Hoje resolvi experimentar este restaurante e o famoso lamen (até hoje só provei aqueles de supermercado, e totalmente 'à brasileira': sem caldo), e melhor companhia era impossível: uma kekanteira oriental de mão cheia e que conhece a região como ... Ver mais »
Hoje resolvi experimentar este restaurante e o famoso lamen (até hoje só provei aqueles de supermercado, e totalmente 'à brasileira': sem caldo), e melhor companhia era impossível: uma kekanteira oriental de mão cheia e que conhece a região como a palma de sua mão!
Essa querida amiga chegou alguns minutos antes e já colocou o nome na lista de espera para reservar dois lugares, pois o movimento é bem grande na hora do almoço. Não demorou muito e fomos acomodadas, e logo em seguida mais três pessoas também estavam conosco à mesa... sendo assim é melhor escolher outro local se o assunto é mais reservado, rs.
Segundos depois o garçom já trouxe o cardápio para que nós fizéssemos nosso pedidos... senti bem aquele clima de 'pá pum': slow food definitivamente não é a proposta desse restaurante, tanto é que há uma série de recados bem objetivos no início do cardápio:
"Para minimizar o tempo de espera, solicitamos a sua preciosa colaboração.
1. Sentar-se somente após todos os presentes.
2. Até 2 pessoas, favor sentar-se no balcão.
3. Quando houver fila de espera:
1) Dividiremos a mesa quando ocupado por 2 pessoas.
2) Não permitiremos 'Kaedama' (sábado, domingo e feriado).
3) Solicitamos fazer o 'pedido adicional' o quanto antes.
4) Favor desocupar o lugar, o mais breve possível."
Esse último eu achei bem ríspido, por assim dizer, mas me parece que o esquema é bem aceito pelos clientes de descendência oriental (ou seja, a maioria do público frequentador) pois é uma prática comum lá na terra dos samurais... talvez eles não sejam tão expansivos, sociáveis e comunicativos como nós latinos, não é mesmo?
Nem observei a fundo as opções do cardápio por dois motivos: o 'enquadro' do garçom para o abreviamento do pedido e também porque não sabia ao certo o que pedir... arrisquei o Shoyu Lamen mini, até mesmo pelo meu estômago reduzido: decisão mais que acertada, porque a porção normal era gigante e acabei comendo só a metade do que pedi. Gostei do sabor e da proposta, principalmente se estivesse um frio de lascar o cano... como o dia estava meio quente, eu tive um leve 'suadô' depois do almoço, rs. Achei péssimo não ter embalagem para viagem: deu maior dó jogar o restante que sobrou fora.
Nós dividimos uma porção de guioza, e sei lá... explico: pode ser que o sabor desse seja o mais próximo daquele que é oferecido lá por aquelas bandas do Japão, mas não curti tanto... talvez o meu paladar 'mequetrefe' prefira os bolinhos mais safados servidos nos 'serve-serves da vida' orientais de shopping. Sobrou 2 unidades que pedimos para embrulhar, mas a senhora do caixa disse que a embalagem custaria R$ 1,00... achamos melhor envolvê-los em um saquinho plástico, e esse não foi cobrado.
Não sei se voltaria, a não ser que fosse em um horário menos concorrido e principalmente, para dividir o tal lamen com outra pessoa... cortou o meu coração jogar a comida fora: abomino desperdício.
Ah, e só aceitam dinheiro: ainda bem que vi antes, porque sou do tipo que só sai com 10 reais e passa tudo no cartão.