência.
Fora que o atendimento deixa muito a desejar, parece que eles diferenciam seus clientes. Achei muita pompa para um lugar muito mediano (para ser legal ainda).
O buffet de sobremesas? Mais bonito que gostoso. Além da sua conta normal, é acrescentado R$ 27,90 para comer a vontade no tal buffet. E querem saber? Não vale a pena. É muita coisa e você mal aproveita as coisas, melhor pedir a la carte mesmo e pagar seus R$ 15 a 19,00. São doces diferentes e muito variados sim, mas não são tão gostosos.
Mas valeu a pena porque o local é bonito, charmoso e requintado ao extremo. Pena que essas características fiquem apenas para o ambiente. Eu não voltaria.
Foi o segundo restaurante mais caro que já fomos. A conta saiu mais de R$ 350,00. Piada.
Procurei saber do local após uma colega me falar sobre ele, falar bem, por sinal. Como curto coisas diferentes e marcantes, logo de cara curti por saber da figueira que tem lá no restaurante e que dá o nome a este local e também curti muito as fotos dos ambientes e pratos oferecidos lá. Outra coisa que arregalou meus olhos, foi o tal buffet de sobremesas que tem lá, olho gordo já viu né.
Pesquisando mais sobre, vimos a qualidade dos cortes de carne e seus diferenciais, assim, o Tiago de cara curtiu um prato específico e ele queria esse. Fizemos a reserva enquanto estávamos em Curitiba ainda, bem rápido e fácil, sendo que fiz tudo por e-mail. No mesmo e-mail fiz questão de deixar claro que queríamos nos sentar abaixo da figueira, afinal, somos turistas e queremos as coisas mais privilegiadas.
Chegou o grande dia, para ajudar tempo bom, sol forte e céu azul, mesmo no inverno.
O restaurante é lindo, não podemos negar. Parece que estamos num jardim, pois o teto é de vidro e o local não tem portas. A figueira realmente é enorme e exuberante e dá o toque especial ao ambiente. As mesas são bem dispostas e curti o design delas.
Mas, ao chegarmos, começou meio mal. Nos colocaram na mesa de fundo, isso que eu havia pedido uma mesa de baixo da árvore. Ao questionar sobre, a recepcionista falou que aquelas mesas abaixo da figueira já estavam reservadas, tá né, isso que era só a gente dentro de lá. Depois foram chegando uns gatos pingados, mas não lotou a casa. Logo, poderíamos ter sentado onde queríamos.
Tá, vamos ao couvert. Eles levam a mesa um tipo de pão com alecrim, orégano e azeite, que vem bem quente e é posto num suporte. Vem uma cesta de pães, incluindo pão de queijo e também uma travessa com tomate seco, abobrinha grelhada, salame, manteiga e salmão. Nada de muito espetacular. Isso que foi premiado como o melhor couvert de SP, não sei daonde. Os pães eram quentinhos sim, mas nada de muito diferente. A travessa era boa, mas as coisas mal tinham gosto. Parecia que estavam há horas paradas e realmente estavam. Vimos que não é preparado na hora. Eles já deixam prontos. O que salvou foram os pães de queijo.
O cardápio? Tudo absurdamente caro e com pouca variedade. Não tinha prato algum por menos de R$ 90,00. Eu fui de mignon (não lembro bem como era o corte) e o Tiago pediu outra carne, que não estou lembrada. Ambos pedimos acompanhamento de cogumelos feitos no forno a lenha em um recipiente próprio que mantinha a temperatura. Olha, o que me surpreendeu foi este acompanhamento, que estava delicioso, mas a carne... Deixa pra lá. Era apenas carne e não vi diferença com outras churrascarias que como normalmente, até achei com uma qualidade inferior. Tá né, para sabermos como o restaurante é, tínhamos que passar por essa experiência.
Fora que o atendimento deixa muito a desejar, parece que eles diferenciam seus clientes. Achei muita pompa para um lugar muito mediano (para ser legal ainda).
O buffet de sobremesas? Mais bonito que gostoso. Além da sua conta normal, é acrescentado R$ 27,90 para comer a vontade no tal buffet. E querem saber? Não vale a pena. É muita coisa e você mal aproveita as coisas, melhor pedir a la carte mesmo e pagar seus R$ 15 a 19,00. São doces diferentes e muito variados sim, mas não são tão gostosos.
Mas valeu a pena porque o local é bonito, charmoso e requintado ao extremo. Pena que essas características fiquem apenas para o ambiente. Eu não voltaria.
Foi o segundo restaurante mais caro que já fomos. A conta saiu mais de R$ 350,00. Piada.
Bom para: Casais, Jantar, Almoçar, Famílias
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
O que mais gosto na Figueira o ambiente, que agradabilssimo, com uma bela decorao e claro uma enorme figueira de 130 anos de idade. Outra coisa que tambm gosto o couvert, uma delcia, daria para comer s o couvert
Em dezembro quando fui na Figueira pedi um bife de tiras com baked potato. A carne estava bem boa, mal passada como eu gosto, mas a baked realmente no estava boa.
Minha me pediu um bacalhau, que estava bom, mas no faz jus ao seu preo
Na sobremesa pedi uma panqueca de doce de leite que estava fantstica
E acompanhando o cafezinho, uma degustao de docinhos
A Figueira Rubaiyat assim como os outros restaurantes do grupo Rubaiyat que eu j conheci, Porto Rubaiyat e Caban Las Lilas (Buenos Aires), eu gostei muito de conhecer, mas no fao questo de voltar. Acho que no tem uma boa relao custo/beneficio.
A Figueira Rubayat - $$$$$
www.rubayat.com.br/figueira
Rua Haddock Lobo, 1738
Fone: (11)3087-1399
Fotos: Tati Camplo
Fotos: Tati Camplo
Em dezembro quando fui na Figueira pedi um bife de tiras com baked potato. A carne estava bem boa, mal passada como eu gosto, mas a baked realmente no estava boa.
Minha me pediu um bacalhau, que estava bom, mas no faz jus ao seu preo
Na sobremesa pedi uma panqueca de doce de leite que estava fantstica
E acompanhando o cafezinho, uma degustao de docinhos
A Figueira Rubaiyat assim como os outros restaurantes do grupo Rubaiyat que eu j conheci, Porto Rubaiyat e Caban Las Lilas (Buenos Aires), eu gostei muito de conhecer, mas no fao questo de voltar. Acho que no tem uma boa relao custo/beneficio.
A Figueira Rubayat - $$$$$
www.rubayat.com.br/figueira
Rua Haddock Lobo, 1738
Fone: (11)3087-1399
Fotos: Tati Camplo
Fotos: Tati Camplo
Fui no Figueira na noite de sábado para um jantar e confirmei o que os Kekantors abaixo falaram sobre o ambiente e a árvore. O teto é super alto e de vidro e a árvore atravessa quase todo o restaurante. Além de bonita, é muito bem cuidada.
Pouco depois de nossa chegada foi servido o couvert, um pão espetado num apoio de madeira e uma sopa de legumes no copinho. O couvert incluia abobrinha temperada, salmão cozido (frio), tiras de calabresa, mas o que eu mais gostei foi um pão de queijo diferente que não é crocante (tem a casquinha lisa e seca).
De prato principal resolvi pedi o famoso bife de tiras, que bem com uma baked potato. Nunca tinha comido uma carne tão macia, com a gordura bem tostada e gostosa de comer! A baked potato não tinha nada de especial, vem assada com requeijão. Talvez um pouco de arroz seria bom, pois é muita carne. Também experimentei o caixote, um prato que vem com frutos do mar de bom tamanho: vieiras, camarões, lagostin, etc. Estava excelente! Da próxima vez, devo pedir ele!
Por fim, pedimos um creme de papaya com cassis e o cafézinho. Este custa R$ 5,90 e acompanha muitos doces: trufas, bolinhos, brownie, etc. Vale a pena! É uma boa dica pedir apenas o cafézinho, pois já é uma sobremesa.
Para finalizar, o garçom trouxe uma cachaça com mel e limão da casa de cortesia, estava muito gostosa! Ela se chama "Cachaça da Tulha", não deixe de experimentar!
Os pratos custam de R$ 70 à 110 e os drinks na faixa de R$ 15~20. Eu achei até que o preço das bebidas é "ok" se comparado com os pratos.
A nota só não é 5 pois o serviço não é tão rapido como deveria ser para este padrão de restaurante. Contei mais de 5 "metris" (garçom com terno), mas mesmo assim faltou velocidade e atenção.
Pouco depois de nossa chegada foi servido o couvert, um pão espetado num apoio de madeira e uma sopa de legumes no copinho. O couvert incluia abobrinha temperada, salmão cozido (frio), tiras de calabresa, mas o que eu mais gostei foi um pão de queijo diferente que não é crocante (tem a casquinha lisa e seca).
De prato principal resolvi pedi o famoso bife de tiras, que bem com uma baked potato. Nunca tinha comido uma carne tão macia, com a gordura bem tostada e gostosa de comer! A baked potato não tinha nada de especial, vem assada com requeijão. Talvez um pouco de arroz seria bom, pois é muita carne. Também experimentei o caixote, um prato que vem com frutos do mar de bom tamanho: vieiras, camarões, lagostin, etc. Estava excelente! Da próxima vez, devo pedir ele!
Por fim, pedimos um creme de papaya com cassis e o cafézinho. Este custa R$ 5,90 e acompanha muitos doces: trufas, bolinhos, brownie, etc. Vale a pena! É uma boa dica pedir apenas o cafézinho, pois já é uma sobremesa.
Para finalizar, o garçom trouxe uma cachaça com mel e limão da casa de cortesia, estava muito gostosa! Ela se chama "Cachaça da Tulha", não deixe de experimentar!
Os pratos custam de R$ 70 à 110 e os drinks na faixa de R$ 15~20. Eu achei até que o preço das bebidas é "ok" se comparado com os pratos.
A nota só não é 5 pois o serviço não é tão rapido como deveria ser para este padrão de restaurante. Contei mais de 5 "metris" (garçom com terno), mas mesmo assim faltou velocidade e atenção.
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
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16/11/2010
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Bruno Y. gostou
Meg:
Oi Bruno! Domingo é aniversário do meu pai, mas estarei de plantão....Vou levá-lo para jantar fora no sábado. Estou pensando em qual local agradaria mais...DOM, figueira ou terraço itália? Qual a sua opinião?? bjos
Bruno Yoshimura:
Acho que Figueira mesmo. O Terraço itália é mais para casais e bem "escuro". A Figueira é bem claro, tem o pé direito super alto e é bem familiar. O DOM ainda não conheço, mas é outro patarmar de preço.
Numa passagem relâmpago por Sampa, o destino nos guiou até a Figueira Rubaiyat, a casa mundialmente conhecida pelos seus cortes nobres e pela grande figueira que cobre parte do restaurante. De fato, não é nenhum pouco piegas dizer que o lance impressiona.
Se, como dizem, a árvore tem o tamanho da raíz proporcional ao da sua copa, certamente essa raíz anda lá pelas bandas da Av. Brasil, fácil. A criança tem uns 50 metros de altura, quase 10 metros de circunferência e mais de 130 anos.O dia tava lindo e o frescor dali é impressionante. A sensação que dá é que estamos comendo no meio do mato.
Mas antes, nos vimos obrigados a sentar no piano-bar para aguardar a turma que estava para chegar.Assim que o Castilho, a Mariella e a Ana K. chegaram, Diego, Lela e eu fomos pro meio da floresta, ops, do restaurante em busca da nossa mesa. Eu juro que se por ventura o garçom tivesse tentado nos colocar numa mesa afastada da figueira, eu tava pronto pra dar uma desculpa daquelas do tipo “chefe, esse americano – apontando pro Diego – veio de longe fazer essa reunião conosco e quis almoçar aqui só por causa da árvore, e não é justo ficar longe dela até porque ele que vai pagar a conta”. Mas não precisou e evitamos esse constrangimento.
Aí já começa a farra gastronômica. E o engraçado é que aqui a fartura não tem limite mesmo. Parece almoço na casa da vó, que tem de tudo. Pão de queijo com reposição livre e um couvert com queijos, escabeches, tomate seco e iscas de peixe. Tudo temperadinho e saboroso.Mas o que roubou a cena no quesito “couvert” foi esse crocantão, ou seja lá como for o nome disso. É um bolachão enorme, impossível de resistir e quebrar um pedacinho aqui, outro ali.Na hora dos pedidos o bixo pegou. Dá vontade de pedir um menu degustación dos top 10. Mas vamos ser seletivos e equilibrados o suficiente para fisgar um de acordo com a minha fome. Imitei o Castilho e pedimos a Picanha Summus com Cogolhos de Tudela e Batata ao Murro. Las Lilas style.
Isso é suficiente pra atestar o sabor indescritível da carne.O Diego inovou, não se deixou levar pela influência masculina, pegou na mão de Deus e pediu um Caixote Marinho, com lulas, polvo, vieiras, camarões, pitú, cavaquinha, peixe e arroz carnaroli. Preciso nem dizer que não sobrou nem grãozinho de arroz.A Mariella pediu o que seria o meu segundo prato, naquele meu desejo impossível de menu degustación: o Peixe Clássico Los Negros, um robalo com batatinha, aspargos e cebola ao forno.
Ainda mais sabendo que é um prato by Francis Mallmann.A Lela e a Ana K. foram numa das sugestões do chef, o Medalhão de Filé com batatas assadas, cebola e molho madeira. De acordo.Todos devidamente satisfeitos, mas sem coragem de ir embora. Bora ver a sobremesa? A sobremesa não, as sobremesas. Essa mesa irresistível de doces me fez lembrar essa do Hyatt de Buenos Aires. São mais de 25 opções que vão de Crema Catalana à dulce de leche argentino.
Mas fomos traídos pelo couvert, que nos fez comer mais do que o necessário (putz, de novo!) e acabamos ficando no café. E ó como os caras aqui não tem limite mesmo. Pra uma torta de nozes realmente me falta espaço. Mas pra umas casquinhas de laranja cristalizadas e um que outro pedacinho dessa Tuile eu tenho. E talvez, mas muito talvez, eu coma um brigadeiro desses.O único momento que eles pesam a mão no sal é na hora da conta: salgada que dói. Mas é o preço que se paga por um ambiente inigualável, atendimento nota 11 e pratos sensacionais. E na Figueira Rubaiyat, isso custou 110 reais por pessoa.
Se, como dizem, a árvore tem o tamanho da raíz proporcional ao da sua copa, certamente essa raíz anda lá pelas bandas da Av. Brasil, fácil. A criança tem uns 50 metros de altura, quase 10 metros de circunferência e mais de 130 anos.O dia tava lindo e o frescor dali é impressionante. A sensação que dá é que estamos comendo no meio do mato.
Mas antes, nos vimos obrigados a sentar no piano-bar para aguardar a turma que estava para chegar.Assim que o Castilho, a Mariella e a Ana K. chegaram, Diego, Lela e eu fomos pro meio da floresta, ops, do restaurante em busca da nossa mesa. Eu juro que se por ventura o garçom tivesse tentado nos colocar numa mesa afastada da figueira, eu tava pronto pra dar uma desculpa daquelas do tipo “chefe, esse americano – apontando pro Diego – veio de longe fazer essa reunião conosco e quis almoçar aqui só por causa da árvore, e não é justo ficar longe dela até porque ele que vai pagar a conta”. Mas não precisou e evitamos esse constrangimento.
Aí já começa a farra gastronômica. E o engraçado é que aqui a fartura não tem limite mesmo. Parece almoço na casa da vó, que tem de tudo. Pão de queijo com reposição livre e um couvert com queijos, escabeches, tomate seco e iscas de peixe. Tudo temperadinho e saboroso.Mas o que roubou a cena no quesito “couvert” foi esse crocantão, ou seja lá como for o nome disso. É um bolachão enorme, impossível de resistir e quebrar um pedacinho aqui, outro ali.Na hora dos pedidos o bixo pegou. Dá vontade de pedir um menu degustación dos top 10. Mas vamos ser seletivos e equilibrados o suficiente para fisgar um de acordo com a minha fome. Imitei o Castilho e pedimos a Picanha Summus com Cogolhos de Tudela e Batata ao Murro. Las Lilas style.
Isso é suficiente pra atestar o sabor indescritível da carne.O Diego inovou, não se deixou levar pela influência masculina, pegou na mão de Deus e pediu um Caixote Marinho, com lulas, polvo, vieiras, camarões, pitú, cavaquinha, peixe e arroz carnaroli. Preciso nem dizer que não sobrou nem grãozinho de arroz.A Mariella pediu o que seria o meu segundo prato, naquele meu desejo impossível de menu degustación: o Peixe Clássico Los Negros, um robalo com batatinha, aspargos e cebola ao forno.
Ainda mais sabendo que é um prato by Francis Mallmann.A Lela e a Ana K. foram numa das sugestões do chef, o Medalhão de Filé com batatas assadas, cebola e molho madeira. De acordo.Todos devidamente satisfeitos, mas sem coragem de ir embora. Bora ver a sobremesa? A sobremesa não, as sobremesas. Essa mesa irresistível de doces me fez lembrar essa do Hyatt de Buenos Aires. São mais de 25 opções que vão de Crema Catalana à dulce de leche argentino.
Mas fomos traídos pelo couvert, que nos fez comer mais do que o necessário (putz, de novo!) e acabamos ficando no café. E ó como os caras aqui não tem limite mesmo. Pra uma torta de nozes realmente me falta espaço. Mas pra umas casquinhas de laranja cristalizadas e um que outro pedacinho dessa Tuile eu tenho. E talvez, mas muito talvez, eu coma um brigadeiro desses.O único momento que eles pesam a mão no sal é na hora da conta: salgada que dói. Mas é o preço que se paga por um ambiente inigualável, atendimento nota 11 e pratos sensacionais. E na Figueira Rubaiyat, isso custou 110 reais por pessoa.
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Já fui no Figueira muitas vezes, por isso não era meu plano original nesta ida à Sampa, mas como falei, repeti alguns restaurantes em nome da democracia e da amizade.
O encanto unânime do Figueira Rubaiyat é sem dúvidas a frondosa e centenária figueira que entrecorta o restaurante. Uma beleza sem tamanho da natureza.
O couvert é sempre bom, e o melhor dele, são os pães de queijo que sempre chegam quentinhos, crocantes por fora e macios por dentro. E vai um, dois, três, quatro…. Uma perdição.
Foram muitos pratos à mesa, o meu, um robalo na brasa com aspargos e batatinhas que estava correto, assim como todos os outros. Okay, isso é bom, gosto muito de regularidade e é ela que me faz voltar e voltar e voltar…. No entanto, gosto mais ainda de ser surpreendida, raptada por sensações de imenso prazer que as novidades fornecem. Gosto de pulsar, me empolgar, soltar suspiros atrás de outros quando a comida me pega de jeito.
É louvável que em uma mesa de 10 pratos todos estejam bons e gostosos. Mas seria delicioso ser tomada pela sensação da comida estar acima do que se espera dela.
Entre outros, tivemos merlusa negra argentina:
Cordeiro dos Flinstones,
Brandade de Bacalhau…
Antes que me perguntem, já falo logo minha opinião quanto ao preço. É caro sim, mas quando vamos à um restaurante mais “chique”, digamos assim, pagamos não só pela comida, que certamente foi feita com ótimos ingredientes e só aí já apresenta algum over no valor, como também pela taça de cristal, pelo guardanapo de linho, pelas flores naturais, pela “grife” do lugar e por toda infra-estrutura que está por trás da coxia fazendo a engrenagem funcionar. Natural gente, não vejo nehuma surpresa nisso. Há quem discorde ou fique irritado, mas infelizmente, nosso mundo capitalista é assim, ora pois.
Mas sim, o almoço foi ótimo pelo contexto todo: ambiente lindo de babar, comida correta, atendimento muito bom, amigos, amor, alegria…. a vida acontecendo ali, ao redor da mesa, em uma tarde ensolarada e linda em São Paulo.
O encanto unânime do Figueira Rubaiyat é sem dúvidas a frondosa e centenária figueira que entrecorta o restaurante. Uma beleza sem tamanho da natureza.
O couvert é sempre bom, e o melhor dele, são os pães de queijo que sempre chegam quentinhos, crocantes por fora e macios por dentro. E vai um, dois, três, quatro…. Uma perdição.
Foram muitos pratos à mesa, o meu, um robalo na brasa com aspargos e batatinhas que estava correto, assim como todos os outros. Okay, isso é bom, gosto muito de regularidade e é ela que me faz voltar e voltar e voltar…. No entanto, gosto mais ainda de ser surpreendida, raptada por sensações de imenso prazer que as novidades fornecem. Gosto de pulsar, me empolgar, soltar suspiros atrás de outros quando a comida me pega de jeito.
É louvável que em uma mesa de 10 pratos todos estejam bons e gostosos. Mas seria delicioso ser tomada pela sensação da comida estar acima do que se espera dela.
Entre outros, tivemos merlusa negra argentina:
Cordeiro dos Flinstones,
Brandade de Bacalhau…
Antes que me perguntem, já falo logo minha opinião quanto ao preço. É caro sim, mas quando vamos à um restaurante mais “chique”, digamos assim, pagamos não só pela comida, que certamente foi feita com ótimos ingredientes e só aí já apresenta algum over no valor, como também pela taça de cristal, pelo guardanapo de linho, pelas flores naturais, pela “grife” do lugar e por toda infra-estrutura que está por trás da coxia fazendo a engrenagem funcionar. Natural gente, não vejo nehuma surpresa nisso. Há quem discorde ou fique irritado, mas infelizmente, nosso mundo capitalista é assim, ora pois.
Mas sim, o almoço foi ótimo pelo contexto todo: ambiente lindo de babar, comida correta, atendimento muito bom, amigos, amor, alegria…. a vida acontecendo ali, ao redor da mesa, em uma tarde ensolarada e linda em São Paulo.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vinho, Famílias
Ambiente
Comida
Atendimento
Custo-benefício
Gostei
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24/08/2011
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Rubens B. gostou
Rubens Burgel:
Fiquei com vontade de conhecer...
Fui jantar no restaurante em um sábado à noite, e chegamos antes das 20hs, e ainda estava "vazio", após uns 40 minutos encheu o restaurante todo.
Nem preciso comentar sobre o ambiente que é lindo, a árvore enorme que dá o charme da casa.
A entrada (com pães quentinhos, salmão, tomate seco, beringela) estava muito boa. O prato principal escolhido foi a picanha summus (R$ 75,00 ou 85,00), que estava excelente!! Para minha surpresa, havia 2 pedaços grandes de picanha, que eram acompanhas por batatas ao murro. A carne estava no ponto, muito macia e suculenta, e extremamente saborosa...
O cafezinho da casa, apesar de um pouco caro, é acompanhado por diversos docinhos para comer e achei bem legal.
Fui numa outra ocasião nesse mesmo restaurante para um evento, no salão reservado no fundo do restaurante, e a comida era uma espécie minitorta de bacalhau, que estava deliciosa, porém a porção era pequena (não sei se por causa do evento o menu era especial).
E a mesa de sobremesas desse restaurante é nota 10! Em diversidade e sabor. O problema é guardar espaço na barriga para saborear tantas variedades. Recomendado!
O serviço foi um pouco lento, porém o restaurante estava bem cheio.
Nem preciso comentar sobre o ambiente que é lindo, a árvore enorme que dá o charme da casa.
A entrada (com pães quentinhos, salmão, tomate seco, beringela) estava muito boa. O prato principal escolhido foi a picanha summus (R$ 75,00 ou 85,00), que estava excelente!! Para minha surpresa, havia 2 pedaços grandes de picanha, que eram acompanhas por batatas ao murro. A carne estava no ponto, muito macia e suculenta, e extremamente saborosa...
O cafezinho da casa, apesar de um pouco caro, é acompanhado por diversos docinhos para comer e achei bem legal.
Fui numa outra ocasião nesse mesmo restaurante para um evento, no salão reservado no fundo do restaurante, e a comida era uma espécie minitorta de bacalhau, que estava deliciosa, porém a porção era pequena (não sei se por causa do evento o menu era especial).
E a mesa de sobremesas desse restaurante é nota 10! Em diversidade e sabor. O problema é guardar espaço na barriga para saborear tantas variedades. Recomendado!
O serviço foi um pouco lento, porém o restaurante estava bem cheio.
Dica: fazer reserva
Tudo já foi dito.
Para mim, A Figueira Rubayat é o restaurante mais bonito de São Paulo. Pode haver algo mais lindo que um restaurante ser construído tendo como centro uma enorme figueira. Eu não consigo pensar em nada.
Só por isso, já estaria bom, acontece que A Figueira tem uma cozinha sensacional. Tudo que é servido naquele lugar é excelente, eu destaco os peixes. A mesa de sobremesa é uma tentação à parte. Não se contenha.
O atendimento é cortês, eficaz e ágil.
Os preços são altos, não dá para almoçar lá toda semana, nem todo mês.
Mas é destino obrigatório, quem gosta de restaurantes, tem que conhecer.
Para mim, A Figueira Rubayat é o restaurante mais bonito de São Paulo. Pode haver algo mais lindo que um restaurante ser construído tendo como centro uma enorme figueira. Eu não consigo pensar em nada.
Só por isso, já estaria bom, acontece que A Figueira tem uma cozinha sensacional. Tudo que é servido naquele lugar é excelente, eu destaco os peixes. A mesa de sobremesa é uma tentação à parte. Não se contenha.
O atendimento é cortês, eficaz e ágil.
Os preços são altos, não dá para almoçar lá toda semana, nem todo mês.
Mas é destino obrigatório, quem gosta de restaurantes, tem que conhecer.
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
Fui no Figueira em um sábado o restaurante estava bem cheio e aguardei no bar, o bar: o bar é muito bom as seria melhor ainda se as mesas não fosse tão baixas a ponto de suas pernas não entrarem de baixo da mesa !! Eles servem amendoin, batatinha e nozes. a carta do bar é bem enxuta e não possui drinks muito elaborados, os preços são tranquilos - dica: o bloody mary e a caipirinha de lima da pérsia com cachaça da tulha são muito bons.
O restaurante é muito bonito a figueira é linda, o cardápio é bem variado mas é caro!! os pratos são na média de R$ 80 à R$ 95, acho que não é justo pois a comida não é tudo isso, pedi uma picanha argentina, se não me engano chama-se Sammus (acho que é isso) a carne estava boa porém os acompanhamentos péssimos uma baked potato fria e dura!!
Eles possuem um buffet de sobremesas ai sim eu vi vantagem...hahaha, muito bom o buffet tem muita variedade e vale a pena.
Acho que vale mais pelo ambiente do que pela comida, o atendimento é simpático.
O restaurante é muito bonito a figueira é linda, o cardápio é bem variado mas é caro!! os pratos são na média de R$ 80 à R$ 95, acho que não é justo pois a comida não é tudo isso, pedi uma picanha argentina, se não me engano chama-se Sammus (acho que é isso) a carne estava boa porém os acompanhamentos péssimos uma baked potato fria e dura!!
Eles possuem um buffet de sobremesas ai sim eu vi vantagem...hahaha, muito bom o buffet tem muita variedade e vale a pena.
Acho que vale mais pelo ambiente do que pela comida, o atendimento é simpático.
Dica: Faça reserva
Bom para: Ir com a namorada e a família...
Sabadão circulando por sampa city sem saber onde almoçar. Planejavamos ir no novo Café Olimpia pra conhecer o novo endereço mas desistimos e ficamos circulando pelos jardins e acabamos caindo no Rubayat.
O restaurante é muito bonito, decoração contemporânea chique, com materiais naturais como madeira. O ambiente é bem amplo e aconchegante. O salão principal conta uma varanda grande com mesas ao redor da famoso figueira, aliás linda e imensa! Tem ainda um outro salão ao fundo e um outro onde está localizado o bar. Não estava lotado, apesar de uma esperazinha básica de 15 minutos.
O couvert do Rubayat tem um preço bem salgado (R$ 23,00 por pessoa) mas vale a pena cada centavo gasto. Sem miséria, chegou à mesa um pão maravilhoso caseiro e bem quentinho e uma petisqueira com manteiga de mussarela de cabra, liguiça toscana, abobrinha e tomates num molho delicioso verde que parecia pesto, e salmão. Além disso, o garçon ficava repondo uma cestinha com pão de queijo fresquinho e diversos tipos de pão.
Bem, até então, achava o pão de queijo do Barbacoa, o melhor, até conhecer o pão de queijo do Rubayat, definitivamente, o melhor!
Pedimos ainda duas taças de vinho tinto, um cabernet-malbec argentio chamado Ruttini, que estava muito suave.
Pedi de prato principal, o baby beef ao ponto com batatas souflées e o Grego pediu um frango temperado no molho de alecrim, manjericão com as mesmas batatas souflées.
Bem, o baby beef dispensa comentários, veio à mesa um filé alto, muito bem temperado, tostadinho na medida certa por fora e rosado e suculento por dentro. A carne esta deliciosa, com corte fácil de derreter na boca, as batatas pareciam aquelas chips, crocantes, sequinhas e levíssimas. Acompanha o prato um bowl com 3 molhos, um de ervas sensacional!, um de pimenta e outro de sal.
Mas a grande surpresa foi o frango. No começo pensei comigo, é decadência ir no Rubayat e pedir um franguinho simples, mas queimei a lingua porque de simples o frango não tinha nada. Na nossa humilde opinião, foi sem dúvida, o melhor frango que já comemos na vida. Pra começar, chegou à mesa, um prato farto de frango tendo partes do peito, sobrecoxa e coxa, seladinho por fora num tempero maravilhoso e por dentro o frango estava extremamente macio, suculento e o mix de temperos dava um toque especial na carne branquinha, tenra de desmanchar na boca. Nem parecia frango, e sim parecia que estavamos comendo um peru bem feito.
Não pedimos sobremesa, apenas o café expresso que vem acompanhado de uma bandeja com docinhos deliciosos que já valem por uma sobremesa. Minibrownies, um docinho de chocolate branco decorado com cacau em pó, lasquinhas de laranja, sequilho de côco.
A brincadeira totalizou R$ 350,00 mas como já disse, cada centavo valeu a pena. Só não digo que em breve voltaremos porque senão vamos à falência desse jeito. Tudo estava maravilhoso, o ambiente agradável e requintado, o atendimento impecável e a comida divina. Nada a criticar , a não ser o preço, mas esse é o preço de frequentar um restaurante top.
Ah, a visita rendeu também por ver de perto a Galisteu, a única "celebrity" que vimos por lá.
O restaurante é muito bonito, decoração contemporânea chique, com materiais naturais como madeira. O ambiente é bem amplo e aconchegante. O salão principal conta uma varanda grande com mesas ao redor da famoso figueira, aliás linda e imensa! Tem ainda um outro salão ao fundo e um outro onde está localizado o bar. Não estava lotado, apesar de uma esperazinha básica de 15 minutos.
O couvert do Rubayat tem um preço bem salgado (R$ 23,00 por pessoa) mas vale a pena cada centavo gasto. Sem miséria, chegou à mesa um pão maravilhoso caseiro e bem quentinho e uma petisqueira com manteiga de mussarela de cabra, liguiça toscana, abobrinha e tomates num molho delicioso verde que parecia pesto, e salmão. Além disso, o garçon ficava repondo uma cestinha com pão de queijo fresquinho e diversos tipos de pão.
Bem, até então, achava o pão de queijo do Barbacoa, o melhor, até conhecer o pão de queijo do Rubayat, definitivamente, o melhor!
Pedimos ainda duas taças de vinho tinto, um cabernet-malbec argentio chamado Ruttini, que estava muito suave.
Pedi de prato principal, o baby beef ao ponto com batatas souflées e o Grego pediu um frango temperado no molho de alecrim, manjericão com as mesmas batatas souflées.
Bem, o baby beef dispensa comentários, veio à mesa um filé alto, muito bem temperado, tostadinho na medida certa por fora e rosado e suculento por dentro. A carne esta deliciosa, com corte fácil de derreter na boca, as batatas pareciam aquelas chips, crocantes, sequinhas e levíssimas. Acompanha o prato um bowl com 3 molhos, um de ervas sensacional!, um de pimenta e outro de sal.
Mas a grande surpresa foi o frango. No começo pensei comigo, é decadência ir no Rubayat e pedir um franguinho simples, mas queimei a lingua porque de simples o frango não tinha nada. Na nossa humilde opinião, foi sem dúvida, o melhor frango que já comemos na vida. Pra começar, chegou à mesa, um prato farto de frango tendo partes do peito, sobrecoxa e coxa, seladinho por fora num tempero maravilhoso e por dentro o frango estava extremamente macio, suculento e o mix de temperos dava um toque especial na carne branquinha, tenra de desmanchar na boca. Nem parecia frango, e sim parecia que estavamos comendo um peru bem feito.
Não pedimos sobremesa, apenas o café expresso que vem acompanhado de uma bandeja com docinhos deliciosos que já valem por uma sobremesa. Minibrownies, um docinho de chocolate branco decorado com cacau em pó, lasquinhas de laranja, sequilho de côco.
A brincadeira totalizou R$ 350,00 mas como já disse, cada centavo valeu a pena. Só não digo que em breve voltaremos porque senão vamos à falência desse jeito. Tudo estava maravilhoso, o ambiente agradável e requintado, o atendimento impecável e a comida divina. Nada a criticar , a não ser o preço, mas esse é o preço de frequentar um restaurante top.
Ah, a visita rendeu também por ver de perto a Galisteu, a única "celebrity" que vimos por lá.
Bom para: Jantar, Almoçar, Vinho, Comer muito, Reuniões de negócios
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Custo-benefício
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