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A Figueira Rubaiyat

A Figueira Rubaiyat

Rua Haddock Lobo, 1738
Jardim Paulista - São Paulo , SP - 01414-020

Telefone: 11 3087-1399

Com dois endereços em São Paulo, o restaurante Rubaiyat serve carnes selecionadas da Fazenda Rubaiyat, no Rio Grande do Sul. O Baby Beef já foi eleito oito vezes a melhor churrascaria de São Paulo pela revista Gula e possui uma ótima carta de vinhos, com marcas nacionais e importa...  Ver mais


Preço por pessoa:

$$$$ (Exclusivo)

Categoria:
Churrascaria
Ranking: #1 de 363
Site oficial:
rubaiyat.com.br
Formas de pagamento:
Crédito:
Horário de funcionamento:
Seg. a Qui.: 12h às 0:30
Sex. e Sab.: 12h às 1h
Dom.: 12h às 0h
Primeira opinião por:
Fernando O.
Detalhes:
Acesso para deficientes
Ar condicionado
Aceita reservas
Mesas ao ar livre
Wi-fi
Couvert
Estacionamento: manobrista

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Publicidade
Notas específicas:
Ambiente
(28)
Comida
(28)
Atendimento
(28)
Bebida
(27)
Custo-benefício
(27)
Mostrar:
Dicas  (18)
Classificar por:
Opiniões   (62)
 
O Figueira é maravilhoso, acho que de fim de semana ele é meio cheio, mas eu fui almoçar com meu marido no feriado de 1 janeiro então estava super vazio, já que São Paulo inteira estava viajando rsrs. O restaurante é lindo e o nome dele se dá pelo fato de ter uma figueira enorme dentro do restaurante, a árvore deixa o ambiente super encantador, os galhos dela são muito compridos e grossos e cobrem diversas mesas, eu comi na parte de fora, bem em baixo da árvore, o dia estava muito lindo, foi uma experiência deliciosa, mas pra quem preferir também tem a parte de dentro. A comida estava perfeita, comemos bife de chorizo argentino, com arroz biro-biro, farofa de ovo e batata soufflee, dividimos para duas pessoas e nos alimentamos bem. O atendimento também é muito bom. E como conseqüência de todos esses benefícios e dessa experiência em um dos restaurantes mais famosos de São Paulo o preço acaba sendo um pouco caro, acima tem a foto do cardápio com os valores, mas com certeza é um lugar que vale a pena conhecer :)
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Famílias, Almoçar, Vinho, Relaxar, Experiências gastronômicas
 
Seu menino, esse ano resolvi ir passar o carnaval em São Paulo. Nordestino véio, fui pra fugir da zoeira do carnaval baiano. Eu e minha muié.
Um dia, a danada invocou que queria conhecer o tal do Figueira Rubaiyat. Coisa chique. Fomos lá, prá inchê o bucho na hora do almoço.
Quando o táxi deixou a gente na porta do restaurante, tomei inté um susto: Parecia mais uma loja de carro importado. Só tinha aqueles bichos pretos, com uma estrela na testa. E os caras de preto na porta? Pensei que eram os donos!!! Que nada!!! Eram os tal de “manobristas”... nada a ver com os flanelinhas de minha terra...
Entramos no restaurante, ô lugar bunito, seu menino.
Não é que tem mermo uma figueira do tamanho do mundo lá dentro? Sei lá como eles conseguiram botar ela ali, mas que tava lá, tava...
Ficamos com medo de cair uns figos (figueira é pé de figo, num é?) na cabeça da gente, ou até dentro da nossa comida e pedimos pro garçom uma mesa num lugar coberto.
Garçom educado, aquele!!! Disse que a gente era bem-vindo, e até puxou a cadeira pra minha muié sentar!!!
Não deu nem tempo de esquentar a cadeira e já trouxeram uma cesta com um bocado de pão e umas pastinhas gostosas que só a gôta. Nem perguntaram se a gente queria!!! E olha só, mal acabava o que estava nos potinhos e eles traziam mais!!! Depois descobri que o nome daquilo é “couvert”... que bacana!!!
Depois descobri também que cada um de nós ia ter que pagar vinte e sete contos pelo tal do “couvert”... meio carinho, né? Eu achei...
Aí, eu, esperto, pensei: se a gente ficar comendo isso aqui nem precisa almoçar...
Pois parece que o garçom leu meu pensamento: de repente, pararam de trazer mais pão e pastinha... acho que foi pra gente num perder o apetite!!!
Minha muié, então, quis pedir um vinho... ai, meu Deus!!!
Veio logo um outro cara, que chamaram de “maitre”. Trouxe o cardápio de vinho e eu nem olhei pro nomes dos danados: fui logo pra coluna do lado direito. O mais barato era uns sessenta contos. Foi o jeito: fiquei tão chocado que apontei pro preço ao invés de apontar pro nome do vinho: “traz esse”.
Demorou um pouquinho, chega o garçom com o vinho. Fez um bocado de pose, rodou pra lá, rodou pra cá e me mostrou o vinho pra confirmar se era aquele. E eu ia lá saber??? eu nem olhei pro nome do vinho, no cardápio!!! Depois colocou uns dois pinguinhos em minha taça... eu pensei "enche logo essa danada, pois pelo preço eu vou é espremer essa garrafa até sair a última gota".
Bom, servido o vinho e pra encurtar a história, fomos pedir o almoço.
Engraçado, foi só pedir o cardápio que eles esqueceram que a gente podia perder o apetite e começaram a trazer mais pão e pastinha!!! Que curioso!!!
Bom, o cardápio chegou. Vixe Maria!!! Eles deviam ter uma ambulância da SAMU na porta!!! Eu quase tenho um troço no coração quando vi os preços!!! E minha muié nem aí pra me dar apoio!!! Chique igual ao restaurante, parecia que ia lá toda semana.
Resolvemos pedir um peixe. Eu tava tão abalado que nem lembro qual era o nome do danado. Só sei que ele vinha inteiro pra mesa e o garçom tirava as espinhas lá mermo, pra gente ver.
Tirado o espinhaço do bicho, ficou um tantinho assim de carne, ó!!!
E o pior é que tava gostoso, o danado. Só que acabou em cinco garfadas. Nessa hora, meu estômago começou a esmurrar meu pensamento, como quem diz “quem mandou comer pouco pão, infeliz???” e eu me arrependi de não ter sentado embaixo da figueira... vai que caía um figo no prato e completava o almoço...
Finalmente, hora da conta. Tomei logo outro comprimido pra minha pressão não subir (com vinho, mermo, pois cada água mineral era o preço do táxi que levou a gente pro restaurante).
Rapaaaaaaaaaz... de novo senti a necessidade de ter uma ambulância na porta.
Tossi, me engasguei, acho que inté fiquei branco... e minha muié, nem aí... ainda teve a coragem de perguntar: “a gorjeta do rapaz já tá incluída?”. Eu nem respondi.
Bom, aí não tinha mais jeito: saquei do meu cartão de crédito PLATINUM (pra fazer bunito) e mandei ver.
Óia, seu menino, o lugar é mermo muito bunito, agradável e o atendimento é bom de verdade.
A comida é boa, mas quando você tá começando a gostar, ela acaba!!!
Pra resumir, eu digo o seguinte: “Figueira Rubaiyat: é caro, mas em compensação... a comida é pouca.”.
Dica: Vá disposto a gastar dinheiro!!!
 
O Figueira está entre os restaurantes de alto padrão da cidade de São Paulo,
por tanto ir e reclamar do preço não combinam. Você vai sabendo !!

O lugar tem o atendimento impecável, como é de se esperar e com um toque muito bonito na decoração.

Tudo muito bem organizado e arrumado, sempre frequentado por pessoas importantes da politica, empresários e demais.

A comida também, claro, maravilhosa !! Muito bem feita e com um toque que só os chefs internacionais sabem fazer.


Mas a grande sacada é sem dúvida o salão amplo, muito bem iluminado, com mesas espalhadas abaixo dos troncos de uma figueira.

É lindo ver esta parte da estrutura, a forma como eles trabalharam por exemplo o teto desta salão para que ele pudesse estar ali sem atrapalhar a grande figueira.

Vale a pena conhecer !!
 
O mesmo Rubaiyat só que com a figueira dentro.
É aconchegante e bacanudo, principalmente se você der sorte de ficar em uma mesa embaixo da árvore.
Ponto negativo: no dia da visita fiz uma reserva para quatro pessoas e a mesa estava montada para três.
Apesar do atendimento confuso no começo, tudo fluiu melhor depois de trocar o garçom.
Bom para: Casais, Jantar, Almoçar, Vinho, Drinques, Reuniões de negócios, Experiências gastronômicas
 
Sempre costumo ir no final do ano, e ano retrasado jantamos no ano novo lá. Restaurante classudo que possui uma enorme figueira centenária bem ao centro do espaço, na época das festas fica lindamente decorado com luzes e lanternas em seus galhos.
Apesar de ser uma casa de carnes, também oferece peixes, meus preferidos, o Tucunaré feito no sal grosso é muito bom com palmito e amendoas feito no forno a lenha, tem um bar de ostras, mas sinceramente não é muito a minha praia, os preços são elevados, mas nem todos os pratos tem preços muitos salgados tem várias opções abaixo de R$ 100,00 e que são muito boas e com porção farta, vc não vai sair de lá com fome. Se estiver com pouca grana, vá direto para a sobremesa, pois vale a pena apreciar a vista e conhecer esse restaurante que na minha opinião é um dos mais bonitos de Sampa.
Bom para: Casais, Famílias, Jantar, Almoçar, Ponto turístico
 
Esperava comer a melhor carne de todos os tempos. Decepção!!!
Estávamos em 4 pessoas. Comemos picanha, tbone e kobe (cada carne custa em torno de R$170 e vem com uma batata assada e alface !)
Realmente nenhum corte surpreendeu.
Batata ao murro para acompanhar: totalmente crua e sem sabor. 'Incomível'
Chamei o metre, informei o problema, disse que não comeria aquilo, e ele nada fez.

E a apresentação dos pratos?!?!? Não existe! (veja na foto anexa).
Em casa meus pratos ficam mais bonitos!

Como estávamos com 2 gringos que queriam provar de tudo, fomos de buffet de sobremesa,
Não recomendo!!! R$27 por pessoa e muito ruim mesmo. A aparencia era boa, o sabor não.
Se quiser sobremesa, peça a la carte, quem sabe tem mais sorte!

Atendimento: uma das carnes veio distinta da solicitada. Nao trocaram a batata crua. Sem comentarios

Preço: R$ 780 para 4 pessoas (R$260pp) sem vinho. sem entrada.
incluindo 4 couvert, uns 7 chopps, 3 carnes (1 compartida), 3 sobremesas.
Dica: Nao va de buffet de sobremesa. Nao peça batata ao murro.
Poli Mello:
Pois é, se pelo menos tivessem comida deliciosa, esquecíamos um pouco o preço! rs
Essa semana fomos ao Girarrosto e Due Cuocchi: ambos de alto custo, porém a comida irretocável!
Mas estava ruim mesmo! Eca ! Não volto!
Conteúdo inválido
 
Carnes excelentes, atendimento de primeira. Fui numa quinta que era dia de frutos do mar. A Paella estava impecável.

O preço, entretanto, é bem salgado. Somente por isso não dou cinco estrelas.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Famílias, Ir sozinho, Jantar, Almoçar, Happy hour, Vinho, Cerveja, Drinques, Reuniões de negócios, Realizar eventos pessoais, Experiências gastronômicas
 
Numa passagem relâmpago por Sampa, o destino nos guiou até a Figueira Rubaiyat, a casa mundialmente conhecida pelos seus cortes nobres e pela grande figueira que cobre parte do restaurante. De fato, não é nenhum pouco piegas dizer que o lance impressiona.

Se, como dizem, a árvore tem o tamanho da raíz proporcional ao da sua copa, certamente essa raíz anda lá pelas bandas da Av. Brasil, fácil. A criança tem uns 50 metros de altura, quase 10 metros de circunferência e mais de 130 anos.O dia tava lindo e o frescor dali é impressionante. A sensação que dá é que estamos comendo no meio do mato.

Mas antes, nos vimos obrigados a sentar no piano-bar para aguardar a turma que estava para chegar.Assim que o Castilho, a Mariella e a Ana K. chegaram, Diego, Lela e eu fomos pro meio da floresta, ops, do restaurante em busca da nossa mesa. Eu juro que se por ventura o garçom tivesse tentado nos colocar numa mesa afastada da figueira, eu tava pronto pra dar uma desculpa daquelas do tipo “chefe, esse americano – apontando pro Diego – veio de longe fazer essa reunião conosco e quis almoçar aqui só por causa da árvore, e não é justo ficar longe dela até porque ele que vai pagar a conta”. Mas não precisou e evitamos esse constrangimento.

Aí já começa a farra gastronômica. E o engraçado é que aqui a fartura não tem limite mesmo. Parece almoço na casa da vó, que tem de tudo. Pão de queijo com reposição livre e um couvert com queijos, escabeches, tomate seco e iscas de peixe. Tudo temperadinho e saboroso.Mas o que roubou a cena no quesito “couvert” foi esse crocantão, ou seja lá como for o nome disso. É um bolachão enorme, impossível de resistir e quebrar um pedacinho aqui, outro ali.Na hora dos pedidos o bixo pegou. Dá vontade de pedir um menu degustación dos top 10. Mas vamos ser seletivos e equilibrados o suficiente para fisgar um de acordo com a minha fome. Imitei o Castilho e pedimos a Picanha Summus com Cogolhos de Tudela e Batata ao Murro. Las Lilas style.

Isso é suficiente pra atestar o sabor indescritível da carne.O Diego inovou, não se deixou levar pela influência masculina, pegou na mão de Deus e pediu um Caixote Marinho, com lulas, polvo, vieiras, camarões, pitú, cavaquinha, peixe e arroz carnaroli. Preciso nem dizer que não sobrou nem grãozinho de arroz.A Mariella pediu o que seria o meu segundo prato, naquele meu desejo impossível de menu degustación: o Peixe Clássico Los Negros, um robalo com batatinha, aspargos e cebola ao forno.

Ainda mais sabendo que é um prato by Francis Mallmann.A Lela e a Ana K. foram numa das sugestões do chef, o Medalhão de Filé com batatas assadas, cebola e molho madeira. De acordo.Todos devidamente satisfeitos, mas sem coragem de ir embora. Bora ver a sobremesa? A sobremesa não, as sobremesas. Essa mesa irresistível de doces me fez lembrar essa do Hyatt de Buenos Aires. São mais de 25 opções que vão de Crema Catalana à dulce de leche argentino.

Mas fomos traídos pelo couvert, que nos fez comer mais do que o necessário (putz, de novo!) e acabamos ficando no café. E ó como os caras aqui não tem limite mesmo. Pra uma torta de nozes realmente me falta espaço. Mas pra umas casquinhas de laranja cristalizadas e um que outro pedacinho dessa Tuile eu tenho. E talvez, mas muito talvez, eu coma um brigadeiro desses.O único momento que eles pesam a mão no sal é na hora da conta: salgada que dói. Mas é o preço que se paga por um ambiente inigualável, atendimento nota 11 e pratos sensacionais. E na Figueira Rubaiyat, isso custou 110 reais por pessoa.
 
O lugar surpreende, pelos carros luxuosos na frente e pela linda figueira posicionada, nao sei como, no centro do restaurante. Quando vc entra é muito bem recepcionado, e levado até a mesa. Pelo que percebi, muitos executivos e turistas frequentam. Bom, vamos ao que interessa, a comida, hummm meu prato estava maravilhosos, comi um prato que nao lembro o nome, mas era composto por lagostas, camarões,polvo, vieiras e um arroz exclusivo, maravilhoso! E um purezinho, gente, o que era aquilo, dos Deuses!
Vale dizer que é caro pacas, ui, dói no bolso. Porém conhecemos essa beldade, porque usamos o Surpreenda-se Master Card, onde um dos pratos sai grátis! Uhuuuuu um luxo só né? Comer bem e pagar a metade, mas mesmo assim a conta chegou quase nos 300, por conta do couvert e bebidas. Fica a dica, aproveitem as promoções que os cartões de credito disponibilizam.
Bom para: Experiências gastronômicas, Reuniões de negócios, Realizar eventos pessoais, Casais, Famílias, Ir com amigos, Almoçar, Jantar, Ponto turístico
Luiz Michelini Netto:
Elizabeth, A Figueira Rubaiyat é realmente um charme com aquela árvore sobre as mesas. Se você tiver a oportunidade de voltar lá, experimente a costela deles! Vale a pena! Abraços.
Conteúdo inválido
 
Fui no Figueira na noite de sábado para um jantar e confirmei o que os Kekantors abaixo falaram sobre o ambiente e a árvore. O teto é super alto e de vidro e a árvore atravessa quase todo o restaurante. Além de bonita, é muito bem cuidada.

Pouco depois de nossa chegada foi servido o couvert, um pão espetado num apoio de madeira e uma sopa de legumes no copinho. O couvert incluia abobrinha temperada, salmão cozido (frio), tiras de calabresa, mas o que eu mais gostei foi um pão de queijo diferente que não é crocante (tem a casquinha lisa e seca).

De prato principal resolvi pedi o famoso bife de tiras, que bem com uma baked potato. Nunca tinha comido uma carne tão macia, com a gordura bem tostada e gostosa de comer! A baked potato não tinha nada de especial, vem assada com requeijão. Talvez um pouco de arroz seria bom, pois é muita carne. Também experimentei o caixote, um prato que vem com frutos do mar de bom tamanho: vieiras, camarões, lagostin, etc. Estava excelente! Da próxima vez, devo pedir ele!

Por fim, pedimos um creme de papaya com cassis e o cafézinho. Este custa R$ 5,90 e acompanha muitos doces: trufas, bolinhos, brownie, etc. Vale a pena! É uma boa dica pedir apenas o cafézinho, pois já é uma sobremesa.

Para finalizar, o garçom trouxe uma cachaça com mel e limão da casa de cortesia, estava muito gostosa! Ela se chama "Cachaça da Tulha", não deixe de experimentar!

Os pratos custam de R$ 70 à 110 e os drinks na faixa de R$ 15~20. Eu achei até que o preço das bebidas é "ok" se comparado com os pratos.

A nota só não é 5 pois o serviço não é tão rapido como deveria ser para este padrão de restaurante. Contei mais de 5 "metris" (garçom com terno), mas mesmo assim faltou velocidade e atenção.
Bruno Yoshimura:
Acho que Figueira mesmo. O Terraço itália é mais para casais e bem "escuro". A Figueira é bem claro, tem o pé direito super alto e é bem familiar. O DOM ainda não conheço, mas é outro patarmar de preço.
Conteúdo inválido
 
Já fui no Figueira muitas vezes, por isso não era meu plano original nesta ida à Sampa, mas como falei, repeti alguns restaurantes em nome da democracia e da amizade.

O encanto unânime do Figueira Rubaiyat é sem dúvidas a frondosa e centenária figueira que entrecorta o restaurante. Uma beleza sem tamanho da natureza.

O couvert é sempre bom, e o melhor dele, são os pães de queijo que sempre chegam quentinhos, crocantes por fora e macios por dentro. E vai um, dois, três, quatro…. Uma perdição.

Foram muitos pratos à mesa, o meu, um robalo na brasa com aspargos e batatinhas que estava correto, assim como todos os outros. Okay, isso é bom, gosto muito de regularidade e é ela que me faz voltar e voltar e voltar…. No entanto, gosto mais ainda de ser surpreendida, raptada por sensações de imenso prazer que as novidades fornecem. Gosto de pulsar, me empolgar, soltar suspiros atrás de outros quando a comida me pega de jeito.

É louvável que em uma mesa de 10 pratos todos estejam bons e gostosos. Mas seria delicioso ser tomada pela sensação da comida estar acima do que se espera dela.
Entre outros, tivemos merlusa negra argentina:

Cordeiro dos Flinstones,

Brandade de Bacalhau…

Antes que me perguntem, já falo logo minha opinião quanto ao preço. É caro sim, mas quando vamos à um restaurante mais “chique”, digamos assim, pagamos não só pela comida, que certamente foi feita com ótimos ingredientes e só aí já apresenta algum over no valor, como também pela taça de cristal, pelo guardanapo de linho, pelas flores naturais, pela “grife” do lugar e por toda infra-estrutura que está por trás da coxia fazendo a engrenagem funcionar. Natural gente, não vejo nehuma surpresa nisso. Há quem discorde ou fique irritado, mas infelizmente, nosso mundo capitalista é assim, ora pois.

Mas sim, o almoço foi ótimo pelo contexto todo: ambiente lindo de babar, comida correta, atendimento muito bom, amigos, amor, alegria…. a vida acontecendo ali, ao redor da mesa, em uma tarde ensolarada e linda em São Paulo.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vinho, Famílias
 
vale a pena, uma vez por ano. Durante o dia, a luz natural que ilumina a figueira transforma o ambiente em um espaço único, mas se preparem: é muuuito caro
Bom para: Almoçar
Mii Saki:
escolha um dia especial (comemorar o seu aniversário com uma pessoa que você goste muito, por exemplo) e sem chuva, para curtir o ambiente. Vale a pena ir, pelo menos uma vez na vida. rsrsrsrs
Conteúdo inválido
 
Restaurante de alto padrão na região do jardins, tem uma enorme figueira centenária bem no meio do restaurante que dá toda a graça ao lugar.
Como todo o lugar cinco estrelas vc tem excelência no atendimento, pratos excelentes principalmente com frutos do mar e peixes, tem bem na entrada um bar de ostras frescas. Vale a pena conhecer um lugar como esse por sua decoração e pelo requinte de seus pratos, mas prepare seu bolso porque a conta não sairá barata.
Bom para: Casais, Famílias, Jantar, Almoçar, Ponto turístico
 
Don Belarmino Iglesias fez um trabalho excepcional, provando que espanhol não monta restaurante que só serve paella... O ambiente por si só, com uma figueira enorme que dá sombra às mesas, é espetacular. O cardápio é variado, com inspirações andinas mescladas com técnicas ibéricas. Uma verdadeira viagem. Eu recomendo.
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Total de opiniões: 62

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